Categoria: Auto & Tech

  • Instagram permitiu anúncios de material de abuso infantil na Índia, revela investigação

    Instagram permitiu anúncios de material de abuso infantil na Índia, revela investigação

    A Meta, dona do Instagram, permitiu a veiculação de anúncios pagos contendo material de abuso sexual infantil na Índia, conforme revelou uma investigação da BBC publicada nesta sexta-feira, 3 de julho de 2026. As propagandas, que custavam 99 rúpias indianas (aproximadamente R$ 5,40), direcionavam os usuários para canais no Telegram onde os vídeos eram comercializados.

    Sistema de denúncias falhou, aponta BBC

    A equipe da BBC testou as ferramentas de reportagem de propaganda do próprio Instagram, mas recebeu respostas automáticas afirmando que os conteúdos não violavam as políticas da plataforma. Somente após a intervenção da imprensa e uma pressão externa, a Meta removeu os anúncios e suspendeu as contas envolvidas, segundo a empresa.

    Meta admite falhas, mas sistemas de IA ainda são questionados

    Em comunicado, a Meta afirmou que os anúncios foram retirados assim que identificados e que as contas responsáveis foram bloqueadas. No entanto, o episódio levanta dúvidas sobre a eficácia dos algoritmos de moderação da plataforma, especialmente em mercados com alta demanda por conteúdos ilegais. Especialistas em segurança digital já haviam alertado sobre a facilidade com que conteúdos dessa natureza circulam em redes sociais e aplicativos de mensagens.

  • Vibe coding: como a IA está transformando a programação em um processo de ‘feeling’ e riscos ocultos

    Vibe coding: como a IA está transformando a programação em um processo de ‘feeling’ e riscos ocultos

    A programação nunca esteve tão acessível — e tão perigosa. Em um mundo onde desenvolvedores gastam horas refinando linhas de código, uma tendência chamada *vibe coding* (ou “codificação por vibração”) promete agilizar o processo: basta descrever o que você quer em linguagem natural, e um modelo de IA entrega o código pronto. Mas, como toda inovação acelerada, a técnica traz consigo riscos que os programadores precisam dominar antes de abraçar a praticidade.

    Da ideia à aplicação em segundos: como funciona o vibe coding

    O conceito é simples, mas revolucionário. Em vez de escrever linhas de código manualmente ou depender de frameworks complexos, o desenvolvedor envia *prompts* detalhados — como “crie um app de lista de tarefas com autenticação via Google e um design minimalista” — e a IA processa a solicitação, gerando um código funcional. Ferramentas como GitHub Copilot, Cursor ou até mesmo modelos abertos como o Llama 3 já integram esse fluxo.

    Para quem trabalha com prototipagem rápida, startups ou projetos pessoais, a técnica reduz o tempo de desenvolvimento de dias para horas. Alguns programadores relatam criar extensões para navegadores ou pequenos sites em questão de minutos, algo impensável há poucos anos. “É como ter um estagiário que nunca dorme, mas que às vezes comete erros bobos”, brinca um engenheiro de software ouvido pela reportagem.

    O lado obscuro da praticidade: segurança e qualidade em xeque

    No entanto, a velocidade tem um preço. Especialistas alertam que códigos gerados por IA frequentemente apresentam falhas de segurança, como injeções de SQL em formulários ou vazamentos de dados em APIs mal estruturadas. “Os modelos focam na funcionalidade, não na robustez”, explica Ana Luiza Souza, pesquisadora de cibersegurança da Universidade de Brasília. “Um código que funciona hoje pode se tornar um problema amanhã, quando usado em escala.”

    Outro ponto crítico é a dependência excessiva da tecnologia. Desenvolvedores que adotam o *vibe coding* cegamente podem perder a capacidade de entender — e corrigir — o código gerado. Em um cenário onde a IA comete até 30% de erros em tarefas complexas (segundo estudo da *IEEE* de 2025), essa lacuna torna-se um risco operacional.

    Vibe coding no Brasil: quem já adota e por quê

    Por aqui, a técnica ganha adeptos principalmente entre freelancers e pequenas empresas. “Em projetos para clientes que querem MVP (produto mínimo viável) rápido, o vibe coding é um divisor de águas”, conta Marcos Silva, fundador de uma startup de educação digital em São Paulo. Ele usa a abordagem há seis meses e já reduziu seus custos de desenvolvimento em 40%, embora admita ter que revisar manualmente 1 em cada 5 códigos gerados pela IA.

    Já no setor corporativo, a resistência é maior. “Em sistemas críticos, como bancos ou saúde, não podemos arriscar”, diz Ricardo Mendes, CTO de uma fintech em São Paulo. “Optamos por um modelo híbrido: IA para rascunhos, desenvolvedores para a engenharia fina.”

    O futuro: IA como assistente, não como substituta

    Para especialistas, o *vibe coding* não deve substituir o programador, mas sim potencializá-lo — desde que usado com critério. “A IA é uma ferramenta, não um oráculo”, afirma o professor Fernando Lima, da USP. “O papel do desenvolvedor está mudando: de ‘quem escreve código’ para ‘quem valida, otimiza e garante a segurança da solução’.”

    Com a evolução dos modelos — e a integração de sistemas de *sandboxing* que testam automaticamente os códigos gerados — a técnica pode se tornar mais segura. Até lá, a dica é clara: use a IA para acelerar, mas nunca para substituir a expertise humana.

  • WhatsApp libera uso do iPad como dispositivo principal: bye, celular pareado!

    WhatsApp libera uso do iPad como dispositivo principal: bye, celular pareado!

    Uma mudança há muito esperada pelo mercado de tecnologia está prestes a se tornar realidade: o WhatsApp está desenvolvendo uma função que permite aos usuários usar o iPad como dispositivo principal da conta, sem depender de um celular pareado. A funcionalidade, identificada pelo site WABetaInfo nos códigos do aplicativo, promete eliminar uma das maiores frustrações de quem prefere telas maiores para a comunicação.

    Configuração simplificada, como se fosse um iPhone novo

    De acordo com as informações, o processo de ativação será semelhante ao de um iPhone recém-adquirido: bastará inserir o número de telefone e confirmar com um código de verificação enviado por SMS ou chamada. Essa abordagem direta contrasta com o Modo Companheiro, atual solução para tablets, que trata o dispositivo apenas como uma extensão do smartphone. Agora, o WhatsApp passa a reconhecer o iPad como um aparelho autônomo, com todos os recursos disponíveis.

    Android também ganha opção de tablet principal

    Não é apenas a Apple que está sendo beneficiada. O mensageiro também testa uma nova interface para tablets Android, permitindo que o usuário escolha se deseja utilizar o dispositivo como principal ou mantê-lo em modo secundário. Essa flexibilidade pode agradar quem trabalha com múltiplos aparelhos ou prefere separar funções pessoais e profissionais.

    O que muda na prática?

    A nova função deve resolver um problema recorrente entre os usuários de iPad: a dependência de um celular para manter o WhatsApp ativo. Até então, mesmo com o aplicativo instalado, era necessário manter o smartphone conectado para receber mensagens ou fazer ligações. Com a atualização, os tablets da Apple (e agora também alguns Androids) poderão operar como hubs independentes, facilitando o uso em viagens, no escritório ou até mesmo como substituto temporário de um celular.

    Embora a data de lançamento ainda não tenha sido confirmada, a descoberta reforça a tendência do WhatsApp de expandir sua presença para além dos smartphones, acompanhando a crescente demanda por dispositivos maiores e mais potentes no dia a dia.

  • Android 15: como ativar o ‘Modo Ladrão’ e blindar seu celular contra roubos hoje

    Android 15: como ativar o ‘Modo Ladrão’ e blindar seu celular contra roubos hoje

    Desde a última semana, usuários de Android passaram a ter uma nova camada de proteção contra roubos. O recurso, chamado informalmente de “Modo Ladrão”, usa inteligência artificial e sensores do celular para detectar movimentos suspeitos — como tentativas de desbloqueio forçado ou saída rápida da mão do usuário — e bloquear o dispositivo automaticamente, mesmo offline.

    Dispositivos compatíveis e requisitos técnicos

    O ‘Modo Ladrão’ já está disponível em aparelhos de fabricantes como Samsung, Motorola e Xiaomi, mas não é um recurso nativo do Android. Ele depende de uma combinação entre o sistema operacional — que precisa ser o Android 15 ou superior — e a implementação personalizada de cada marca. Em testes recentes, o recurso demonstrou eficiência em bloquear a tela em até 2 segundos após detectar um movimento brusco, além de inutilizar o aparelho para uso sem autenticação biométrica.

    Passo a passo para ativar a proteção (funcional em 3/7/2026)

    O processo varia levemente entre as marcas, mas segue um padrão semelhante. Veja como ativar o recurso hoje:

    • 1. Acesse Configurações → “Segurança” ou “Privacidade e segurança”;
    • 2. Busque por “Proteção contra roubo” ou “Serviços do Google” (dependendo do fabricante);
    • 3. Ative as opções:
      • “Detecção de movimento suspeito”;
      • “Bloqueio automático em caso de roubo”;
      • “Exigir biometria para desbloqueio”.
    • 4. Teste o recurso movendo o celular rapidamente para garantir que o bloqueio ocorre como esperado.

    Dica: Em dispositivos Samsung, o recurso pode ser encontrado em Configurações > Biometria e segurança > Outras configurações de segurança > Proteção contra roubos. Já na Motorola, ele está em Segurança > Avançado > Proteção do dispositivo.

    Limitações e o que esperar

    Embora promissor, o ‘Modo Ladrão’ não é infalível. Ele depende da bateria do celular — se o aparelho estiver com menos de 20% de carga, o recurso pode não ser ativado. Além disso, em modelos mais antigos (Android abaixo da versão 15), apenas funcionalidades básicas estarão disponíveis, como o bloqueio remoto via Find My Device.

    Especialistas em segurança digital avaliam que a medida é um avanço, mas destacam a importância de combiná-la com outras práticas, como senhas fortes e autenticação em duas etapas. “O recurso reduz o risco, mas não substitui a prevenção”, afirma o analista de TI Rafael Mendes.

  • TV Time fecha as portas após 15 anos: app de rastreio de séries sai do ar em 15 de julho

    TV Time fecha as portas após 15 anos: app de rastreio de séries sai do ar em 15 de julho

    O TV Time, um dos aplicativos mais populares entre os fãs de séries e cinema para acompanhar lançamentos e organizar maratonas, será encerrado definitivamente no dia 15 de julho de 2026. A decisão da Whip Media, empresa responsável pela plataforma desde seu lançamento em 2011, coloca fim a uma ferramenta que acumulou uma comunidade global de mais de 26,4 milhões de usuários.

    Brasil entre os principais mercados do app

    Segundo dados da Appfigures, o Brasil está entre os quatro países com maior volume de acessos ao TV Time, ao lado de Estados Unidos, França e Itália. A plataforma se tornou referência para quem buscava organizar episódios, descobrir novas produções ou simplesmente registrar sua jornada de maratona — funcionalidade que agora será descontinuada.

    Exportação de dados é a última chance para os usuários

    Para amenizar o impacto, a Whip Media disponibilizou uma ferramenta de exportação de dados dentro do app, permitindo que os usuários salvem suas listas e histórico antes do desligamento total. Após o dia 15 de julho, o TV Time será removido das lojas App Store e Google Play, encerrando oficialmente suas operações.

    O que vem depois? Alternativas ao TV Time

    Com o fechamento do aplicativo, os cerca de 26 milhões de usuários — incluindo os brasileiros — precisarão buscar alternativas para substituir suas funcionalidades. Plataformas como Trakt, Letterboxd ou até mesmo planilhas personalizadas já são citadas por fãs como possíveis substitutos, embora nenhuma ofereça a mesma integração com serviços de streaming e bancos de dados de séries e filmes.

  • Hyundai Ioniq 3 chega à Europa como rival do i20 com 500 km de autonomia e R$ 168 mil

    Hyundai Ioniq 3 chega à Europa como rival do i20 com 500 km de autonomia e R$ 168 mil

    O mercado europeu ganha mais uma opção elétrica compacta com o lançamento do Hyundai Ioniq 3, apresentado oficialmente na Europa em junho de 2026. O modelo abandona os elementos aerodinâmicos agressivos da variante esportiva N Line, anunciada meses antes, e chega com uma proposta mais equilibrada entre design e eficiência.

    Autonomia de 500 km e preço agressivo para o segmento

    O Ioniq 3 estreia com autonomia estimada em quase 500 km (ciclo WLTP) e um preço inicial de 28.000 euros (cerca de R$ 168.000 na cotação atual), valor que o posiciona como uma alternativa direta ao Hyundai i20 e, no Brasil, ao Volkswagen Nivus topo de linha. A estratégia da Hyundai é clara: democratizar a mobilidade elétrica sem abrir mão de desempenho ou tecnologia.

    Design inspirado no Veloster e engenharia turca

    Produzido na fábrica de Izmit, na Turquia, o Ioniq 3 adota a silhueta “aerohatchback”, com linhas inspiradas no antigo Hyundai Veloster. As colunas dianteiras inclinadas e o teto com queda acentuada na traseira conferem um visual esportivo, enquanto a ausência dos para-choques da versão N Line reduz o comprimento em 1,5 cm (4,15 m no total). Com 1,80 m de largura, 1,50 m de altura e 2,68 m de entre-eixos, o modelo supera o i20 em espaço interno, embora mantenha dimensões compactas para o segmento.

    Duas versões com propostas distintas

    A linha Ioniq 3 estreia com duas configurações: a versão Standard, equipada com um motor elétrico dianteiro de 147 cv e 25,5 kgfm de torque, e a Long Range (ainda não detalhada pela Hyundai). A bateria da versão de entrada, embora não tenha sua capacidade revelada, deve ser suficiente para os 500 km de autonomia prometidos. A divisão entre as versões sugere que a fabricante sul-coreana busca atender tanto consumidores preocupados com custo quanto aqueles que priorizam alcance.

    Impacto no mercado brasileiro e perspectivas

    Embora o Ioniq 3 seja lançado inicialmente na Europa, o modelo deve chegar ao Brasil em 2027, alinhado à estratégia global da Hyundai de expandir sua linha elétrica. Com preço equivalente ao de um Nivus topo de linha, o crossover precisa enfrentar desafios como a infraestrutura de recarga ainda em desenvolvimento no país e a concorrência de rivais como o BYD Dolphin e o MG4, que já dominam o segmento de elétricos acessíveis. A aposta da Hyundai, no entanto, é que o design inovador e a garantia de 5 anos para a bateria possam conquistar consumidores.

  • Chrome bane extensões que burlam IAs a partir de agosto; mudanças afetam chatbots como ChatGPT e Gemini

    Chrome bane extensões que burlam IAs a partir de agosto; mudanças afetam chatbots como ChatGPT e Gemini

    A Google anunciou que a partir de 1º de agosto de 2026 a Chrome Web Store passará a barrar extensões que burlem as limitações de modelos de IA como o ChatGPT, Gemini e Claude. A decisão, publicada na última quarta-feira (2 de julho), visa conter ferramentas que alteram o comportamento padrão dos chatbots para fins ilegais ou antiéticos.

    Restrições vão além da quebra de salvaguardas

    As novas políticas não se limitam a bloquear extensões que permitam contornar restrições de uso, como a geração de conteúdos pornográficos ou auxílio em planejamentos criminosos. Elas também proíbem a coleta excessiva de dados por ferramentas que prometem aumentar limites diários de interações com os modelos, como o número de prompts ou tokens processados.

    Transparência e segurança em foco

    Além da proibição de extensões manipuladoras, a Chrome Web Store passará a exigir que todas as ferramentas de IA coletem, usem e transmitam apenas os dados necessários para seu funcionamento. Qualquer uso secundário, como rastreamento ou armazenamento indevido, será vetado. A medida alinha-se à crescente preocupação com a privacidade dos usuários e o uso responsável de tecnologias generativas.

    Impacto para desenvolvedores e usuários

    Desenvolvedores terão de revisar suas extensões para garantir conformidade com as novas regras, sob risco de remoção da loja. Para os usuários, a medida representa um reforço na segurança, mas também pode limitar funcionalidades populares, como a personalização avançada de prompts ou integrações não autorizadas.

  • Mitsubishi Pajero 2027: a volta do ícone com DNA clássico e toques modernos

    Mitsubishi Pajero 2027: a volta do ícone com DNA clássico e toques modernos

    O renascimento de uma lenda com DNA renovado

    A Mitsubishi está prestes a reescrever sua história no segmento de SUVs com o novo Pajero 2027, quinta geração de um modelo que marcou gerações desde seu lançamento nos anos 1980. Após anos longe das prateleiras, a japonesa opta por um retorno ao visual clássico — linhas retas, coluna traseira larga e altura livre do solo elevada — sem abrir mão de elementos contemporâneos, como a assinatura luminosa horizontal e faróis verticais integrados, herdados do design do Outlander.

    Tecnologia e robustez: o equilíbrio perfeito

    Embora a Mitsubishi tenha sido discreta nas revelações, o Pajero 2027 já mostra pistas de seu DNA. O painel Multi Meter, clássico da marca, retorna, enquanto a carroceria reforça a robustez com balanços curtos para melhor desempenho off-road. A aposta segue a tendência global de SUVs com aparência rústica e capacidade fora de estrada, como o Land Cruiser e o Defender, que dominam o mercado com seu visual atemporal e funcionalidade extrema.

    Um movimento estratégico em um mercado em transformação

    A estratégia da Mitsubishi não é isolada. Com a crescente demanda por veículos que combinem robustez e modernidade, modelos chineses também têm adotado designs verticais e linhas retas, como o Zeekr X ou o NIO ES8. Ao resgatar o Pajero, a japonesa não apenas recupera um nome histórico, mas também se posiciona em um nicho cada vez mais disputado: o de SUVs que prometem aventura sem perder o refinamento urbano.

    O que falta saber?

    Ainda não há detalhes sobre motores, transmissões ou preços, mas a expectativa é alta. Com a estreia prevista para 2026, o Pajero 2027 promete disputar espaço com rivais como o Toyota Land Cruiser e o Ford Bronco, reforçando a Mitsubishi como uma marca capaz de conciliar tradição e inovação.

  • Sony derruba PlayStation Store para PS3 e PS Vita: o que isso significa para donos dos consoles?

    Sony derruba PlayStation Store para PS3 e PS Vita: o que isso significa para donos dos consoles?

    A Sony encerrou oficialmente o suporte da PlayStation Store para os consoles PlayStation 3 e PS Vita, encerrando uma era de quase duas décadas de distribuição digital para esses aparelhos. A decisão, anunciada em julho de 2026, afeta diretamente os jogadores brasileiros, que terão prazos distintos para se adequar: o PS3 perderá o acesso à loja em dezembro de 2026, enquanto o PS Vita será descontinuado em julho de 2027.

    O fim de uma geração: por que a Sony tomou essa decisão?

    A empresa justificou a medida pela necessidade de modernizar a PlayStation Store para sistemas de comércio atuais, incompatíveis com a arquitetura dos consoles lançados em 2006 e 2011. A loja digital, que inicialmente foi projetada para esses modelos, hoje opera com frameworks avançados que os hardwares antigos não suportam.

    Impacto imediato: o que muda para os usuários?

    Donos de PS3 e PS Vita não poderão mais comprar jogos, DLCs ou conteúdos digitais pela loja oficial após os prazos estabelecidos. No entanto, os jogos já adquiridos permanecerão acessíveis nos consoles. A Sony também destacou que atualizações futuras da loja não serão mais compatíveis com esses dispositivos.

    Alternativas para os jogadores

    Quem possui PS3 ou PS Vita pode recorrer a outras plataformas para adquirir jogos, como a loja digital de terceiros ou o mercado de segunda mão. Além disso, a Sony reforçou que os consoles ainda funcionarão para jogos físicos e multijogador online, desde que não dependam de novas compras pela PlayStation Store.

  • Volkswagen acelera reestruturação: Lamborghini e Ducati no radar para venda

    Volkswagen acelera reestruturação: Lamborghini e Ducati no radar para venda

    O Grupo Volkswagen, dono de algumas das marcas mais icônicas do mundo automobilístico, está prestes a dar um passo decisivo em sua reestruturação. Após a venda da Bugatti — anunciada em junho de 2026 — a montadora estuda agora a saída da Lamborghini e da Ducati, conforme reportagem do Financial Times publicada na última quarta-feira (2 de julho de 2026).

    Avaliações bilionárias e pressão por liquidez

    As duas marcas, avaliadas em valores que superam os bilhões de dólares, surgem como potenciais alvos para venda ou abertura de capital. A decisão faz parte de um movimento mais amplo da Volkswagen para simplificar sua estrutura corporativa e fortalecer sua posição financeira, em um cenário de queda de lucros e um controverso plano de demissão de 100 mil funcionários globalmente.

    Sinais de um mercado em transformação

    A discussão ganhou força após a venda da participação majoritária da Volkswagen na Everllence — empresa de motores marítimos — para a Bain Capital, em um negócio que superou as expectativas da montadora. Consultores externos vêm incentivando a empresa a revisitar suas estratégias, sugerindo não apenas a venda da Ducati, mas também a possibilidade de abertura de capital da Lamborghini, como forma de injetar liquidez e reduzir a dependência de um único grupo.

    O que esperar das próximas semanas?

    Embora a Volkswagen ainda não tenha confirmado oficialmente os rumos das negociações, a movimentação já acende alertas no setor automotivo. Se concretizada, a venda de marcas tão emblemáticas como a Lamborghini e a Ducati poderia redefinir não apenas o portfólio da empresa, mas também o mercado de veículos de luxo e motocicletas de alta performance. Enquanto isso, investidores e funcionários aguardam com expectativa — e certa apreensão — os próximos capítulos dessa reestruturação.