Categoria: Auto & Tech

  • Omoda reduz preço do E5 para R$ 149.990 e mira BYD Dolphin e Ora 5 em 2026

    Omoda reduz preço do E5 para R$ 149.990 e mira BYD Dolphin e Ora 5 em 2026

    Estratégia de preço mira rivalizar com BYD e Ora

    A Omoda & Jaecoo anunciou nesta quarta-feira, 1 de julho de 2026, um movimento estratégico para impulsionar as vendas do E5: uma redução de preço de R$ 60 mil, passando de R$ 209.990 para R$ 149.990. Segundo informações do colunista Jorge Moraes (CNN), a decisão visa equiparar o valor do modelo elétrico ao de seu equivalente híbrido (HEV), alinhando-se também a uma tendência do mercado brasileiro.

    Desempenho atual e desafios da versão elétrica

    Até maio de 2026, o Omoda 5 registrou 7.625 emplacamentos, com a maioria das vendas concentradas na versão híbrida plena. Já o E5, lançado como SUV cupê 100% elétrico, emplacou cerca de 500 unidades no mesmo período — um número modesto diante da crescente concorrência. Com a chegada de rivais mais acessíveis, como o Ora 5 e o BYD Dolphin, a Omoda busca reverter a situação com uma estratégia de preço agressiva.

    Novo patamar de concorrência

    A faixa de R$ 149.990 coloca o E5 em disputa direta com hatchbacks elétricos como o BYD Dolphin GS/SE, GAC Aion UT e o MG4 Urban, que deve iniciar sua produção local ainda este ano. A aposta da marca é atrair consumidores que buscam alternativas elétricas mais acessíveis, aproveitando o apelo do SUV cupê. O visual do E5 permanece quase idêntico ao do Omoda 5 tradicional, com diferenças sutis como o para-choque dianteiro mais fechado e faróis divididos em dois blocos.

  • YouTube habilita mensagens diretas: como compartilhar vídeos e interagir sem sair do app

    YouTube habilita mensagens diretas: como compartilhar vídeos e interagir sem sair do app

    A nova era das interações privadas no YouTube

    No dia 30 de junho de 2026, o YouTube deu um passo importante para ampliar sua funcionalidade social ao implementar o sistema de mensagens diretas (DM) para usuários brasileiros. Até então restrito a algumas regiões, o recurso agora permite que criadores e espectadores troquem mensagens privadas, compartilhem vídeos e interajam em tempo real sem precisar migrar para outras plataformas como WhatsApp ou Discord.

    A iniciativa reflete uma tendência crescente do YouTube em se tornar um ecossistema completo, onde a experiência do usuário não precisa mais ser interrompida para interações rápidas. Com a popularização dos Shorts e transmissões ao vivo, a função de DM surge como uma ferramenta natural para engajar a comunidade de forma mais orgânica e integrada.

    Passo a passo para usar as mensagens diretas (DM) no YouTube

    O processo para enviar uma mensagem privada ou compartilhar um vídeo via DM é simples e segue um padrão similar a outras plataformas de streaming. Confira:

    1. Acesse a área de mensagens no aplicativo

    No canto superior direito da tela do app do YouTube (disponível para Android e iOS), toque no ícone de envelope. Essa área centraliza todas as conversas privadas, sejam elas com criadores de conteúdo, amigos ou outros usuários.

    2. Inicie um novo chat com “Convidar para conversar”

    Dentro da seção de mensagens, selecione a opção “Convidar para conversar”. O sistema permite que você envie um link direto para o contato desejado, seja por compartilhamento via outros apps ou por meio de cópia do link. Ao ser aberto, o link direciona automaticamente para um chat privado na plataforma.

    3. Compartilhe vídeos e interaja em tempo real

    Uma vez estabelecido o chat, você pode enviar não apenas mensagens de texto, mas também vídeos, incluindo Shorts e links de transmissões ao vivo. A funcionalidade permite que ambas as partes assistam ao conteúdo simultaneamente e troquem impressões em tempo real, criando uma experiência de visualização colaborativa.

    Impacto para criadores e espectadores

    Para os criadores de conteúdo, as DMs representam uma oportunidade de estreitar o relacionamento com a audiência, respondendo dúvidas, compartilhando teasers de novos vídeos ou até mesmo oferecendo suporte exclusivo. Já para os espectadores, a ferramenta facilita a interação com seus canais favoritos sem a necessidade de expor seus contatos pessoais em outras plataformas.

    Com a implementação dessa funcionalidade em junho de 2026, o YouTube dá mais um passo rumo à consolidação como uma plataforma não apenas de consumo, mas também de socialização e engajamento comunitário.

  • Memórias RAM sob pressão: alta de 40% já em 2026 e crise deve durar até 2028

    Memórias RAM sob pressão: alta de 40% já em 2026 e crise deve durar até 2028

    Crise dos chips se aprofunda: mercado de RAM em colapso até 2028

    O mercado de memórias RAM enfrenta uma tempestade perfeita. Segundo o analista Ethan Tan, ex-executivo da Samsung na China, o preço dos chips deve subir pelo menos 40% até o final de 2026, com novas altas previstas para os trimestres seguintes. As fabricantes Samsung, Micron e SK Hynix, que juntas registraram crescimento de 85,8% no último ano, estão entre as principais beneficiadas por esse cenário, mas os consumidores pagarão a conta.

    Timeline do desastre: quando os preços vão parar?

    As projeções, divulgadas pelo Jefferies Equity Research, indicam que o terceiro trimestre fiscal de 2026 será o gatilho para a primeira onda de aumentos. Tan prevê uma alta adicional de cerca de 30% no trimestre seguinte, com a tendência de valorização se estendendo por todo o ano de 2027. A única luz no fim do túnel: uma possível estabilização do mercado só deve ocorrer em 2028 — um alívio que, para muitos, chega tarde demais.

    O que isso significa para o consumidor?

    Produtos de hardware, como PCs e consoles, já vinham sofrendo com a escalada de preços nos últimos meses. Com a RAM — componente essencial para qualquer dispositivo moderno — encarecendo em ritmo acelerado, a pressão sobre o bolso do usuário final deve aumentar ainda mais. Fabricantes de eletrônicos e montadoras de computadores já sinalizam repasses de custos, o que pode inviabilizar upgrades ou até mesmo a compra de novos equipamentos.

    Por que os preços não param de subir?

    A crise dos chips, que já dura anos, tem raízes em múltiplos fatores: desde a guerra comercial entre EUA e China até problemas na cadeia de produção e escassez de matérias-primas. O analista Tan reforça que o atual cenário é ainda mais pessimista do que as previsões anteriores do Jefferies Equity Research, o que sugere que a indústria pode estar subestimando a gravidade da situação.

  • Tiggo 5X da Chery ganha preços para taxistas e PcD: valores começam em R$ 103 mil

    Tiggo 5X da Chery ganha preços para taxistas e PcD: valores começam em R$ 103 mil

    A Chery Brasil resolveu um antigo gargalo de mercado nesta terça-feira (30/06/2026) ao liberar oficialmente a venda do Tiggo 5X para dois novos públicos: taxistas e pessoas com deficiência (PcD). Até então, o SUV compacto — produzido na unidade de Anápolis (GO) — não estava homologado para esses segmentos, mesmo após o lançamento da linha 2027.

    Preços com isenções fiscais entram na jogada

    A montadora aproveitou os benefícios tributários para tornar o modelo mais atrativo. Para taxistas, que contam com isenção de IPI e ICMS, o preço parte de R$ 103.180,15 no modelo básico. Já para o público PcD, com direito apenas à isenção de IPI, o valor mínimo é de R$ 118.418,95.

    Quem busca mais equipamentos pode optar pela versão PRO Max Drive, que chega a R$ 136.368,79 para PcD e R$ 118.979,99 para taxistas. A estratégia da Chery visa ampliar a competitividade do Tiggo 5X no segmento, tradicionalmente disputado por modelos como o Renault Kaptur e o Volkswagen T-Cross.

    Modelo 2027 já chega com mudanças significativas

    Lançado em novembro de 2025 durante o Salão de São Paulo e apresentado oficialmente em fevereiro de 2026, o Tiggo 5X 2027 trouxe uma reestilização completa. O visual externo foi modernizado, enquanto o interior ganhou um painel redesenhado com elementos mais contemporâneos. Essas alterações, no entanto, não haviam sido homologadas para os novos públicos até agora.

    A medida chega em um momento estratégico para a Chery, que busca consolidar sua presença no mercado brasileiro com um produto competitivo em preço e benefícios fiscais. Com a inclusão de taxistas e PcD, o Tiggo 5X ganha um novo argumento de venda frente à concorrência, reforçando sua posição entre os SUVs compactos mais acessíveis do país.

  • Preço das memórias RAM dispara: alta de 40% já em 2026 e crise se estende até 2028

    Preço das memórias RAM dispara: alta de 40% já em 2026 e crise se estende até 2028

    Crise global de chips empurra preços para patamares históricos

    Os consumidores e fabricantes de computadores devem preparar o bolso: o analista Ethan Tan, ex-executivo da Samsung na China, projeta um aumento de pelo menos 40% nos preços das memórias RAM a partir do terceiro trimestre de 2026. A tendência, já observada nos últimos meses, deve se intensificar com uma nova alta de aproximadamente 30% no trimestre seguinte, mantendo a pressão sobre o setor até 2027. A estabilização do mercado só é prevista para 2028, segundo dados do Jefferies Equity Research.

    Fabricantes se beneficiam enquanto mercado afunda

    Enquanto os preços sobem, os três maiores players do setor — Samsung, Micron e SK Hynix — registraram um crescimento de 85,8% em seus resultados. A crise, que afeta desde chips de memória até componentes para placas de vídeo, reflete gargalos na cadeia global de semicondutores, agravados por fatores como a demanda crescente por IA e a escassez de insumos. Para o consumidor final, isso significa não apenas o encarecimento de memórias RAM, mas também de produtos como processadores, GPUs e até smartphones.

    O que esperar dos próximos meses?

    A escalada de preços deve se refletir rapidamente nos lançamentos de hardware. Fabricantes de computadores e periféricos já estudam ajustes nos preços de produtos para o segundo semestre de 2026, enquanto varejistas enfrentam pressões para manter estoques. Analistas alertam que, caso a crise persista, os impactos podem se estender para outros componentes eletrônicos, como SSDs e placas-mãe, criando um efeito dominó no mercado de tecnologia.

  • Clicks Communicator: a primeira demo do celular Android com teclado físico estilo BlackBerry é lançada nesta terça-feira

    Clicks Communicator: a primeira demo do celular Android com teclado físico estilo BlackBerry é lançada nesta terça-feira

    Um retrocesso com modernidade: o Communicator chega com teclado físico no estilo BlackBerry

    Na última terça-feira (30 de junho de 2026), a Clicks surpreendeu ao lançar a primeira demonstração real do Communicator, um celular Android que resgata o icônico teclado físico alfanumérico da linha BlackBerry. Até então, o dispositivo era apenas uma promessa apresentada na CES 2026, no início do ano. Agora, um vídeo oficial revela seu funcionamento, embora ainda em estágio de desenvolvimento.

    Design e hardware: equilíbrio entre nostalgia e inovação

    O Communicator mantém a essência dos antigos smartphones de teclado, mas com um toque contemporâneo. Sua tela AMOLED de 4 polegadas, com resolução de 1200×1080 pixels, oferece imagens nítidas, enquanto a câmera traseira de 50 megapixels promete qualidade fotográfica superior. A bateria de 4.450 mAh, segundo a fabricante, deve garantir autonomia suficiente para um dia intenso de uso.

    Lançamento previsto para o último trimestre de 2026, com preço de US$ 499

    A Clicks já definiu a data de estreia do Communicator para o último trimestre de 2026, com um preço inicial estimado em US$ 499. O dispositivo se diferencia por seu formato mais largo, devido ao teclado físico, mas mantém um design ergonomicamente ajustado para uso com uma ou duas mãos. Resta saber se o mercado aceitará a volta do teclado físico em plena era de telas touch.

  • Ford recua: IA falha em controle de qualidade e empresa recontrata 300 inspetores experientes

    Ford recua: IA falha em controle de qualidade e empresa recontrata 300 inspetores experientes

    Ainda em junho de 2026, a Ford admitiu que a inteligência artificial não conseguiu substituir com eficiência o trabalho de inspetores de qualidade experientes, forçando a empresa a reintegrar mais de 300 profissionais demitidos nos últimos meses. A virada estratégica coloca em xeque a automação em setores onde a precisão humana é insubstituível — pelo menos por enquanto.

    O fracasso da automação e o retorno dos especialistas

    Segundo relatos da Bloomberg, a IA implantada pela Ford para avaliar componentes automotivos não atingiu os padrões de qualidade exigidos, resultando em defeitos não detectados e retrabalhos dispendiosos. A solução encontrada pela montadora foi recontratar os inspetores veteranos, cujas habilidades — desenvolvidas ao longo de décadas — se mostraram indispensáveis para garantir a excelência dos veículos.

    “A ferramenta é tão boa quanto os dados que a alimentam”

    Charles Poon, vice-presidente de engenharia de hardware da Ford, reconheceu que a IA é poderosa, mas depende de informações de alta qualidade para funcionar. “Inteligência artificial é uma ferramenta fantástica, mas ela é tão boa quanto as informações que você usa para treiná-la”, declarou. A fala não apenas justifica o retrocesso da empresa, mas também sinaliza um novo papel para os profissionais recontratados: eles não só retomarão suas funções como também treinarão tanto equipes quanto sistemas automatizados.

    O que isso diz sobre o futuro do trabalho?

    A experiência da Ford reforça uma tendência crescente: a IA, embora promissora, ainda enfrenta barreiras quando aplicada a tarefas que exigem discernimento humano, criatividade ou interpretação de contextos complexos. Enquanto empresas ao redor do mundo apostam em automação para cortar custos, casos como este servem de alerta para os riscos de subestimar a expertise humana — especialmente em setores críticos como o automobilístico.

  • WhatsApp lança recurso de ‘nome de usuário’: como ativar e proteger sua privacidade em 2026

    WhatsApp lança recurso de ‘nome de usuário’: como ativar e proteger sua privacidade em 2026

    Um novo jeito de ser encontrado sem compartilhar o telefone

    Desde o início de 2026, o WhatsApp oferece aos usuários brasileiros a opção de criar um nome de usuário personalizado, uma espécie de ‘apelido digital’ que substitui temporariamente o número de telefone na hora de ser encontrado por contatos. A novidade, já testada em mercados internacionais, chegou ao Brasil como parte da atualização 2.26.x, que trouxe também melhorias na privacidade e na interação com desconhecidos.

    Passo a passo para ativar seu nome de usuário

    A função é simples, mas exige que o usuário esteja com a versão mais recente do aplicativo instalada. Veja como criar o seu:

    No Android:

    • Abra o WhatsApp e toque nos três pontos verticais (canto superior direito);
    • Selecione “Configurações”;
    • Vá em “Conta” e, depois, “Nome de usuário”;
    • Escolha um nome disponível (com no mínimo 6 caracteres) e confirme;
    • Pronto! Seu identificador ficará visível para quem buscar por você na aba de contatos.

    No iPhone (iOS):

    • Toque na aba “Você” (canto inferior direito);
    • Acesse “Configurações”;
    • Selecione “Conta” > “Nome de usuário”;
    • Digite um nome único e confirme a alteração;
    • O nome ficará ativo imediatamente.

    A ferramenta permite editar ou excluir o nome a qualquer momento, sem impactar o número de telefone ou a conta principal. Segundo o WhatsApp, o recurso não altera o funcionamento das mensagens ou chamadas, permanecendo apenas como um mecanismo de identificação adicional.

    Privacidade reforçada, mas com ressalvas

    Para especialistas em segurança digital, o nome de usuário é uma camada extra de proteção, especialmente útil para profissionais, freelancers ou pessoas que preferem evitar contato com desconhecidos. No entanto, há pontos de atenção:

    • Busca por terceiros: Qualquer pessoa que souber seu nome de usuário poderá iniciá-lo uma conversa, mesmo sem ter seu número salvo;
    • Limitações de uso: O recurso não impede que usuários mal-intencionados enviem mensagens indesejadas, apenas facilita a forma como são contatados;
    • Verificação de disponibilidade: Nomes comuns podem já estar reservados por outros usuários, exigindo criatividade ou o uso de números/símbolos.

    “O nome de usuário é uma evolução natural para plataformas de comunicação, mas é fundamental que os usuários configurem também as opções de privacidade, como quem pode te adicionar ou enviar mensagens”, explica Carlos Mendes, analista de segurança digital.

    Impacto nas redes e no mercado tech

    A chegada do recurso ao Brasil reflete uma tendência global de despersonalização do contato digital. Empresas como Telegram e Signal já oferecem funcionalidades similares, mas o WhatsApp — com seus mais de 150 milhões de usuários ativos no país — deve popularizar a prática rapidamente.

    Para o mercado de tecnologia, a novidade também representa uma oportunidade: desenvolvedores já trabalham em integrações que permitem vincular o nome de usuário a outras plataformas, como redes sociais ou sistemas de pagamento. “Empresas que dependem de contato com clientes, como e-commerces ou prestadores de serviços, podem usar esse recurso para simplificar a comunicação”, comenta Beatriz Oliveira, especialista em inovação digital.

    O que vem pela frente?

    Embora o nome de usuário seja um avanço, a Meta (dona do WhatsApp) ainda não anunciou se expandirá a função para incluir links personalizados ou integração com domínios próprios, como ocorre no X (antigo Twitter). Por enquanto, o foco segue na privacidade e na usabilidade.

    Usuários interessados devem verificar se a opção já está disponível na aba “Conta” das configurações. Caso não apareça, basta atualizar o aplicativo ou aguardar a implementação gradual — que, segundo o WhatsApp, deve ser concluída até o final de julho de 2026.

  • Motorola prepara Edge 70 Max com recarga sem fio Qi2 de alta potência para fechar a linha

    Motorola prepara Edge 70 Max com recarga sem fio Qi2 de alta potência para fechar a linha

    Qi2 chega ao portfólio Motorola com Edge 70 Max

    O mercado de smartphones ganhou mais um candidato ao carregamento sem fio de alta performance. O Motorola Edge 70 Max (XT2611), recém-certificado pelo Wireless Power Consortium (WPC), estreia com suporte ao Qi2 2.5 W — padrão lançado na CES 2023 e já adotado por gigantes como Google e Samsung. A informação, vazada pelo Android Authority, confirma que o modelo está em fase avançada de desenvolvimento, embora a fabricante ainda não tenha anunciado oficialmente o lançamento ou divulgado especificações completas.

    Posicionamento no mercado e concorrência direta

    O Edge 70 Max deve fechar a linha Edge 70, atualmente liderada pelo Edge 70 Pro — lançado recentemente. Sem detalhes sobre processador, câmeras ou preço, a estratégia da Motorola parece clara: competir em inovação técnica, especialmente em um segmento onde a recarga sem fio ainda é um diferencial. A certificação do WPC, entretanto, não elucida se o aparelho trará outras novidades, como baterias de maior capacidade ou telas de alta taxa de atualização.

    Oportunidade ou risco para a Motorola?

    Apesar do atraso na adoção do Qi2 — padrão já consolidado entre os principais fabricantes —, a Motorola pode aproveitar o momento para conquistar usuários que priorizam conectividade e praticidade. Contudo, a falta de transparência sobre as especificações técnicas deixa dúvidas: o Edge 70 Max será realmente superior ao Edge 70 Pro? Ou se limitará a um upgrade incremental? A ausência de confirmação oficial da marca reforça a necessidade de aguardar anúncios formais para avaliar seu real impacto no setor.

  • Vazamento de dados da Tata expõe segredos do iPhone 18 Pro: câmeras triangulares e acabamento prateado

    Vazamento de dados da Tata expõe segredos do iPhone 18 Pro: câmeras triangulares e acabamento prateado

    Invasão expõe vulnerabilidades na cadeia de suprimentos da Apple

    Na última semana, o grupo cibercriminoso World Leaks assumiu a autoria de um ataque de ransomware contra a Tata Electronics, uma das principais fornecedoras da Apple na Índia. O incidente resultou no vazamento de mais de 200 mil documentos confidenciais na dark web, incluindo fotos e vídeos de testes de durabilidade do ainda não lançado iPhone 18 Pro.

    Detalhes revelados: design, componentes e estratégias industriais

    Os arquivos vazados incluem planos industriais, listas de componentes e mapeamento de fornecedores, além de imagens do dispositivo em avaliação de resistência. Segundo as informações, o iPhone 18 Pro apresentará:
    – Acabamento em tom prateado ou cinza-claro;
    – Módulo de câmeras com disposição triangular;
    – Chip A20 Pro, desenvolvido internamente pela Apple.

    Riscos para a Apple e impacto no lançamento

    A exposição prematura de tais detalhes pode comprometer a estratégia de lançamento da Apple, especialmente em um mercado cada vez mais competitivo. Além disso, o vazamento evidencia a fragilidade na segurança da cadeia de suprimentos, onde fornecedores terceirizados tornam-se alvos atrativos para ciberataques. A empresa ainda não se pronunciou oficialmente sobre o incidente, mas especialistas alertam para possíveis ajustes na data de lançamento ou até mesmo mudanças no design final do dispositivo.