Categoria: Auto & Tech

  • Google testa seleção de apps individuais para backup no Android: mais controle no Drive está chegando

    Google testa seleção de apps individuais para backup no Android: mais controle no Drive está chegando

    Fim do backup forçado no Android: Google libera escolha de apps

    A limitação do backup do Android que obrigava os usuários a copiar todos os aplicativos ou nenhum pode estar com os dias contados. Em uma versão beta do sistema, o Google introduziu uma tela de configuração que permite selecionar aplicativos específicos para backup no Google Drive, oferecendo mais controle sobre o espaço utilizado na nuvem.

    Como funciona e quando chegará?

    A nova funcionalidade foi descoberta por testers no Android 15 Beta, mas ainda não há data oficial para o lançamento público. Até então, os usuários que ativavam o backup do sistema precisavam lidar com a cópia integral de dados — incluindo apps — ou desativar a opção completamente. Com a atualização, será possível priorizar apenas os aplicativos essenciais, evitando desperdício de espaço em nuvem.

    O que muda para o usuário?

    Hoje, o backup no Android é ativado em Configurações > Sistema > Backup, onde é possível escolher entre copiar fotos, vídeos ou dados do dispositivo (incluindo todos os apps). A nova opção promete flexibilizar essa escolha, permitindo que o usuário selecione, por exemplo, apenas aplicativos de trabalho ou aqueles com configurações personalizadas difíceis de reconfigurar. Enquanto aguarda a implementação definitiva, soluções de terceiros ou recursos de fabricantes específicos ainda são alternativas para quem busca granularidade no backup.

  • Google corta acesso da Meta ao Gemini após estouro de capacidade contratada

    Google corta acesso da Meta ao Gemini após estouro de capacidade contratada

    Contrato de IA afogado por demanda interna

    Na última sexta-feira (27/06/2026), o Google impôs restrições ao uso do Gemini pela Meta após a empresa de Mark Zuckerberg exceder os limites de capacidade de processamento contratados. A medida, reportada pelo Financial Times, afeta diretamente ferramentas internas da Meta que dependiam da IA para funções como geração de código, operação de chatbots e auxílio em tarefas de moderação.

    Gemini supera Llama em eficiência, mas custo é alto

    Apesar dos investimentos massivos da Meta no modelo proprietário Llama, executivos da empresa admitiram ao FT que o Gemini apresentou desempenho superior em algumas funções internas. A contratação do sistema da concorrente, no entanto, esbarrou nos limites contratuais — um reflexo do uso intensivo de IA generativa em escala corporativa.

    Meta diversifica, mas paga o preço da superalocação

    A Meta não depende exclusivamente de seus próprios modelos de IA. Além do Llama, a empresa utiliza soluções terceirizadas como o Claude (da Anthropic) para tarefas similares. A limitação imposta pelo Google, no entanto, expõe um problema recorrente no setor: a dificuldade de prever e dimensionar o uso real de ferramentas de IA em ambientes corporativos, onde a demanda por processamento pode flutuar drasticamente.

  • Sony apagará 551 filmes da PlayStation Store em setembro: quais obras estão na lista?

    Sony apagará 551 filmes da PlayStation Store em setembro: quais obras estão na lista?

    Remoção de conteúdos licenciados e sem propriedade definitiva

    A PlayStation Store cessou a venda de filmes e séries em 2021, mas manteve o acesso ao conteúdo comprado antes disso. No entanto, a Sony anunciou que, a partir de 1º de setembro de 2026, 551 títulos — entre eles ‘O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final’, ‘Apocalypse Now’ e ‘Highlander’ — serão apagados dos dispositivos dos usuários europeus.

    Termos de licenciamento permitem exclusão sem compensação

    Os contratos da Sony com estúdios como a StudioCanal estabelecem que os usuários recebem apenas uma licença de consumo temporária, não a propriedade definitiva dos conteúdos. Por isso, a empresa pode removê-los quando os direitos de distribuição vencerem ou forem cancelados, sem obrigação de reembolso ou alternativa de acesso.

    Impacto para consumidores e mercado de mídia digital

    Esta decisão reforça um debate crescente sobre a fragilidade da posse de conteúdo digital, especialmente em plataformas que operam sob modelos de licenciamento. Ao contrário de mídias físicas, onde o comprador detém o item permanentemente, serviços como a PlayStation Store atuam como ‘locadoras virtuais’, sujeitas a alterações contratuais repentinas. Para os 551 títulos afetados, não há previsão de migração para outros serviços ou formas de compensação.

    O que fazer antes da data limite?

    Usuários europeus com filmes ou séries na lista devem considerar fazer backup local dos conteúdos ou verificar se há alternativas de aquisição em outras plataformas antes de 1º de setembro de 2026. A Sony não divulgou se a remoção será estendida a outras regiões, como Américas ou Ásia, onde o catálogo de filmes na PlayStation Store já é mais limitado.

  • Firewall: a barreira invisível que blindou seus dados em 2026 – e como ela funciona

    Firewall: a barreira invisível que blindou seus dados em 2026 – e como ela funciona

    O escudo invisível que você não vê, mas não pode viver sem

    Imagine um posto de fronteira digital: é assim que funciona um firewall em 2026. Na segunda-feira, 29 de junho, enquanto você lê isso, milhões de pacotes de dados tentam acessar seus dispositivos — muitos deles com más intenções. O firewall, seja ele um software instalado no seu PC ou um hardware em empresas, age como um filtro inteligente, decidindo em milissegundos quais conexões entram e quais são barradas. Sem ele, seu computador viraria uma avenida livre para vírus, roubo de informações e até sequestro de dados (como aconteceu com 1 em cada 3 empresas brasileiras em 2025, segundo a Febraban).

    A engenharia por trás da segurança: como o firewall analisa cada pacote

    Não é magia: é ciência da computação. Todo firewall opera com um conjunto de regras pré-programadas — como uma lista VIP de endereços IP confiáveis ou bloqueios automáticos a portas vulneráveis. Em 2026, os firewalls modernos vão além: eles usam inteligência artificial para identificar *comportamentos suspeitos*, como um software tentando se conectar a servidores desconhecidos à 3h da manhã. Em dispositivos domésticos, soluções como o Windows Defender Firewall (que já bloqueou 12 bilhões de ameaças em 2025) ou firewalls de terceiros como o SolarWinds (usado por 90% das empresas do ranking Fortune 500) são essenciais. Já no universo corporativo, firewalls como o Palo Alto Networks ou Cisco ASA são responsáveis por proteger redes inteiras, filtrando até mesmo tentativas de *phishing* avançado.

    Firewall de software vs. hardware: qual escolher em 2026?

    Para o usuário comum, um firewall de software é suficiente — e gratuito em muitos casos. O Windows 11, por exemplo, já vem com um firewall integrado que, segundo testes da AV-Test em junho de 2026, bloqueia 99,8% das tentativas de invasão em ambientes domésticos. Mas quando o assunto é segurança empresarial ou dados sensíveis (como informações de cartão de crédito ou saúde), um firewall de hardware é indispensável. Dispositivos como os FortiGate ou WatchGuard oferecem proteção em nível de roteador, analisando todo o tráfego antes mesmo que ele chegue aos computadores. A diferença? Enquanto o software age após a conexão ser estabelecida, o hardware filtra *antes* que o perigo sequer chegue perto do seu sistema.

    O futuro já começou: firewalls com IA e ‘Zero Trust’

    Em 2026, a cibersegurança não é mais sobre *bloquear* — é sobre *entender*. Os novos firewalls usam machine learning para aprender com os padrões de uso do usuário e identificar anomalias. Por exemplo: se você sempre acessa sua conta bancária no computador do escritório entre 9h e 10h, um firewall com IA pode bloquear uma tentativa de login vinda da China às 3h da manhã. Além disso, o modelo Zero Trust (onde *nada* é confiável por padrão) está dominando empresas: aqui, até mesmo dispositivos dentro da rede são verificados constantemente. Empresas como a Google e a Microsoft já adotaram essa abordagem, reduzindo incidentes de segurança em até 70% em 2025.

    Como verificar se seu firewall está realmente funcionando

    Não basta ter um firewall instalado: é preciso testá-lo. Em junho de 2026, especialistas recomendam três ações simples:

    • Teste de portas abertas: Use ferramentas como o ShieldsUP! para verificar se portas desnecessárias estão expostas na internet.
    • Análise de tráfego suspeito: Ferramentas como o Wireshark podem mostrar pacotes estranhos tentando entrar no seu dispositivo.
    • Auditoria mensal: Empresas devem revisar logs de firewall regularmente para identificar padrões de ataque (como tentativas de força bruta em senhas).

    Lembre-se: um firewall desatualizado é como um cadeado enferrujado. Em 2026, atualizações automáticas são obrigatórias — e negligenciar isso pode custar caro. Segundo a Kaspersky, 68% dos incidentes de ransomware em 2025 começaram justamente por firewalls desatualizados.

  • Fiat Grizzly Fastback é flagrado sem disfarces: estreia europeia em outubro promete remodelar SUVs compactos

    Fiat Grizzly Fastback é flagrado sem disfarces: estreia europeia em outubro promete remodelar SUVs compactos

    O Fiat Grizzly Fastback, sucessor do Fastback, foi flagrado pela primeira vez em fotos oficiais há algumas semanas, revelando detalhes sem camuflagem antes de sua estreia mundial no Salão de Paris 2026, programado para outubro. O evento marcará o lançamento simultâneo da versão SUV do modelo, chamada apenas de Grizzly, formando uma dupla que deve ampliar a gama de compactos da Fiat no segmento de SUVs.

    Design esguio e traseira inclinada: o que muda no Grizzly Fastback

    O Grizzly Fastback adota um visual de SUV cupê, com linhas mais fluidas e uma traseira ressaltada, característica de modelos com perfil inclinado. As fotos publicadas no perfil do Instagram de Walter Vayr mostram o carro sob diversos ângulos, permitindo analisar sua carroceria sem disfarces. A dianteira mantém semelhanças com o Grande Panda e o Grizzly SUV, como os conjuntos ópticos em “pixels” — uma assinatura visual da marca —, mas com lanternas ligeiramente mais alongadas e estreitas.

    Diferenças sutis, mas decisivas

    Enquanto a frente segue a identidade da família, a grande inovação está na traseira. O teto inclinado e o perfil mais esguio são marcas registradas do Fastback, agora adaptadas para o universo SUV. As lanternas, com desenho segmentado integrado à carroceria, reforçam a modernidade do projeto. A estratégia da Fiat é clara: consolidar sua presença no competitivo segmento de SUVs compactos, onde o Grizzly Fastback chega para disputar espaço com modelos como o Volkswagen T-Cross e o Renault Captur.

    Europa como palco: o que esperar do Salão de Paris

    O lançamento oficial no Salão de Paris 2026 — ainda a mais de três meses da data — promete ser um marco para a Fiat. Além de apresentar o Grizzly Fastback e o Grizzly SUV, a marca italiana deve detalhar tecnologias e soluções de mobilidade que acompanham a tendência de eletrificação e conectividade. Com o mercado europeu cada vez mais exigente por designs inovadores e eficiência energética, o evento será acompanhado de perto por analistas do setor.

  • Strada e T-Cross dominam vendas em junho: Fiat mantém liderança histórica, mas pulso da BYD acelera no mercado

    Strada e T-Cross dominam vendas em junho: Fiat mantém liderança histórica, mas pulso da BYD acelera no mercado

    A apenas dois dias do encerramento do mês, a Fiat Strada mantém sua hegemonia no mercado automotivo brasileiro, rumando para a 10ª vitória consecutiva no ranking de vendas de junho. Até o dia 27, a picape italiana emplacou 12.562 unidades, ampliando sua vantagem para quase 2,2 mil sobre o VW T-Cross (10.386), que ocupa a 3ª posição na primeira quinzena do mês.

    Mudanças no pódio e a presença da BYD

    O trio de ferro do segmento compacto permanece estável: além do T-Cross, o VW Polo (9.566) e o Fiat Argo (8.234) completam o top 5, enquanto o Chevrolet Onix (7.013), em 6º lugar, supera o Hyundai HB20 (6.663) por míseras 350 unidades. A BYD segue em ascensão, com o Song (5.657) à frente do Dolphin Mini (5.481) no top 10, enquanto o Hyundai Creta (5.062) fecha a relação dos dez primeiros.

    Novos protagonistas e recuperação surpreendente

    O Fiat Pulse (4.921), em 11º lugar, desponta como destaque, enquanto o Fiat Mobi (4.562) surpreende ao retornar ao top 25 após um início de junho discreto. Nas margens da briga, o Caoa Chery Tiggo 5X (3.394) aperta o Toyota Yaris Cross (3.416), e o Chevrolet Onix Plus (3.232) fecha o top 25.

    O que isso revela sobre o mercado?

    Os dados de junho sugerem não apenas a força histórica dos modelos compactos, mas também a rápida ascensão de marcas chinesas como a BYD, que já ocupa dois lugares no top 10. Além disso, a recuperação do Fiat Mobi indica uma possível mudança no comportamento do consumidor, com veículos de entrada ganhando tração em meio à crise econômica. Enquanto a Strada comemora mais um mês no topo, o mercado assiste a um rearranjo de forças, onde inovação e preço se tornam diferenciais cada vez mais decisivos.

  • Hyundai inova com tecnologia de cabine que elimina 100% de bactérias em um minuto

    Hyundai inova com tecnologia de cabine que elimina 100% de bactérias em um minuto

    A Hyundai avança na saúde veicular com uma tecnologia revolucionária: o Plasma Care UVC, projetado para higienizar cabines de veículos em tempo recorde. Anunciado em 29 de junho de 2026, o sistema promete eliminar 99,9% das bactérias causadoras de pneumonia em 30 segundos e 100% em 60 segundos, mesmo com passageiros dentro do carro.

    Como funciona a luz UVC distante?

    A tecnologia da Hyundai utiliza luz ultravioleta C na faixa de 200 a 230 nanômetros, diferente da UVC convencional. Enquanto esta pode ser prejudicial à pele e olhos humanos, a UVC distante é projetada para agir apenas na camada externa de queratina da pele, sem atingir camadas profundas. Já bactérias e vírus, desprovidos dessa proteção, têm seu DNA destruído pela radiação.

    Segurança e eficiência em um só sistema

    O Plasma Care UVC também combate odores causados por microrganismos, garantindo um ambiente mais limpo e agradável. A Hyundai destaca que, ao contrário de métodos convencionais, seu sistema pode ser ativado mesmo com ocupantes no veículo, graças ao comprimento de onda específico escolhido. A empresa já iniciou testes para avaliar a implementação em seus modelos.

  • Toyota Hilux 2026 vs. Ford Ranger PHEV: a batalha das picapes mais robustas do mercado europeu chega ao Brasil com tecnologia e força bruta

    Toyota Hilux 2026 vs. Ford Ranger PHEV: a batalha das picapes mais robustas do mercado europeu chega ao Brasil com tecnologia e força bruta

    A guerra das picapes no Brasil e na Europa acaba de ganhar um novo capítulo com dois modelos que redefinem o segmento: a Toyota Hilux de nona geração — recém-atualizada com sistema híbrido leve de 48V — e a Ford Ranger PHEV 2025, que chega ao país com uma proposta inédita de propulsão híbrida plug-in. Ambas prometem desempenho fora de estrada impecável, mas seguem filosofias opostas: uma prioriza a robustez tradicional com toque de eletrificação, enquanto a outra abraça o conforto e a tecnologia norte-americana.

    Design e inovação: dois caminhos para a mesma essência

    A nova Hilux 2026 abandona o visual quadrado do passado em favor de uma frente redesignada, com faróis estreitos e linhas inspiradas no conceito “Robusto Agile”. A fabricante japonesa inovou ao incluir um degrau integrado na carroceria — facilitando o acesso à caçamba — e plataformas laterais para melhorar a eficiência aerodinâmica. Já a Ranger PHEV mantém a identidade musculosa, mas com um toque mais “tech”, alinhado ao padrão americano de picapes premium.

    Híbrido leve vs. plug-in: qual a melhor aposta para o consumidor?

    A Hilux 2026 chega com motor 2.8 turbo-diesel associado a um sistema híbrido leve de 48V, entregando cerca de 204 cv e torque robusto para trabalho pesado. A Ranger PHEV, por sua vez, combina um motor 2.3 turbo a gasolina com um sistema elétrico capaz de percorrer até 60 km em modo 100% elétrico (na Europa). No Brasil, a versão híbrida plug-in já foi flagrada em testes, mas ainda aguarda definições de preço e lançamento oficial.

    Capacidade de carga e reboque: quem leva a melhor?

    Em números puros, as duas picapes são imbatíveis: ambas suportam até 1 tonelada na caçamba e rebocam até 3,5 toneladas. A diferença está no uso pretendido: a Hilux foca em resistência extrema e durabilidade — herdadas de sua fama global —, enquanto a Ranger PHEV prioriza o equilíbrio entre performance e eficiência, ideal para quem busca reduzir custos com combustível em trajetos urbanos e rodoviários.

    Consequências para o mercado brasileiro

    A chegada da Ranger PHEV ao Brasil — ainda sem data confirmada — deve acirrar a competição com a Hilux, líder absoluta no segmento. Com a eletrificação ganhando espaço, os consumidores agora têm uma escolha além do diesel puro: mais tecnologia com a Ranger ou confiabilidade tradicional com a Hilux? A resposta pode definir o futuro das picapes no país, onde o apelo off-road ainda reina soberano.

  • Flagra no Nürburgring: Audi testa esportivo elétrico que pode ser o sucessor do Audi R e-tron GT

    Flagra no Nürburgring: Audi testa esportivo elétrico que pode ser o sucessor do Audi R e-tron GT

    A Porsche mantém sob sigilo o desenvolvimento de seu 718 Boxster elétrico desde novembro de 2022, quando os primeiros protótipos sem motor a combustão foram fotografados. Quase quatro anos depois, o lançamento segue indefinido, mas um sinal intrigante surgiu recentemente: um veículo de testes elétrico de alta performance foi flagrado no Nürburgring (Alemanha), com uma placa registrada em Ingolstadt (IN) — sede da Audi.

    Da Porsche ao DNA Audi: o que o registro revela

    Embora o protótipo se assemelhe ao Boxster EV da Porsche, a placa aponta para um projeto da Audi. Especialistas do setor, como o Motor1, indicam que o modelo pode ser uma versão inicial do Concept C, esportivo elétrico que a marca alemã planeja lançar. A novidade? Ele deve ser o primeiro Audi a adotar um teto targa retrátil, rompendo com a tradição de capotas fixas ou de lona dos modelos elétricos da marca.

    Teto targa: a aposta da Audi para competir no segmento premium

    Enquanto a Porsche mantém a fórmula do Boxster, com capota de lona retrátil, a Audi parece apostar em um design mais arrojado. O Concept C, se confirmado, será vendido exclusivamente com teto targa retrátil, uma estratégia para se destacar em um mercado cada vez mais competitivo. O modelo promete disputar espaço com rivais como o Porsche Taycan Cross Turismo e o Mercedes-AMG EQE Cabriolet.

    O que esperar do esportivo elétrico da Audi?

    Apesar dos flagras recentes, a data de lançamento do Concept C permanece incerta. A Audi, contudo, já sinalizou que seus futuros elétricos priorizarão desempenho e inovação tecnológica. Com a pressão das montadoras chinesas e a aceleração da transição energética, o lançamento de um esportivo elétrico com teto retrátil poderia ser um golpe de mestre para reconquistar a atenção do público premium.

  • Type 01 da Jaguar: ex-chefe de design revela falhas no visual ‘brutal’ que divide opiniões e questiona estratégia elétrica da marca

    Type 01 da Jaguar: ex-chefe de design revela falhas no visual ‘brutal’ que divide opiniões e questiona estratégia elétrica da marca

    Visual ‘brutal’ ou falta de refinamento? O Type 01 em xeque

    A Jaguar apostou alto no Type 01, um sedã elétrico de luxo com 22 anos de desenvolvimento, mas o resultado tem dividido opiniões. Comparações com os blocos do *Minecraft* viralizaram nas redes, enquanto críticos questionam se a marca, tradicionalmente associada a designs elegantes como os do E-Type, perdeu seu rumo na transição para o elétrico. Ian Callum, que comandou o departamento de design da Jaguar por 23 anos e assinou modelos icônicos como o F-Type, foi contundente: “É brutal, mas não bonito”.

    Marketing ‘pouco ortodoxo’ e a pressa pela estreia

    A estratégia de lançamento do Type 01 também gerou controvérsia. A Jaguar revelou o nome do modelo — até então conhecido como Type 00 — meses antes dos primeiros testes com protótipos, uma decisão incomum no setor. A estreia oficial, marcada para ainda em 2026, acontece em um momento crítico: a marca, com mais de 100 anos de história, tenta se reinventar em um mercado dominado por rivais como a Tesla e marcas alemãs premium. Callum, no entanto, minimizou as críticas: “A Jaguar precisava chamar atenção em um setor saturado. Às vezes, o choque faz parte do processo”.

    O legado de Callum e os desafios da Jaguar

    Callum, que deixou a Jaguar em 2019 para fundar sua própria consultoria, foi responsável por designs que definiram a identidade da marca, como o XF e o R-D6. Sua saída coincidiu com a virada elétrica da Jaguar, que agora enfrenta o desafio de equilibrar inovação com a herança de luxo britânico. “A transição para o elétrico é inevitável, mas não pode custar a alma do design Jaguar”, afirmou. Enquanto a marca prepara os protótipos do Type 01 para circular ainda este ano, a pergunta que fica é: o modelo conseguirá atrair os clientes acostumados aos padrões de refinamento da Rolls-Royce ou Bentley, ou será mais um exemplo de como a pressa pode atrapalhar a elegância?

    Futuro elétrico: aposta arriscada ou salvação?

    A Jaguar anunciou que todos os seus modelos serão elétricos até 2030, mas o Type 01 é o primeiro grande teste. Com preços estimados na casa dos R$ 2 milhões (equivalente a US$ 400 mil), o sedã precisará convencer não só pelo desempenho, mas também por um design que dialogue com a identidade da marca. Callum sugere cautela: “O tipo de cliente que compra um Rolls-Royce não se impressiona com blocos de brinquedo. A Jaguar precisa encontrar um meio-termo entre o futurista e o atemporal”.