Categoria: Backstage Geek

  • Aleksandro: a paixão pelo Pantanal que ia além dos palcos sertanejos

    Aleksandro: a paixão pelo Pantanal que ia além dos palcos sertanejos

    Na última quarta-feira, 8 de julho de 2026, relembramos a trajetória de Aleksandro, cantor sertanejo que faleceu em 7 de maio de 2022, mas deixou um legado profundo no coração dos fãs e do universo country. Sua conexão com o campo não era apenas figurativa: o artista mantinha uma fazenda no Pantanal, próxima a Campo Grande (MS), comprada em 2020 durante a pandemia.

    Um refúgio rural entre shows e família

    A propriedade, que se tornou um dos grandes refúgios de Aleksandro, abrigava sua rotina junto à esposa, Tatiele Toro, e aos filhos, Noah e Maya. Nas redes sociais, o cantor compartilhava momentos genuínos: conduzindo gado, montando a cavalo, pescando e vivendo a essência do Pantanal. Esses registros não eram mera encenação, mas a expressão de uma paixão cultivada desde a infância.

    Do agro à música: uma trajetória enraizada no campo

    Nascido em Dourados (MS), Aleksandro cresceu cercado por fazendas de gado de corte e pastagens. Sua formação em Agronomia reforçava ainda mais o vínculo com a terra. A fazenda no Pantanal não era um mero hobby, mas um projeto de vida que unia sua identidade sertaneja à sua essência mais profunda: a de homem do campo.

  • Dacia Striker: o SUV cupê híbrido que pode ser o futuro híbrido da Renault no Brasil

    Dacia Striker: o SUV cupê híbrido que pode ser o futuro híbrido da Renault no Brasil

    A Renault reforçou em 2023 seus investimentos no mercado brasileiro, prometendo uma leva de novos modelos para os próximos anos. Entre as apostas, destacava-se um SUV cupê que prometia se diferenciar pela carroceria inclinada, estilo até então inédito na marca por aqui. Agora, o Dacia Striker surge como um forte candidato a preencher essa lacuna, não só pela estética agressiva, mas também pela tecnologia híbrida que promete chegar ao Brasil em breve.

    Do Bigster ao Boreal: a plataforma híbrida que pode nascer no Brasil

    O Striker não é apenas um design futurista: ele compartilha componentes-chave com o Bigster e o Renault Boreal, como a plataforma e até mesmo o sistema híbrido que a Renault planeja lançar nos próximos anos. Isso significa que o futuro SUV cupê brasileiro da marca pode nascer diretamente das entranhas do Striker, aproveitando sua estrutura modular e tecnologias de eficiência energética.

    4,62 m de músculos: o Striker como rival das peruas europeias

    Com 4,62 metros de comprimento — 5 cm a mais que o Bigster e o Boreal —, o Striker aposta em um design musculoso, com linhas de cintura marcadas e iluminação 100% LED que entregam uma identidade visual agressiva. Na Europa, onde as peruas ainda têm espaço, o modelo já é visto como um concorrente direto, graças ao seu caimento de teto alongado e espaço interno otimizado. No Brasil, a estratégia pode ser semelhante: oferecer um SUV cupê com apelo esportivo, mas mantendo a praticidade de um veículo de médio porte.

    Híbrido no DNA: o que esperar do futuro da Renault no Brasil?

    O lançamento do Striker não é apenas uma questão de design. A Renault já sinalizou que o sistema híbrido — que deve chegar ao Brasil nos próximos anos — será uma das bases de seus novos modelos. Se o Striker ou um derivado nacional herdar essa tecnologia, o consumidor brasileiro poderá ter acesso a um SUV cupê com eficiência energética sem abrir mão do estilo. Resta saber se a marca optará por trazer o modelo completo ou adaptar suas características para o mercado local, como já fez com o Boreal.

  • Bayer isola glifosato em nova empresa nos EUA: jogada arrisca separar riscos jurídicos ou esconder prejuízos bilionários?

    Bayer isola glifosato em nova empresa nos EUA: jogada arrisca separar riscos jurídicos ou esconder prejuízos bilionários?

    A gigante farmacêutica e agroquímica Bayer surpreendeu o mercado ao concluir, no dia 7 de julho de 2026, a transferência de suas operações com o glifosato — o controverso princípio ativo do herbicida Roundup — para uma nova empresa nos Estados Unidos, batizada de Ruveon. A jogada, anunciada como parte de um “planejamento estratégico de longo prazo”, concentra em uma única estrutura todas as atividades ligadas ao produto no maior mercado consumidor do mundo: produção, precificação, comercialização e gestão legal.

    Por que a Ruveon foi criada?

    A decisão não é aleatória. Desde 2018, a Bayer acumula prejuízos bilionários com ações judiciais que acusam o glifosato de causar câncer. Em acordos milionários, a empresa já desembolsou cerca de US$ 16 bilhões para encerrar litígios envolvendo mais de 100 mil processos. Ao isolar o Roundup em uma subsidiária, a Bayer busca criar uma barreira entre os riscos jurídicos do herbicida e suas demais operações — como fármacos e sementes — protegendo o restante do império corporativo.

    Reação do mercado: alta de ações, mas com ressalvas

    Imediatamente após o anúncio, as ações da Bayer subiram mais de 5% na Bolsa de Frankfurt, refletindo a confiança de investidores na estratégia de mitigar prejuízos. Contudo, analistas como Klaus Nieding, da Berenberg, alertam que a medida pode ser interpretada como um “sinal de desespero”: “Se a Ruveon não conseguir arcar com os passivos, a imagem da Bayer será ainda mais prejudicada. É uma aposta que pode ou não dar certo”.

    O futuro do glifosato pende por um fio

    Enquanto a Bayer se move para reorganizar seus negócios, o glifosato segue sob fogo cruzado. Estudos recentes da Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (IARC) — vinculada à OMS — mantêm o herbicida como “provavelmente carcinogênico”, apesar de órgãos reguladores como a EPA (EUA) e a ANVISA (Brasil) defenderem sua segurança quando usado corretamente. A Ruveon, agora, terá que lidar com essa dualidade: inovar na agricultura ou se tornar mais um capítulo de uma batalha jurídica sem fim.

  • Frio polar derruba temperaturas a zero grau e acende alerta de geada no Sul do Brasil

    Frio polar derruba temperaturas a zero grau e acende alerta de geada no Sul do Brasil

    Geada e frio extremo: Sul do Brasil em estado de atenção

    A massa de ar polar que avançou sobre o território brasileiro no início desta semana mantém o Sul do país sob alerta de frio intenso e geada entre a quarta-feira (8) e quinta-feira (9). Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), as temperaturas devem cair a 0°C em pontos isolados da Região Sul, especialmente em áreas de planalto e serras, como no sul do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. O fenômeno, associado à alta pressão atmosférica, também eleva o risco de geada em municípios do sul de Mato Grosso do Sul e em zonas serranas do sul de Minas Gerais.

    Tempo firme no Centro-Sul, mas umidade preocupa em outras regiões

    O sistema de alta pressão responsável pela estabilidade do tempo no Centro-Sul do país impede a formação de chuvas significativas na maior parte do Sul, Sudeste e Centro-Oeste até sexta-feira (10). No entanto, a baixa umidade relativa do ar — que já atinge níveis críticos em trechos do interior do Norte, Nordeste, Centro-Oeste e norte do Paraná — continua sendo um fator de risco, especialmente para incêndios florestais e problemas respiratórios na população. A Climatempo alerta que a circulação marítima ainda pode trazer chuvas pontuais para o litoral do Sudeste e do Nordeste, como ocorreu no início da semana.

    Frio intenso: quando e onde o alerta é mais severo?

    Os modelos meteorológicos indicam que as temperaturas mais baixas serão registradas durante as madrugadas e amanheceres, com valores abaixo de 5°C em cidades como Curitiba (PR), Florianópolis (SC) e Porto Alegre (RS). Em áreas de maior altitude, como a Serra Gaúcha e o Planalto Catarinense, as mínimas podem oscilar entre 0°C e -3°C. O INMET emitiu avisos de geada para 32 municípios do Rio Grande do Sul, 20 de Santa Catarina e 15 do Paraná, além de recomendações para que agricultores protejam plantações sensíveis ao frio.

    Impactos e recomendações para a população

    A combinação de frio extremo, umidade baixa e geada pode afetar diretamente a saúde da população, sobretudo idosos, crianças e pessoas com doenças crônicas. O Ministério da Saúde orienta o uso de agasalhos adequados, hidratação constante e atenção redobrada com sistemas de aquecimento doméstico para evitar intoxicações por monóxido de carbono. No campo, os produtores rurais devem monitorar as lavouras de trigo, café e hortifrúti, que são mais vulneráveis às baixas temperaturas. Enquanto isso, nas regiões onde a chuva persiste, como o litoral do Nordeste, moradores devem ficar atentos a possíveis alagamentos em áreas vulneráveis.

  • Votuporanga sedia em julho o maior encontro nacional de muares e asininos: tradição sertaneja e genética em evidência

    Votuporanga sedia em julho o maior encontro nacional de muares e asininos: tradição sertaneja e genética em evidência

    Na última semana de férias escolares e sob o calor típico do inverno paulista, Votuporanga, no noroeste do estado, se prepara para sediar um dos eventos mais aguardados do ano no agronegócio nacional: o 2º Encontro de Muladeiros de Votuporanga, que ocorre entre os dias 8 e 11 de julho de 2026 no recém-reinaugurado Centro de Eventos “Helder Henrique Galera”.

    Tradição sertaneja em disputa nacional

    O encontro não é apenas uma exposição de animais, mas um marco que une três grandes competições em uma única programação: a 5ª Etapa do Circuito Nacional de Marcha de Muares, a 4ª Etapa da Copa do Brasil de Asininos 2025/2026 e o 2º Encontro de Muladeiros, que celebra a herança cultural dos muares — combinações de equinos e asininos — no cotidiano do campo brasileiro. Com mais de 230 animais inscritos, o evento promete atrair criadores, competidores e visitantes de todas as regiões do país, transformando a cidade em um ponto de encontro da elite pecuária nacional.

    Programação técnica e diversificada

    Os organizadores preparam uma grade repleta de atividades, incluindo julgamentos de morfologia, provas de marcha de muares e asininos, modalidades como laço em dupla montada em burros e mulas, além do tradicional ranch sorting. Um dos destaques será o leilão de genética, onde serão comercializados animais de alta linhagem, um termômetro do mercado pecuário brasileiro. A feira do agronegócio, com gastronomia típica e artesanato local, completa a experiência com atrações para todas as idades, reforçando o caráter familiar do evento.

    Um legado para o agronegócio

    O Centro de Eventos “Helder Henrique Galera”, que recentemente passou por uma modernização, foi escolhido como sede por oferecer estrutura adequada para abrigar exposições, palestras e competições. Para os organizadores, trata-se de um passo importante na valorização da cultura rural e na promoção do turismo agropecuário em São Paulo. “Esse encontro não é só sobre animais, mas sobre perpetuar uma tradição que define o Brasil”, afirmou um dos coordenadores do evento.

    Com a proximidade do início das atividades, a expectativa é de um público superior a 10 mil pessoas, consolidando Votuporanga como um polo de referência no setor.

  • Tarifa de 25% dos EUA sobre café solúvel brasileiro pode encarecer até 25 milhões de xícaras anuais nos EUA

    Tarifa de 25% dos EUA sobre café solúvel brasileiro pode encarecer até 25 milhões de xícaras anuais nos EUA

    No dia 7 de julho de 2026, o Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR) reacendeu a polêmica ao incluir o café solúvel brasileiro em uma lista de produtos passíveis de uma tarifa retaliatória de 25%. A medida, ainda em fase de estudo, visa pressionar o governo brasileiro em uma disputa comercial não declarada, mas o impacto recairia diretamente sobre os ombros do consumidor norte-americano.

    O Brasil domina o café instantâneo nos EUA: 15,5 mil toneladas anuais em risco

    Dados da Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel (Abics) revelam que mais de 90% do café instantâneo consumido nos Estados Unidos é importado do Brasil. São cerca de 15.500 toneladas por ano — equivalente a 25 milhões de xícaras diárias — que poderiam sofrer reajustes de até 25% no preço final. Aguinaldo José de Lima, diretor-executivo da Abics, alerta: “Além de onerar famílias e empresas americanas, a medida colocaria em xeque milhares de empregos nos EUA, especialmente nas indústrias que dependem do insumo para fabricar bebidas, doces ou produtos de conveniência”.

    Popularidade em alta: 1 em cada 9 americanos já prefere o instantâneo

    A demanda pelo produto disparou nos últimos anos. Em 2021, apenas 6% dos consumidores diários de café nos EUA optavam pelo solúvel; em 2026, esse número saltou para 11%. A praticidade — aliada à queda nos preços nos últimos anos — transformou o café instantâneo em um *commodity* estratégico, especialmente em supermercados e máquinas de escritório. Uma tarifa de 25% poderia reverter essa tendência, forçando os norte-americanos a buscar alternativas, como o café torrado moído ou importações de outros países.

    Quem perde com a guerra comercial? Não é só o Brasil

    Apesar de a medida parecer direcionada ao governo brasileiro, especialistas em comércio exterior, como a economista Maria Fernanda Braga, da FGV, destacam que o setor agrícola dos EUA também poderia ser afetado. “Produtores locais de café solúvel, ainda em expansão, dependem do insumo brasileiro para manter a competitividade. Uma interrupção no fornecimento elevaria seus custos e poderia inviabilizar pequenos e médios fabricantes no país”, explica. Além disso, cadeias de fast-food e cafeterias que usam o produto em suas formulações — como redes de *coffee shops* e padarias — teriam que reajustar cardápios ou absorver a alta nos custos.

    O que vem pela frente? Pressão diplomática ou escalada tarifária?

    Até o momento, não há previsão de entrada em vigor da tarifa, mas a inclusão do café solúvel na lista do USTR indica que a administração americana está disposta a usar instrumentos comerciais para forçar concessões brasileiras em outras áreas, como a de automóveis ou produtos agrícolas. O governo brasileiro já sinalizou que pode recorrer à Organização Mundial do Comércio (OMC) caso a medida seja implementada. Enquanto isso, consumidores e empresas nos EUA aguardam com apreensão: o café, afinal, é a segunda bebida mais consumida no país, atrás apenas da água.

  • Grutos disparam na Bolsa de Chicago: seca nos EUA e demanda chinesa elevam preços a patamares históricos

    Grutos disparam na Bolsa de Chicago: seca nos EUA e demanda chinesa elevam preços a patamares históricos

    Clima nos EUA e demanda chinesa impulsionam alta nos grãos

    A Bolsa de Chicago encerrou a segunda-feira (6 de julho de 2026) com fortes valorizações nos principais contratos futuros de grãos, refletindo um cenário de incerteza climática e expectativas de maior demanda internacional. Segundo a DATAGRO, a soja subiu 4,5%, o milho avançou 3,7% e o trigo fechou com ganho de 2,6%, com o movimento sendo puxado pela seca que afeta o oeste do Corn Belt — a região mais produtiva dos Estados Unidos — e pela projeção de um aumento nas exportações para a China.

    Safra 2026/27 em risco: impacto nas lavouras e nos custos globais

    O momento é crítico para o desenvolvimento das lavouras norte-americanas, com produtores, exportadores e investidores monitorando as condições climáticas nas próximas semanas. A seca prolongada na principal região agrícola dos EUA reduz as perspectivas de produtividade, enquanto a demanda chinesa — principal importadora de grãos — segue em alta, pressionando os preços para cima. Especialistas alertam que, se o cenário se mantiver, os custos globais de alimentos podem sofrer novo impacto, especialmente em países dependentes de importações.

    O que esperar dos mercados nas próximas semanas?

    Com a safra 2026/27 ainda em fase inicial nos EUA, a volatilidade no mercado de grãos deve persistir. Analistas da DATAGRO destacam que, além do clima, fatores como políticas comerciais chinesas e estoques globais serão determinantes para a formação de preços. Enquanto isso, países como Brasil e Argentina — principais concorrentes no abastecimento global — podem se beneficiar da alta, mas também enfrentam desafios climáticos próprios.

  • Exportações de carne bovina batem recorde em junho com China como principal compradora

    Exportações de carne bovina batem recorde em junho com China como principal compradora

    Ainda em 7 de julho de 2026, o Brasil consolidou mais um marco histórico na balança comercial de carnes: as exportações de carne bovina alcançaram 395,2 mil toneladas em equivalente carcaça no mês de junho, volume 15,3% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, segundo dados da DATAGRO. O desempenho não apenas superou as expectativas do setor, como também estabeleceu um novo recorde mensal, reafirmando a relevância do país no mercado global de proteínas.

    China domina com mais da metade das compras brasileiras

    O protagonismo chinês no crescimento das exportações brasileiras não é mais uma tendência, mas uma realidade consolidada. Até o fim de junho de 2026, o país asiático foi responsável por 51,8% de todo o volume exportado pelo Brasil, segundo a consultoria. A participação ampliada reflete não apenas o apetite crescente da população chinesa por carne bovina — impulsionado por fatores como a recuperação econômica e a busca por proteínas de maior valor nutricional —, mas também a estratégia brasileira de diversificação de mercados sem perder o foco no principal destino.

    Demanda internacional sustenta o ciclo de recordes

    Além da China, outros mercados como os Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos e países do Sudeste Asiático mantiveram seus volumes de importação estáveis ou em crescimento, contribuindo para o desempenho recorde. A valorização da tonelada exportada — reflexo do câmbio favorável ao produtor brasileiro e da demanda aquecida — também foi determinante para o resultado. Segundo a DATAGRO, o cenário permanece positivo para o segundo semestre, com perspectivas de manutenção dos embarques em patamares elevados, especialmente diante da proximidade das festas de final de ano na Ásia e na Europa.

    O que esperar para o restante de 2026?

    Especialistas do setor apontam que o Brasil deve manter a liderança global nas exportações de carne bovina até o final do ano, mas alertam para possíveis desafios. Entre eles, a pressão por sustentabilidade — com cobranças por redução do desmatamento na Amazônia — e a concorrência de países como Austrália e Estados Unidos, que têm investido em acordos comerciais para recuperar market share. Para o produtor brasileiro, no entanto, a combinação de preços atrativos e demanda firme continua sendo um cenário otimista, desde que os protocolos sanitários e ambientais sejam mantidos.

  • Brasil sedia pela primeira vez nos trópicos o maior evento global de agricultura de precisão e digital

    O Brasil se consolida como líder global na revolução do campo ao sediar, pela primeira vez fora da América do Norte, a 17ª International Conference on Precision Agriculture (ICPA), que ocorre em conjunto com o 11º Congresso Brasileiro de Agricultura de Precisão e Digital (ConBAP), entre os dias 13 e 16 de julho em Porto Alegre (RS).

    Um evento histórico para o agro mundial

    Promovido pela Associação Brasileira de Agricultura de Precisão e Digital (AsBraAP) em parceria com a International Society of Precision Agriculture (ISPA), o encontro espera atrair cerca de 900 participantes — entre pesquisadores, empresas, produtores rurais e estudantes — para discutir inovações como inteligência artificial, robótica, análise de dados em tempo real e irrigação de alta precisão.

    Tecnologia e sustentabilidade como pilares

    A edição de 2026 destaca-se não apenas pela relevância das pautas, mas pelo papel estratégico do Brasil na adoção de modelos agrícolas mais eficientes e de baixo carbono. Com palestras técnicas e casos práticos, o evento promete mostrar como a digitalização do campo pode reduzir desperdícios, otimizar recursos e enfrentar os desafios climáticos — um tema cada vez mais urgente diante da crescente demanda por alimento e da pressão por práticas sustentáveis.

    O que esperar da programação?

    A grade inclui painéis internacionais com especialistas de países pioneiros em agricultura de precisão, demonstrações de equipamentos de última geração e discussões sobre a integração de novas tecnologias ao cotidiano do produtor rural. Além disso, o evento será uma vitrine para soluções nacionais, como sistemas de monitoramento por satélite e drones, que já colocam o País entre os líderes em adoção de inovação no agro.

  • Michel Teló leva o sertanejo ao campo: ‘Aí a Roça Vence’ é homenagem aos trabalhadores rurais

    Michel Teló leva o sertanejo ao campo: ‘Aí a Roça Vence’ é homenagem aos trabalhadores rurais

    Michel Teló acaba de presentear o público sertanejo com uma canção que soa como um abraço aos que acordam antes do sol e enfrentam a lida diária no campo. Intitulada ‘Aí a Roça Vence’, o single inédito foi lançado na última segunda-feira (6 de julho) e já se tornou uma celebração do agro brasileiro, transformando a realidade rural em versos e melodias.

    A música que nasceu da terra

    Produzida por Ivan Miazatto, a faixa integra o repertório dos shows de Teló e reflete uma conexão profunda com suas origens. “Cresci muito próximo da realidade do campo. Meus pais vieram da roça e minha família segue ligada ao agro, plantando e criando gado”, revelou o artista. Para ele, a música sertaneja é filha do interior, onde histórias de gente simples, trabalhadora e apaixonada pela vida rural ganham vida.

    Do campo para as ondas do rádio e os palcos

    Mais do que um lançamento musical, ‘Aí a Roça Vence’ é um símbolo de representatividade. Ao levar o agro para o topo das paradas sertanejas, Teló reforça a importância de quem alimenta o país — não apenas com grãos, mas com cultura e resistência. A canção, que já roda rádios e plataformas digitais, promete ecoar ainda mais nos shows do cantor, unindo gerações de fãs em torno de uma mensagem de orgulho e união.