Direita se opõe a PL que equipara misoginia a racismo; Flávio votou a favor
A direita brasileira se opôs a projeto de lei que equipara a misoginia ao racismo, considerando que o texto é ‘extremista’ e vai ‘punir a palavra’. O senador Flávio Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro, votou a favor do projeto de lei.
De acordo com o PL, o crime de discriminação racial será equiparado ao crime de discriminação de gênero, com penas que podem chegar a dois a cinco anos de reclusão e multa. A proposta também inclui a criação de um crime de ‘discriminação por orientação sexual’, com pena de um a três anos de reclusão e multa.
A bancada do União Brasil, partido de Flávio, se manifestou contra o projeto, alegando que é ‘extremista’ e vai ‘punir a palavra’. O partido argumenta que o texto é ‘inconstitucional’ e vai ‘afetar a liberdade de expressão’.
Flávio Bolsonaro, no entanto, defendeu o projeto, argumentando que é ‘necessário’ para combater a discriminação e promover a igualdade. O senador disse que o texto é ‘moderado’ e não vai ‘punir a palavra’.

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