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  • Frio extremo e neve: onda polar atinge 12 estados a partir desta quarta-feira (24/6)

    Frio extremo e neve: onda polar atinge 12 estados a partir desta quarta-feira (24/6)

    Onda polar avança sobre o Brasil com força inédita para o inverno de 2026

    A primeira semana do inverno de 2026 chega com um alerta climático sem precedentes: uma massa de ar polar classificada como “grande e potente” pela Climatempo avança sobre o território nacional, derrubando as temperaturas em 12 estados e colocando em risco a agricultura e a rotina da população. Segundo os modelos meteorológicos, o núcleo do sistema se fixará sobre o Rio Grande do Sul já nesta quarta-feira (24/6), mas seus efeitos serão sentidos em uma ampla faixa do país, do Sul ao Centro-Oeste.

    Impactos regionais: geadas, frio intenso e a possibilidade de neve

    O fenômeno não se limita ao extremo Sul. Além do Rio Grande do Sul, estados como Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Paraná, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia e Goiás devem registrar quedas acentuadas nas temperaturas, com sensação térmica de resfriamento severo e contínuo. A combinação de umidade e frio intenso eleva o risco de geadas, especialmente perigosas para o agronegócio, que pode sofrer prejuízos em safras como café, cana-de-açúcar e grãos.

    No Sul, a probabilidade de precipitação de neve nas áreas de maior altitude — como os planaltos catarinenses e gaúchos — ganha destaque. Embora não seja inédito, a ocorrência de neve em junho é rara e sinaliza a intensidade incomum desta onda de frio, típica de invernos mais rigorosos.

    Riscos para o agronegócio e a população

    O setor agrícola será um dos mais afetados. Produtores rurais de estados como São Paulo e Mato Grosso do Sul já preparam medidas emergenciais para proteger plantações sensíveis ao frio. A geada pode danificar lavouras de soja, milho e hortifrutigranjeiros, além de prejudicar a pecuária, com risco de hipotermia em animais. A população, por sua vez, deve enfrentar dias de temperaturas abaixo de 10°C em várias regiões, com madrugadas potencialmente gélidas.

    As autoridades meteorológicas recomendam atenção redobrada para quem trafega pelas estradas do Sul e Sudeste, onde a combinação de frio e umidade pode causar nevoeiro e pistas escorregadias. Moradores de áreas rurais também são orientados a proteger residências e animais domésticos do frio intenso.

    O que esperar dos próximos dias?

    A massa de ar polar deve persistir ao menos até o início de julho, com temperaturas mínimas registrando valores até 5°C abaixo da média histórica em algumas localidades. Enquanto o Sul e o Sudeste enfrentam o frio extremo, o Centro-Oeste e partes do Nordeste podem registrar chuvas intensas, impulsionadas pela umidade trazida pela frente fria. Para quem planeja viagens ou atividades ao ar livre, a dica é acompanhar os alertas diários dos órgãos de meteorologia, como o INMET e a Climatempo.

  • Instagram tem pane nesta terça: usuários relatam falhas no feed e stories

    Instagram tem pane nesta terça: usuários relatam falhas no feed e stories

    O Instagram sofreu uma pane técnica na noite desta terça-feira (23 de junho de 2026), deixando milhares de usuários sem acesso ao feed e aos stories. A interrupção, que já acumula mais de 9 mil reclamações no DownDetector, afeta a principal rede social do conglomerado Meta, conhecida por sua ampla base de usuários no Brasil.

    Falha atinge uma das plataformas mais acessadas do país

    Segundo dados do Mobile Time/Opinion Box, o Instagram é o segundo aplicativo mais presente na tela inicial dos celulares brasileiros, atrás apenas do WhatsApp. A instabilidade, que começou a ser relatada por volta das 15h, teve um pico de reclamações nas últimas horas, mas ainda não há uma previsão clara de normalização total do serviço. Historicamente, quedas em grandes plataformas como esta podem se estender de forma gradual, como ocorreu em episódios anteriores.

    Sem confirmação sobre a causa ou extensão do problema

    A Meta ainda não se manifestou oficialmente sobre o ocorrido, nem detalhou se a pane afeta apenas usuários brasileiros ou se tem abrangência global. Usuários relatam dificuldades para visualizar conteúdos, enquanto outros afirmam conseguir acessar a plataforma apenas parcialmente. A instabilidade reforça a dependência de milhões de brasileiros em serviços digitais para comunicação, entretenimento e negócios.

  • Fazenda: como driblar a alta dos preços e o crédito restrito na hora de comprar

    Fazenda: como driblar a alta dos preços e o crédito restrito na hora de comprar

    Na última terça-feira, 23 de junho de 2026, o sonho de expandir a propriedade rural esbarra em dois obstáculos cada vez mais frequentes: o preço das terras, inflado pela demanda e pela escassez de áreas produtivas, e a dificuldade de acesso ao crédito, com juros mais altos e exigências ampliadas pelos bancos.

    O custo da terra: quando o patrimônio pesa mais que a produção

    O valor médio das terras agrícolas no Brasil subiu 12% apenas no primeiro semestre de 2026, segundo dados da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Regiões como o Matopiba (MA, TO, PI e BA) e o Centro-Oeste registraram altas superiores a 15%, impulsionadas pela busca por soja e milho. Para produtores que dependem de financiamento, a equação fica ainda mais complexa: um empréstimo para R$ 5 milhões hoje pode custar R$ 1 milhão a mais em juros até 2030, considerando taxas médias de 8% ao ano.

    Crédito rural: menos recursos, mais burocracia

    O Banco Central manteve em junho de 2026 a política de aperto monetário, o que reduziu o volume de recursos disponíveis no Plano Safra — principal linha de crédito para o agro. Instituições como o Banco do Brasil e a Caixa passaram a exigir garantias equivalentes a 120% do valor financiado, além de comprovação de 3 anos de faturamento estável. “Antes, um produtor com 500 hectares conseguia financiar 80% da compra. Hoje, mal chega a 60%”, explica Ana Luiza Pires, economista da FGV Agro.

    Estratégias para não quebrar na operação

    Especialistas ouvidos pela ClickNews destacam três caminhos para viabilizar a compra de uma fazenda sem sufocar o caixa:

    • Parcerias fundiárias: Associações entre produtores ou cooperativas para dividir custos e riscos, como no modelo de condomínios rurais que cresce no Sul do país.
    • Financiamento misto: Combinar recursos próprios, empréstimos bancários e linhas do BNDES (como o BNDES Finem Rural), que oferece taxas até 20% abaixo do mercado.
    • Reestruturação patrimonial: Vender ativos não essenciais (como máquinas antigas) ou arrendar parte da área atual para gerar caixa antes de assumir novos compromissos.

    O que fazer antes de assinar o contrato?

    O planejamento deve começar 12 meses antes da compra. Priorize:

    • Avaliar a rentabilidade da área (verificar se o preço da terra compensa o retorno esperado com a produção).
    • Negociar prazos alongados com o vendedor (até 5 anos sem juros é comum em transações entre produtores).
    • Simular cenários com um contador especializado em agro, considerando variação de preços de commodities e custos de manutenção.
  • Audi A3 2026 estreia com telas curvas, direção autônoma e controle pelo celular

    Audi A3 2026 estreia com telas curvas, direção autônoma e controle pelo celular

    Audi A3 2026: design futurista e tecnologia de ponta

    O Audi A3 renova-se novamente com mudanças significativas na cabine, que abandona o layout tradicional em favor de um painel curvo e integrado. A central multimídia de 12,8″ e o quadro de instrumentos digital de 11,9″ agora formam uma linha contínua, melhorando a visão periférica do motorista. A marca alemã também reintroduziu comandos físicos, como o seletor giratório no volante, após críticas aos controles por toque.

    Recursos de condução avançada e conectividade

    O modelo chega ao mercado europeu em setembro de 2026 com atualizações no sistema de condução autônoma, incluindo troca de faixas automática e leitura de semáforos. O destaque fica por conta da função de estacionamento treinado e manobra remota via aplicativo para smartphone, permitindo que o carro se movimente sozinho em vagas apertadas sem a presença do motorista.

    A versão e-hybrid: autonomia elétrica de até 143 km

    A linha e-hybrid do A3 2026 oferece até 143 km de autonomia elétrica, com recarga rápida capaz de recuperar 80% da bateria em apenas 30 minutos. Além disso, a condução híbrida promete eficiência energética sem abrir mão do desempenho, mantendo a identidade esportiva da marca.

  • Governo renova isenção tributária para elétricos e híbridos desmontados, beneficiando BYD em julho

    Governo renova isenção tributária para elétricos e híbridos desmontados, beneficiando BYD em julho

    Medida mira logística e privilegia cadeia de suprimentos asiática

    A Câmara de Comércio Exterior (Camex), em reunião do Gecex divulgada às 19h07 de hoje, renovou as cotas de importação com imposto zero para kits de veículos elétricos e híbridos desmontados (CKD/SKD), totalizando um teto de US$ 463 milhões. A decisão, que entra em vigor em julho, reforça o apoio do governo à importação de componentes para montagem local, beneficiando principalmente fabricantes estrangeiras como a BYD.

    Anfavea acusa ruptura de regras e projeta prejuízos bilionários

    A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) classificou a medida como ‘quebra de previsibilidade’, alegando que a falta de continuidade nas políticas afeta a confiança do setor. A entidade estima que o anúncio pode colocar em risco R$ 140 bilhões em investimentos já anunciados no Brasil, além de sinalizar insegurança jurídica para montadoras que operam no país.

    Veículos montados ficam de fora, mas tarifa de 35% já está em vigor

    Enquanto os kits desmontados recebem tratamento fiscal diferenciado, a importação de carros elétricos e híbridos já montados permanece sujeita à tarifa cheia de 35% a partir de julho. A decisão da Camex ignora os apelos da indústria nacional, que defendia a extensão do benefício a todos os veículos eletrificados, independentemente do estado de montagem.

    Contexto: estratégia chinesa e pressões do setor

    Fontes do governo indicam que a medida busca alinhar o Brasil às tendências globais de descarbonização, mas analistas interpretam o movimento como uma concessão à estratégia de entrada da BYD no mercado brasileiro. Empresas locais, por sua vez, alegam que a decisão prejudica a competitividade da indústria nacional, que ainda depende de componentes importados para produção de veículos eletrificados.

  • GTF recicla 17,6 mil toneladas de resíduos em 2025 e avança em agenda ESG

    GTF recicla 17,6 mil toneladas de resíduos em 2025 e avança em agenda ESG

    Economia circular em prática: 87% dos resíduos não perigosos foram reaproveitados

    A GTF encerrou 2025 com um salto significativo em sua agenda de sustentabilidade, reaproveitando 17.638 toneladas de resíduos não perigosos — o equivalente a 87% do volume total de 20.245 toneladas processadas. A estratégia combinou processos de recuperação de recursos, reciclagem e soluções biológicas, seguindo rigorosamente a hierarquia de gestão de resíduos: reduzir, reutilizar e reciclar. Entre as iniciativas, destacam-se a transformação de subprodutos em insumos para outros setores e a implementação de sistemas de logística reversa, que garantem o ciclo de vida dos materiais.

    Logística reversa e inclusão social: GTF fortalece cadeia de reciclagem

    Além do reaproveitamento de resíduos industriais, a companhia gerenciou, no mesmo período, 6.609 toneladas de lodo centrifugado proveniente de abatedouros, assegurando destinação ambientalmente correta. A GTF também manteve programas de apoio a cooperativas de reciclagem, impulsionando a inclusão social de catadores e aprimorando a cadeia de reciclagem em sua área de atuação. Essas ações reforçam o compromisso da empresa com os pilares ESG (Ambiental, Social e Governança), alinhando-se a padrões internacionais como os da Global Reporting Initiative (GRI).

    Governança ESG: transparência e eficiência operacional

    O Relatório de Sustentabilidade 2025 da GTF, publicado em junho de 2026, detalha como a empresa integrou práticas ESG em suas operações industriais. A governança robusta incluiu a otimização de processos produtivos para reduzir emissões, a capacitação de comunidades rurais próximas às unidades fabris e a adoção de tecnologias para monitoramento contínuo de impactos ambientais. A transparência nos indicadores — como a redução de 15% no consumo de água por tonelada produzida — evidencia o alinhamento da GTF com metas globais de desenvolvimento sustentável.

  • Brasil sedia pela primeira vez congresso latino-americano da bioenergia durante feira agroindustrial em SP

    Brasil sedia pela primeira vez congresso latino-americano da bioenergia durante feira agroindustrial em SP

    Um marco para o setor bioenergético latino-americano

    A 32ª edição da Fenasucro & Agrocana, que ocorrerá entre os dias 10 e 14 de agosto no Hotel JP, em Ribeirão Preto (SP), terá como destaque inédito no Brasil a realização do 13º Congresso Latino-Americano da ATALAC – “José Paulo Stupiello”. Promovido pela STAB, CEISE Br e Fenasucro & Agrocana, o evento consolidará Ribeirão Preto como polo estratégico para discussões sobre o futuro da bioenergia na região.

    Programação técnica e parcerias estratégicas

    O congresso, reconhecido como um dos principais fóruns técnicos da cadeia bioenergética na América Latina e Caribe, contará com palestras, apresentação de papers e minicursos em colaboração com o SENAI, Embrapa e o Instituto Agronômico (IAC). Além disso, visitas técnicas às usinas São Martinho, Viralcool, Vertente e Cruz Alta, bem como à feira Fenasucro & Agrocana, permitirão aos participantes vivenciar na prática os avanços do setor.

    Oportunidades para inovação e cooperação

    Com a participação de profissionais, pesquisadores, empresas e instituições de todo o continente, o evento busca ativar a troca de experiências e impulsionar o desenvolvimento de tecnologias sustentáveis para a bioenergia. A edição brasileira do congresso representa não apenas um avanço para o setor, mas também uma oportunidade para que o Brasil fortaleça sua posição como líder na produção de energia renovável na América Latina.

  • Gusttavo Lima expande império rural: fazenda de R$ 275 milhões no MT consolida magnata do agro

    Gusttavo Lima expande império rural: fazenda de R$ 275 milhões no MT consolida magnata do agro

    Um império além dos palcos: a nova fazenda milionária

    Aos 38 anos, Gusttavo Lima não limita sua atuação ao universo sertanejo. Na última terça-feira, o cantor anunciou a aquisição de uma propriedade rural no Mato Grosso avaliada em R$ 275 milhões, com 39 mil hectares — uma área superior à de muitos municípios brasileiros. A fazenda, localizada no coração do agronegócio nacional, é muito mais do que um refúgio de luxo: trata-se de um empreendimento agropecuário de grande escala, com infraestrutura completa para produção, logística e lazer.

    Estrutura de um município particular: do gado à soja

    Segundo dados do Movimento Country, a fazenda será voltada para a criação de gado de corte e o cultivo de soja, dois dos principais pilares do agro brasileiro. A propriedade dispõe de maquinário agrícola de última geração, galpões para armazenagem de grãos, pistas de pouso para transporte rápido, além de instalações para funcionários e áreas de lazer, como piscinas e campos esportivos. A pista de pouso, em especial, destaca a ambição logística do projeto, permitindo deslocamentos ágeis entre a fazenda e outros pontos do país.

    Um passo estratégico para o agro nacional

    O investimento de Gusttavo Lima reflete a crescente participação de artistas e personalidades no setor agropecuário, um mercado que movimenta centenas de bilhões de reais anualmente. Ao optar por uma propriedade no Mato Grosso — estado que lidera a produção nacional de soja — o cantor alinha sua estratégia a um setor-chave da economia brasileira. Especialistas avaliam que a fazenda pode se tornar um ativo ainda mais valioso nos próximos anos, diante da demanda global por commodities e da valorização das terras no Centro-Oeste.

    Reações e consequências do novo empreendimento

    O anúncio provocou debates nas redes sociais, com fãs do sertanejo divididos entre a admiração pelo empreendedorismo do artista e as críticas ao simbolismo de uma fortuna rural em um país com desigualdades sociais. Para o agro, no entanto, a chegada de um nome conhecido como Gusttavo Lima ao setor pode atrair mais investimentos e visibilidade, ainda que o foco principal da fazenda seja a produção. O cantor, que já possui outros negócios no ramo, agora consolida sua imagem como um dos maiores empresários rurais do país.

  • MAPA lança programa para abrir rotas do agronegócio brasileiro ao Pacífico via Bolívia

    MAPA lança programa para abrir rotas do agronegócio brasileiro ao Pacífico via Bolívia

    O governo federal deu um passo decisivo nesta terça-feira (23) para ampliar o acesso do agronegócio brasileiro aos mercados da Ásia e do Pacífico. O ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, assinou portaria que institui o Programa de Integração Produtiva e Logística Brasil-Bolívia-Pacífico, uma iniciativa do Ministério da Agricultura (Mapa) com foco em integração produtiva, logística e comercial entre Brasil, Bolívia e países da costa pacífica.

    Corredores estratégicos: da porteira aos portos asiáticos

    A medida estabelece diretrizes para viabilizar o escoamento da produção agropecuária nacional por rotas que cruzam o território boliviano, reduzindo custos logísticos e encurtando distâncias até os portos chilenos e peruanos. Com isso, o programa busca não apenas baratear o transporte de grãos, carnes e lácteos, mas também agregar valor à produção primária brasileira, especialmente em regiões com potencial logístico ainda não explorado.

    Metas ambiciosas: infraestrutura, investimentos e competitividade

    Entre os objetivos do programa estão a modernização de infraestruturas de transporte, a atração de investimentos em logística e a promoção do desenvolvimento regional. Segundo o Mapa, a iniciativa deve estimular a construção de armazéns graneleiros, terminais intermodais e rodovias de acesso aos corredores bolivianos, além de fomentar parcerias público-privadas para ampliar a capacidade de escoamento. A redução de perdas pós-colheita e a otimização de rotas também estão na pauta, com foco em commodities como soja, milho, café e carne.

    Impacto geopolítico: Bolívia como ponte comercial

    A parceria com a Bolívia não é casual. O país andino já desempenha papel-chave no escoamento de parte da produção brasileira, especialmente de grãos do Centro-Oeste. Com a formalização do programa, o Brasil ganha não apenas uma rota alternativa aos portos do Sul e Sudeste, mas também um aliado estratégico para contornar gargalos logísticos como a saturação dos terminais de Santos e a dependência de preços de frete marítimo. A longo prazo, a medida pode redefinir as rotas de comércio exterior do agronegócio, reduzindo a dependência de um único modal ou destino.

    Próximos passos: regulamentação e execução

    Em entrevista ao *Cenário & Fatos*, um técnico do Mapa afirmou que a próxima fase envolve a regulamentação detalhada das rotas e a articulação com governos estaduais e bolivianos para viabilizar investimentos. “O programa não é apenas uma portaria; é um marco regulatório que vai demandar coordenação entre União, estados e setor privado para se tornar realidade”, declarou o especialista, que pediu anonimato. A expectativa é que os primeiros corredores comecem a operar ainda em 2026, com projeções de redução de até 20% nos custos logísticos para produtos destinados ao Pacífico.

  • Roush Performance abandona Ford e aposta alto na Ram: nova picape esportiva será o próximo projeto radical

    Roush Performance abandona Ford e aposta alto na Ram: nova picape esportiva será o próximo projeto radical

    A Roush Performance, tradicionalmente associada a modelos de alto desempenho da Ford, decidiu mudar de lado e agora aposta suas fichas na Ram. A parceria, anunciada nesta terça-feira (23/06/2026), promete redefinir o segmento de picapes esportivas com uma nova picape que pode superar os já radicais TRX e RHO.

    Um legado de força: Roush e a cultura do “mais potente”

    A Roush Performance não é uma desconhecida no mundo das picapes de alta performance. Fundada em Michigan (EUA), a empresa já transformou modelos como a Ford F-150 Raptor e a Shelby Mustang em verdadeiros monstros de potência. Agora, com a Ram, o desafio é ainda maior: criar uma picape que não apenas rivalize, mas supere as já impressionantes TRX e RHO, que entregam motores V8 de tirar o fôlego.

    Ainda não há detalhes concretos sobre a nova picape, mas a Roush já deu uma pista ao compartilhar no Instagram uma silhueta misteriosa, que pode sugerir uma versão ainda mais extrema da Ram 1500 Rumble Bee 2027 — ou até mesmo da Power Wagon. A expectativa é de que o novo veículo seja um verdadeiro brutamontes, com ajustes de suspensão, motor e aerodinâmica que prometem elevar a barra do segmento.

    Ram 1500 Rumble Bee: a base perfeita para a revolução?

    A Ram 1500 Rumble Bee, recém-apresentada, já é um marco por seu design agressivo e apelo esportivo. Com a expertise da Roush, o modelo pode ganhar versões ainda mais radicais, como suspensões elevadas, escapes esportivos e, claro, motores V8 com potência ajustada para níveis nunca vistos em uma picape comercial. A colaboração também pode estender-se à Ram 2500 Power Wagon, outro candidato natural a receber tratamento especial.

    A Roush não está sozinha nesse mercado: enquanto a Ford mantém sua parceria com a Shelby, a Ram agora terá a Roush como aliada para disputar o título de picape mais potente do mundo. A pergunta que fica é: quanto mais insano esse novo projeto será?