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  • Jaguar Type 01 volta às pistas em Goodwood: hipercarro elétrico de 1.000 cv mostra potência antes do lançamento

    Jaguar Type 01 volta às pistas em Goodwood: hipercarro elétrico de 1.000 cv mostra potência antes do lançamento

    Em um movimento estratégico para reafirmar sua identidade no mercado de alta performance, a Jaguar trouxe o protótipo do Type 01 de volta às pistas. O evento, ocorrido em Goodwood (Reino Unido) nesta semana, marcou a primeira aparição pública do modelo em movimento desde que a marca anunciou seu reposicionamento controverso, que havia deixado os carros em segundo plano.

    Um GT elétrico de proporções hipercarro

    Com 5,2 metros de comprimento e uma arquitetura elétrica de ponta, o Type 01 promete redefinir os limites da categoria. Equipado com três motores elétricos, o conjunto entrega impressionantes 1.000 cv de potência e 132,6 kgfm de torque, números que colocam o modelo no patamar de supercarros. A autonomia estimada é de até 692 km, um diferencial para um veículo de tal performance.

    Design polêmico, mas funcional

    Embora ainda esteja coberto por camuflagem, o Type 01 mantém as linhas retilíneas e agressivas anunciadas pela Jaguar, sinalizando a nova linguagem de design da marca voltada à era elétrica. A estética, embora divisiva, prioriza aerodinâmica e eficiência — elementos-chave para um gran turismo de alto desempenho.

    Jaguar retoma o caminho do desempenho

    A aparição em Goodwood não é apenas um teste técnico, mas um recado claro ao mercado: após meses de polêmicas em sua campanha de reposicionamento, a marca volta a falar a língua dos entusiastas. Com o Type 01, a Jaguar não só reforça sua ambição elétrica, mas também reafirma seu compromisso com a engenharia de ponta e a emoção ao volante.

  • LG desiste de vez: fabricante sul-coreana abandona notebooks no Brasil após fracasso com LG Gram

    LG desiste de vez: fabricante sul-coreana abandona notebooks no Brasil após fracasso com LG Gram

    Fim de uma era: LG abandona notebooks no Brasil após estratégia frustrada

    A LG confirmou ao Tecnoblog que não comercializará mais notebooks no país, oficializando a saída de um segmento que vendeu 1,15 milhão de unidades no primeiro trimestre de 2026, segundo a IDC. A decisão coloca ponto final em uma tentativa de dois anos de reposicionar a marca com o LG Gram, linha premium que não conseguiu competir no mercado brasileiro.

    Do sonho premium ao abandono: o que deu errado?

    Em julho de 2024, a fabricante sul-coreana anunciou a paralisação das vendas de laptops tradicionais e apostou no LG Gram como solução, focando em produtos mais sofisticados e caros. No entanto, a estratégia não surtiu o efeito esperado, obrigando a LG a repensar seus investimentos. Agora, a empresa direciona seus recursos para categorias como TVs, monitores, eletrodomésticos e até um projeto de R$ 2 bilhões para produção de geladeiras no Paraná.

    Consequências para o mercado brasileiro

    A saída da LG deixa um vazio no segmento de notebooks, onde marcas como Lenovo, Samsung e Acer dominam com preços mais competitivos. Com 1,15 milhão de unidades vendidas no primeiro trimestre de 2026, o mercado segue aquecido, mas a ausência de um player global como a LG pode redefinir as estratégias das demais fabricantes no país.

  • Pecuaristas brasileiros reagem contra restrições da UE ao uso de antimicrobianos: ‘Impacto nacional sem critério’

    Pecuaristas brasileiros reagem contra restrições da UE ao uso de antimicrobianos: ‘Impacto nacional sem critério’

    As principais lideranças da pecuária brasileira se uniram em defesa do setor após a possibilidade de a regulamentação brasileira incorporar restrições ao uso de antimicrobianos na produção animal, seguindo padrões da União Europeia. Em nota conjunta divulgada nesta segunda-feira, 13 de julho de 2026, 15 entidades — entre elas a Sociedade Rural Brasileira (SRB), a Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) e a Mesa Brasileira de Pecuária Sustentável (MBPS) — classificaram a medida como um risco à competitividade do setor, que representa R$ 500 bilhões anuais para o país.

    Medida europeia afetaria todo o Brasil sem distinção

    O alerta das entidades destaca que, caso implementada, a proibição ou limitação do uso de antimicrobianos — ferramentas essenciais no combate a doenças como mastite e pneumonia em rebanhos — não levaria em conta as diferenças entre os sistemas de produção brasileiros e os europeus. Enquanto na UE predominam modelos intensivos com densidade populacional alta, o Brasil adota uma pecuária predominantemente extensiva, com desafios sanitários distintos.

    Risco de queda na produtividade e aumento de custos

    Segundo projeções da Associação Nacional dos Confinadores (ASSOCON), a restrição poderia reduzir a produtividade dos rebanhos em até 15%, elevando os custos de produção em R$ 80 por animal ao ano. “Não há base científica que justifique uma regulamentação única para realidades tão distintas. Isso pode inviabilizar pequenos e médios produtores”, afirmou o presidente da SRB, Antônio Pitangui, em entrevista exclusiva.

    Exportações em xeque: União Europeia é destino de 22% da carne brasileira

    A União Europeia é o segundo maior comprador de carne bovina brasileira, responsável por 22% das exportações do setor. No entanto, as entidades ressaltam que a medida não apenas prejudicaria a produção interna, como também poderia gerar barreiras comerciais disfarçadas. “A UE já impõe barreiras não tarifárias sob o pretexto de segurança alimentar. Agora, querem transformar nossas práticas em modelo europeu”, alertou o diretor da ACRIMAT, Paulo Carneiro.

    Setor pede diálogo técnico e soluções alternativas

    Diante do impasse, as entidades defendem a criação de um grupo de trabalho com o Ministério da Agricultura para avaliar soluções técnicas, como o uso de antimicrobianos em situações controladas ou a adoção de protocolos específicos por região. “O Brasil tem um dos sistemas mais rigorosos de rastreabilidade do mundo. Não precisamos copiar modelos de outros continentes”, argumentou a presidente da MBPS, Mariana Garcia.

    O setor aguarda uma posição do governo federal, que tem até dezembro de 2026 para decidir sobre a incorporação das normas europeias ao ordenamento jurídico brasileiro.

  • Honda domina 65% do mercado: Honda lidera vendas de motos no 1º semestre de 2026 com 1,17 milhão de emplacamentos

    Honda domina 65% do mercado: Honda lidera vendas de motos no 1º semestre de 2026 com 1,17 milhão de emplacamentos

    Crescimento de 14,1% no setor: 1,17 milhão de motos emplacadas em 6 meses

    O mercado brasileiro de motocicletas encerrou o primeiro semestre de 2026 com um volume recorde: 1.174.459 unidades 0 km emplacadas entre janeiro e junho, segundo dados da Fenabrave. O resultado representa um crescimento de 14,1% em comparação ao mesmo período de 2025, quando foram licenciadas 1.029.291 motos. O ritmo acelerado de vendas reforça a expansão do segmento, impulsionado pela alta demanda em serviços de delivery e pela retomada econômica.

    Honda mantém liderança absoluta: 65,73% do mercado em 2026

    A fabricante japonesa consolidou sua hegemonia no setor, somando 771.943 emplacamentos no período, o equivalente a 65,73% de participação. A dominância da Honda é ainda mais expressiva quando comparada à segunda colocada: a Yamaha, com 160.937 unidades (13,70%), e a Shineray, com 73.669 motos (6,27%), completam o pódio. Juntas, as três marcas respondem por 85,7% do mercado nacional.

    Shineray e Mottu: surpresas no top 5 com foco em nichos

    A Shineray, que já havia se destacado em 2025, manteve a terceira posição ao emplacar 73.669 unidades, enquanto a Mottu surpreendeu ao fechar o top 5 com 55.590 motos vendidas (4,73%). O sucesso da marca se deve principalmente à Sport 110i, modelo amplamente adotado por plataformas de delivery. Já a Avelloz, com 18.853 unidades (1,61%), fechou o grupo das cinco maiores.

    Bajaj e Royal Enfield: disputas acirradas fora do top 5

    A Bajaj, que recentemente lançou a Dominar NS400Z no Brasil por R$ 26.900, ocupou a sexta posição com 17.996 emplacamentos, superando a Royal Enfield (17.138 unidades). A Triumph e a BMW também figuram no ranking, mas com volumes menores, refletindo estratégias de mercado mais segmentadas. A diversificação de modelos e preços tem sido uma tendência entre as fabricantes para atender desde o consumidor final até o segmento corporativo.

  • Honda desenvolve motor híbrido flex exclusivo para o Brasil: tecnologia nacional chega aos compactos sem aumentar preço

    Honda desenvolve motor híbrido flex exclusivo para o Brasil: tecnologia nacional chega aos compactos sem aumentar preço

    Na manhã de segunda-feira, 13 de julho de 2026, a Honda revelou à imprensa um projeto inédito: um sistema híbrido leve (MHEV) exclusivo para o mercado brasileiro, desenvolvido em suas instalações no país. A inovação, ainda em fase de testes técnicos e comerciais, tem como objetivo equipar os modelos compactos da marca — City, HR-V e WR-V — sem impactar significativamente o preço final dos veículos, ao contrário do que ocorre com os híbridos da Toyota no Brasil.

    Motor 1.5 recebe reforço elétrico sem grandes mudanças estruturais

    A aposta da Honda recai sobre o atual motor 1.5 aspirado, que entrega 126 cv e 15,5 kgfm. O sistema híbrido leve, que pode operar em 12V ou 48V, atuará como um assistente de força, fornecendo energia extra em situações como partidas de semáforos e retomadas de velocidade — momentos de maior gasto de combustível no motor a combustão. A tecnologia dispensa o uso de baterias pesadas e caras, mantendo a simplicidade e o custo-benefício.

    Diferencial competitivo: eficiência sem dependência de importações

    Enquanto outros fabricantes apostam em sistemas híbridos importados ou elétricos puros, a Honda opta por uma solução local e modular, alinhada à estratégia de nacionalização de componentes. A validação comercial ainda depende de ajustes, mas o projeto sinaliza um movimento estratégico para o setor automotivo brasileiro, onde a eficiência energética ganha relevância diante dos novos padrões de emissões e da pressão por veículos mais sustentáveis — mesmo que ainda movidos a combustível fóssil.

  • Milho mantém preços firmes com safra abaixo da média e pressões climáticas

    Milho mantém preços firmes com safra abaixo da média e pressões climáticas

    As cotações do milho mantêm-se firmes em diversas regiões monitoradas pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), em um mercado caracterizado pela baixa liquidez. A dinâmica reflete o equilíbrio entre uma oferta limitada e uma demanda retraída, com compradores aguardando o avanço da colheita da segunda safra para pressionar os preços.

    Pressões climáticas e oferta restrita

    Embora a colheita da segunda safra de milho esteja alinhada com os volumes do ano anterior, o ritmo segue inferior à média das últimas cinco safras. Condições climáticas adversas, como irregularidades na distribuição de chuvas, reduziram temporariamente a disponibilidade do grão, adiando a normalização do abastecimento. Além disso, parte dos produtores optou por priorizar a comercialização da soja, cujos preços também registram alta, o que contribui para a manutenção dos patamares atuais do milho.

    Cenário internacional e expectativas

    O suporte aos preços domésticos também vem de elevações nas cotações internacionais, especialmente em mercados como o dos Estados Unidos, onde a seca afeta as lavouras. No entanto, a cautela dos agentes locais — tanto vendedores, focados em atividades operacionais, quanto compradores, em espera por maior liquidez — mantém o mercado em um impasse. Analistas do Cepea destacam que, mesmo com a proximidade da colheita, a preferência por negócios com a soja pode adiar o aumento da oferta de milho, prolongando a estabilidade dos preços.

  • Morre Dona Marrita, guardiã do legado do Nelore Pintado e pilar da sucessão familiar na pecuária

    Morre Dona Marrita, guardiã do legado do Nelore Pintado e pilar da sucessão familiar na pecuária

    O legado do Nelore Pintado no Brasil perdeu uma de suas principais guardiãs nesta segunda-feira (13/07/2026). Dona Marrita Lopes Cançado, filha do histórico pecuarista Walmir Lopes Cançado, faleceu, deixando um vazio na família e no setor agropecuário. Sua trajetória foi marcada pela dedicação inabalável à preservação da linhagem do Nelore Pintado, uma das mais icônicas do país, e pela crença inquebrantável na sucessão familiar como pilar do futuro do negócio.

    A herança de uma pioneira: do pioneiro Walmir ao Nelore Pintado

    Nascida no berço de uma das famílias mais influentes da pecuária brasileira, Dona Marrita herdou não apenas o nome, mas a missão de honrar o legado iniciado por seu pai, Walmir Lopes Cançado. Ao longo das décadas, ela atuou como uma das principais responsáveis pela manutenção da linhagem do Nelore Pintado, uma raça conhecida por sua rusticidade, adaptabilidade e qualidade genética — atributos que transformaram o rebanho brasileiro em um dos mais competitivos do mundo.

    Sucessão familiar: a confiança transmitida à geração seguinte

    Um dos capítulos mais relevantes de sua história foi a decisão de confiar à V3 (empresa da família) a continuidade do trabalho que ajudou a construir. Essa postura não apenas garantiu a perpetuação do patrimônio genético do Nelore Pintado, mas também serviu de exemplo para outras famílias do setor, que muitas vezes enfrentam desafios na transição geracional. “Acreditei sempre que o futuro do nosso trabalho estava nas mãos daqueles que carregam o mesmo DNA de dedicação”, afirmou Dona Marrita, segundo relatos da família.

    Mais do que uma pecuarista: um exemplo de vida

    Para além das baias e das genealogias, Dona Marrita foi uma figura central na união familiar. Seus netos, bisnetos e demais parentes a descrevem como um exemplo de força, serenidade e generosidade. “Ela não apenas ensinou sobre pecuária, mas sobre respeito, disciplina e amor ao que se faz”, relatou um de seus netos, que hoje lidera os projetos da V3. A gratidão pela confiança depositada e pelos ensinamentos recebidos ecoa nas palavras emocionadas deixadas pela família: “Tenho orgulho de ser seu neto e de carregar comigo tudo o que aprendi com você”.

    Legado que transcende as gerações

    Embora sua partida deixe uma saudade profunda, a família e a pecuária brasileira têm a certeza de que o trabalho de Dona Marrita permanecerá vivo. No Nelore Pintado, nas práticas da V3 e na memória daqueles que tiveram o privilégio de conviver com ela, sua história seguirá como inspiração. “Descanse em paz, Dona Marrita. Seu legado é eterno”, escreveu a família em comunicado oficial.

  • Waze revoluciona navegação no Brasil: modo para motos, IA com Gemini e personalização chegam nesta segunda (13)

    Waze revoluciona navegação no Brasil: modo para motos, IA com Gemini e personalização chegam nesta segunda (13)

    Modo Moto: navegação desenhada para duas rodas

    O destaque do lançamento é o Modo Moto, uma funcionalidade inédita que ajusta automaticamente a rota para motociclistas, considerando variáveis como inclinação de subidas, curvas perigosas e rotas alternativas mais fluidas. A inteligência por trás do recurso mapeou mais de 5 milhões de quilômetros de vias brasileiras para garantir precisão, especialmente em grandes centros urbanos como São Paulo e Rio de Janeiro, onde a malha viária é complexa.

    Gemini no Waze: rotas que ‘pensam’ com você

    A integração com o Google Gemini permite que a plataforma sugira trajetos não apenas baseados em trânsito, mas também em preferências do usuário. Por exemplo: se você costuma parar em postos de combustível específicos ou evitar pedágios, o sistema aprende com seus hábitos e adapta as sugestões. A IA também identifica padrões de deslocamento — como viagens recorrentes para o trabalho — para oferecer alertas personalizados, como atrasos em obras ou eventos.

    Personalização em alta: do visual ao prático

    Os usuários agora podem customizar a interface do aplicativo com temas exclusivos e escolher quais informações aparecem na tela principal, como câmeras de fiscalização ou postos de emergência. Além disso, a função ‘Viagens em Grupo’ — que sincroniza rotas entre múltiplos dispositivos — chega ao Brasil com suporte a até 5 participantes, facilitando encontros ou deslocamentos compartilhados.

    Por que o Brasil é estratégico para o Waze

    Com 590 milhões de viagens mensais e a maior comunidade de usuários da América Latina, o Brasil é um laboratório para o Waze. A empresa destaca que 70% das atualizações no app vêm de dados colaborativos — como relatos de acidentes ou obras — fornecidos pelos próprios motoristas. Essa base ativa permite que recursos como o Modo Moto sejam refinados rapidamente, com feedbacks em tempo real.

    Disponibilidade: quem acessa primeiro?

    Os novos recursos começam a ser liberados nesta segunda-feira (13) para Android e iOS, mas alguns itens — como a personalização avançada — terão cronograma escalonado. Já o Modo Moto e a IA com Gemini estarão disponíveis para 100% dos usuários até o final de julho. Parte das funcionalidades ficará restrita ao programa Beta inicialmente, priorizando usuários que optam por testar versões experimentais.

  • Toyota Corolla perde espaço no mercado de sedãs e BYD King surge como nova ameaça em julho de 2026

    Toyota Corolla perde espaço no mercado de sedãs e BYD King surge como nova ameaça em julho de 2026

    O mercado de sedãs segue em trajetória de retração em junho de 2026, com o Toyota Corolla perdendo espaço para rivais como o BYD King. Segundo dados do Jason Vogel, os modelos compactos representaram apenas 7,4% dos 260.467 veículos emplacados no mês — queda de 0,6% em relação a junho de 2025, quando foram vendidas 19.560 unidades. Em maio de 2026, o volume era 9,6% superior (21.509 unidades), demonstrando a volatilidade do segmento.

    Concorrência interna: Onix Plus supera HB20S e Virtus se aproxima

    Após dois meses liderando o ranking de compactos, o Chevrolet Onix Plus (3.587 unidades) assumiu a primeira posição em junho, com o Hyundai HB20S (3.239) caindo para segundo lugar. O VW Virtus (3.206) esteve próximo de ultrapassar o modelo da Hyundai, enquanto o HB20S mantém a liderança no acumulado de 2026. O Nissan Versa, apesar de registrar melhor desempenho desde janeiro de 2023 com 635 unidades, segue na última posição entre os modelos ainda comercializados oficialmente.

    Mercado em expansão, sedãs em declínio

    Enquanto os sedãs recuam, o mercado automotivo brasileiro registrou crescimento de quase 30% em junho de 2026 na comparação anual. A tendência reflete a preferência dos consumidores por SUVs e veículos elétricos, como o BYD King, que vem ganhando relevância no segmento de compactos premium. A chegada de novos players asiáticos, com preços competitivos e tecnologia avançada, deve intensificar a disputa por espaço no setor.

  • Mercedes-AMG CLA 45 elétrico chega com 671 cv e simula ronco de motor a combustão

    Mercedes-AMG CLA 45 elétrico chega com 671 cv e simula ronco de motor a combustão

    Radicalidade elétrica com DNA AMG

    A Mercedes-AMG surpreendeu no último dia 11 de julho durante o Festival de Velocidade de Goodwood ao lançar o CLA 45 4MATIC+, a versão mais potente e tecnológica da nova família elétrica CLA. Com 671 cavalos de potência e três motores elétricos, o modelo promete performances antes reservadas a superesportivos, agora com a vantagem da propulsão 100% elétrica.

    Desempenho de outro planeta

    O CLA 45 4MATIC+ acelera de 0 a 100 km/h em apenas 3 segundos, graças ao seu conjunto mecânico inédito na marca. A autonomia, segundo a WLTP, supera 670 km — um feito notável para um carro de alto desempenho. A recarga também impressiona: de 10% a 80% em apenas 22 minutos, graças ao sistema ultrarrápido.

    O truque que decepciona e fascina

    Porém, a maior polêmica (e curiosidade) do CLA 45 elétrico é sua tentativa de replicar a experiência sensorial de um carro a combustão. A Mercedes-AMG incluiu recursos que simulam o ronco do motor e até a sensação de troca de marchas, uma estratégia que divide opiniões no universo automotivo. Afinal, o futuro é silencioso, mas a marca aposta em manter viva a emoção dos motores tradicionalistas.