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  • Waze estreia modo exclusivo para motos e IA integrada com Gemini: veja como funciona

    Waze estreia modo exclusivo para motos e IA integrada com Gemini: veja como funciona

    Navegação 2.0: Waze se adapta às motos com precisão inédita

    O Waze deu um passo significativo rumo à personalização ao lançar, nesta segunda-feira (13/07), um modo exclusivo para motociclistas. Diferente das rotas tradicionais — desenvolvidas para carros —, o novo recurso calcula trajetos considerando a dinâmica das motos, como curvas, velocidade média e caminhos alternativos menos congestionados. Segundo a empresa, o Brasil está entre os primeiros países a receber a atualização, que promete entregar estimativas de chegada mais assertivas para os usuários de duas rodas.

    Gemini no Waze: IA que conversa e otimiza sua viagem

    A integração com o Google Gemini promete transformar a interação com o aplicativo. Agora, os usuários podem buscar destinos por comando de voz natural, como “Leve-me ao Parque Ibirapuera evitando avenidas principais” ou reportar incidentes no trânsito apenas descrevendo a situação. Gai Berkovich, vice-presidente do Waze, esclareceu em coletiva que a IA não interfere na definição de rotas ou na avaliação de segurança, funções ainda reservadas às contribuições da comunidade e aos algoritmos próprios da plataforma.

    Berkovich também destacou que o Brasil abriga a maior comunidade de usuários do Waze no mundo, o que deve acelerar a adoção dos novos recursos. A atualização já está disponível para download em dispositivos Android, iOS, Android Auto e Apple CarPlay, mas a liberação pode ocorrer em ondas, como é comum em lançamentos do gênero.

    O que muda (e o que não muda) para os motociclistas

    Embora a navegação para motos seja a grande novidade, a inteligência artificial do Gemini atende a todos os usuários. A IA atua como um assistente virtual, facilitando buscas complexas ou multitarefa durante a condução. No entanto, Berkovich reforçou que a definição das rotas continua baseada em dados reais da comunidade — como acidentes, obras ou fiscalizações — e nos modelos de machine learning treinados para priorizar eficiência e segurança. Para os motociclistas, a diferença é a adaptação do cálculo às particularidades das duas rodas, excluindo vias inadequadas ou trajetos com baixa mobilidade para motos.

  • Gusttavo Lima: da infância franzina aos músculos milionários — a metamorfose que virou símbolo do sertanejo

    Gusttavo Lima: da infância franzina aos músculos milionários — a metamorfose que virou símbolo do sertanejo

    Em 13 de julho de 2026, o nome de Gusttavo Lima volta a circular nas redes sociais não por um lançamento recente, mas pela viralização de imagens que narram sua trajetória física e profissional. As fotos, que vão da infância aos dias atuais, mostram uma metamorfose que transcende a mera estética: são o retrato de um artista que soube se reinventar ao ritmo da fama.

    Do топete loiro ao corpo esculpido: a evolução que espantou o Brasil

    Nascido em 1989 em Minas Gerais, Gusttavo Lima começou a cantar aos 7 anos, mas foi em 2011 que o Brasil o conheceu de fato com o sucesso estrondoso de “Balada”. Na época, o visual do sertanejo — topete loiro, rosto liso e corpo magro — refletia a imagem de um jovem artista em ascensão, ainda moldando sua identidade no cenário nacional.

    Da magreza à musculatura: o investimento que mudou tudo

    A transformação física do cantor, especialmente a aquisição de massa muscular, não foi apenas uma mudança estética, mas um reflexo de sua disciplina e da busca por uma imagem mais poderosa. Com o passar dos anos, Gusttavo Lima não apenas ganhou músculos, mas também uma barba imponente e um sorriso que se tornou marca registrada. A metamorfose acompanhou o crescimento de sua fortuna, hoje avaliada em milhões, consolidando-o como um dos maiores fenômenos do sertanejo.

    Mais do que fotos: a narrativa de um império

    A comparação “antes e depois” do artista ganha ainda mais peso quando se considera o contexto. Gusttavo Lima não apenas mudou sua aparência, mas também sua postura profissional, tornando-se um empreendedor de sucesso. As imagens antigas, que mostram um menino franzino, contrastam com as fotos atuais, onde o cantor exibe um físico avantajado e uma presença de palco que só quem conquistou o estrelato entende. Essa dualidade — entre o artista que começou e o ícone que se tornou — é o que faz sua história ser tão fascinante.

  • Arroba do boi gordo despenca, mas consultorias apostam em virada no segundo semestre

    Arroba do boi gordo despenca, mas consultorias apostam em virada no segundo semestre

    O mercado físico do boi gordo segue em compasso de espera na segunda-feira, 13 de julho de 2026, com preços pressionados pela combinação de frigoríficos cautelosos, esgotamento da cota chinesa de 1,1 milhão de toneladas e ritmo lento das exportações. A semana iniciou com quedas expressivas nas principais praças pecuárias do país, refletindo um cenário de negociações travadas e excesso de oferta de animais prontos para abate.

    Exportações estagnadas e cota chinesa no limite

    A China, principal destino da carne bovina brasileira, praticamente esgotou sua cota de importação para 2026, o que reduziu drasticamente o ritmo das vendas externas. Segundo dados do Ministério da Agricultura, as exportações para o país asiático caíram 18% na primeira quinzena de julho em comparação ao mesmo período de junho, impactando diretamente a demanda por boi vivo.

    Consultorias veem luz no fim do túnel para o último trimestre

    Apesar do atual cenário adverso, as principais consultorias do setor — Safras & Mercado, Scot Consultoria e Agrifatto — mantêm uma perspectiva otimista para o segundo semestre. O analista Fernando Iglesias, da Safras & Mercado, destaca que o movimento de queda nos preços tem caráter conjuntural e não reflete os fundamentos do mercado. “A oferta de animais terminados deve diminuir nos próximos meses, enquanto a demanda internacional tende a se recuperar, especialmente com a retomada do consumo na China após o esgotamento da cota”, afirmou.

    Ainda segundo as projeções, o aquecimento do mercado interno, impulsionado pelo aumento do poder aquisitivo em períodos sazonais, também deve contribuir para a valorização da arroba no último trimestre de 2026.

    Pecuaristas resistem, mas apostam em recuperação

    Os produtores rurais, no entanto, seguem reticentes em negociar suas boiadas nas atuais condições de mercado. A queda nos preços, aliada à incerteza quanto à demanda chinesa, levou muitos a postergar vendas, apostando em uma valorização futura. “A estratégia é esperar, mas com o risco de o mercado mudar rapidamente”, comenta um pecuarista do Mato Grosso, que preferiu não ser identificado.

    Para especialistas, a recuperação da arroba dependerá não apenas da redução da oferta, mas também da capacidade do setor em diversificar mercados e reforçar acordos comerciais com outros países, reduzindo a dependência da China. A expectativa é que, a partir de setembro, o cenário comece a se inverter, com preços subindo gradativamente até o final do ano.

  • Mais de mil bovinos Nelore morrem em confinamento no Centro-Oeste: o que a enterotoxemia revela sobre a pecuária intensiva

    Mais de mil bovinos Nelore morrem em confinamento no Centro-Oeste: o que a enterotoxemia revela sobre a pecuária intensiva

    Na última semana, um dos maiores prejuízos já registrados na pecuária brasileira de corte chocou o setor: mais de mil bovinos Nelore morreram em um confinamento do Centro-Oeste, segundo relatos de técnicos e produtores ouvidos pela Cenário & Fatos. A causa? Uma doença pouco discutida fora do meio especializado, mas devastadora para sistemas intensivos: a enterotoxemia, provocada pela bactéria Clostridium perfringens tipo A.

    Doença silenciosa que mata em horas

    A enterotoxemia é uma das enfermidades mais temidas pelos veterinários de confinamento. Em questão de horas, o animal pode apresentar sintomas como diarreia sanguinolenta, cólicas e prostração — ou, em muitos casos, simplesmente é encontrado morto no curral, sem qualquer sinal prévio. “É uma doença que não avisa”, afirmou à Cenário & Fatos o zootecnista Ricardo Mendes, especialista em nutrição animal. “Os confinamentos modernos, com dietas ricas em carboidratos fermentáveis, criam um ambiente ideal para a proliferação dessa bactéria.”

    A pecuária intensiva cobra seu preço?

    O surto no Centro-Oeste reacendeu um debate latente entre produtores e técnicos: os protocolos sanitários e nutricionais estão acompanhando a evolução acelerada dos confinamentos brasileiros? Segundo dados da Associação Brasileira de Confinamento (ASSOCON), o Brasil fechou 2025 com mais de 5 milhões de animais confinados — um recorde histórico. No entanto, especialistas alertam que a pressão por ganhos de peso cada vez mais rápidos pode estar expondo os rebanhos a riscos antes subestimados.

    “A enterotoxemia não é novidade, mas os surtos estão se tornando mais frequentes”, destaca a veterinária Fernanda Oliveira, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). “O problema não é só o manejo nutricional, mas também a falta de vacinação adequada e a subestimação do risco em animais de alto desempenho — justamente aqueles mais valiosos para o produtor.”

    O que especialistas recomendam para evitar novas tragédias

    Diante do ocorrido, veterinários e nutricionistas listam três medidas urgentes para prevenir novos casos:

    • Revisão imediata dos protocolos vacinais: A vacinação contra clostridioses deve ser reforçada, especialmente em animais recém-chegados ao confinamento ou submetidos a dietas de alto concentrado.
    • Monitoramento nutricional rigoroso: Dietas com excesso de grãos ou carboidratos fermentáveis devem ser ajustadas, com inclusão de fibras e controle da taxa de passagem dos alimentos.
    • Adoção de protocolos de biossegurança: Isolamento de animais doentes, limpeza constante dos currais e controle de moscas — vetores comuns da bactéria — são essenciais.

    Para o presidente da ASSOCON, Marcelo Furtado, o caso deve servir como alerta para todo o setor. “Não podemos mais tratar a enterotoxemia como uma doença secundária. Em um cenário de preços voláteis e margens apertadas, cada animal perdido representa um golpe duro na rentabilidade”, afirmou. “Os confinamentos precisam investir em prevenção, não apenas em correção.”

    Consequências além do prejuízo econômico

    As perdas vão além do valor dos animais abatidos. Em um mercado cada vez mais exigente, surtos como esse podem abalar a credibilidade do Brasil como fornecedor global de carne bovina. “Países importadores já começam a questionar nossos protocolos sanitários. Um surto de enterotoxemia mal controlado pode ter reflexos não só na exportação, mas também no preço da arroba no mercado interno”, alertou um consultor de cadeia produtiva que preferiu não se identificar.

    Enquanto a investigação do ocorrido no Centro-Oeste segue em sigilo, uma coisa é certa: a pecuária intensiva brasileira precisa urgentemente repensar seus métodos. A morte de mais de mil bovinos em menos de 72 horas não foi apenas uma tragédia — foi um sintoma de um sistema que, em nome do lucro rápido, pode estar negligenciando a saúde animal.

  • Adriana encontra fortuna de ex-marido em ‘Quem Ama Cuida’ e acelera busca por vingança na reta final da novela

    Adriana encontra fortuna de ex-marido em ‘Quem Ama Cuida’ e acelera busca por vingança na reta final da novela

    Na última semana da novela Quem Ama Cuida — exibida hoje, domingo, 12 de julho de 2026 —, a personagem Adriana (Letícia Colin) protagoniza um dos momentos mais impactantes da reta final: a descoberta de uma fortuna deixada por seu ex-marido, Arthur Brandão (José Mayer), que mudará os rumos de sua vingança.

    O dinheiro que alimenta a sede de justiça

    A revelação da herança, escondida em um cofre secreto, ocorre antes do capítulo 100 da trama, conforme informações da coluna Play. O recurso encontrado não apenas simboliza a redenção financeira de Adriana, mas também sua ferramenta para confrontar aqueles que a condenaram injustamente por um crime que não cometeu. Após seis anos presa, a fisioterapeuta retorna à trama com força total, pronta para usar cada centavo da fortuna de Arthur para desmantelar os planos de seus algozes.

    O retorno de Heitor e o peso do passado

    A trama ganha ainda mais combustível com o retorno de Heitor (Renato Góes), filho de Arthur, que reforça o conflito familiar e a tensão entre os Brandão e Adriana. A descoberta da herança não apenas acirra a rivalidade, como também expõe as fragilidades emocionais dos personagens centrais. Enquanto Adriana se aproxima de seus objetivos, a família do ex-marido tenta, desesperadamente, proteger seus interesses — mesmo que isso signifique reescrever a história a qualquer custo.

    Uma vingança que pode redefinir a trama

    Com a fortuna em mãos, Adriana não apenas recupera sua autonomia financeira, mas também a capacidade de agir sem limites. A novela, que já vinha acumulando reviravoltas, promete um desfecho ainda mais explosivo, onde cada personagem será testado em seus limites éticos e emocionais. A pergunta que fica é: até onde Adriana está disposta a ir para fechar seu ciclo de dor?

  • João Guilherme corta laços com Virgínia Fonseca nas redes: o que isso revela sobre a disputa familiar sertaneja?

    João Guilherme corta laços com Virgínia Fonseca nas redes: o que isso revela sobre a disputa familiar sertaneja?

    O clima de tensão entre as famílias de Leonardo e Marcos Mion atingiu um novo patamar no fim de semana. Na última sexta-feira (10), João Guilherme e Virgínia Fonseca — que já foram aliados até nas entrelinhas das redes sociais — deram um passo atrás: ambos deixaram de se seguir no Instagram. A decisão, noticiada pelo perfil Segue a Cami, não só encerrou meses de especulações como também jogou luz sobre um problema maior: a normalização de conflitos familiares no meio sertanejo, onde as redes sociais se tornaram palco de disputas públicas.

    O unfollow que não veio de surpresa

    Para quem acompanha de perto a dinâmica entre as famílias, o rompimento virtual não foi uma reviravolta repentina. Pelo contrário: era questão de tempo. João Guilherme e Virgínia, que já foram vistos juntos em eventos e até em posts antigos em tom amigável, vinham reduzindo interações há semanas. A ruptura, no entanto, ganha contornos simbólicos: nas redes, o silêncio de ambos — até o momento — fala mais alto do que qualquer explicação. Nem Virgínia, filha de Marcos Mion, nem o irmão de Zé Felipe se manifestaram publicamente sobre o ocorrido.

    Polêmicas familiares e o peso das redes

    A relação entre as famílias vinha sendo testada por episódios recentes, como exposições de filhos menores nas redes e discussões públicas envolvendo parentes. No caso de João Guilherme e Virgínia, o unfollow mútuo funciona como um termômetro das relações: quando o afeto se transforma em distância digital, o recado é claro. A decisão, ainda que esperada por alguns, reacende debates sobre como o entretenimento sertanejo — e suas dinastias — lidam com as tensões privadas em um ambiente cada vez mais exposto.

    O que esperar agora?

    Sem esclarecimentos oficiais, as especulações tendem a crescer. Fãs já dividem opiniões: há quem acredite em um resfriamento temporário e quem aposte em um rompimento definitivo. Uma coisa é certa: a exposição de conflitos familiares no universo sertanejo, seja por meio de posts ou de perfis que monitoram esses movimentos, já não é novidade. O desafio agora é entender se esse unfollow é apenas mais um capítulo de uma novela ou o prenúncio de algo maior para os envolvidos e suas carreiras.

  • Novas reviravoltas em ‘Quem Ama Cuida’: Adriana unida a Bruna contra adversários poderosos nesta semana

    Novas reviravoltas em ‘Quem Ama Cuida’: Adriana unida a Bruna contra adversários poderosos nesta semana

    A novela Quem Ama Cuida vive um dos seus capítulos mais tensos na semana marcada para domingo, 12 de julho de 2026. A personagem Adriana, vivida por Leticia Colin, enfrenta não apenas seus próprios demônios, mas também o advogado Ademir em um embate público que promete deixar marcas.

    A vingança de Adriana: acusações que abalam a justiça

    Em um ato ousado, Adriana invade uma palestra de Ademir para expor o que classifica como “manipulações judiciais” que arruinaram sua vida. O confronto, transmitido ao vivo, expõe não só a rivalidade entre os personagens, mas também questiona a ética profissional do advogado, cujas ações têm consequências diretas nas vidas de quem o cerca. A cena, carregada de tensão, reforça o tom dramático da trama e prenuncia novos desdobramentos.

    Bruna e Pedro: ciúmes que desestabilizam alianças

    A entrada de Bruna, interpretada por Fernanda Marques, adiciona uma camada extra de complexidade ao enredo. Tomada por ciúmes em relação a Pedro (Chay Suede), ela exige que Adriana se afaste do advogado, uma provocação que não apenas revela suas fragilidades, mas também abala o casamento do casal. As escolhas difíceis impostas aos personagens criam um efeito dominó, onde lealdades são testadas e alianças se fragilizam.

    O que esperar dos próximos capítulos?

    Com a trama em alta, os espectadores devem se preparar para mais reviravoltas. A rivalidade entre Adriana e Ademir, somada aos conflitos pessoais de Bruna e Pedro, promete manter os fãs grudados na tela. Enquanto a data de 12 de julho de 2026 serve como ponto de partida, os episódios seguintes tendem a aprofundar ainda mais as tensões, com novos personagens entrando em cena e velhas feridas sendo reabertas.

  • De HEV a BEV: o dicionário definitivo das tecnologias de carros elétricos para você não errar na hora de comprar

    De HEV a BEV: o dicionário definitivo das tecnologias de carros elétricos para você não errar na hora de comprar

    Do motor a combustão à eletricidade: como os carros evoluíram em 20 anos

    No último domingo, 12 de julho de 2026, os concessionários brasileiros já registravam quase 20% de vendas de veículos elétricos ou híbridos, um salto significativo em relação a anos anteriores. Essa transformação reflete não apenas uma tendência global, mas também a urgência por soluções menos poluentes em um país que ainda depende fortemente de combustíveis fósseis. Por trás desses números, no entanto, há um universo de siglas que definem tecnologias distintas — algumas revolucionárias, outras meras estratégias de marketing.

    EV e BEV: os elétricos puros que dominam o futuro

    Quando se fala em EV (Electric Vehicle) ou BEV (Battery Electric Vehicle), estamos diante dos carros 100% elétricos, cujas baterias são recarregadas na tomada ou em estações de carregamento rápido. A diferença entre os termos é mínima: o BEV é um subgrupo do EV, mas ambos dispensam qualquer tipo de motor a combustão. No Brasil, modelos como o BYD Dolphin e o Tesla Model 3 já mostram que a autonomia — que pode superar 500 km em alguns casos — é o grande atrativo. Contudo, o custo inicial ainda é um entrave para muitos consumidores.

    HEV, MHEV e os híbridos que enganam o consumidor

    Os HEV (Hybrid Electric Vehicle) são os híbridos tradicionais, como o Toyota Corolla Hybrid, que combinam um motor a combustão com um pequeno motor elétrico. A bateria se recarrega sozinha, sem a necessidade de plugar na tomada — um recurso útil, mas que não reduz significativamente o consumo de gasolina. Já os MHEV (Mild Hybrid Electric Vehicle) são uma versão ainda mais discreta dos híbridos: o motor elétrico atua como um “empurrão” para o motor a combustão, economizando até 15% de combustível, mas sem oferecer autonomia elétrica real. Muitos especialistas classificam essas tecnologias como “marketing verde”, já que não representam uma transição efetiva para a eletrificação.

    PHEV e REEV: os híbridos que prometem o melhor dos dois mundos

    Os PHEV (Plug-in Hybrid Electric Vehicle), como o Ford Escape PHEV, vão além: permitem que o motorista viaje até 50 km apenas com eletricidade, graças a baterias maiores que podem ser recarregadas na tomada. Já os REEV (Range Extender Electric Vehicle) são uma categoria menos comum, onde um pequeno motor a combustão atua apenas como gerador para recarregar as baterias quando necessário — como no BMW i3 REx. Ambos oferecem uma transição suave para quem ainda teme a autonomia limitada dos BEV, mas exigem mais atenção na hora da compra, já que nem todos os modelos entregam o que prometem.

    FCEV: o futuro do hidrogênio que ainda engatinha no Brasil

    Por fim, os FCEV (Fuel Cell Electric Vehicle) utilizam células de combustível para gerar eletricidade a partir de hidrogênio. Embora sejam promissores — com emissões zero e recarga rápida em minutos — essa tecnologia ainda é um sonho distante no Brasil. Hoje, apenas protótipos como o Toyota Mirai circulam por aqui, e a falta de infraestrutura de abastecimento mantém os FCEV restritos a nichos. Para os próximos anos, a expectativa é que os BEV e PHEV sigam dominando o mercado, enquanto o hidrogênio ganha espaço em aplicações comerciais, como caminhões e ônibus.

    Como escolher? Depende do seu bolso e do seu estilo de direção

    Se o seu objetivo é reduzir emissões sem abrir mão da praticidade, um PHEV pode ser a melhor opção. Para quem tem condições de investir em carregadores residenciais e quer zero emissões, os BEV são imbatíveis. Já quem busca apenas economia de combustível sem grandes mudanças na rotina pode se contentar com um HEV ou MHEV — desde que entenda que a eletrificação real é limitada. Independentemente da escolha, uma coisa é certa: o futuro do setor automotivo já chegou ao Brasil, e ignorar essas siglas pode custar caro no longo prazo.

  • São Bernardo e Cuiabá duelam na Série B: onde assistir ao vivo e análise do duelo decisivo em São Bernardo do Campo

    São Bernardo e Cuiabá duelam na Série B: onde assistir ao vivo e análise do duelo decisivo em São Bernardo do Campo

    O São Bernardo busca virar o jogo em casa após três derrotas consecutivas, enquanto o Cuiabá chega com moral após vencer o América-MG na última rodada. O duelo, que acontece às 16h no Estádio 1º de Maio, é mais do que uma simples partida: é uma oportunidade para os times recuperarem pontos e se aproximarem das primeiras posições da tabela.

    A batalha pela recuperação do São Bernardo

    O São Bernardo, atualmente em 7º lugar com 23 pontos, enfrenta uma crise de resultados. A derrota por 2 a 1 para o líder Vila Nova na última rodada deixou a equipe em alerta. Três jogos sem vitórias somam pressão sobre o time, que precisa urgentemente de uma vitória para manter as chances de classificação para a Série A. O técnico e a torcida cobram um desempenho sólido, especialmente em casa, onde o time tem mostrado fragilidades defensivas.

    O Cuiabá em ascensão e a busca por três pontos

    Já o Cuiabá, na 10ª posição com 20 pontos, chega ao confronto com mais otimismo. A vitória por 1 a 0 sobre o América-MG na rodada anterior deu fôlego à equipe, que agora mira os três pontos para subir na classificação. O time mato-grossense vem mostrando regularidade e pode surpreender um São Bernardo em baixa. A partida é uma chance de ouro para o Cuiabá se consolidar na parte superior da tabela.

    Onde assistir ao vivo no domingo (12)

    Os torcedores poderão acompanhar o duelo pelos canais oficiais da competição. A transmissão será feita pela Premiere e pela TV Brasil, garantindo cobertura nacional. Além disso, plataformas como Globoplay e YouTube também devem oferecer opções para quem prefere assistir online.

  • Cientistas brasileiros desenvolvem solução inovadora contra doença que ameaça cíclames, plantas ornamentais que movem R$ 500 mi por ano na América do Sul

    Cientistas brasileiros desenvolvem solução inovadora contra doença que ameaça cíclames, plantas ornamentais que movem R$ 500 mi por ano na América do Sul

    Parceria científico-industrial derruba paradigma no controle de doenças vegetais

    Em um avanço que pode redefinir os padrões do agronegócio ornamental, pesquisadores brasileiros uniram expertise acadêmica e inovação industrial para criar uma estratégia inédita contra a murcha de Fusarium, principal inimiga das plantas de cíclame (Cyclamen). A solução, que combina o composto vegetal β-cariofileno — naturalmente produzido pela planta em resposta à infecção fúngica — com o óxido de grafeno derivado do grafite, demonstrou eficácia superior aos métodos convencionais, reduzindo a volatilidade do ativo natural e prolongando sua ação protetora.

    Brasil lidera produção sul-americana, mas doença ameaça setor

    A cultura do cíclame movimenta cerca de R$ 500 milhões anuais na América do Sul, com o Brasil respondendo por 40% desse mercado, segundo dados do Ministério da Agricultura. No entanto, a doença, causada pelo fungo Fusarium oxysporum f. sp. cyclaminis, pode dizimar até 30% das lavouras em casos graves, forçando produtores a recorrer a fungicidas químicos de alto impacto ambiental. A nova abordagem, desenvolvida pela Embrapa Meio Ambiente (SP), Unicamp e PPS Compósitos, surge como uma alternativa sustentável e economicamente viável.

    Como funciona a inovação

    O β-cariofileno, molécula presente em diversas plantas e associada a mecanismos de defesa vegetal, é naturalmente produzido pelas plantas de cíclame após a infecção pelo fungo. No entanto, sua alta volatilidade limitava sua eficácia como agente de controle. A solução veio com a adição do óxido de grafeno, que forma uma camada protetora sobre as folhas e caules, liberando o composto de forma gradual e potencializando seu efeito antifúngico. Testes laboratoriais e de campo comprovaram que a combinação reduz a incidência da doença em até 80% em comparação ao uso isolado do β-cariofileno, além de dispensar o uso de agrotóxicos sintéticos.

    Impactos econômicos e ambientais

    Além de diminuir as perdas produtivas, a tecnologia desenvolvida promete reduzir os custos com insumos químicos, que representam até 20% do orçamento de pequenos e médios produtores de cíclame. Segundo especialistas, a solução também abre caminho para o desenvolvimento de novos produtos biotecnológicos no setor ornamental, que movimenta R$ 2,5 bilhões anuais no Brasil. Para a Embrapa, o projeto reforça o potencial do país como líder em inovação agroambiental, especialmente em culturas de alto valor agregado como o cíclame.

    Próximos passos: da bancada para o campo

    Os pesquisadores já iniciaram os trâmites para o registro da patente da tecnologia e buscam parcerias com cooperativas de produtores para a produção em escala do composto. O objetivo é comercializar o produto até 2027, inicialmente para o mercado interno e, posteriormente, para países como Colômbia e Peru, principais concorrentes do Brasil no setor. Enquanto isso, a equipe estuda a aplicação da mesma estratégia em outras culturas suscetíveis a doenças fúngicas, como morango e tomate.