Tag: carro elétrico

  • Ferrari Luce: bastidores da apresentação secreta com Hamilton e Leclerc revelam detalhes do futuro elétrico da marca

    Ferrari Luce: bastidores da apresentação secreta com Hamilton e Leclerc revelam detalhes do futuro elétrico da marca

    Um marco histórico antes do lançamento oficial

    No dia 25 de maio de 2026, há exatos 79 anos da primeira vitória da Ferrari no Grande Prêmio de Roma, a marca italiana realizou uma apresentação ultrassecreta em Balocco, seu centro de testes. Lá, um protótipo da Luce — seu futuro modelo elétrico — foi mostrado pela primeira vez a um seleto grupo de convidados, incluindo pilotos.

    Hamilton e Leclerc à frente do futuro

    Charles Leclerc e Lewis Hamilton, ainda sem ver o carro oficialmente, tiveram a chance de subir a bordo do protótipo em testes. Enquanto a equipe de produção gravava imagens promocionais, Raffaele De Simone, chefe de testes da Ferrari, questionou sobre a viabilidade de uma Ferrari 100% elétrica — um tema que ganha relevância diante da transição energética da indústria.

    A Luce chega em 30 dias

    A apresentação da Luce marca um momento decisivo para a Ferrari, que se prepara para lançar o modelo em menos de um mês. O evento em Balocco, além de relembrar a história da marca, sinaliza uma nova era: a da mobilidade elétrica sem perder a essência esportiva que define a Scuderia.

  • VW ID. Polo Trend estreia na Europa com preço a partir de R$ 145 mil e bateria compacta de 37 kWh

    VW ID. Polo Trend estreia na Europa com preço a partir de R$ 145 mil e bateria compacta de 37 kWh

    A Volkswagen inicia a comercialização do VW ID. Polo Trend, a versão mais em conta do recém-lançado elétrico compacto da marca na Europa. Com preço inicial de €24.995 (cerca de R$ 145,1 mil), o modelo chega ao mercado com uma bateria de 37 kWh, ideal para deslocamentos urbanos e compradores que buscam preços mais acessíveis.

    Autonomia e desempenho para o dia a dia

    O ID. Polo Trend entrega até 334 km de alcance (segundo o ciclo WLTP) e uma potência de 85 kW (116 cv), suficiente para o trânsito diário. Em estações de recarga rápida de corrente contínua, o veículo recupera de 10% a 80% da carga em aproximadamente 23 minutos, graças ao carregador de até 90 kW.

    Diferenciais da versão básica

    A configuração inicial inclui acabamento na cor Amarelo Pitão Metálico, rodas de aço de 17 polegadas e chega antes mesmo de outras variantes do modelo. A estreia na Europa ocorre poucas semanas após o lançamento da versão topo de linha, que carrega uma bateria de 52 kWh e preço superior a €30 mil (R$ 174,2 mil).

  • Carro elétrico mais barato do Brasil: vendas do JMEV Emova Easy são suspensas por alta de custos e tributos

    Carro elétrico mais barato do Brasil: vendas do JMEV Emova Easy são suspensas por alta de custos e tributos

    A importadora E-Motors Brasil anunciou, na última quarta-feira (2 de julho de 2026), a suspensão definitiva das vendas dos modelos elétricos JMEV Emova Easy e Emova Urban — este último um subcompacto — após uma escalada nos custos logísticos e a retomada integral da alíquota de 35% do imposto de importação para veículos eletrificados a partir de 1º de julho.

    Preços originais inviabilizados pela crise logística

    Anunciado em março como o carro elétrico mais barato do Brasil, o Emova Easy, com preço inicial de R$ 69.990, e o Emova Urban, cotado em R$ 99.990, tiveram suas comercializações paralisadas antes mesmo das primeiras entregas. Segundo a E-Motors, o valor do frete marítimo para trazer um contêiner de 40 pés da China subiu de US$ 1.800 (R$ 9.900) no início do ano para US$ 10.200 (R$ 56.000) nas cotações recentes — um aumento de 466%. Somado à alíquota de importação, a operação tornou-se economicamente insustentável.

    Clientes já ressarcidos e operação congelada até nova decisão

    A empresa devolveu integralmente o valor das reservas feitas pelos clientes, que agora buscam alternativas no segmento de veículos elétricos de entrada. A estratégia da E-Motors é manter as atividades suspensas até que os custos logísticos retornem a patamares viáveis, o que pode levar meses dada a instabilidade global nos fretes marítimos.

    Impacto no mercado de elétricos no Brasil

    A medida reforça os desafios do setor, que já enfrenta incertezas devido a políticas tributárias voláteis e barreiras alfandegárias. Com a paralisação do Emova Easy — até então o modelo mais acessível do segmento —, consumidores interessados em elétricos de baixo custo ficam sem opções imediatas, enquanto fabricantes e importadoras avaliam estratégias para lidar com a nova realidade de custos.

  • MG4 Urban chega com pré-venda no Brasil: elétrico mais barato da marca promete autonomia de até 358 km

    MG4 Urban chega com pré-venda no Brasil: elétrico mais barato da marca promete autonomia de até 358 km

    Elétrico mais acessível da MG no Brasil

    A MG Motor deu início, nesta terça-feira (30 de junho de 2026), à pré-venda do MG4 Urban, hatch elétrico que se apresenta como o modelo mais barato da marca no mercado brasileiro. O lançamento chega após a montadora anunciar investimentos para a produção de dois modelos no Ceará, reforçando sua estratégia de expansão no país.

    Especificações técnicas e opções de bateria

    O MG4 Urban será oferecido em duas configurações de bateria, ambas com motor elétrico de 150 cv e torque de 25,5 kgfm. A versão básica conta com uma bateria de 43 kWh, homologada pelo Inmetro com autonomia de 299 km, enquanto a versão superior tem capacidade de 54 kWh e alcance de 358 km. Ambas as opções aceleram de 0 a 100 km/h em 9,6 segundos.

    Recarga rápida e equipamentos de série

    Independentemente da bateria, o MG4 Urban suporta carregamento rápido de até 150 kW em corrente contínua (DC). A recarga de 10% a 80% é concluída em 28 minutos na versão menor e em 30 minutos na maior. Em termos de equipamentos, o modelo chega com itens como faróis e lanternas de LED, rack de teto, rodas de 16 polegadas e painel digital de 7 polegadas, além de outras funcionalidades incluso de fábrica.

  • Shell apresenta carro elétrico com bateria imersa em líquido: recarga de 10% a 80% em menos de 10 minutos

    Shell apresenta carro elétrico com bateria imersa em líquido: recarga de 10% a 80% em menos de 10 minutos

    Um laboratório sobre rodas para revolucionar a mobilidade elétrica

    No dia 28 de junho de 2026, a Shell — gigante do petróleo — apresentou um conceito que desafia a engenharia automotiva: o Shell Triple 10 Challenge, um hatch elétrico projetado não para produção em massa, mas como um laboratório móvel para testar novas tecnologias de fluidos térmicos e eficiência energética.

    Recarga ultra-rápida sem baterias gigantes

    O grande feito do protótipo está em sua capacidade de recarregar de 10% a 80% de sua bateria em 9 minutos e 54 segundos, recuperando 245 km de autonomia com um carregador de 175 kW — uma performance inferior aos carregadores ultra-rápidos mais caros do mercado, mas suficiente para colocar em xeque a crença de que baterias maiores são a única solução para autonomia.

    Eficiência recorde: 10 km com apenas 1 kWh

    O projeto, desenvolvido em parceria com as empresas RML e Empel, também estabeleceu uma segunda meta ambiciosa: consumir apenas 1 kWh por 10 km rodados. Um patamar que, se replicado em escala, poderia reduzir drasticamente os custos operacionais dos veículos elétricos e aliviar a pressão sobre as redes de distribuição de energia.

    Tecnologia imersa: o segredo da inovação

    A chave para essa performance está no sistema de resfriamento das baterias, que utiliza um fluido térmico imerso — uma solução técnica ainda pouco comum no mercado, mas que promete eliminar pontos quentes localizados e aumentar a vida útil das células. Embora a Shell não tenha planos de fabricar o modelo em série, as lições aprendidas com o Triple 10 Challenge devem influenciar os próximos lançamentos de fabricantes como Tesla, BYD e chineses que buscam dominar a corrida pela recarga rápida.

    O que vem por aí: o impacto no mercado

    Para o consumidor, a notícia é animadora: a inovação da Shell sinaliza que, nos próximos anos, poderemos ver veículos elétricos com baterias menores, mais leves e com tempos de recarga comparáveis aos de um abastecimento tradicional de combustível. Para as petroleiras, que enfrentam a transição energética, o protótipo é um movimento estratégico para se posicionar no setor de mobilidade limpa — mesmo que seja apenas com um veículo conceito.

  • Carro elétrico em enchentes: riscos ocultos na alta tensão e na física da água

    Carro elétrico em enchentes: riscos ocultos na alta tensão e na física da água

    Segurança elétrica: a engenharia que neutraliza a alta tensão

    Ao contrário do que sugere o imaginário popular, um carro elétrico submerso não transforma suas ruas alagadas em câmaras de choque. A arquitetura das baterias de alta tensão — como as de íon-lítio presentes em modelos como o Tesla Model 3 ou o BYD Dolphin — é projetada com selos herméticos e sistemas de corte automático de energia em caso de infiltração. “A corrente elétrica só flui em circuitos fechados, e a água, por si só, não fecha esses circuitos”, explica o engenheiro automotivo Ricardo Souza, especialista em mobilidade elétrica. No entanto, a integridade desses sistemas depende da profundidade e duração do alagamento: um mergulho prolongado pode danificar os selos, expondo os cabos à umidade residual e gerando curto-circuito meses depois.

    Flutuabilidade vs. controle: o paradoxo da leveza elétrica

    A mesma física que torna os elétricos menos propensos a incêndios — pela ausência de combustível líquido — os torna vulneráveis à força da água. Por terem um centro de gravidade mais baixo (graças às baterias posicionadas no assoalho) e estruturas mais leves, eles tendem a flutuar em alagamentos profundos. “Isso pode desestabilizar o veículo, mesmo em velocidades baixas, levando à perda de direção ou até capotamento”, alerta Souza. Enquanto um carro a combustão, mais pesado, afunda rapidamente e mantém contato com o solo, o elétrico pode ser arrastado pela corrente como um barco improvisado — um risco subestimado em áreas urbanas com má drenagem, como as registradas nesta domingo, 21 de junho de 2026.

    Danos pós-enchente: a corrosão que não aparece no momento

    Os estragos mais perigosos de uma enchente não são visíveis na hora. Componentes como freios, suspensão e até o sistema de ar-condicionado — itens não diretamente ligados à bateria — são os primeiros a sucumbir à umidade. “A água salgada ou contaminada acelera a oxidação dos terminais elétricos não protegidos, e a lama pode entupir dutos de refrigeração do motor, mesmo em híbridos”, destaca o mecânico Carlos Mendes. Em casos extremos, a corrosão avança para a fiação interna, gerando falhas intermitentes meses depois. Já os híbridos, embora menos suscetíveis à flutuabilidade, mantêm o risco do calço hidráulico nos motores a combustão, quando a água entra nos cilindros e danifica peças como bielas e pistões.

    Para quem vive em regiões com alertas de enchente recorrentes — como a Região Metropolitana de Goiânia, onde Wanessa Alves cobre ocorrências locais —, a recomendação é clara: evite atravessar ruas alagadas, mesmo em veículos elétricos. A segurança não está apenas na ausência de faíscas, mas na física implacável da água. E, como mostra a engenharia moderna, nem toda tecnologia é à prova de engenharia humana.

  • Geely EX5 abandona tração dianteira e ganha motor de 333 cv com LiDAR na China — entenda as mudanças

    Geely EX5 abandona tração dianteira e ganha motor de 333 cv com LiDAR na China — entenda as mudanças

    Motorização mais potente e mudança para tração traseira

    O Geely EX5, comercializado na China como Galaxy E5, acaba de receber uma atualização significativa que redefine seu conjunto elétrico. O novo motor entrega 333 cv, um salto de 23% em relação à versão anterior, e adota a configuração de tração traseira — modelo inédito no Brasil, onde o SUV elétrico era oferecido apenas com tração dianteira. A decisão reflete uma tendência do mercado chinês, que prioriza desempenho e comportamento de condução mais esportivo.

    Tecnologia embarcada: LiDAR e semi-autonomia

    Além do aumento de potência, a versão atualizada chega com um sensor LiDAR posicionado no teto, responsável por alimentar o sistema de condução semi-autônoma G-Pilot H5. A tecnologia promete maior precisão em manobras e auxílio em rodovias, alinhando-se ao avanço dos veículos elétricos chineses rumo à autonomia nível 2+. A inclusão do LiDAR também reforça a aposta da Geely em soluções de segurança ativa, um diferencial em um segmento cada vez mais competitivo.

    Design e segurança: o fim das maçanetas embutidas

    A atualização traz ainda mudanças no visual, como um para-choque redesenhado e um discreto alongamento do SUV (estimado em poucos centímetros). A alteração mais controversa, porém, é o retorno das maçanetas tradicionais em detrimento dos botões sensíveis ao toque — uma decisão impulsionada por novas regulamentações chinesas de segurança, que exigem maior clareza nos mecanismos de abertura das portas em casos de emergência.

    Impacto no Brasil: o que muda para os consumidores?

    Embora o Geely EX5 não seja produzido no Brasil, a atualização na China serve como termômetro para futuras versões globais. A tração traseira e o motor mais potente podem influenciar a próxima geração do modelo, que já é um dos elétricos mais vendidos no país. Enquanto isso, os brasileiros seguem dependentes da versão atual, que mantém a configuração de tração dianteira e 272 cv de potência. A chegada do LiDAR, contudo, abre discussão sobre quando a tecnologia será incorporada aos veículos nacionais.

  • VW ID. Unyx 07 chega à China como sedã elétrico acessível: 558 km de autonomia e jeito de Virtus

    VW ID. Unyx 07 chega à China como sedã elétrico acessível: 558 km de autonomia e jeito de Virtus

    O novo sedã elétrico da VW para o mercado chinês

    A Volkswagen reforça sua estratégia global de eletrificação com o lançamento do ID. Unyx 07 na China, um sedã elétrico que chega ao mercado com preço inicial de US$ 16.200 (equivalente a cerca de R$ 81.900 na cotação atual). O modelo promete ser uma alternativa elétrica ao Virtus, mas com dimensões ampliadas e maior espaço interno, incluindo um porta-malas de 711 litros.

    Tecnologia e performance em destaque

    O ID. Unyx 07 é construído sobre a plataforma MEB, a mesma arquitetura modular usada em outros elétricos da marca, como o ID.4 e o ID. Buzz. Ele é equipado com um motor de 231 cv e uma bateria de 60 kWh, capaz de oferecer até 558 km de autonomia no ciclo WLTP. Além disso, estreia a nova Arquitetura Eletrônica da China (CEA), desenvolvida em parceria com a XPeng, garantindo maior eficiência e conectividade.

    Interior digital e conectividade

    No cockpit, o modelo apresenta três telas digitais integradas e um head-up display que pode ser compartilhado entre motorista e passageiro. O design moderno e as tecnologias embarcadas refletem a aposta da Volkswagen em oferecer um carro elétrico acessível, mas com recursos de ponta para o mercado chinês, um dos mais competitivos do mundo.

  • Lotus Evija chega ao Brasil com preço de R$ 40 milhões: hipercarro elétrico de 2.039 cv pode se tornar o mais caro do país

    Lotus Evija chega ao Brasil com preço de R$ 40 milhões: hipercarro elétrico de 2.039 cv pode se tornar o mais caro do país

    Um marco para o mercado automotivo brasileiro

    No dia 31 de maio de 2026, a Lotus está prestes a redefinir o segmento de veículos de luxo no Brasil com a chegada do Evija, um hipercarro elétrico que pode se tornar o carro mais caro já comercializado no país. Com um preço estimado em R$ 40 milhões, a negociação em andamento coloca o modelo britânico em um patamar exclusivo, limitado a apenas 130 unidades mundialmente.

    Tecnologia e performance de outro mundo

    O Lotus Evija não é apenas uma demonstração de exclusividade, mas também de inovação. Equipado com um motor elétrico de 2.039 cavalos, o hipercarro acelera de 0 a 300 km/h em impressionantes 9,1 segundos, alinhando potência extrema a um design aerodinâmico inspirado em tecnologia de ponta. Seu chassi monocoque de fibra de carbono não apenas garante rigidez estrutural, mas também reduz significativamente o peso, essencial para uma performance tão agressiva.

    Exclusividade que define valor

    A estratégia da Lotus de restringir a produção do Evija a meras 130 unidades globalmente tem como objetivo principal manter seu status de objeto de desejo entre colecionadores e entusiastas. No Brasil, a fabricante já negocia a venda de ao menos uma unidade, com a estreia oficial de sua primeira concessionária no país marcada para julho de 2026. Até lá, o Evija permanece como um símbolo de status, combinando engenharia avançada com um preço que reflete sua raridade.

    O que esperar do futuro da Lotus no Brasil?

    Com a chegada do Evija, a Lotus não apenas expande sua presença no mercado brasileiro, mas também sinaliza sua ambição de se consolidar como uma marca premium no segmento de veículos elétricos. A estratégia de priorizar modelos de alta performance e design inovador pode atrair não só colecionadores, mas também investidores interessados em tecnologia automotiva de ponta. Enquanto as negociações avançam, o Brasil se prepara para receber um dos carros mais exclusivos e tecnologicamente avançados do mundo.

  • Ex-presidente da Ferrari alerta: Luce EV pode ‘destruir uma lenda’ do automobilismo

    Ex-presidente da Ferrari alerta: Luce EV pode ‘destruir uma lenda’ do automobilismo

    A Ferrari surpreendeu o mundo automobilístico na última quarta-feira, 27 de maio de 2026, ao lançar oficialmente seu primeiro carro elétrico, o Luce EV, sem qualquer vazamento prévio de imagens ou informações técnicas. Em uma era dominada por redes sociais e pela obsessão por cliques, o feito da marca italiana foi recebido com mistura de admiração e ceticismo.

    O segredo que virou lenda

    Manter o design do Luce EV em sigilo absoluto até a apresentação é um feito raro nos dias de hoje. Empresas como Tesla e Rivian já haviam quebrado essa barreira há anos, com protótipos circulando livremente antes das estreias. A Ferrari, contudo, conseguiu preservar a surpresa — um detalhe que, segundo especialistas, reforça o respeito à marca e sua cultura de excelência. Mas será que o silêncio foi suficiente para salvar a identidade de um ícone?

    A voz do passado: di Montezemolo e o risco da inovação

    Luca di Montezemolo, ex-presidente da Ferrari entre 1991 e 2014 e um dos homens mais influentes da história recente da marca, não poupou críticas ao Luce EV. Em entrevista exclusiva, ele afirmou que o modelo elétrico ‘corre o risco de destruir uma lenda‘, referindo-se à tradição de motores a combustão que definiram a Ferrari ao longo de sete décadas. ‘A Ferrari não é apenas um carro; é uma obra de arte movida por um rugido inconfundível‘, declarou, ecoando o temor de que a eletrificação possa diluir a essência da marca.

    Mudança inevitável ou traição à identidade?

    O debate vai além da estética. Para Montezemolo, a Ferrari acertou ao inovar, mas erra ao apostar integralmente no elétrico sem uma transição gradual que preserve o DNA da marca. ‘O cliente da Ferrari não quer apenas performance; ele quer uma experiência‘, argumentou. Enquanto isso, a empresa defende que o Luce EV representa ‘o futuro sem perder a alma italiana‘, prometendo manter o desempenho característico da marca mesmo com a mudança de propulsão.

    Repercussão imediata: entre o fascínio e o ceticismo

    A internet explodiu com opiniões sobre o Luce EV. Nas redes sociais, fãs dividiram-se entre aqueles que celebram a coragem da Ferrari em abraçar a eletrificação e outros que temem a perda do ‘som do inferno’ — o ronco dos motores V12 que se tornou sinônimo de paixão automobilística. Especialistas, por sua vez, destacam que, apesar do risco, a estratégia pode ser um divisor de águas para a indústria, forçando concorrentes a repensarem seus modelos de transição energética.