Tag: Geely EX2

  • Geely EX2 chega à Europa com bateria maior e autonomia superior à versão brasileira: o que muda?

    Geely EX2 chega à Europa com bateria maior e autonomia superior à versão brasileira: o que muda?

    O hatch elétrico Geely EX2 iniciou sua pré-venda na Europa com uma configuração inédita: uma bateria de 47 kWh, que eleva sua autonomia para 345 km — um salto significativo em relação aos 39,4 kWh e cerca de 280 km de alcance estimado da versão brasileira. O modelo, lançado na Bélgica por 19.490 euros (R$ 120 mil na cotação atual), chega ao mercado europeu como um concorrente direto do BYD Dolphin Mini e do Renault 5 E-Tech, apostando em tecnologia e preço competitivo para conquistar espaço.

    Bateria maior e autonomia estendida: o que a Europa ganha de diferente?

    A principal inovação do EX2 europeu está no pacote energético. Enquanto a versão brasileira, ainda em fase de testes no Paraná, deve manter a bateria de 39,4 kWh, o modelo exportado oferece uma capacidade superior, resultando em uma autonomia 23% maior. Essa diferença pode ser decisiva em um mercado onde a infraestrutura de recarga ainda é desigual entre os países. Além disso, o EX2 europeu já chega com grade ativa e faróis full-LED, itens que ainda não foram confirmados para a linha nacional.

    Produção local no Brasil: quando o EX2 vai nivelar as tecnologias?

    Enquanto o EX2 europeu já está em fase de pré-venda, a produção local do modelo no Brasil está prevista para iniciar no último trimestre de 2026. O veículo, que já emplacou mais de 20 mil unidades no país em 2024, deve receber atualizações para se alinhar às versões internacionais, mas ainda não há confirmação de quando a bateria de 47 kWh será incorporada ao mercado brasileiro. Até lá, a Europa manterá vantagem em autonomia e tecnologia embarcada.

    Estratégia de preços: como o EX2 se posiciona contra rivais?

    Com um preço promocional de 19.490 euros, o Geely EX2 chega à Europa com um valor agressivo, especialmente quando comparado a modelos como o BYD Dolphin Mini (a partir de 22.000 euros) e o Renault 5 E-Tech (a partir de 23.000 euros). O apelo do hatch compacto, somado à autonomia estendida, pode atrair consumidores que buscam um elétrico acessível, mas com desempenho superior. No entanto, a concorrência no segmento ainda é acirrada, com marcas chinesas e europeias disputando cada ponto de participação de mercado.

  • Volkswagen Tera dispara no ranking: SUV de entrada é 3º carro mais vendido do Brasil em julho

    Volkswagen Tera dispara no ranking: SUV de entrada é 3º carro mais vendido do Brasil em julho

    O mercado automotivo brasileiro registrou crescimento de 2,1% em julho na comparação com junho, impulsionado por lançamentos e estratégias comerciais agressivas. Nesse cenário, o Volkswagen Tera se destacou como o terceiro carro mais vendido do país, emplacando 10.165 unidades — apenas 175 unidades atrás do VW Polo, vice-líder, e atrás da líder absoluta, a Fiat Strada, com 14.912 unidades.

    Geely EX2: o elétrico quebrou barreiras e entrou no top 10

    O Geely EX2, modelo 100% elétrico, surpreendeu ao ocupar a 9ª posição no ranking, com 5.898 emplacamentos. Em junho, o veículo estava na 17ª colocação, demonstrando um salto expressivo que o coloca à frente do tradicional Hyundai Creta em vendas. O desempenho reforça a tendência de aceleração dos elétricos no Brasil, mesmo com os desafios de infraestrutura e preços ainda elevados.

    BYD avança: Dolphin Mini supera T-Cross e Dolphin recupera fôlego

    A BYD consolidou sua presença no mercado com dois modelos entre os dez mais vendidos. O BYD Dolphin Mini subiu da 8ª para a 6ª posição, com 7.265 unidades emplacadas, superando o VW T-Cross (7.070 unidades). Já o BYD Dolphin, em 8º lugar, registrou 6.492 vendas, recuperando espaço após quedas recentes. A marca chinesa segue como principal referência no segmento elétrico no país.

    Hatchs e sedãs: Hyundai i20 e Chevrolet Sonic surpreendem com alta

    Enquanto os SUVs e elétricos dominam as mancheiras, os compactos também deram show. O Hyundai i20 e o Chevrolet Sonic apresentaram saltos significativos nas vendas, indicando um movimento de reposição de frota e interesse por modelos mais acessíveis em um cenário de juros ainda pressionados.

  • Leapmotor B03: hatch elétrico chinês promete desafiar BYD Dolphin e Geely EX2 em 2027

    Leapmotor B03: hatch elétrico chinês promete desafiar BYD Dolphin e Geely EX2 em 2027

    Um novo player no mercado de elétricos compactos

    O Leapmotor B03 surge como a aposta da marca chinesa para disputar espaço entre modelos como o BYD Dolphin e o Geely EX2, consolidando-se como uma alternativa competitiva em preço e tecnologia. Com lançamento global marcado para 2027, o hatch traz dimensões estratégicas — 4,17 m de comprimento, 1,79 m de largura e 2,60 m de entre-eixos — que prometem equilibrar espaço interno e maneabilidade urbana, características essenciais para o segmento.

    Tecnologia e praticidade à frente

    A cabine do B03 é equipada com painel digital integrado a uma central multimídia, além de câmera 360º para facilitar manobras e segurança. O modelo oferece duas opções de bateria: uma com autonomia de até 510 km pelo ciclo CLTC, e outra que pode ser recarregada de 30% a 80% em apenas 16 minutos, uma vantagem significativa frente a concorrentes que demoram horas para completar a carga.

    Preço acessível e foco no mercado global

    Vendido na China como A05, o Leapmotor B03 chega ao mercado internacional com uma proposta clara: democratizar o acesso a veículos elétricos compactos, sem abrir mão de recursos tecnológicos avançados. A estratégia de preço agressivo pode redefinir a competição no segmento, pressionando marcas estabelecidas a reverem suas ofertas.

  • Strada mantém trono, elétricos invadem top 10 e Onix briga pelo pódio: julho fecha com balanço histórico no mercado automotivo

    Strada mantém trono, elétricos invadem top 10 e Onix briga pelo pódio: julho fecha com balanço histórico no mercado automotivo

    Strada domina com folga, mas trio Volkswagen ameaça

    A Fiat Strada não deu chances em julho: com 14.912 unidades emplacadas, a picape manteve a liderança com uma vantagem confortável de 4,5 mil veículos sobre a dupla Volkswagen Polo (10.340) e Tera (10.165). A distância reforça a força do modelo no segmento de picapes leves, enquanto a concorrência tenta reagir.

    Onix recupera fôlego e BYD faz história no top 10

    O Chevrolet Onix, impulsionado por uma ofensiva comercial nos últimos dias de julho, fechou o mês com 9.313 unidades, garantindo o 4º lugar. Logo atrás, o BYD Dolphin Mini (7.265) surpreendeu ao entrar pela primeira vez no top 10, superando até mesmo o tradicional Fiat Argo. O Dolphin convencional (6.492) também marcou presença na 8ª posição, enquanto o Geely EX2 (5.898) atingiu um recorde e estreou no top 10, consolidando o avanço dos elétricos no mercado brasileiro.

    Elétricos e hibridações dominam a inovação no ranking

    A presença de três modelos elétricos — BYD Dolphin Mini, BYD Dolphin e Geely EX2 — no top 10 reflete a crescente preferência dos consumidores por tecnologias limpas, mesmo em um segmento tradicionalmente dominado por motores a combustão. A marca chinesa BYD, em particular, destacou-se com dois representantes, sinalizando uma estratégia agressiva de expansão no Brasil.

    Haval H6 e Yaris Cross quebram barreiras dos 5 mil emplacamentos

    O GWM Haval H6 alcançou um marco histórico ao emplacar 5.533 unidades em julho, superando pela primeira vez a barreira dos 5 mil. O Toyota Yaris Cross (5.036) também atingiu esse patamar, demonstrando a força de SUVs compactos no mercado. No segmento de picapes médias, a Ford Ranger (3.402) manteve a vantagem sobre a Toyota Hilux (3.369), em uma disputa acirrada entre rivais históricas.

    Jaecoo 7: o novo nome que já bate recordes de vendas

    Próximo ao top 30, o Jaecoo 7 (3.061) chamou atenção ao registrar seu melhor desempenho em um único mês desde o lançamento, indicando que a marca está ganhando tração entre os consumidores brasileiros. O resultado reforça a tendência de diversificação das marcas asiáticas no mercado nacional, cada vez mais competitivo.

  • Mercado chinês encolhe: Tesla Model Y supera Geely EX2 e Leapmotor bate recorde; BYD mantém liderança

    Mercado chinês encolhe: Tesla Model Y supera Geely EX2 e Leapmotor bate recorde; BYD mantém liderança

    O mercado automotivo da China encerrou junho com mais um sinal de retração, acumulando o sexto mês seguido de queda nas vendas de veículos novos. Segundo dados da CAAM, associação dos fabricantes locais, foram comercializadas 2,81 milhões de unidades no atacado, volume 3,2% inferior ao registrado em junho de 2025 (2,904 milhões). No primeiro semestre, a queda chega a 4%, com 15,015 milhões de unidades vendidas ante 15,647 milhões no mesmo período do ano anterior.

    Tesla Model Y reassume liderança entre os modelos mais vendidos

    Apesar do cenário de queda generalizada, as vendas do Tesla Model Y voltaram a liderar o ranking de modelos mais comercializados na China, superando o Geely Xingyuan — vendido no Brasil como Geely EX2. A disputa pelo topo do mercado reflete não apenas a preferência dos consumidores chineses, mas também a estratégia agressiva da Tesla em um dos maiores mercados globais.

    Leapmotor atinge recorde histórico

    A Leapmotor, marca chinesa em ascensão, registrou seu melhor desempenho até então, consolidando sua posição no competitivo mercado local. O crescimento da empresa contrasta com as dificuldades enfrentadas por outros fabricantes, como a BYD, que, embora tenha mantido a liderança entre as marcas pelo quarto mês consecutivo com 177.485 unidades comercializadas, enfrenta uma retração de mais de 44% em relação a junho de 2025.

    Ranking das fabricantes: BYD lidera, Geely mantém vice

    No ranking das marcas, a BYD permaneceu na primeira posição com 177.485 unidades vendidas, seguida pela Geely (131.444) e pela Toyota (104.259). A Volkswagen fechou o pódio com 103.505 unidades, separada por apenas 754 carros da rival japonesa. A disputa acirrada entre as marcas internacionais e locais evidencia a dinâmica de um mercado cada vez mais competitivo.

  • MG4 Urban vs. Geely EX2: Qual hatch elétrico oferece mais por R$ 130 mil a R$ 160 mil?

    MG4 Urban vs. Geely EX2: Qual hatch elétrico oferece mais por R$ 130 mil a R$ 160 mil?

    Chegada dos elétricos chineses ao Brasil: MG4 Urban desafia Geely EX2

    No cenário brasileiro de elétricos, a faixa de preços entre R$ 130 mil e R$ 160 mil nunca esteve tão acirrada. Em 2026, o mercado ganhou dois destaques: o MG4 Urban, da chinesa SAIC (dona da MG), e o Geely EX2, da sueco-chinesa Geely. Ambos miram o mesmo público, mas com estratégias distintas. Enquanto o MG4 Urban aposta em nacionalização e volume de vendas — já com 14.780 unidades comercializadas no primeiro semestre —, o EX2 chega com DNA europeu, mas preço similar. A pergunta que fica é: qual oferece mais por cada real investido?

    Dimensões e espaço: MG4 leva vantagem em praticidade

    No quesito espaço interno, o MG4 Urban supera o Geely EX2 em todas as medidas. Com 4,29 m de comprimento, 1,84 m de largura e 1,50 m de altura, ele oferece um porta-malas de 350 litros — contra 300 litros do EX2 (4,14 m x 1,78 m x 1,54 m). Para quem prioriza praticidade no dia a dia, a escolha é clara: o modelo da MG entrega mais conforto sem abrir mão do preço competitivo.

    Motorização e performance: empate técnico com nuances

    Em potência, ambos os modelos empatam: 204 cv para o MG4 Urban (versão Long Range) e 204 cv para o Geely EX2. A diferença está na autonomia. O MG4, com bateria de 64 kWh, chega a 450 km no ciclo WLTP, enquanto o EX2, com 58 kWh, oferece 380 km. Em frenagem regenerativa e aceleração (0-100 km/h em 7,7s para ambos), a igualdade persiste. Mas quem busca mais quilômetros por real gasta menos no MG4.

    Preço e nacionalização: MG4 avança no mercado

    O MG4 Urban é comercializado a partir de R$ 149.990, enquanto o Geely EX2 chega a R$ 159.990. A vantagem do modelo chinês não para por aí: a MG já anunciou planos de nacionalizar a produção até 2027, o que pode reduzir ainda mais os custos. O EX2, por enquanto, depende de importação, o que mantém o preço elevado e o deixa vulnerável a flutuações cambiais. Para o consumidor, a equação é simples: mais autonomia, mais espaço e preço menor falam a favor do MG4.

    Conclusão: MG4 Urban domina a faixa de preço

    Analisando os dados, o MG4 Urban se destaca como a melhor opção para quem busca um hatch elétrico equilibrado. Ele supera o Geely EX2 em espaço, autonomia e custo-benefício, sem perder em performance. Com nacionalização a caminho e vendas já consolidadas, o modelo da MG parece pronto para liderar a categoria — enquanto o EX2 ainda precisa provar que justifica seu preço premium.

  • Geely EX2 derruba gigantes: como o hatch chinês se tornou o carro mais vendido do mundo em 2026

    Geely EX2 derruba gigantes: como o hatch chinês se tornou o carro mais vendido do mundo em 2026

    Um hatch no topo de um mercado dominado por SUVs

    No dia 19 de julho de 2026, dados da China Association of Automobile Manufacturers (CAAM) confirmam o que parecia improvável há alguns anos: o Geely EX2, um compacto elétrico de 5 portas, é o carro mais vendido do mundo em 2026, à frente de gigantes como o Tesla Model Y, Xiaomi SU7 e BYD Seagull. No acumulado do primeiro semestre, o modelo registrou 244 mil emplacamentos, enquanto o segundo colocado, o Tesla Model Y, atingiu 198 mil unidades — uma diferença de 46 mil veículos. Em maio, a liderança do EX2 se tornou ainda mais evidente: 38.751 unidades vendidas contra 28.911 do Model Y, uma vantagem de quase 10 mil carros.

    Preço baixo não é a única explicação

    Com preço inicial de 64.800 yuans (aproximadamente R$ 49 mil), o Geely EX2 compete diretamente com microcarros elétricos urbanos como o Wuling Hongguang Mini EV, mas sua estratégia vai além do custo-benefício. O modelo se destaca por uma combinação de fatores: autonomia de até 400 km (adequada às necessidades das cidades chinesas), design compacto ideal para tráfego intenso e uma rede de recarga rápida expandida nos últimos 18 meses. Além disso, o EX2 é produzido em uma joint venture entre a Geely e a chinesa Zhejiang Lantu Automotive, o que permitiu custos reduzidos e preços competitivos sem sacrificar qualidade.

    O Brasil como próximo alvo?

    Embora o EX2 ainda não seja comercializado no Brasil, analistas do setor automotivo veem potencial para o modelo desembarcar no país, especialmente após o sucesso da versão brasileira do Dolphin Mini (BYD Seagull). Com a crescente demanda por carros elétricos acessíveis e a pressão por redução de preços — impulsionada por incentivos fiscais estaduais —, o EX2 poderia se tornar uma alternativa viável para o consumidor brasileiro, que ainda tem como principais opções no segmento elétrico compacto modelos como o Renault Kwid E-Tech e o JAC iEV6E. A estratégia da Geely, caso se repita aqui, seria apostar em um veículo que une praticidade, preço competitivo e tecnologia embarcada, sem a complexidade de um SUV.

    O que vem pela frente?

    A liderança do EX2 no primeiro semestre de 2026 não é apenas um fenômeno passageiro. Com a China representando mais de 60% das vendas globais de veículos elétricos, o modelo deve manter sua posição de destaque até o final do ano, a menos que surjam mudanças significativas no mercado, como um novo modelo da Tesla ou um lançamento agressivo da BYD. Para os fabricantes ocidentais, a mensagem é clara: o consumidor chinês, cada vez mais exigente, prioriza eficiência e custo-benefício em detrimento de tendências de design. Enquanto isso, o EX2 prova que, em tempos de eletrificação, os hatches ainda têm muito a dizer.

  • DFM Box chega ao Brasil em agosto para brigar com BYD e Geely no mercado de elétricos populares

    DFM Box chega ao Brasil em agosto para brigar com BYD e Geely no mercado de elétricos populares

    A Dongfeng Motor Corporation vai marcar sua estreia no mercado brasileiro com um nome adaptado: DFM. A estreia oficial acontecerá entre os dias 27 e 30 de agosto de 2026, durante o Festival Interlagos, em São Paulo, com a apresentação do DFM Box, um hatch elétrico de entrada que chega para competir diretamente com BYD Dolphin Mini, Geely EX2, GAC Aion UT e MG MG4 Urban.

    O primeiro passo de uma estratégia maior

    Além de importar veículos, a DFM já trabalha para estruturar uma operação industrial no Brasil. No entanto, uma decisão crucial ainda precisa ser tomada: o parceiro local para a produção nacional será a Nissan ou a Stellantis? A escolha definirá não apenas a logística, mas também os custos e a competitividade do modelo no mercado.

    Especificações técnicas definidas para o Box Urban

    Enquanto os últimos testes de validação são realizados em solo brasileiro, a DFM já definiu as configurações do Box para o mercado nacional. O modelo, que será vendido na versão Urban, contará com um motor elétrico de 95 cv (70 kW) e torque de 16,3 kgfm, além de uma bateria de maior capacidade — um diferencial para enfrentar rivais em um segmento dominado pela eficiência energética e espaço interno.

    Um mercado em expansão e altamente competitivo

    O lançamento do DFM Box chega em um momento de forte crescimento dos elétricos de entrada no Brasil. Com preços cada vez mais acessíveis e incentivos governamentais, o segmento atrai não apenas consumidores, mas também fabricantes internacionais que buscam consolidar presença em um dos mercados mais promissores do mundo. A DFM, com sua estratégia agressiva, aposta em um pacote que inclui design compacto, autonomia competitiva e preço agressivo para conquistar espaço.

  • BYD Dolphin Mini 2028: Novo hatch elétrico chega maior, mais potente e com recursos semiautônomos ao Brasil

    BYD Dolphin Mini 2028: Novo hatch elétrico chega maior, mais potente e com recursos semiautônomos ao Brasil

    Espera de dois anos para a chegada do Dolphin Mini reformulado

    A nova geração do BYD Dolphin Mini, apresentada por Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da marca, durante evento na unidade de Camaçari (BA) nesta sexta-feira, 17 de julho de 2026, só chegará ao mercado brasileiro após 2028. Enquanto isso, o modelo atual seguirá produzido localmente como opção de entrada para consumidores brasileiros.

    Dimensões ampliadas e motorização mais robusta

    O hatch elétrico reformulado ganhará 26 cm de comprimento, atingindo 4,20 m, e terá potência elevada para 129 cv — superando os atuais 95 cv do modelo atual. Além disso, a nova versão incluirá recursos semiautônomos (ADAS) e um design completamente reestilizado, segundo informações preliminares divulgadas pela BYD.

    Estratégia de lançamento focada na China antes do Brasil

    Apesar das expectativas no mercado brasileiro, a segunda geração do Dolphin Mini, conhecida como ‘Seagull’ na China, será lançada exclusivamente naquele país em seu primeiro ano de produção. O objetivo da BYD é competir diretamente com o Geely EX2 (Xingyuan), que já superou as vendas do BYD no segmento de compactos elétricos chineses.

    Camaçari mantém produção do modelo atual

    Enquanto a espera pelo novo Dolphin Mini não termina, a fábrica baiana continuará fabricando a versão atual do modelo, consolidando sua posição como carro elétrico de entrada no portfólio da BYD no Brasil. A decisão reforça a estratégia da marca de manter operações locais mesmo com lançamentos futuros programados para mercados externos.

  • MG4 Urban Comfort chega em 2027 como rival direto de Dolphin e EX2: mais espaço e tecnologia nacional

    MG4 Urban Comfort chega em 2027 como rival direto de Dolphin e EX2: mais espaço e tecnologia nacional

    Nacionalização do MG4 Urban reforça estratégia da MG no Brasil

    Em decisão anunciada nesta quinta-feira (16 de julho de 2026), a MG Motor Brasil confirmou que o MG4 Urban será produzido em território nacional a partir de 2027. A medida marca a segunda fase da estratégia da marca chinesa no mercado brasileiro — após o retorno em 2025 com modelos como o hatch MG4, SUV MG S5 e conversível Cyberster — e mira diretamente no segmento de hatches elétricos de entrada, atualmente dominado por BYD Dolphin e Geely EX2.

    Mais espaço e tecnologia: o que esperar do MG4 Urban

    O novo modelo se destaca pelo design mais sóbrio e maduro em comparação aos rivais, além de um interior refinado com telas intuitivas e um porta-malas de 577 litros, ideal para famílias. Na configuração Comfort — testada pela equipe de Max Ferreira —, o MG4 Urban vem equipado com motor de 150 cv e bateria que oferece autonomia de 299 km (PBEV), além de um pacote ADAS completo para segurança, apesar de algumas críticas a alertas sensíveis.

    Três versões e estratégia de mercado

    O MG4 Urban chegará ao mercado em três versões: Comfort e Luxury com a mesma motorização e bateria, e uma Luxury topo de linha com bateria maior e motor mais potente. A aposta da MG é clara: oferecer um produto mais espaçoso e equipado que os concorrentes diretos, aproveitando a crescente demanda por veículos elétricos no Brasil.

    Concorrência acirrada no segmento de entrada

    Com o Dolphin da BYD e o EX2 da Geely consolidando suas posições, o MG4 Urban chega para disputar espaço no nicho de hatches elétricos, onde o apelo por custo-benefício e praticidade é cada vez mais forte. A nacionalização do modelo, além de reduzir custos logísticos, pode ser um diferencial competitivo frente aos importados.