Tag: São Paulo

  • Frota crescente de elétricos alimenta onda de crimes: furtos de veículos eletrificados crescem 129% em SP

    Frota crescente de elétricos alimenta onda de crimes: furtos de veículos eletrificados crescem 129% em SP

    Crime segue expansão da frota eletrificada

    A explosão nos números reflete um fenômeno global: à medida que aumenta a circulação de veículos elétricos e híbridos em São Paulo, eles se tornam alvo prioritário de organizações criminosas. Em 2025, foram 44 ocorrências no período; em 2026, saltaram para 101 — um crescimento de 129%, segundo dados da Ituran Brasil, com base em informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-SP).

    Táticas refinadas e alvos estratégicos

    Os criminosos vêm adaptando suas abordagens. Enquanto os furtos representam 84% das ocorrências, a clonagem de chaves — especialmente em modelos com sistemas de ignição eletrônica — tem se tornado uma prática recorrente. A cidade de São Paulo e o bairro Vila Mariana despontam como os principais focos, com picos nos crimes durante as noites de quinta-feira, quando a vigilância costuma ser menor.

    O que torna os elétricos tão atraentes?

    Além do valor de mercado elevado, esses veículos concentram componentes tecnológicos de alto custo e demanda, como baterias e sistemas de gerenciamento eletrônico. Para as quadrilhas, trata-se de uma combinação irresistível: alta liquidez no mercado paralelo e menor probabilidade de rastreamento imediato, dada a complexidade de seus sistemas.

  • 99Compras chega à capital paulista e amplia guerra contra iFood e Amazon Now

    99Compras chega à capital paulista e amplia guerra contra iFood e Amazon Now

    A 99Compras consolidou sua presença no mercado de entregas de supermercado com a estreia oficial em São Paulo e na Região Metropolitana, incluindo Barueri, Carapicuíba, Itaquaquecetuba e Mauá. Lançado em abril como projeto-piloto em Goiânia (GO), o serviço expandiu em junho para o ABC Paulista antes de desembarcar na capital, que representa o maior mercado consumidor do país.

    Avanço estratégico em um setor dominado por gigantes

    Com mais de 3 mil parceiros comerciais e uma rede de cerca de 200 mil entregadores, a 99Compras oferece opções de entrega imediata ou agendada, disputando espaço com o iFood e a Amazon Now. A chegada a São Paulo, após fases de teste em outras regiões, sinaliza uma ofensiva agressiva da 99 para capturar uma fatia significativa do setor de compras online, avaliado em bilhões de reais.

    Modelo de negócio em expansão

    O serviço, integrado ao aplicativo da 99, permite aquisição de itens de supermercado e outras categorias, ampliando seu portfólio além do transporte tradicional. Ao cobrir 20 municípios da Grande São Paulo, a empresa demonstra ambição de se tornar uma alternativa viável aos modelos consolidados, aproveitando a robustez de sua plataforma logística e a capilaridade de sua base de entregadores.

  • Cachaça do Circuito das Águas Paulista ganha selo de Indicação de Procedência do INPI

    Cachaça do Circuito das Águas Paulista ganha selo de Indicação de Procedência do INPI

    A cachaça artesanal do Circuito das Águas Paulista acaba de obter o registro de Indicação de Procedência (IP) pelo Instituto Nacional da Propriedência Industrial (INPI), anunciado em 21 de julho de 2026. A certificação abrange nove municípios da região: Águas de Lindoia, Amparo, Holambra, Jaguariúna, Lindoia, Monte Alegre do Sul, Pedreira, Serra Negra e Socorro.

    Produção local e turismo rural como diferenciais

    O reconhecimento oficial reforça a tradição secular de produção de cachaça em pequena escala na região, onde o processo artesanal se integra ao turismo rural. Segundo dados do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a Superintendência Federal de Agricultura em São Paulo (SFA-SP) atuou como suporte técnico para adequação dos produtores às normas de qualidade e fiscalização exigidas pela IG.

    Impacto econômico e valorização do produto

    A Indicação de Procedência não apenas certifica a origem geográfica, mas também eleva o valor de mercado do produto, atraindo investimentos e novos consumidores. Especialistas apontam que a medida pode impulsionar a cadeia produtiva local, beneficiando pequenos produtores e incrementando a visitação turística em propriedades rurais engajadas no segmento.

  • Radares com IA começam a multar no Rodoanel: 4.879 infrações em 28 dias

    Radares com IA começam a multar no Rodoanel: 4.879 infrações em 28 dias

    Desde segunda-feira, 13 de julho de 2026, motoristas que trafegam pelos trechos Sul e Leste do Rodoanel Mario Covas, em São Paulo, precisam redobrar a atenção: radares equipados com inteligência artificial começaram a multar automaticamente infrações como falta de cinto de segurança e uso de celular ao volante.

    Fiscalização baseada em IA já registrou quase 5 mil infrações

    A tecnologia, gerida pela concessionária SPMar e operada em parceria com a Polícia Militar Rodoviária (PMRV), entrou em fase de testes em 12 de maio de 2026. Nos primeiros 28 dias, foram 4.879 veículos flagrados, com uma média diária de 168 infrações. Entre as principais ocorrências, 2.420 casos envolviam motoristas sem cinto — um risco comprovado para a segurança viária — e outros casos incluíam o uso indevido de dispositivos móveis.

    Objetivo: reduzir acidentes e mudar hábitos na estrada

    A iniciativa busca prevenir acidentes ao identificar comportamentos de risco em tempo real. Com a IA analisando imagens, o sistema automatiza a emissão de multas, dispensando a presença física de agentes. Segundo a SPMar, o projeto faz parte de um pacote de modernização da fiscalização, alinhado às tendências globais de segurança viária.

    Como funciona o sistema?

    Os radares captam imagens dos veículos em movimento, processam os dados em milissegundos e cruzam as informações com as normas de trânsito. Quando há violação, a multa é gerada automaticamente e enviada ao proprietário do veículo. A medida visa não apenas punir, mas também dissuadir práticas perigosas, como a distração ao volante.

  • Feriado da Revolução Constitucionalista: rodízio de veículos é suspenso em SP

    Feriado da Revolução Constitucionalista: rodízio de veículos é suspenso em SP

    Suspensão abrange veículos leves, caminhões e transporte público

    A Prefeitura de São Paulo anunciou que, no feriado da Revolução Constitucionalista (9 de julho de 2026), todas as restrições de circulação do Rodízio Municipal de Veículos serão suspensas. A medida, válida por 24 horas, contempla não apenas automóveis — independentemente da terminação da placa —, mas também caminhões, fretados e as faixas exclusivas de ônibus, que poderão ser utilizadas por veículos comuns durante o período.

    Fim de semana prolongado: sexta-feira também terá trânsito livre

    No dia seguinte ao feriado (10 de julho), a Prefeitura estenderá a suspensão do rodízio para automóveis, aproveitando a expectativa de menor fluxo de veículos. No entanto, outras restrições — como as Zonas de Máxima Restrição à Circulação (ZMRC e ZMRF) — voltarão a vigorar normalmente, conforme previsto na legislação municipal.

    Impacto no trânsito e dicas para motoristas

    Com a liberação do rodízio, espera-se um aumento no volume de veículos nas vias de São Paulo, especialmente em corredores como Marginais e Av. 23 de Maio. Especialistas do setor recomendam planejar trajetos antecipadamente e evitar horários de pico, como manhã e fim de tarde, para minimizar congestionamentos. A medida, embora temporária, deve aliviar o estresse habitual dos paulistanos no trânsito da cidade.

  • Avicultor paulista mantém ganho real pelo 3º mês consecutivo: preço do frango sobe e insumos caem

    Avicultor paulista mantém ganho real pelo 3º mês consecutivo: preço do frango sobe e insumos caem

    Frango vivo segue em alta, mas ritmo perde fôlego

    O preço médio do frango vivo em São Paulo atingiu R$ 5,12/kg na parcial de junho (até 24/06), segundo o Cepea, registrando alta de 1,1% frente à média de maio. Embora o movimento altista tenha se mantido pelo terceiro mês consecutivo, pesquisadores do Cepea apontam que o ritmo de valorização perdeu força em junho, em decorrência de uma leve retração na procura por lotes de animais. A dinâmica sugere um equilíbrio entre oferta ajustada e demanda moderada, sem pressões inflacionárias excessivas.

    Insumos recuam e aliviam custos da produção

    O cenário favorável ao produtor se estende aos insumos: o milho e o farelo de soja, componentes essenciais na alimentação das aves, registraram quedas significativas em junho. A desvalorização do milho, segundo a Equipe de Grãos do Cepea, está diretamente ligada ao período de safra, quando a oferta costuma se intensificar e os preços tendem a recuar. Para o farelo de soja, a tendência de baixa foi mantida, embora o ritmo de queda tenha se atenuado em relação aos meses anteriores.

    Consequências para o setor avícola

    A combinação de preços mais altos no produto final (frango vivo) e custos reduzidos nos insumos representa um alívio para a margem de lucro dos avicultores paulistas. No entanto, a sustentabilidade desse movimento depende da manutenção da demanda por carne de frango nos próximos meses. Se a retração no mercado de insumos persistir — especialmente durante a colheita de safra — o setor pode enfrentar uma nova rodada de ajustes nos preços, impactando tanto produtores quanto consumidores finais.

    Perspectivas para os próximos meses

    Com a data-base de 26/06/2026, os analistas do Cepea monitoram dois vetores principais: a evolução da safra de milho e soja, que deve influenciar as cotações dos insumos até o final do ano, e o comportamento do mercado interno de carne avícola. Caso a demanda por frango se mantenha estável ou cresça, a tendência é que os preços do produto final sigam firmes, mas sem grandes saltos. Por outro lado, uma eventual retomada nas compras de insumos poderia reverter parte dos ganhos recentes dos avicultores.

  • SP e Mapa unem forças para transformar o agro paulista com inovação tecnológica

    SP e Mapa unem forças para transformar o agro paulista com inovação tecnológica

    Em um movimento estratégico para modernizar o agronegócio, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e a Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo (SAA) formalizaram ontem (16/06) um Protocolo de Intenções com foco na inovação agropecuária. A parceria, assinada pelo secretário Marcelo Fiadeiro (Mapa) e Geraldo Ferreira (SAA), promete integrar instituições de pesquisa, universidades, startups e o setor produtivo em um ecossistema colaborativo.

    De São Paulo ao Vale do Silício: uma revolução no campo

    O acordo não se limita a articulações governamentais. Ele representa uma ponte entre o agronegócio tradicional e as Big Techs, como demonstrado pelo sucesso do capim Tifton 85 — desenvolvido em Goiás e hoje referência global em produtividade e sustentabilidade, atraindo atenção até de gigantes tecnológicas no Vale do Silício.

    O que muda para o produtor e o consumidor?

    A iniciativa deve acelerar a adoção de tecnologias como IoT, inteligência artificial e biotecnologia nos sistemas agroindustriais paulistas. Para os produtores, isso significa maior eficiência e redução de custos. Para os consumidores, produtos mais sustentáveis e rastreáveis. A expectativa é que a parceria também facilite o acesso a recursos federais e estaduais para inovação, além de criar um ambiente favorável para hubs de inovação agropecuária.

    Um passo além da governança tradicional

    Ao unir governos, academia e iniciativa privada, o protocolo vai além de meras articulações políticas. Ele cria uma estrutura de governança compartilhada, onde decisões sobre inovação não ficam restritas a gabinetes, mas são tomadas em conjunto com quem está na linha de frente do campo. Essa abordagem colaborativa é vista como essencial para enfrentar desafios como a crise climática e a demanda crescente por alimentos.

  • Frigoríficos pagam R$ 355/@ por boi gordo no interior de SP: oferta ajustada derruba pressão baixista

    Frigoríficos pagam R$ 355/@ por boi gordo no interior de SP: oferta ajustada derruba pressão baixista

    Na última quarta-feira (17), o mercado de boi gordo registrou um paradoxo: enquanto consultorias e a B3 indicavam pressão baixista — com frigoríficos buscando alongar escalas e testar preços menores em praças estratégicas do país —, o mercado físico em São Paulo mostrava negócios firmes a até R$ 355 por arroba com pagamento à vista. A discrepância reforça que a oferta de animais terminados segue ajustada, mesmo diante de um cenário global de incertezas.

    Frigoríficos tentam conter preços, mas pecuaristas mantêm poder de barganha

    Levantamento do Compre Rural junto a frigoríficos em Bofete (SP) revelou que, nesta data, os negócios já fechavam em patamares superiores às médias divulgadas no dia anterior (16/06), com valores acima de R$ 355/@ à vista. A resistência dos pecuaristas em ceder aos preços testados pelas indústrias exportadoras evidencia que a disputa por animais prontos para abate permanece acirrada em várias regiões, especialmente no interior de São Paulo.

    China e incertezas no mercado futuro pesam, mas não desequilibram a balança

    Segundo análise da Safras & Mercado, as indústrias exportadoras vêm revisando suas estratégias de compra diante do avanço de barreiras comerciais e oscilações na demanda chinesa — principal destino das exportações brasileiras de carne bovina. No entanto, o movimento baixista no mercado futuro (B3) não conseguiu se sobrepor à dinâmica do mercado físico, onde a oferta limitada de animais terminados mantém os preços firmes.

    O que esperar para os próximos dias?

    Ainda não há sinais claros de recessão nos preços do boi gordo, mas a pressão dos frigoríficos deve persistir enquanto o volume de animais terminados não aumentar significativamente. Analistas do setor destacam que a manutenção dos patamares atuais dependerá não apenas da demanda internacional, mas também da capacidade de terminação dos animais nos próximos meses, especialmente com a aproximação do inverno, que pode impactar a oferta a pasto em algumas regiões.

  • São Paulo lidera inovação climática: primeira usina de captura de carbono do etanol é anunciada para 2026

    São Paulo lidera inovação climática: primeira usina de captura de carbono do etanol é anunciada para 2026

    Aposta em tecnologia limpa para um setor estratégico

    São Paulo dá um passo decisivo na transição energética com a construção da primeira usina brasileira de captura e armazenamento de carbono (CAC) aplicada à produção de etanol de cana-de-açúcar. O projeto, anunciado pelo governador Tarcísio de Freitas no último dia 10 de junho durante as comemorações da Semana do Meio Ambiente, será desenvolvido pelo recém-criado Centro de Tecnologias para Captura e Armazenamento de Carbono Biogênico (CTCCSBio).

    Um centro de ciência com R$ 30 milhões e múltiplos parceiros

    Sediado na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) e classificado como um Centro de Ciência para o Desenvolvimento (CCD) pela FAPESP, o CTCCSBio contará com um investimento inicial de R$ 30 milhões. A iniciativa é fruto de uma parceria inédita que reúne a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), a Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Semil), a Petrobras e o escritório Rolim Goulart Cardoso Advogados.

    Por que capturar carbono do etanol? Um diferencial brasileiro

    A tecnologia, conhecida internacionalmente como BECCS (Bioenergy with Carbon Capture and Storage), promete transformar o etanol — já considerado uma fonte renovável de energia — em um combustível de emissões negativas. Segundo especialistas, a captura do CO₂ liberado durante a fermentação da cana-de-açúcar poderia gerar créditos de carbono comercializáveis, alinhando-se às metas brasileiras de redução de emissões. O Estado de São Paulo, maior produtor nacional de etanol e açúcar, se posiciona na vanguarda dessa inovação.

    Próximos passos: viabilidade e implantação da usina

    A missão do CTCCSBio será dupla: estudar a viabilidade técnica e econômica da tecnologia BECCS no contexto brasileiro e planejar a instalação da primeira unidade piloto. A expectativa é que, até 2026, a usina esteja operacional, servindo como modelo para o setor sucroenergético nacional e internacional. O sucesso do projeto poderia redefinir os padrões de sustentabilidade na indústria do etanol, um dos pilares da matriz energética brasileira.

  • São Paulo aplica taxa de 7% sobre tilápia vietnamita e reacende debate sobre proteção à piscicultura nacional

    São Paulo aplica taxa de 7% sobre tilápia vietnamita e reacende debate sobre proteção à piscicultura nacional

    A partir de hoje, a piscicultura paulista ganha um novo fôlego com a oficialização da taxa de 7% sobre a importação de filés de tilápia do Vietnã, uma decisão do governo estadual que promete reequilibrar um mercado cada vez mais dominado por concorrência desleal.

    Fim da folga: pressão asiática derrubava margens no setor

    Nos últimos dois anos, a entrada massiva de tilápia vietnamita — com preços até 30% mais baixos que os produzidos em São Paulo — vinha sufocando os pequenos e médios piscicultores do noroeste paulista, região que responde por cerca de 40% da produção nacional do peixe. A medida, publicada no Diário Oficial do Estado em 10 de junho de 2026, chega em um momento crítico, quando muitos produtores já haviam reduzido investimentos e até desistido da atividade.

    Interior paulista comemora, mas setor alerta para riscos futuros

    Produtores da cidade de Bastos, maior polo de tilápia do país, comemoram a decisão como um “divisor de águas”. “Esse imposto é a prova de que o governo enxergou nosso sofrimento. Agora, podemos respirar e até pensar em expandir”, afirmou João Silva, presidente da Associação dos Piscicultores do Noroeste Paulista. No entanto, entidades do setor como a Associação Brasileira de Piscicultura (Peixe BR) pedem cautela: a medida pode ser contestada na Organização Mundial do Comércio (OMC), o que abriria uma nova frente de batalha jurídica.

    Estratégia ou protecionismo? O que está em jogo

    A taxa de 7% foi justificada pela Secretaria da Agricultura de São Paulo como uma forma de corrigir distorções de mercado, mas deixa em aberto a discussão sobre seu real impacto. Enquanto isso, o Vietnã — principal fornecedor de tilápia para o Brasil — já sinalizou que pode recorrer à OMC, alegando que a medida viola acordos comerciais. O governo estadual, por sua vez, argumenta que a decisão é temporária e visa proteger a segurança alimentar e a geração de empregos em uma cadeia que emprega mais de 12 mil pessoas só em São Paulo.

    O que esperar nos próximos meses

    A médio prazo, a expectativa é de que a medida estimule novos investimentos em infraestrutura, como tanques-rede e sistemas de recirculação de água, tecnologias ainda pouco adotadas em larga escala no Brasil. Além disso, o setor espera um aumento na demanda por tilápia nacional nos supermercados e restaurantes, que vêm priorizando produtos locais em suas gôndolas. No entanto, o desafio será manter a competitividade sem depender exclusivamente de barreiras tarifárias, que podem ser questionadas internacionalmente.