Autor: Roberto Neves

  • Uber corta BYD Dolphin e VW Nivus de categorias premium: veja quais modelos caem em 2027 e o que vale em Goiás

    Uber corta BYD Dolphin e VW Nivus de categorias premium: veja quais modelos caem em 2027 e o que vale em Goiás

    A Uber anunciou na última quarta-feira (17 de junho de 2026) um cronograma para reformular suas categorias Comfort e Black, com vigência a partir de 11 de janeiro de 2027. A decisão implica na exclusão de diversos modelos populares, incluindo o BYD Dolphin e o Volkswagen Nivus, além de reajustar os anos mínimos de fabricação exigidos para permanecer nas categorias premium da plataforma.

    O que muda para os passageiros em Goiás e no Brasil?

    A nova política da Uber foi baseada em pesquisas de satisfação com usuários e análises do mercado automotivo brasileiro, segundo a empresa. O objetivo declarado é tornar as categorias mais alinhadas às expectativas de quem busca viagens com conforto e sofisticação, eliminando veículos considerados menos premium ou com menor aceitação entre os passageiros.

    Em Goiás, onde a frota de aplicativos é diversificada, a mudança terá impacto imediato. Modelos como o Honda City, BYD Dolphin, Volkswagen Virtus e Peugeot 2008 passarão a enfrentar restrições mais rígidas. Enquanto em São Paulo o City precisará ser do ano-modelo 2023 ou superior, o Dolphin exigirá ao menos 2024, e os Virtus e 2008 terão que ser 2025 para continuarem na categoria Black.

    Como ficam as regras para o BYD Dolphin e VW Nivus?

    O BYD Dolphin, um dos carros elétricos mais populares do mercado, será totalmente excluído das categorias premium da Uber em 2027, independentemente do ano-modelo. Já o Volkswagen Nivus, mesmo em versões recentes, não atenderá aos novos critérios e também será removido da lista. A empresa não detalhou se haverá exceções temporárias ou transições para motoristas já cadastrados com esses modelos.

    Impacto para motoristas e passageiros

    Para os motoristas, a atualização exigirá investimentos em novos veículos ou a migração para categorias inferiores, como UberX ou Comfort — desde que os carros atendam aos novos requisitos. Para os passageiros, a mudança pode reduzir a oferta de opções premium em algumas regiões, mas promete uma frota mais moderna e alinhada ao padrão de luxo esperado nessas categorias. A Uber não divulgou se haverá compensações ou prazos estendidos para adaptação.

    O que a Uber espera com essa reformulação?

    Segundo a empresa, a reestruturação visa elevar a qualidade do serviço nas categorias premium, reduzindo reclamações sobre veículos antigos ou com menor conforto. A decisão também reflete uma tendência global de profissionalização das frotas em aplicativos de mobilidade, onde a padronização do atendimento é cada vez mais valorizada pelos usuários.

  • De ovelhas a títulos: Como Modrić transformou a pobreza rural em legado do futebol mundial

    De ovelhas a títulos: Como Modrić transformou a pobreza rural em legado do futebol mundial

    Na última quarta-feira, 17 de junho de 2026, o mundo do futebol relembrou como um dos maiores meias da história começou sua jornada no lugar mais improvável: entre as ovelhas da família, em um vilarejo croata onde a guerra e a pobreza moldaram sua personalidade.

    A infância entre ovelhas e pedras: O campo de treino de Modrić

    Antes de erguer a taça da Champions League com o Real Madrid ou ser eleito o melhor jogador do mundo pela FIFA, Luka Modrić dividia seu tempo entre a fábrica de tecelagem da família e os campos irregulares de Modrići. Com o avô Luka como seu primeiro treinador informal, o menino aprendia disciplina e criatividade jogando com bolas improvisadas — muitas vezes, literalmente, chutando pedras quando a bola não estava disponível.

    Guerra e futebol: A resiliência que definiu uma lenda

    A Croácia dos anos 1990 não era um paraíso para talentos infantis. Enquanto o país enfrentava a Guerra de Independência, Modrić e sua família viveram na pele a dureza do conflito. A fuga de casa em busca de segurança, a falta de campos adequados e a necessidade de ajudar no sustento da família não o impediram de sonhar com o futebol. Em vez de desistir, ele transformou cada obstáculo em aprendizado, desenvolvendo a visão de jogo e a capacidade de decisão que o tornariam um craque.

    Do pasto ao palco: O legado de um menino que não desistiu

    Hoje, quando analisamos os passos de Modrić rumo ao estrelato — passando por clubes como o Dinamo Zagreb e o Tottenham antes de brilhar no Real Madrid —, fica claro que seu DNA vencedor não veio dos gramados sintéticos dos estádios europeus, mas das montanhas da Dalmácia. Cada passe, cada dribble, cada decisão em campo carregava a marca daqueles anos de sacrifício, onde o futebol não era um esporte, mas uma válvula de escape em meio ao caos.

  • Gaúcha eleita a vaca mais popular da história holandesa completa 90 anos de legado pecuário

    Gaúcha eleita a vaca mais popular da história holandesa completa 90 anos de legado pecuário

    A Associação dos Criadores de Gado Holandês do Rio Grande do Sul (Gadolando) celebra, na última quarta-feira (17/06/2026), 90 anos de atuação dedicada ao aprimoramento genético e ao desenvolvimento técnico da raça holandesa no Estado. Como parte das comemorações, a entidade promoveu a escolha da vaca mais popular dessa trajetória, em uma ação que valoriza a memória e o legado da pecuária leiteira.

    Legado histórico reunido em galeria de campeãs

    A iniciativa da Gadolando reuniu exemplares que marcaram época nas pistas, a partir de um resgate histórico das Grandes Campeãs desde as últimas exposições realizadas no Parque Menino Deus, em Porto Alegre (RS), até as edições da Expointer e da Fenasul Expoleite, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS). Esse trabalho resultou na consolidação da Galeria das Campeãs, considerada um dos mais relevantes acervos da raça no Brasil, reunindo imagens e registros das vencedoras ao longo das décadas.

    Votação define a rainha da raça holandesa

    A seleção das finalistas foi aberta à votação popular, com a participação de criadores e admiradores da raça. A campanha, que se estendeu até esta data, destacou a importância das matrizes que contribuíram para o aprimoramento genético do gado leiteiro gaúcho, reforçando o papel da Gadolando como referência nacional na pecuária especializada.

  • Cosan vende 41 mil hectares em Mato Grosso por R$ 1,85 bi: Grupo Bom Futuro lidera negociação histórica no agro

    Cosan vende 41 mil hectares em Mato Grosso por R$ 1,85 bi: Grupo Bom Futuro lidera negociação histórica no agro

    O agronegócio brasileiro vive um marco histórico nesta semana com a divulgação, pela Cosan, da venda de 41.214 hectares de terras agrícolas em Mato Grosso por R$ 1,85 bilhão. A operação, envolvendo a Radar — empresa de gestão de terras do grupo —, tem como principal interessado o Grupo Bom Futuro, controlado pelos irmãos Maggi Scheffer, consolidando uma das maiores negociações fundiárias do ano no setor.

    A estratégia por trás da venda: desalavancagem e foco

    A Cosan justifica a operação como parte de sua estratégia de redução de alavancagem financeira e simplificação do portfólio de ativos. A venda de terras em Mato Grosso, região-chave para a produção de soja, milho e algodão — pilares da balança comercial brasileira —, sinaliza um movimento de concentração em áreas mais lucrativas ou de realocação de capital para novos investimentos. Segundo fato relevante divulgado ao mercado, a transação reflete uma tendência de desinvestimentos seletivos no setor agropecuário, que ganha tração em 2026.

    Grupo Bom Futuro: expansão agressiva no mercado fundiário

    O interesse do Grupo Bom Futuro, tradicional player no agronegócio brasileiro, não é surpreendente. Com uma trajetória marcada por expansão territorial e modernização de lavouras, a empresa tem buscado ampliar sua base de terras — especialmente em regiões com alto potencial produtivo como Mato Grosso. A aquisição de 41 mil hectares reforça sua posição como um dos principais concorrentes no mercado de terras agrícolas premium, onde a demanda por áreas irrigadas e mecanizadas segue aquecida.

    Impacto no mercado: o que esperar daqui para frente?

    A operação pode ter efeitos cascata no setor. Para além do valor da transação (R$ 1,85 bi), a negociação deve pressionar os preços das terras em Mato Grosso, especialmente em regiões com perfil semelhante às áreas colocadas à venda. Além disso, analistas do setor avaliam que a movimentação da Cosan pode incentivar outras grandes empresas do agro a revisarem seus portfólios, acelerando um processo de consolidação de ativos que já vinha sendo observado desde 2024.

    Outro ponto de atenção é o impacto na balança comercial brasileira. Mato Grosso é o maior produtor nacional de soja e algodão, e a manutenção da produtividade nessas áreas — agora sob gestão do Grupo Bom Futuro — será crucial para garantir a competitividade do Brasil no mercado global de commodities agrícolas.

  • Sertanejo domina as paradas: Zé Neto e Cristiano lideram top 10 de junho com ‘Cadeira Cativa’

    Sertanejo domina as paradas: Zé Neto e Cristiano lideram top 10 de junho com ‘Cadeira Cativa’

    O sertanejo que não para: ‘Cadeira Cativa’ invade o top 5 nacional

    Às vésperas do inverno de 2026, o sertanejo segue como trilha sonora do Brasil. Na última atualização do Billboard Brasil Hot 100 — divulgada na terça-feira, 15 de junho —, a canção “Cadeira Cativa”, da dupla Zé Neto e Cristiano, cravou a 3ª posição no ranking geral, atrás apenas de artistas pop internacionais. O feito reforça a conexão da dupla com o público, que enche estádios e domina as métricas de streaming no país.

    Duplas que mandam no ritmo: quem mais brilha no top sertanejo de junho

    Murilo Huff não ficou para trás: o cantor emplacou duas faixas entre as sertanejas mais ouvidas do mês. “Saudade Estranha” e “Deixa Eu” ocupam posições estratégicas, enquanto Danilo e Davi repetem o sucesso com “Apaga Apaga Apaga” e “Não [trecho interrompido]”. A lista, compilada pela Luminate a partir de dados semanais de streaming, confirma o sertanejo como o gênero mais consumido do Brasil — algo que já se desenhava nas semanas anteriores.

    Como o sertanejo reinventa o mercado musical brasileiro

    O domínio do sertanejo não é coincidência. O gênero, que há décadas oscila entre críticas e elogios, encontrou no streaming uma via de ouro para expandir seu alcance. Em 2026, as plataformas digitais — como Spotify e Deezer — registram picos de audição em canções como as citadas, muitas vezes superando hits internacionais em programas de rádio e playlists regionais. A atualização da Billboard ainda destaca que, pela primeira vez em anos, o sertanejo responde por mais de 30% das reproduções no Hot 100, um recorde histórico.

    O que esperar para as próximas semanas?

    Com a proximidade das festas juninas e o calendário de shows lotados de sertanejo, é provável que o gênero mantenha — ou até amplie — sua hegemonia nas paradas. Artistas como Henrique e Juliano, que também figuram na lista, apostam em turnês e lançamentos estratégicos para não perder o fôlego. Enquanto o Brasil segue cantando “Cadeira Cativa” e outras canções do gênero, uma coisa é certa: o sertanejo não vai sair de moda tão cedo.

  • De gols a cenouras: Cristiano Ronaldo constrói império agrícola milionário e mira o mercado americano

    De gols a cenouras: Cristiano Ronaldo constrói império agrícola milionário e mira o mercado americano

    O legado de Cristiano Ronaldo não se limita mais aos gramados. Na última quarta-feira, 17 de junho de 2026, o astro português demonstrou que seu faro para negócios é tão afiado quanto sua habilidade com a bola. Com um investimento de 50 milhões de euros, Ronaldo transformou a Fresh 52, sua empresa agrícola, no maior player de cenouras baby de Portugal, produzidas na região de Almeirim e exportadas para toda a Europa.

    A virada do astro do futebol para o agro

    O que começou como uma aposta em hortaliças tornou-se um negócio bilionário, com produtos que vão além das cenouras: a Fresh 52 processa e embala snacks saudáveis, ganhando valor agregado. A estratégia, segundo fontes do setor, é replicar esse modelo nos Estados Unidos, aproveitando a exposição global da Copa do Mundo de 2026 para conquistar novos mercados.

    Por que as cenouras baby? Ação de marketing ou estratégia sólida?

    Analistas do agronegócio europeu destacam que a escolha das cenouras baby não foi aleatória. O produto tem demanda crescente nos mercados de saúde e bem-estar, especialmente na América do Norte e Europa Ocidental. Ronaldo, com sua marca pessoal, transformou um nicho em um fenômeno comercial, atraindo investidores e parceiros internacionais. A Fresh 52 já sinaliza parcerias com redes de supermercados nos EUA, previstas para 2027.

    O futuro: da Europa ao mundo

    A expansão internacional, no entanto, não será fácil. O mercado americano é dominado por players consolidados, e a logística de exportação de produtos frescos impõe desafios. Ainda assim, especialistas ouvidos pela ClickNews veem potencial na estratégia de Ronaldo: ‘Ele entende de performance e branding. Agora, está usando isso para construir um império paralelo no agro’, afirmou um analista de negócios de Lisboa. Se a aposta der certo, o craque português pode se tornar um dos maiores nomes do agronegócio global — e não apenas do futebol.

  • Hyundai i20 N Shadow Edition: despedida global com toque de exclusividade

    Hyundai i20 N Shadow Edition: despedida global com toque de exclusividade

    A despedida do i20 N: um capítulo se encerra para dar lugar ao futuro

    Desde 2008, o Hyundai i20 percorreu mercados globais como um dos hatchs mais versáteis e esportivos da marca. Sua terceira geração, que já soma seis anos de presença internacional, agora se prepara para sair de cena em diversos países, cedendo espaço à próxima leva de modelos. No entanto, o adeus não será silencioso: a Hyundai reservou a versão esportiva i20 N Shadow Edition como um marco final, com apenas 100 unidades produzidas — todas elas com destino à Austrália.

    Exclusividade em cada detalhe: o que torna a Shadow Edition única

    A Hyundai transformou a despedida do i20 N em um evento de luxo. A Shadow Edition abandona a tradição de oferecer câmbio automático, apostando exclusivamente em uma transmissão manual de três pedais — um aceno nostálgico aos entusiastas da condução purista. O visual externo ganha rodas forjadas em bronze de 18 polegadas, desenhadas para evocar a agressividade de um Subaru WRX, enquanto as opções de cor se restringem ao preto e branco, transmitindo sofisticação e esportividade.

    No interior, a personalização atinge outro patamar. Uma placa numerada em bronze no painel, um pomo de câmbio revestido em Alcântara e tapetes de borracha com o padrão dos pneus Pirelli reforçam a exclusividade do modelo. Tudo isso antes mesmo de o sucessor do i20 desembarcar no Brasil, onde a Hyundai já prepara sua estratégia para competir diretamente com o HB20.

    O legado do i20 N e os próximos passos da Hyundai

    O i20 N não foi apenas um carro, mas um símbolo do compromisso da Hyundai com a performance acessível. Sua chegada ao Brasil em 2026 promete redefinir o segmento de hatchs esportivos no país, mas o modelo que se despede hoje deixa um legado de inovação e design audacioso. Enquanto a Shadow Edition encerra sua produção na Austrália, a atenção se volta para o futuro: como o novo i20 N — ou seu sucessor — irá absorver essa herança sem perder a identidade que consagrou a linha.

  • Chevrolet Silverado 2027 chega com V8 aspirados, telas gigantes e versões off-road/luxo

    Chevrolet Silverado 2027 chega com V8 aspirados, telas gigantes e versões off-road/luxo

    Contra a maré: Silverado 2027 aposta em V8 aspirados para manter fidelidade dos clientes

    A General Motors surpreendeu o mercado ao apresentar a Chevrolet Silverado 2027 com dois novos motores V8 aspirados, numa estratégia oposta à da concorrência — que tem migrado para turbocompressores e motores menores. A decisão busca atender à preferência dos consumidores norte-americanos, insatisfeitos com soluções de downsizing, como a Ram 1500, que substituiu seu icônico V8 Hemi por um seis-cilindros biturbo.

    Design renovado e interior 100% digital: o que muda na Silverado 2027

    O visual da picape ganha faróis e lanternas redesenhados, além de manter a grade imponente que caracteriza a marca. No entanto, o grande destaque é o cockpit, agora 100% digital: painel de instrumentos de 12,2 polegadas e central multimídia de 16,3 polegadas passam a ser equipamento de série, alinhando a Silverado às exigências do mercado atual.

    ZR2 e High Country: versões para todos os públicos

    A linha 2027 da Silverado contará com duas versões premium: a ZR2, voltada para o off-road extremo, e a High Country, que combina luxo e tecnologia com o sistema Super Cruise de direção semiautônoma. Ambas reforçam a estratégia da Chevrolet de segmentar sua oferta para atender desde aventureiros até consumidores que buscam conforto e sofisticação.

    Chegada ao Brasil: expectativa para 2027

    Após o lançamento nos EUA, a expectativa é que a nova Silverado chegue ao Brasil em 2027, consolidando a picape como uma das principais opções no segmento de picapes grandes. A estratégia da GM de investir em motores tradicionais e tecnologia digital pode ser um divisor de águas frente à concorrência direta, como Ford F-150 e Ram 1500.

  • Suplementação e monitoramento veterinário: os segredos por trás dos cavalos de corrida que vencem no Jockey Club

    Suplementação e monitoramento veterinário: os segredos por trás dos cavalos de corrida que vencem no Jockey Club

    O sucesso de um cavalo de corrida não se resume à genética ou ao treinamento físico. Na última quarta-feira, 17 de junho de 2026, o Jockey Club de São Paulo destacou que a combinação de suplementação adequada, manejo preventivo e acompanhamento veterinário rigoroso é o que separa os animais que brilham nas pistas daqueles que fracassam por lesões ou baixo rendimento.

    O tripé da performance: nutrição, saúde e treinamento

    Mais do que velocidade, os cavalos atletas dependem de uma rotina estruturada que começa ainda nas baias. Segundo o médico-veterinário Reinaldo de Campos, formado pela USP e com 30 anos de atuação no Jockey Club, o diferencial está na antecipação de problemas. “O trabalho preventivo deve ser diário, desde a alimentação até o monitoramento clínico”, afirma o especialista, que acompanha animais de alta performance há décadas.

    Suplementação inteligente: o combustível dos atletas de casco

    Em um esporte que exige picos de energia em curtos períodos, a suplementação ganha papel estratégico. Produtos ricos em aminoácidos, eletrólitos e antioxidantes ajudam a recuperar a musculatura, reduzir inflamações e manter o equilíbrio eletrolítico após treinos intensos ou corridas. No entanto, Campos alerta: “A suplementação deve ser personalizada, levando em conta o peso, idade e histórico do animal. Não adianta oferecer o mesmo mix para todos”.

    Manejo preventivo: a chave para evitar lesões

    Lesões são o maior inimigo dos cavalos de corrida. Para minimizar riscos, o manejo preventivo inclui desde a limpeza diária dos cascos até a avaliação constante de articulações e tendões. “Cavalos de competição precisam de um protocolo de descanso, com dias alternados de treino leve para evitar sobrecarga”, explica o veterinário. Além disso, exames de imagem periódicos, como ultrassonografias e radiografias, são adotados para detectar problemas antes mesmo de os sintomas aparecerem.

    O custo da alta performance

    Manter um cavalo de corrida em condições ideais não é barato. Entre ração premium, suplementos, exames e mão de obra especializada, os custos podem atingir dezenas de milhares de reais por ano. No entanto, o retorno — em vitórias e valorização do animal — justifica os investimentos. “Um cavalo saudável e bem preparado não só compete melhor, como também tem sua vida útil estendida”, destaca Campos.

    Tendências e inovações na preparação equina

    O setor tem adotado tecnologias como sensores de movimento e softwares de análise de desempenho para otimizar o treinamento. Além disso, a nutricionista equina vem ganhando espaço, com formulações cada vez mais científicas para suprir as necessidades específicas dos atletas. “A ciência está transformando a equinocultura”, afirma o veterinário. “Hoje, somos capazes de prever riscos e ajustar a preparação de forma quase personalizada para cada animal”.

  • BYDFi ganha adeptos no Brasil: como a exchange simplifica o acesso a criptomoedas em meio à regulamentação do BC

    BYDFi ganha adeptos no Brasil: como a exchange simplifica o acesso a criptomoedas em meio à regulamentação do BC

    A regulamentação do Banco Central do Brasil, publicada em dezembro de 2024, impôs novos requisitos às corretoras de criptomoedas internacionais que atuam no país. Desde então, o mercado tem se mobilizado para se adequar, mas muitas plataformas ainda pecam em pontos básicos que dificultam a vida do trader brasileiro: falta de suporte ao Pix, ausência de interface em português e processos de cadastro excessivamente complexos.

    O desafio das exchanges globais no Brasil

    Enquanto grandes players internacionais correm para se adaptar às normas locais, um problema mais imediato — e evitável — persiste: a maioria dessas plataformas trata o usuário brasileiro como um caso excepcional. A consequência? Perda de oportunidades para um público que poderia ser um dos mais engajados em criptomoedas, dada a popularidade do tema no país. Segundo dados da Receita Federal, o Brasil ocupa o top 5 mundial em volume de transações com criptomoedas, mas ainda depende de soluções estrangeiras para operar.

    BYDFi: a aposta em simplicidade e acessibilidade

    Fundada em 2020, a BYDFi surge como uma alternativa para brasileiros que buscam uma experiência de trading mais intuitiva. Com mais de 1 milhão de contas registradas e presença em 190 países, a exchange aposta em três pilares que alinham sua estratégia ao perfil do usuário local:

    • Onboarding descomplicado: cadastro rápido, sem burocracias excessivas e com verificação ágil, diferentemente do que oferecem muitas concorrentes.
    • Métodos de pagamento familiares: adoção do Pix e de cartões de crédito/débito nacionais, eliminando a dependência de transferências internacionais ou moedas estrangeiras.
    • Suporte em português: interface e atendimento ao cliente totalmente localizados, um diferencial ainda raro em plataformas globais.

    Trading de criptomoedas no Brasil: entre a regulamentação e a realidade do usuário

    O trading de criptomoedas — prática de comprar e vender ativos como Bitcoin e Ethereum — ganhou força no Brasil nos últimos anos, impulsionado pela alta volatilidade do mercado e pela busca por rendimentos alternativos. No entanto, a falta de regulamentação clara até 2024 criou um cenário de incerteza. Agora, com as novas diretrizes do Banco Central, as exchanges precisam não apenas cumprir a lei, mas também responder às demandas práticas do usuário brasileiro.

    A BYDFi, ao focar em soluções como Pix e suporte local, parece ter acertado em cheio. Enquanto outras plataformas ainda se ajustam, ela já colhe os frutos: desde dezembro de 2024, a exchange registrou um aumento de 40% no número de contas ativas no país, segundo relatório interno.

    O futuro das exchanges no Brasil: além da regulamentação

    As novas regras do Banco Central representam um marco, mas não garantem por si só a adoção massiva de criptomoedas. O sucesso das plataformas dependerá de quão bem elas conseguirem integrar segurança, regulamentação e usabilidade. Para Max Ferreira, analista de mercado da ClickNews, “a BYDFi mostrou que entender as nuances do mercado brasileiro é tão importante quanto cumprir a legislação. Em um setor ainda em amadurecimento, a praticidade pode ser o divisor de águas”.