Autor: Roberto Neves

  • Chevrolet Montana 2027 estreia com painel mais macio e sensores traseiros de série

    Chevrolet Montana 2027 estreia com painel mais macio e sensores traseiros de série

    A Chevrolet apresentou a Montana 2027 com mudanças estratégicas para elevar a percepção de qualidade do modelo, tradicionalmente criticado pelo acabamento simples em comparação aos rivais. A principal inovação está no interior, onde o painel agora conta com revestimento macio ao toque, antes restrito a veículos premium da marca.

    Mais equipamentos de série e ajustes discretos

    Outra novidade é a inclusão de sensores de estacionamento traseiros de série em toda a gama, facilitando manobras. Nas versões Premier e RS, a picape ganha ainda sensor de chuva com ajuste automático dos limpadores, enquanto os retrovisores com função tilt-down — que se inclinam durante ré para melhorar a visibilidade — passam a ser opcionais.

    Mecânica permanece inalterada

    As atualizações não incluem mudanças no conjunto mecânico, que já havia recebido melhorias recentes. A estratégia da Chevrolet foca em aprimorar a experiência do usuário sem alterar o desempenho, mantendo o motor 1.2 como opção padrão. Com isso, a marca busca aproximar a Montana de concorrentes como a Ford Ranger e a Volkswagen Saveiro.

  • Chevrolet Montana 2027 chega com acabamento premium e mais equipamentos de série

    Chevrolet Montana 2027 chega com acabamento premium e mais equipamentos de série

    Acabamento interno ganha toque premium

    A Chevrolet Montana 2027 chega às concessionárias com melhorias significativas no interior, especialmente no acabamento. A picape abandona os plásticos rígidos predominantes nas versões anteriores e adota materiais macios ao toque no painel e nas portas, aproximando a cabine do refinamento típico de SUVs. Até então, a Montana utilizava plástico duro em grande parte do painel, com apenas uma peça emborrachada na área do motorista.

    Mais equipamentos de série e tecnologias

    A nova edição 2027 da Montana apresenta uma lista ampliada de itens de série, incluindo sensor de estacionamento e sensor de chuva — recursos antes restritos a versões superiores. A picape mantém o motor 1.2 turbo flex e as tecnologias OnStar, garantindo continuidade na proposta de mobilidade conectada.

    Preços sobem para todas as versões em 2026

    Os valores da linha 2027 da Chevrolet Montana, já ajustados para o mercado brasileiro, foram divulgados nesta quinta-feira, 11 de junho de 2026. A tabela a seguir detalha os preços para cada configuração:

    • Montana MT: R$ 133.090
    • Montana LT: R$ 139.390
    • Montana LTZ: R$ 156.090
    • Montana Premier: R$ 164.190
    • Montana RS: R$ 171.390

    Design sutilmente atualizado e novas cores

    Além das melhorias internas, a Montana 2027 recebe alterações sutis na estética externa, com foco em detalhes que reforçam sua identidade visual. A paleta de cores também foi ampliada, oferecendo opções mais alinhadas às tendências do segmento de picapes compactas.

  • El Niño é confirmado: como o fenômeno vai mexer com o bolso do produtor rural brasileiro em 2026

    El Niño é confirmado: como o fenômeno vai mexer com o bolso do produtor rural brasileiro em 2026

    Na última quarta-feira, 10 de junho de 2026, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) confirmou a chegada do El Niño, fenômeno que trará consequências diretas para o planejamento agrícola do país. Com o aquecimento anômalo das águas do Oceano Pacífico Equatorial, a circulação atmosférica será alterada, redistribuindo drasticamente os padrões de chuva no território nacional.

    Sul enfrenta chuvas excessivas, enquanto outras regiões temem seca

    Os dados do Inmet indicam que a Região Sul do Brasil será a mais afetada, com volumes de precipitação significativamente acima da média histórica nos próximos meses. Essa condição, embora possa beneficiar algumas culturas, também eleva o risco de doenças fúngicas em lavouras e prejudica a colheita de grãos como soja e milho em áreas já saturadas.

    Centro-Oeste, Norte e Nordeste em alerta máximo para estiagem

    Por outro lado, as regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste devem enfrentar um cenário oposto: a estiagem prolongada. A falta de chuvas, típica desse fenômeno, pode reduzir a produtividade de culturas como milho segunda safra, algodão e cana-de-açúcar, além de comprometer a safra de grãos 2026/2027. Produtores dessas áreas já são orientados a ajustar seus cronogramas de plantio e investir em sistemas de irrigação ou culturas mais resistentes à seca.

    Impacto econômico: como se preparar para o El Niño

    O agronegócio brasileiro, responsável por cerca de 27% do PIB do país, não escapará das repercussões do El Niño. Especialistas do setor alertam para a necessidade de estratégias rigorosas de manejo fitossanitário e financeiro, incluindo a diversificação de culturas, o uso de tecnologias de monitoramento climático e a contratação de seguros agrícolas para mitigar prejuízos. A volatilidade nos preços de commodities agrícolas, como a soja e o café, deve se acentuar, afetando diretamente a rentabilidade dos produtores.

    Enquanto o Sul se prepara para colher os benefícios das chuvas, mas sob o risco de inundações, o restante do país enfrenta um desafio ainda maior: driblar a escassez hídrica sem comprometer a produção. A adaptação será a palavra-chave para que o Brasil mantenha sua posição como celeiro do mundo diante das adversidades climáticas.

  • Porsche mantém o 911 a combustão: ‘Elétrico não combina com a alma do modelo’

    Porsche mantém o 911 a combustão: ‘Elétrico não combina com a alma do modelo’

    A Porsche traçou uma linha clara no setor automotivo nesta quinta-feira, 11 de junho de 2026: o Porsche 911 jamais será elétrico. Em declaração ao evento da revista Auto, Motor und Sport, o CEO Michael Leiters reafirmou o compromisso da marca com a essência do modelo, que permanece ancorado em motores a combustão e soluções híbridas.

    O 911 como guardião da tradição Porsche

    Leiters justificou a decisão ao destacar o caráter icônico do 911, um modelo que, segundo ele, não encontraria sua identidade plena em um powertrain 100% elétrico. “O 911 é a alma da Porsche. Sua sonoridade, seu DNA de engenharia e a conexão emocional com os clientes não são compatíveis com a atual proposta de veículos elétricos”, afirmou. A montadora, contudo, não está recuando da eletrificação: Leiters garantiu que a Porsche seguirá investindo em elétricos — desde que alinhados ao desejo dos consumidores, como SUVs e modelos de nicho.

    Da aposta elétrica ao recuo estratégico

    Esta não é a primeira vez que a Porsche revê sua estratégia de propulsão. Há pouco mais de um ano, a marca anunciou um “passo à frente do mercado”, priorizando híbridos em detrimento dos elétricos puros. A mudança refletiu uma constatação: os compradores de esportivo premium, como o 911, ainda não estavam prontos para abrir mão dos motores térmicos e do prazer de dirigir associado a eles. Essa tendência foi corroborada por dados do setor, que mostram uma adoção mais lenta dos elétricos em segmentos de alto desempenho.

    O que vem pela frente para a Porsche?

    Enquanto o 911 segue fiel ao seu legado, a Porsche não descarta inovações em outras linhas. Leiters mencionou que a marca continuará a desenvolver tecnologias elétricas “onde fizer sentido”, como nos modelos Macan e Taycan, já consolidados no mercado. A aposta em híbridos, por sua vez, deve ganhar força, especialmente em mercados onde a infraestrutura de recarga ainda é limitada. Para os puristas, a notícia é um alívio; para os entusiastas da eletrificação, um lembrete de que nem todos os ícones do automobilismo estão prontos para a transição.

  • Credores chancelam plano de recuperação do Grupo LFPEC; homologação judicial é o próximo passo

    Credores chancelam plano de recuperação do Grupo LFPEC; homologação judicial é o próximo passo

    Plano supera etapa crítica na Justiça

    Os credores do Grupo LFPEC deram um passo decisivo na última quarta-feira (10) ao aprovar o plano de recuperação judicial apresentado pelas empresas do conglomerado. A votação, realizada durante a Assembleia Geral de Credores (AGC), foi facilitada pelas decisões favoráveis anteriores do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), que manteve as medidas de proteção necessárias para a condução do processo.

    Homologação judicial será o divisor de águas

    A homologação pelo TJMT é o próximo desafio do Grupo LFPEC. Uma vez validado, o plano passará a vigorar de forma definitiva, permitindo que o conglomerado implemente as condições acordadas com os credores — como prazos de pagamento, renegociação de dívidas e ajustes operacionais — e retome a estabilidade no setor agropecuário. A lei de recuperação judicial (nº 11.101/2005) prevê que tais medidas visam evitar a falência, preservando empregos e a atividade produtiva.

    Setor agropecuário respira aliviado

    A aprovação do plano sinaliza um alento para o Grupo LFPEC e para o setor agropecuário, que enfrenta pressões climáticas, oscilações de mercado e endividamento recorrente. Com a reestruturação, a empresa poderá realocar recursos para investimentos em inovação e expansão, mantendo sua competitividade. O desfecho bem-sucedido da AGC reforça a confiança dos agentes financeiros e fornecedores no modelo brasileiro de recuperação judicial, que já salvou outros grandes players do agro nos últimos anos.

  • Indústria de motos no Brasil registra segundo melhor ano da história em 2026: são 932 mil unidades produzidas

    Indústria de motos no Brasil registra segundo melhor ano da história em 2026: são 932 mil unidades produzidas

    Street domina com mais da metade da produção nacional

    Os dados divulgados pela Abraciclo revelam que, entre janeiro e maio de 2026, as fabricantes do Polo Industrial de Manaus (AM) produziram 932.522 motocicletas, volume 10,1% superior ao registrado nos cinco primeiros meses de 2025. Em maio, sozinho, o setor entregou 186.714 unidades, crescimento de 8,2% na comparação anual e avanço de 1,3% sobre abril de 2026.

    Demanda em alta impulsiona toda a cadeia produtiva

    A entidade atribui o resultado à continuidade do aquecimento do mercado brasileiro por motocicletas, que tem gerado investimentos e empregos não apenas nas montadoras, mas em toda a cadeia de duas rodas. A categoria Street segue como carro-chefe: no acumulado do ano, foram 476.422 unidades produzidas, representando 51,1% do total nacional.

    Manaus mantém protagonismo no setor

    O Polo Industrial de Manaus, principal hub de produção de motocicletas do Brasil, reforça sua importância estratégica para o setor. A fábrica da Honda, uma das maiores do complexo, é destaque na produção, com imagens de sua unidade em 2025 ilustrando a capacidade operacional do segmento.

  • Stellantis mira fábrica no Brasil para produzir modelos da chinesa Dongfeng a partir de 2026

    Stellantis mira fábrica no Brasil para produzir modelos da chinesa Dongfeng a partir de 2026

    A Stellantis acelera sua estratégia de diversificação global ao estudar a produção de modelos da chinesa Dongfeng em sua unidade brasileira. Segundo informações reveladas em 04 de junho de 2026 pelo presidente da Stellantis América do Sul, Herlander Zola, ao AutoIndústria, a engenharia local já trabalha na adaptação de projetos globais da Dongfeng para o mercado nacional.

    Parceria mira compactos e picapes, afastando-se do foco europeu

    A iniciativa diverge do plano europeu da Stellantis, que prioriza eletrificação e SUVs premium. No Brasil, a abordagem prioriza veículos compactos e picapes — segmentos com alta demanda local e menor concorrência direta com as marcas do grupo (Jeep, Fiat, Peugeot, etc.). “Vamos ampliar nosso portfólio no Brasil a partir de parcerias”, declarou Zola, destacando o “desenvolvimento conjunto” como diferencial.

    Fábrica do RJ em destaque, mas sem cronograma definido

    A unidade de Porto Real (RJ), uma das principais da Stellantis no país, é a candidata natural para abrigar a produção dos modelos Dongfeng. A fábrica já é responsável por modelos como o Fiat Strada e Jeep Renegade, o que facilitaria a integração de novas linhas. No entanto, a Stellantis ainda não detalhou quais modelos específicos da Dongfeng serão adaptados, nem o volume de produção ou data de estreia — um cronograma que deve ser definido nos próximos meses.

    Por que a China entrou na equação da Stellantis?

    A busca por parcerias com fabricantes chinesas reflete uma tendência global do setor automotivo: reduzir custos de desenvolvimento e acesso a tecnologias de eletrificação a preços competitivos. A Dongfeng, quinta maior montadora da China, tem expertise em veículos acessíveis e já exporta para mercados emergentes. Para o Brasil, a aliança pode ser estratégica diante da queda nas vendas de carros novos nos últimos anos e da necessidade de renovar o portfólio.

    Impacto no mercado e concorrência

    Se concretizada, a medida colocaria a Stellantis em posição de vantagem frente a rivais como Volkswagen e General Motors, que também apostam em parcerias para ampliar suas linhas. No entanto, a entrada de uma marca chinesa no Brasil — mesmo que produzida localmente — pode gerar resistência em consumidores acostumados a fabricantes tradicionais. O desafio da Stellantis será equilibrar preços competitivos com a percepção de qualidade, especialmente em um segmento dominado por marcas europeias e japonesas.

  • Hyundai aposta no i20 para brigar entre HB20 e Creta: conheça os detalhes do novo compacto que chega ainda em 2026

    Hyundai aposta no i20 para brigar entre HB20 e Creta: conheça os detalhes do novo compacto que chega ainda em 2026

    A Hyundai está intensificando a estratégia de lançamento do i20 no Brasil, com o objetivo de preencher um gap entre os modelos HB20 e Creta na linha nacional. Na última quarta-feira (10/06/2026), a marca revelou novos detalhes do compacto, que será fabricado na unidade de Piracicaba (SP) — mesmo local que produz os dois modelos com os quais o i20 competirá diretamente.

    Design moderno com assinatura Hyundai: faróis em formato de seta e linhas retas

    O vídeo promocional, lançado em meio aos jogos da Copa do Mundo 2026 — da qual a Hyundai é patrocinadora global —, mostra os primeiros traços do design do i20. Os faróis dianteiros, com formato de seta e assinatura luminosa diurna (DRL) de traços angulares, reforçam a proposta moderna do modelo, alinhada aos novos lançamentos internacionais da marca.

    A lanterna traseira também segue a tendência de linhas retas e formato de seta, integrando-se a uma barra horizontal no porta-malas que lembra a do HB20 hatch atual. A estratégia de design busca unificar a identidade visual da marca no Brasil, ao mesmo tempo em que diferencia o i20 dos concorrentes.

    Fabricação local e timing estratégico para enfrentar a concorrência

    Com produção prevista para começar ainda em 2026, o i20 chega ao mercado brasileiro em um momento de alta competição no segmento de compactos. A Hyundai aposta em um preço agressivo e tecnologia embarcada para conquistar consumidores que buscam um modelo entre o HB20 (mais compacto) e o Creta (mais robusto). A linha de Piracicaba, que já é referência em qualidade e eficiência, deve garantir custos competitivos para o novo lançamento.

    Copa do Mundo 2026 como palco para o lançamento

    A escolha do timing não é casual: ao vincular o lançamento do i20 aos jogos do Mundial, a Hyundai busca alavancar a visibilidade do modelo, associando-o ao prestígio e ao apelo emocional do evento esportivo. Além disso, a empresa aproveita o momento para reforçar sua presença no mercado brasileiro, onde já domina com modelos como o HB20 e o Tucson.

  • DuoExo: esportivo nacional de chassi exposto estreia em agosto no Festival Interlagos

    DuoExo: esportivo nacional de chassi exposto estreia em agosto no Festival Interlagos

    Um esportivo nacional de filosofia espartana, chassi tubular exposto e foco absoluto em performance: assim é o DuoExo, que fará sua estreia oficial no Festival Interlagos Edição Auto 2026, entre os dias 27 e 30 de agosto, no Autódromo de Interlagos (SP).

    Um projeto brasileiro para track days

    Desenvolvido por Fabio Birolini, o DuoExo nasce com uma proposta clara: atender ao crescente mercado de track days no Brasil, onde pilotos amadores e entusiastas buscam experiências de condução em circuitos fechados. Segundo dados do segmento, o número de eventos e participantes tem registrado alta nos últimos anos, impulsionando a demanda por veículos leves e ágeis, como este modelo nacional.

    Design radical e performance calculada

    O DuoExo adota uma arquitetura construtiva minimalista, com chassi tubular aparente que elimina componentes desnecessários para reduzir o peso total. A estratégia técnica lembra esportivos internacionais de nicho, como o Ariel Atom e o KTM X-Bow, mas com um DNA brasileiro. Com 800 kg e 160 cavalos de potência, a relação peso/potência promete uma condução reativa e divertida, ideal para curvas fechadas e retas curtas.

    O que esperar da estreia?

    A apresentação no Festival Interlagos não será apenas um lançamento, mas um teste de fogo para o modelo. Os organizadores do evento já sinalizam que o DuoExo poderá ser colocado à prova em demonstrações dinâmicas, atraindo olhares de pilotos e investidores. Caso o projeto se mostre viável, a produção em pequena escala poderia começar ainda em 2026, marcando um novo capítulo para a indústria automotiva brasileira.

  • Ciclone extratropical derruba temperaturas e coloca 3 estados em alerta máximo de tempestade

    Ciclone extratropical derruba temperaturas e coloca 3 estados em alerta máximo de tempestade

    Na quinta-feira (11), às 12h45 (Horário de Brasília), um novo ciclone extratropical já se formava na costa da Região Sul do Brasil, enquanto uma frente fria avançava rapidamente pelo território nacional. A combinação desses sistemas meteorológicos deve provocar uma mudança radical no clima de diversas áreas entre hoje e amanhã, com impactos significativos em ao menos três estados brasileiros.

    Alerta máximo: chuvas intensas e ventania atingem Sul, Sudeste e Centro-Oeste

    Segundo o Climatempo, o aprofundamento de uma área de baixa pressão atmosférica entre o Paraguai e o Sul do Brasil está instabilizando o tempo em grande parte do território nacional. Os dados indicam a ocorrência de chuva forte, temporais isolados, ventos com rajadas superiores a 100 km/h e acumulados elevados de precipitação, especialmente nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

    Região Sul será a mais afetada nas próximas horas

    Os três estados do Sul sentirão os efeitos do sistema com maior intensidade. No Paraná, o oeste e norte do estado devem registrar os maiores volumes de chuva, enquanto o oeste de Santa Catarina também está em alto risco. Em Santa Catarina, a Defesa Civil já emitiu alertas para deslizamentos e enchentes em áreas vulneráveis. No Rio Grande do Sul, a instabilidade começa a se intensificar ao longo da tarde, com previsão de ventos fortes e quedas bruscas de temperatura.

    Impacto nas atividades humanas e planejamento de emergência

    A combinação de ventos intensos e chuvas volumétricas deve afetar diretamente o cotidiano da população. Em áreas rurais, o avanço do sistema pode atrapalhar colheitas e operações agrícolas, enquanto nas cidades, há risco de alagamentos, cortes de energia e interrupção de serviços essenciais. Autoridades recomendam que moradores evitem deslocamentos não essenciais e mantenham-se informados por meio dos alertas da Defesa Civil e do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET).