Autor: Roberto Neves

  • BYD Dolphin Mini dispara em vendas e assume liderança no mercado de hatches em maio

    BYD Dolphin Mini dispara em vendas e assume liderança no mercado de hatches em maio

    Hatches perdem espaço para SUVs pelo terceiro mês seguido

    Em maio de 2026, os hatches representaram 25,1% dos 264.043 veículos emplacados no Brasil, uma queda frente aos mais de 30% dos SUVs e crossovers compactos. O segmento registrou 66.464 unidades vendidas, um crescimento de 18% em relação a maio de 2025 (56.219), mas ainda insuficiente para superar a preferência dos consumidores por veículos maiores.

    BYD Dolphin Mini: o novo rei dos hatches de entrada

    O BYD Dolphin Mini consolidou sua liderança ao emplacar 7.576 unidades em maio, superando os 6.877 de abril e os 2.569 de maio de 2025 — um crescimento estratosférico de 194,9%. Com isso, o modelo chinesa assumiu a primeira posição no acumulado de 2026, desbancando concorrentes tradicionais como Fiat Mobi e Renault Kwid, que fecharam o mês com 5.727 e 5.237 unidades, respectivamente.

    Fiat Mobi e Renault Kwid em queda livre

    Enquanto o BYD Dolphin Mini disparava, os veteranos Fiat Mobi (5.727 unidades) e Renault Kwid (5.237) registraram quedas de 11,33% e 2% em relação a maio de 2025. O Mobi, que já foi líder absoluto, viu sua participação de mercado encolher para 30,88% em maio, enquanto o Kwid, apesar de manter o terceiro lugar, perdeu espaço para 28,24%. A JAC, com apenas 5 unidades emplacadas, praticamente desapareceu do radar.

    O que esperar para o futuro dos hatches?

    Ainda que o BYD Dolphin Mini esteja dominando o segmento de entrada, a competição acirrada com SUVs compactos — como o Geely EX2 Pro 40, recentemente lançado no mercado brasileiro — pode limitar o crescimento dos hatches. Com preços competitivos e apelo tecnológico, os modelos chineses seguem ganhando terreno, mas a batalha pelo coração dos consumidores ainda está longe de ser definida.

  • Senado libera socorro de até 10 anos para dívidas rurais: como produtores podem se beneficiar?

    Senado libera socorro de até 10 anos para dívidas rurais: como produtores podem se beneficiar?

    O Senado Federal aprovou, na última quarta-feira (10 de junho de 2026), o Projeto de Lei 5.122/2023, uma das mais significativas iniciativas de apoio ao setor agropecuário nos últimos anos. A proposta estabelece condições inéditas para a renegociação de dívidas rurais, incluindo prazos estendidos, juros reduzidos e linhas especiais de crédito, visando aliviar a pressão sobre produtores afetados por crises climáticas e instabilidade econômica.

    O que muda para os produtores rurais?

    O texto aprovado prevê um modelo flexível de reestruturação financeira, com até 10 anos para pagamento das dívidas renegociadas, três anos de carência e taxas de juros abaixo das praticadas atualmente. Além disso, o projeto cria mecanismos para repactuar débitos existentes, permitindo que agricultores e pecuaristas ajustem suas finanças às condições atuais do mercado.

    Críticas e divergências no Congresso

    Apesar da aprovação simbólica no Senado, a proposta ainda enfrenta resistência na equipe econômica do governo, que questiona os impactos fiscais da medida. Parlamentares e representantes do agro argumentam que a iniciativa é urgente para evitar quebra de pequenos e médios produtores, mas especialistas alertam para a necessidade de equilíbrio nas contas públicas.

    Próximos passos: o que esperar?

    O projeto agora retorna à Câmara dos Deputados para análise final. Se aprovado, será encaminhado à sanção presidencial, entrando em vigor após regulamentação. Produtores interessados devem acompanhar as atualizações do Ministério da Agricultura e da Fazenda para conhecer os critérios exatos de adesão.

  • Jess Arisen Moon: o garanhão que promete revolucionar as pistas de Quarto de Milha

    Jess Arisen Moon: o garanhão que promete revolucionar as pistas de Quarto de Milha

    As pistas de Quarto de Milha não são apenas um esporte; são um legado. E em 11 de junho de 2026, o nome Jess Arisen Moon ganha ainda mais peso nesse universo. Filho do lendário Mr Jess Perry — um dos maiores reprodutores da história da AQHA — e de Moon Arisen, descendente direta de Beduino (TB), o garanhão zaino carrega em seu DNA a essência das linhagens mais poderosas da velocidade mundial.

    Um pedigree que fala por si: o sangue da velocidade

    Nascido em 20 de maio de 2007, Jess Arisen Moon não é apenas mais um exemplar do plantel. Ele representa a união de duas das famílias mais influentes do mundo das corridas: a linhagem do pai, especializada em velocidade pura, e a da mãe, herdada de um puro-sangue inglês. Essa combinação não é comum — é uma fórmula rara para criar campeões.

    O condomínio de criadores que aposta em um novo futuro

    O valor de Jess Arisen Moon não está apenas em seu histórico genético, mas no que ele representa para o futuro. Um seleto grupo de criadores se uniu em torno dele, formando um condomínio com um objetivo claro: transformá-lo em um formador de linhagens. A expectativa é alta. Afinal, quando um garanhão tem em seu currículo a capacidade de perpetuar a excelência, cada potro nascido de suas cruzas é visto como um futuro campeão antes mesmo de pisar na pista.

    No 2º Leilão Fenomenal, promovido pelos Haras Fazenda São José e Haras Guarani, Jess Arisen Moon não é apenas mais uma atração — é a promessa de uma revolução. Criadores que buscam não só vitórias, mas a construção de um legado, veem nele a chance de escrever uma nova página na história das corridas de Quarto de Milha.

  • Alan Jackson encerra carreira em turnê com show histórico em Nashville: ‘Last Call’ já é o evento country do ano

    Alan Jackson encerra carreira em turnê com show histórico em Nashville: ‘Last Call’ já é o evento country do ano

    Uma era chega ao fim com ‘Last Call’

    Alan Jackson, ícone do country que ajudou a moldar a identidade do gênero nas últimas décadas, selou sua despedida definitiva dos palcos com um anúncio que já entrou para a história. No próximo dia 27 de junho de 2026, o cantor fará seu último concerto completo em turnê no Nissan Stadium, em Nashville — o berço da música country nos Estados Unidos. O evento, batizado de ‘Last Call: One More for the Road – The Finale’, não é apenas mais um show: é a celebração meticulosamente planejada de uma trajetória que transcendeu gerações.

    Nashville em festa: ingressos esgotados e transmissões globais

    O frenesi em torno do espetáculo não poderia ser maior. Os ingressos para o show esgotaram em tempo recorde, refletindo não só a devoção dos fãs, mas também o legado impecável de Jackson. Para ampliar o alcance do evento, a organização confirmou transmissões especiais em salas de cinema e uma gravação exclusiva para televisão, que será exibida pela NBC — garantindo que o ‘Last Call’ chegue a milhões de lares, mesmo além das fronteiras americanas.

    Mais do que uma despedida: um tributo ao country tradicional

    Jackson, conhecido por sua capacidade de mesclar raízes tradicionais com apelo contemporâneo, escolheu encerrar sua turnê com um ato simbólico. O ‘Last Call’ não será apenas um adeus aos palcos, mas uma homenagem à cultura country que ele ajudou a perpetuar. Artistas convidados e performances cuidadosamente selecionadas prometem transformar o estádio em um palco de nostalgia e celebração, reafirmando o papel de Jackson como um dos pilares do gênero.

    O que esperar do ‘Last Call’?

    Detalhes sobre o repertório e participações especiais ainda estão sendo mantidos em sigilo, mas a expectativa é de que o show inclua não só os sucessos eternos de Jackson — como “Chattahoochee”, “Remember When” e “It’s Five O’Clock Somewhere” — mas também momentos inéditos que marquem sua carreira. Para os fãs, é a chance única de testemunhar uma lenda em seu momento mais íntimo e grandioso ao mesmo tempo.

  • Catupiry amplia domínio global: aquisição de marca americana reforça expansão em 115 anos de história

    Catupiry amplia domínio global: aquisição de marca americana reforça expansão em 115 anos de história

    A multinacional brasileira de laticínios Catupiry concretizou, na última quarta-feira (10/06/2026), a aquisição da Lactojara Laticínios, subsidiária brasileira da gigante norte-americana Leprino Foods. A transação, ainda sem valores divulgados, representa um passo decisivo na estratégia da Catupiry de expandir sua capacidade industrial e dominar a cadeia de fornecimento para redes de alimentação fora do lar, segmento em franco crescimento no mercado global.

    A operação que uniu passado e futuro

    A compra da Lactojara chega em um momento simbólico: ano em que a Catupiry celebra seu 115º aniversário. A marca, tradicional no mercado brasileiro, agora incorpora uma unidade fabril com capacidade de processamento em larga escala, alinhando sua herança centenária a tecnologias modernas de produção. Segundo fontes internas, o acordo foi estruturado para garantir à Catupiry controle sobre uma parcela significativa da cadeia produtiva de laticínios, reduzindo dependências externas e aumentando sua competitividade frente a concorrentes internacionais.

    Sigilo e aprovação regulatória: os próximos desafios

    Embora os termos financeiros do negócio permaneçam em sigilo, a conclusão da transação depende agora da análise do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). A expectativa é de que a aprovação ocorra até o final do ano, considerando o histórico de rápidas análises do órgão em operações similares. Caso se concretize, a aquisição poderá redefinir o mapa dos laticínios no Brasil, com a Catupiry consolidando sua posição como líder no segmento de food service — segmento que já representa mais de 30% de seu faturamento atual.

    Consequências para o mercado e consumidores

    A operação sinaliza uma tendência de consolidação no setor, com empresas brasileiras buscando expandir suas fronteiras para além do mercado interno. Especialistas analisam que a medida pode pressionar margens de concorrentes menores e acelerar inovações em produtos premium, beneficiando diretamente os consumidores finais. Além disso, a integração da Lactojara à estrutura da Catupiry deve resultar em ganhos de eficiência logística e redução de custos, potencialmente refletindo em preços mais competitivos para redes de fast-food e restaurantes.

  • Cavalo Crioulo brilha no Campeonato Gaúcho de Enduro Equestre de 2026: rusticidade e resistência sob holofotes

    Cavalo Crioulo brilha no Campeonato Gaúcho de Enduro Equestre de 2026: rusticidade e resistência sob holofotes

    O Cavalo Crioulo tem ganhado cada vez mais espaço nas competições de enduro equestre pelo Brasil, e na última quarta-feira (10/06/2026), a raça reforçou sua reputação de versatilidade no Campeonato Gaúcho de Enduro Equestre, organizado pela Federação Gaúcha dos Esportes Equestres (FGEE).

    Enduro: a modalidade que testa a adaptabilidade do Crioulo

    O enduro equestre exige que cavalo e cavaleiro enfrentem percursos longos e variados, incluindo terrenos acidentados e condições climáticas adversas. Nessa prova, o Crioulo — conhecido por sua rusticidade e resistência — demonstrou por que é considerado um dos cavalos mais adaptáveis da equinocultura brasileira. A competição, que avalia não apenas velocidade, mas também recuperação física e bem-estar animal, alinha-se perfeitamente às características naturais da raça.

    Mais do que um esporte: uma prova das aptidões ancestrais

    Originário do sul do Brasil, o Cavalo Crioulo foi desenvolvido para sobreviver em ambientes hostis, como planícies e montanhas. No enduro, essas habilidades são postas à prova em provas que podem durar horas, exigindo resistência muscular, resistência à fadiga e capacidade de recuperação rápida. A participação da raça no campeonato gaúcho de 2026 não apenas destacou seu desempenho atlético, mas também reafirmou seu papel como símbolo de equilíbrio entre tradição e inovação no esporte equestre nacional.

  • Subaru aposta em câmbio manual: WRX, BRZ e hatch inédito chegam até 2027 com DNA esportivo

    Subaru aposta em câmbio manual: WRX, BRZ e hatch inédito chegam até 2027 com DNA esportivo

    Três modelos com DNA esportivo e câmbio manual

    A Subaru revelou na última quarta-feira, durante a coletiva de imprensa da 24 Horas de Fuji — terceira etapa do Campeonato Japonês de Automobilismo (Super Taikyu Series) — que lançará até 2027 três novos carros equipados com câmbio manual. Entre eles estão uma nova versão do WRX, uma edição especial do BRZ e um hatch de cinco portas inédito, este último derivado do conceito “Performance-B STI”.

    Tecnologia do automobilismo a serviço do prazer de dirigir

    A montadora japonesa destacou que os novos modelos incorporam inovações diretamente do automobilismo, visando tornar a condução mais dinâmica e acessível. A transmissão manual TY85, já consagrada em modelos como o WRX, será mantida nos lançamentos, reforçando a aposta da marca no engajamento dos motoristas com a direção.

    Silêncio sobre datas e mercados externos

    Apesar do anúncio, a Subaru não divulgou prazos exatos para os lançamentos nem especificou quais mercados receberão os novos modelos fora do Japão. A empresa limitou-se a afirmar que as apresentações oficiais ocorrerão em breve, mantendo o mistério sobre a estreia global dos veículos.

  • Crédito rural recua 5% no Plano Safra 2025/2026; industrialização lidera alta de 59,5%

    Crédito rural recua 5% no Plano Safra 2025/2026; industrialização lidera alta de 59,5%

    O crédito rural destinado à agricultura empresarial — excluindo o Pronaf — atingiu R$ 433 bilhões entre julho de 2025 e maio de 2026, no âmbito do Plano Safra 2025/2026. O valor representa uma retração de 5% em relação aos R$ 458,1 bilhões contratados no mesmo período da safra anterior (julho/2024 a maio/2025). Os dados, ainda preliminares, foram divulgados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) com base em informações do Sistema de Operações do Crédito Rural (Sicor).

    Industrialização lidera crescimento com alta de 59,5%

    O principal destaque do período foi o salto nos financiamentos para industrialização, que saltaram de R$ 19,7 bilhões para R$ 31,5 bilhões, um crescimento de 59,5%. Essa expansão reflete a estratégia do governo de fomentar a agregação de valor na cadeia produtiva agropecuária, reduzindo a dependência de exportação de commodities in natura.

    CPR ganha espaço, mas Pronamp avança timidamente

    A Cédula do Produtor Rural (CPR) consolidou-se como o principal instrumento de crédito, respondendo por 42,8% do total concedido (R$ 185,6 bilhões). No entanto, o Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) registrou alta modesta de 4,3%, sinalizando um crescimento mais conservador desse segmento. Enquanto isso, a CPR cresceu 8% no período, impulsionada pela busca por instrumentos de hedge contra volatilidade de preços.

    Contexto e perspectivas para o agro brasileiro

    Apesar da queda nominal no volume total de crédito, especialistas avaliam que o Plano Safra 2025/2026 mantém o foco em setores estratégicos, como a industrialização e a inovação tecnológica. A redução nos valores absolutos pode estar relacionada a ajustes macroeconômicos e à priorização de projetos com maior retorno a médio prazo. Para a próxima safra, a expectativa é de que os recursos para crédito rural ultrapassem R$ 500 bilhões, com ênfase em sustentabilidade e transição energética.

  • GAC Yue 7: SUV chinês de 536 cv com design ‘quadrado’ e LiDAR chega ao Brasil em 2026?

    GAC Yue 7: SUV chinês de 536 cv com design ‘quadrado’ e LiDAR chega ao Brasil em 2026?

    Um ‘tanque’ chinês de alta performance

    O GAC Yue 7 surge como mais um representante da onda de SUVs quadrados chineses, um estilo que já conquistou o mercado brasileiro com modelos como o GWM Tank 300 e o Denza B5. Em 10 de junho de 2026, a montadora asiática apresentou o novo veículo, que promete não apenas design agressivo, mas também tecnologia de ponta e capacidade off-road notável.

    Ficha técnica: híbrido plug-in com 536 cv

    O Yue 7 é um SUV de grande porte equipado com um sistema híbrido plug-in que entrega 536 cavalos de potência combinada, graças à combinação de um motor térmico com um ou mais elétricos. A autonomia elétrica chega a 188 km, enquanto o sistema de tração integral i-4WD garante estabilidade em terrenos adversos — inclusive com tração em apenas uma roda, como destacado pela fabricante.

    Tecnologia embarcada: Huawei entra no jogo

    Um dos destaques do Yue 7 é a integração com a tecnologia LiDAR da Huawei, que promete inteligência avançada para sistemas de assistência ao motorista e direção autônoma em níveis básicos. Esse tipo de recurso, ainda raro em veículos comercializados no Brasil, sinaliza uma nova era de conectividade e segurança nos SUVs chineses.

    Chegada ao Brasil: quando e por que agora?

    Embora o Yue 7 seja esperado para ser lançado na China no terceiro trimestre de 2026, a GAC já estuda expandir suas operações para o mercado brasileiro. A semelhança com o Denza B5 — que já é um sucesso por aqui — sugere que o novo modelo poderá ser um forte concorrente, especialmente para consumidores que buscam designs robustos, tecnologia embarcada e eficiência energética. A chegada, no entanto, dependerá de estratégias de mercado e adaptações regulatórias.

    O que esperar do futuro da categoria?

    O Yue 7 representa mais um passo da China na consolidação de uma nova era para os SUVs, onde design retangular, alta performance e eletrificação caminham lado a lado. Com a crescente demanda por veículos com apelo off-road e tecnologias avançadas, o mercado brasileiro — já acostumado com a presença de marcas chinesas — pode estar diante de uma nova opção disruptiva ainda em 2026.

  • GWM Ora 5 chega com data marcada: Brasil ganha seu primeiro SUV elétrico em 23 de junho

    GWM Ora 5 chega com data marcada: Brasil ganha seu primeiro SUV elétrico em 23 de junho

    Evento de estreia em São Paulo promete revelar o primeiro SUV elétrico nacional da GWM

    A Great Wall Motors (GWM) definiu o cronograma para o lançamento do Ora 5, seu primeiro SUV elétrico fabricado no Brasil. Em comunicado enviado à imprensa nesta semana, a montadora confirmou que o modelo será oficialmente apresentado em um evento exclusivo no próximo dia 23 de junho, na capital paulista. A ocasião marcará a estreia do veículo no mercado brasileiro e a ampliação da linha elétrica da submarca Ora no país.

    Reservas antecipadas já movimentam o mercado desde 1º de junho

    A GWM não perdeu tempo: desde o dia 1º de junho, interessados já podem garantir uma unidade do Ora 5 com um sinal de R$ 9 mil, seja pelo site oficial da marca, concessionárias autorizadas ou até mesmo pela plataforma do Mercado Livre. Embora o preço final do veículo ainda não tenha sido divulgado pela fabricante, a expectativa é que essa informação seja revelada durante o lançamento, junto com outros detalhes técnicos e comerciais.

    Ora 5 chega para disputar espaço em um segmento em expansão

    O lançamento do Ora 5 representa um marco importante para a GWM no Brasil, ainda mais por ser o primeiro SUV elétrico da submarca Ora no país. Até então, a linha elétrica da marca no mercado nacional contava apenas com o hatch Ora 03, que já havia conquistado espaço entre os consumidores adeptos da mobilidade elétrica. Agora, com um modelo maior e mais robusto, a GWM busca atender à crescente demanda por veículos elétricos de porte intermediário, segmento que vem ganhando tração no país com a popularização de tecnologias como recarga rápida e autonomia estendida.