Autor: Roberto Neves

  • Aviagen, JBS-Seara e Vaxxinova unem forças para elevar biosseguridade no Sul do Brasil

    Aviagen, JBS-Seara e Vaxxinova unem forças para elevar biosseguridade no Sul do Brasil

    Um dos setores mais dinâmicos da agroindústria brasileira, a avicultura, ganhou reforço na última semana com um programa focado em biosseguridade e manejo de reprodutoras. Realizado entre 6 e 9 de julho de 2026 em São José (SC), o evento reuniu cerca de 100 profissionais para debater práticas que aliam genética, saúde animal e eficiência produtiva.

    Integração de saberes para fortalecer a produção

    A iniciativa, promovida pela Aviagen®, JBS-Seara e Vaxxinova, trouxe especialistas de toda a cadeia avícola para compartilhar experiências e soluções inovadoras. O objetivo central foi demonstrar como a combinação de dados de campo, monitoramento clínico e estratégias de manejo pode elevar os padrões de sanidade, bem-estar animal e sustentabilidade dos lotes.

    Biosseguridade como pilar da indústria

    Durante quatro dias, os participantes discutiram casos práticos e abordagens para enfrentar desafios recorrentes na produção avícola. A integração entre genética, biosseguridade e manejo foi destacada como chave para otimizar o desempenho das aves e atender aos rigorosos padrões da indústria. “Quando trabalhamos em sinergia com os produtores, criamos condições para que as aves expressem todo o seu potencial genético”, afirmou um representante da Aviagen®.

    O futuro da avicultura brasileira

    O evento reflete a busca contínua por inovação no setor, especialmente em um contexto de crescente demanda por alimentos seguros e sustentáveis. Ao unir players como JBS-Seara e Vaxxinova, a iniciativa reforça a importância da colaboração para garantir a competitividade e a resiliência da avicultura nacional.

  • Omoda 7 chega ao Brasil com design inovador e motor híbrido de 279 cv por R$ 259 mil

    Omoda 7 chega ao Brasil com design inovador e motor híbrido de 279 cv por R$ 259 mil

    Um visual que foge do óbvio

    Na contramão da padronização dos SUVs chineses, o Omoda 7 aposta em um design marcante, com linhas agressivas e detalhes que chamam a atenção. O modelo, que é o mais caro da marca no Brasil, tem como principal diferencial uma identidade visual que se destaca no segmento, onde muitos concorrentes optam por soluções genéricas.

    Tecnologia e conforto à altura do preço

    O interior do Omoda 7 traz uma tela multimídia deslizante de 15,6 polegadas, painel digital de 12,3 polegadas e um amplo pacote de segurança com 8 airbags, além de teto solar panorâmico. A versão Prestige, testada pela redação, inclui itens de conforto adicionais e reforça a proposta de um veículo premium, com preço inicial de R$ 254.990 na configuração Luxury e R$ 279.990 na versão topo de linha.

    Motorização híbrida plug-in para performance e eficiência

    Equipado com um sistema híbrido plug-in de 279 cv, o Omoda 7 promete agilidade surpreendente, combinando potência e eficiência energética. A suspensão foi calibrada para oferecer equilíbrio entre conforto e dirigibilidade, características essenciais para o gosto brasileiro, segundo a montadora.

    Disputa acirrada no segmento premium

    O fabricante posiciona o Omoda 7 como uma alternativa aos modelos BYD Song Plus e GWM Haval H6, apostando na personalidade e tecnologia como diferenciais. Com a estreia no mercado brasileiro, a marca busca consolidar sua presença em um segmento cada vez mais competitivo, onde a inovação é um fator decisivo para os consumidores.

  • Meta testa óculos com IA que gravam tudo ao redor: como funciona e riscos da ‘superpercepção’

    Meta testa óculos com IA que gravam tudo ao redor: como funciona e riscos da ‘superpercepção’

    Óculos da Meta com IA: gravação constante e ‘memória artificial’

    Em uma nova investida no mercado de dispositivos vestíveis, a Meta estaria testando um protótipo de óculos inteligentes com inteligência artificial que grava áudio e tira fotos automaticamente, segundo reportagem do Financial Times publicada nesta semana. O recurso, apelidado internamente de super sensing (superpercepção), tem como objetivo criar uma espécie de ‘memória artificial’ para os usuários, armazenando informações do cotidiano — como conversas, localização de objetos ou detalhes de reuniões — para posterior consulta via assistente de IA.

    Como o ‘super sensing’ funcionaria na prática

    Os registros não seriam salvos localmente nos óculos, mas enviados diretamente para os servidores da Meta AI, onde passariam por processamento em tempo real. A estratégia busca mitigar riscos legais e de privacidade, ao evitar que dados sensíveis permaneçam armazenados no dispositivo. Entre as funcionalidades prometidas, o sistema poderia responder a perguntas como ‘onde deixei minhas chaves?’ ou ‘o que foi dito na reunião de ontem?’, integrando-se ao ecossistema de assistentes virtuais da empresa.

    Investimentos da Meta em óculos inteligentes desde 2021

    A Meta vem apostando fortemente em óculos com IA desde 2021, quando lançou parcerias com a Ray-Ban para modelos com câmera e microfone. Agora, com o *super sensing*, a empresa dá um passo adiante ao transformar os dispositivos em ferramentas de captura onipresentes. Especialistas, no entanto, já alertam para potenciais controvérsias, especialmente em ambientes onde a gravação constante pode ferir leis de privacidade ou causar desconforto social.

    Privacidade em xeque: quem controla os dados?

    A abordagem da Meta — centralizar os registros na nuvem — divide opiniões. Por um lado, facilita a atualização de modelos de IA e reduz a carga computacional dos óculos. Por outro, reacende debates sobre vigilância corporativa e o uso de dados pessoais por gigantes da tecnologia. A empresa não comentou oficialmente o projeto, mas a revelação chega em um momento em que reguladores globais intensificam fiscalizações sobre inteligência artificial e dispositivos conectados.

  • Google Earth Pro para desktop será descontinuado em junho de 2027: o que muda?

    Google Earth Pro para desktop será descontinuado em junho de 2027: o que muda?

    O Google Earth Pro, ferramenta clássica para visualização 3D da Terra em desktops, terá seus downloads encerrados em 25 de junho de 2027. A decisão não afeta sua funcionalidade em computadores que já o possuem instalado, mas marca o início do fim para uma das plataformas mais antigas da gigante de tecnologia.

    A divisão do Google Earth: o que sobrevive e o que será aposentado

    A plataforma, lançada em 2005 após a aquisição do EarthViewer pela Google, sempre teve duas vertentes: o Google Earth Pro (para desktops) e as versões web/móveis. Enquanto estas últimas seguem inalteradas, a versão para computadores será a única a ter seu suporte descontinuado — embora continue operando normalmente nos dispositivos atuais.

    Por que o Google tomou essa decisão?

    A transição para modelos baseados em nuvem e acessíveis via navegador ou apps é a principal justificativa. O Google Earth Pro, apesar de robusto, já não acompanha a evolução das tecnologias de visualização geográfica, que hoje priorizam praticidade e integração multiplataforma. A empresa, no entanto, não anunciou planos de migrar os recursos avançados da versão desktop para as alternativas.

    O que os usuários do Google Earth Pro devem fazer?

    Quem já utiliza o software em seu computador não precisa se preocupar — a ferramenta seguirá funcionando. No entanto, usuários que dependem de recursos exclusivos do Pro (como medição avançada ou impressão em alta resolução) devem considerar alternativas ou armazenar seus dados antes da data limite. A migração para as versões web ou móveis é a recomendação oficial, embora elas não ofereçam a mesma profundidade de análise.

  • Meta lança Muse Spark 1.1: a IA que disputa a liderança em programação com preço agressivo

    Meta lança Muse Spark 1.1: a IA que disputa a liderança em programação com preço agressivo

    Um novo player no mercado de IA para desenvolvedores

    A Meta deu mais um passo para consolidar sua posição no competitivo mercado de inteligência artificial com o lançamento do Muse Spark 1.1, modelo especializado em programação, raciocínio lógico e automação de tarefas. Anunciado oficialmente às 16h36 (horário de Brasília) desta quinta-feira (09/07), o novo sistema representa uma evolução significativa em relação à versão inicial apresentada em abril, com foco em agentes autônomos capazes de operar com mínima intervenção humana.

    Diferente dos modelos tradicionais de IA, que atuam como assistentes pontuais, o Muse Spark 1.1 é projetado para executar funções completas — como navegação na web sem supervisão e processamento automatizado de dados — com maior eficiência e custo reduzido. Segundo a empresa, a nova versão reduz a lacuna técnica em relação a concorrentes como GitHub Copilot, DeepMind e Anthropic, que já dominam o segmento de IA para programação.

    Menor custo e integração com ecossistema da Meta

    Um dos principais diferenciais do Muse Spark 1.1 é seu modelo de precificação agressivo, que, segundo a Meta, tornaria o uso mais acessível para desenvolvedores e empresas. Ainda não há testes independentes que comprovem seu desempenho em larga escala, mas a empresa já sinaliza que o modelo será integrado gradualmente a plataformas como WhatsApp, Instagram e Facebook, ampliando seu alcance além dos ambientes de desenvolvimento.

    Embora a versão 1.1 esteja disponível inicialmente apenas para desenvolvedores nos Estados Unidos, a Meta já trabalha em uma estratégia global que pode redefinir como softwares são criados nos próximos anos. A aposta em agentes autônomos — sistemas capazes de tomar decisões e executar tarefas complexas sem supervisão constante — pode acelerar a adoção de IA em setores como automação de escritórios, análise de dados e até mesmo desenvolvimento de aplicativos.

    O que esperar do futuro da IA para programação?

    A chegada do Muse Spark 1.1 levanta questões sobre como a Meta planeja competir com gigantes como Microsoft (dona do GitHub Copilot) e Google (que integrou IA ao Android Studio). A empresa não divulgou benchmarks comparativos, mas especialistas já especulam se o modelo conseguirá superar limitações de versões anteriores, como alucinações em código gerado automaticamente e dependência excessiva de supervisão humana.

    Para desenvolvedores, a grande expectativa é a redução de custos sem perda de qualidade. Caso o Muse Spark 1.1 cumpra o prometido, a Meta pode se tornar uma alternativa viável para startups e pequenas empresas que buscam ferramentas de IA para otimizar workflows de programação. Já para usuários finais, a integração com aplicativos do Meta ainda é um mistério, mas a possibilidade de assistentes de IA mais inteligentes e autônomos no dia a dia não pode ser descartada.

  • Modo Fácil do Android: como ativar e personalizar em Samsung e Realme para facilitar o uso

    Modo Fácil do Android: como ativar e personalizar em Samsung e Realme para facilitar o uso

    Desde que a Samsung e a Realme começaram a incorporar o Modo Fácil em seus dispositivos Android, a acessibilidade ganhou um aliado importante para usuários que enfrentam dificuldades visuais ou motoras. Lançado como parte das configurações de acessibilidade do sistema, o recurso simplifica a interface ao ampliar elementos visuais, aumentar o contraste e reduzir a poluição visual, tornando smartphones mais fáceis de usar no dia a dia.

    O que muda quando o Modo Fácil é ativado?

    Ao ativar o Modo Fácil, o sistema operacional aplica uma série de ajustes automáticos na tela, como:

    • Ícones e textos com tamanhos ampliados;
    • Botões de comando mais visíveis e distanciados;
    • Contraste reforçado para facilitar a leitura;
    • Layout simplificado, com menos elementos visuais desnecessários.

    Esses recursos são especialmente úteis para idosos, pessoas com baixa visão ou dificuldades motoras, além de quem prefere uma experiência mais minimalista e menos sobrecarregada. No entanto, a disponibilidade do Modo Fácil depende diretamente da interface customizada de cada fabricante — enquanto Samsung e Realme já o oferecem, marcas como Motorola e Xiaomi ainda não o implementaram em seus modelos.

    Passo a passo: como ativar e desativar no Samsung

    Em dispositivos Samsung, o processo é simples e pode ser feito em poucos segundos. Veja como:

    1. Acesse as Configurações do celular (ícone de engrenagem).
    2. Toque em “Acessibilidade”.
    3. Selecione “Modo Fácil”.
    4. Ative a opção “Usar Modo Fácil”.
    5. Para ajustar o nível de ampliação ou contraste, toque em “Personalizar”.

    Para desativar, basta seguir o mesmo caminho e desmarcar a opção. Vale lembrar que, em alguns modelos, o Modo Fácil pode ser ativado rapidamente através do painel de notificações, dependendo da versão do One UI.

    Realme: onde encontrar a função?

    Na Realme, o procedimento é semelhante, mas pode variar ligeiramente conforme a versão do Realme UI. Geralmente, o caminho é:

    1. Abra Configurações.
    2. Vá até “Acessibilidade”.
    3. Selecione “Modo Fácil” e ative o recurso.

    Assim como na Samsung, é possível personalizar o nível de ampliação e contraste. A Realme também permite que o usuário defina atalhos para ativar ou desativar o modo rapidamente, facilitando o acesso em situações de necessidade.

    Por que nem todos os Androids têm o Modo Fácil?

    A ausência do Modo Fácil em dispositivos de outras fabricantes, como Motorola ou Xiaomi, está diretamente ligada às suas interfaces personalizadas (Xiaomi HyperOS ou Motorola My UX). Enquanto a Samsung e a Realme optaram por integrar o recurso nativamente em suas versões do Android, outras marcas ainda não o adotaram — ou o fizeram de forma limitada em modelos específicos.

    Para quem busca uma alternativa, existem aplicativos de terceiros, como o Big Launcher ou Simple Launcher, que oferecem soluções semelhantes, embora com menos integração ao sistema. No entanto, a praticidade do Modo Fácil nativo continua sendo a melhor opção para quem precisa de acessibilidade imediata.

  • Honda Prelude híbrido chega ao Brasil em agosto com DNA Civic e design esportivo

    Honda Prelude híbrido chega ao Brasil em agosto com DNA Civic e design esportivo

    O aguardado retorno do Honda Prelude ao Brasil ganha data oficial: a estreia está prevista para meados de agosto de 2026, segundo informações da marca. O modelo, que já foi revelado no Salão do Automóvel do ano passado, chega como um híbrido esportivo, abandonando a plataforma do Accord para se aproximar da arquitetura do Civic atual — uma mudança que promete alterar radicalmente sua proposta.

    Da herança Accord ao DNA Civic: a reinvenção do cupê esportivo

    O Prelude original, lançado na década de 1970, era um derivado do sedã Accord, conhecido por sua dinâmica leve e relação peso-potência equilibrada. Contudo, a nova geração rompe com o passado ao se basear no Civic híbrido, compartilhando chassis e componentes. Com 4,67 metros de comprimento, 1,80 m de largura e 1,43 m de altura, o cupê mantém proporções semelhantes ao sedã em seu entre-eixos (2,73 m), mas se diferencia pela altura reduzida e design mais agressivo.

    O que mudou no porta-malas e na proposta esportiva?

    Ao contrário do Civic — que oferece 495 litros de capacidade —, o Prelude prioriza estilo em detrimento do espaço, com apenas 264 litros no porta-malas. Essa escolha reflete sua nova identidade: um carro 2+2, mas com foco na experiência de condução e apelo visual. A Honda ainda não divulgou detalhes sobre motorização ou preços, mas a chegada em agosto sugere que a marca deve revelar esses dados nas próximas semanas, à medida que o lançamento se aproxima.

  • Ruf apresenta motor boxer de 8 cilindros com mais de 1.000 cv no Goodwood 2026

    Ruf apresenta motor boxer de 8 cilindros com mais de 1.000 cv no Goodwood 2026

    A Ruf Automobile, conhecida por suas criações baseadas em plataformas Porsche, surpreendeu o público no Goodwood Festival of Speed 2026 com o lançamento do motor B8. Trata-se do primeiro propulsor boxer de oito cilindros desenvolvido integralmente pela marca alemã, um marco para a engenharia automotiva.

    Um flat-8 puro-sangue: 1.000 cv sem eletrônica assistida

    Com 4,8 litros de deslocamento e dois turbocompressores, o B8 entrega impressionantes 1.000 cv de potência e um torque superior a 1.000 Nm. O detalhe técnico mais interessante é a ausência de sistemas híbridos ou eletrônicos avançados, provando que a performance extrema ainda pode ser alcançada com mecânica tradicional. Segundo a Ruf, o torque de 102 kgfm é atingido já nos baixos regimes, garantindo uma entrega linear e brutal.

    Protótipo Erprober: o laboratório sobre rodas

    Instalado em um chassi baseado no Ruf CTR3 — batizado como Erprober („testador“ em alemão) —, o motor B8 será submetido a um rigoroso programa de testes durante o festival. O carro, que já está sendo usado para desenvolvimento, percorrerá milhares de quilômetros antes de qualquer nova tecnologia ser liberada para produção. Ao volante, Tanner Foust, ex-apresentador do Top Gear USA e especialista em rallycross, encarregará o flat-8 em duas subidas diárias na icônica pista de 1,86 km de Goodwood.

    Goodwood como palco de inovação

    O Goodwood Festival of Speed não é apenas um evento para exibições. Para a Ruf, a estreia pública do B8 serve como vitrine de sua capacidade de inovar sem depender de gigantes da indústria. Enquanto concorrentes apostam em hibridização ou eletrificação, a marca alemã reforça que o motor boxer ainda tem muito a oferecer — especialmente quando se trata de som visceral e pura emoção ao dirigir.

  • Vazamento oficial revela Galaxy Z Flip 8, Watch 9 e Watch Ultra 2 antes do Unpacked

    Vazamento oficial revela Galaxy Z Flip 8, Watch 9 e Watch Ultra 2 antes do Unpacked

    Três dias antes do tão aguardado Galaxy Unpacked de 22 de julho de 2026, a Samsung já tem sua linha de produtos parcialmente revelada. Imagens renderizadas oficiais dos futuros Galaxy Z Flip 8, Galaxy Watch 9 e Galaxy Watch Ultra 2 vazaram na internet, oferecendo um primeiro vislumbre dos designs que devem chegar ao mercado ainda este mês.

    Designs discretos, mas com novidades por dentro

    Os vazamentos indicam que os novos aparelhos manterão a estética familiar de suas gerações anteriores. O Galaxy Z Flip 8, por exemplo, parece repetir a fórmula do Z Flip 7 (lançado em 2025), com duas câmeras externas de alta resolução — uma de 50 MP e outra de 12 MP — e uma bateria de 4.300 mAh. Internamente, o destaque fica por conta do processador, que pode ser tanto o Exynos 2600 quanto o Snapdragon 8 Elite Gen 5, além de 12 GB de RAM.

    Watch 9 e Watch Ultra 2: evolução sutil em relógios

    Os smartwatches também não devem trazer grandes revoluções no visual. O Galaxy Watch 9 e o Galaxy Watch Ultra 2 aparecem com designs refinados, possivelmente mantendo as mesmas funcionalidades de saúde e conectividade de seus antecessores, mas com melhorias de performance e duração de bateria. Ainda não há detalhes oficiais sobre preços ou disponibilidade, mas a expectativa é alta para o evento de 22 de julho.

    E o Galaxy Z Fold 8 Wide? A grande promessa do Unpacked

    Ainda mais aguardado do que os aparelhos já vazados é o Galaxy Z Fold 8 Wide, que promete mudar as regras do jogo. Com uma tela interna mais larga — próxima às proporções de um tablet —, o dispositivo deve oferecer uma experiência de uso mais imersiva, especialmente para produtividade e entretenimento. Se os rumores se confirmarem, será um marco para a linha Fold, que até então mantinha proporções mais compactas.

    Com o Unpacked se aproximando, os consumidores não terão mais que esperar para conferir de perto o futuro da Samsung. Até lá, os vazamentos servem como um spoiler oficial — ou, pelo menos, um indicativo do que a gigante sul-coreana tem a mostrar.

  • SLC Agrícola adquire 8,9 mil hectares por R$ 669 milhões em acordo com Cosan e Bom Futuro

    SLC Agrícola adquire 8,9 mil hectares por R$ 669 milhões em acordo com Cosan e Bom Futuro

    Divisão de terras encerra conflito entre SLC e Bom Futuro

    A SLC Agrícola e o Grupo Bom Futuro chegaram a um acordo nesta quinta-feira (9) para a compra de fazendas do Bloco Mato Grosso, pertencente à Radar — subsidiária de terras da Cosan. A operação, avaliada em R$ 1,85 bilhão, foi dividida entre as partes, com a SLC adquirindo 8,9 mil hectares por R$ 669 milhões.

    Estrutura da transação e participações

    O valor total permanece inalterado em relação ao anúncio inicial da Cosan, com aproximadamente R$ 586 milhões correspondentes à participação indireta da companhia. Os novos compromissos de compra e venda foram celebrados entre SLC, Bom Futuro e Alexandre Jacques Bottan, mantendo as condições comerciais previamente divulgadas.

    Cronograma e condições pendentes

    A conclusão da transação está sujeita ao cumprimento de condições precedentes habituais e tem previsão para ocorrer até 30 de outubro de 2026, conforme comunicado da Cosan. A SLC Agrícola não divulgou detalhes adicionais sobre os novos compromissos no comunicado parcial emitido.