Categoria: Agro

  • Brasil faturam US$ 15,9 bilhões com exportações de carnes no primeiro semestre de 2026: recorde histórico

    Brasil faturam US$ 15,9 bilhões com exportações de carnes no primeiro semestre de 2026: recorde histórico

    O agronegócio brasileiro atingiu um marco histórico nas exportações de carnes entre janeiro e junho de 2026. Segundo dados consolidados pela Scot Consultoria, com base nas estatísticas da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o volume embarcado de carnes — bovina, suína, de aves e miúdos — chegou a 4,9 milhões de toneladas, gerando uma receita de US$ 15,9 bilhões.

    Primeiro semestre de 2026 supera todos os recordes anteriores

    Os números representam o melhor desempenho da série histórica para o período, consolidando o Brasil como um dos principais fornecedores mundiais de proteína animal. A comparação com o primeiro semestre de 2016 revela um crescimento exponencial: o volume exportado cresceu 64,3%, enquanto o faturamento disparou 173,1%, atingindo o maior nível dos últimos 11 anos.

    Demanda internacional e produção nacional em sintonia

    O avanço não é apenas quantitativo, mas também qualitativo. A expansão das exportações reflete tanto o aumento da produção nacional quanto a crescente demanda por carnes brasileiras nos mercados globais. Países da Ásia, Oriente Médio e Europa têm intensificado suas importações, aproveitando a competitividade dos produtos brasileiros em termos de preço, qualidade e escala.

    Perspectivas para o segundo semestre

    Com o mercado internacional ainda aquecido, especialistas projetam que o Brasil deve manter trajetória de crescimento nas exportações de carnes nos próximos meses. No entanto, desafios como a logística, barreiras sanitárias e a concorrência com outros produtores globais exigirão atenção para sustentar o ritmo atual.

  • Brasil trava batalha diplomática para manter portas abertas ao agro na UE

    Brasil trava batalha diplomática para manter portas abertas ao agro na UE

    Na reta final de julho de 2026, o governo brasileiro intensifica um jogo de xadrez diplomático com a União Europeia para preservar o acesso de produtos agropecuários brasileiros aos mercados europeus. Enquanto autoridades de Brasília negociam diretamente com Bruxelas, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) reforça que não há intenção de flexibilizar normas sanitárias — ao contrário, o objetivo é demonstrar conformidade com os mais altos padrões internacionais.

    Sem recuo nas exigências: Brasil mantém postura de compliance total

    Documentos técnicos já foram encaminhados às autoridades europeias sobre o controle do uso de antimicrobianos na produção animal, mas, até esta quinta-feira, 23 de julho de 2026, não há uma posição definitiva por parte da UE. O Mapa esclareceu que jamais pleiteou mudanças nas regras sanitárias europeias, reafirmando que o Brasil exporta para mais de 150 países há décadas, inclusive para mercados de alta exigência, graças à solidez de seu sistema de defesa agropecuária.

    Inovações no campo ganham tração enquanto diplomacia avança

    Enquanto as negociações prosseguem, o setor agrícola brasileiro também investe em alternativas sustentáveis. Produtores rurais têm adotado o Fertilana, um bioinsumo produzido a partir de lã de ovelha, que vem surpreendendo por melhorar a qualidade do solo e reduzir custos. O produto, ainda em fase de expansão, já se mostra promissor em propriedades de diversos estados, alinhando-se à demanda global por práticas mais ecológicas e eficientes.

    O que está em jogo: credibilidade e mercados estratégicos

    A manutenção do status quo nas relações comerciais com a UE é crucial para o Brasil, que depende de mercados consolidados para escoar sua produção. A União Europeia, por sua vez, mantém uma postura cautelosa, especialmente após episódios recentes envolvendo questões sanitárias e ambientais. O desfecho dessas tratativas pode definir não só o volume de exportações brasileiras de carnes e lácteos, mas também a reputação do país como fornecedor confiável de alimentos seguros e de qualidade.

  • Açotubo leva soluções técnicas para usinas sucroenergéticas na Fenasucro 2026

    Açotubo leva soluções técnicas para usinas sucroenergéticas na Fenasucro 2026

    Produtos para usinas em alta performance

    O Grupo Açotubo chega à Fenasucro & Agrocana 2026 com um portfólio voltado para o setor sucroalcooleiro, que responde por mais de 80% das usinas de São Paulo. A empresa apresentará no estande A78 soluções em aço carbono e inox, como barras redondas, sextavadas, quadradas e chatas, além de produtos trefilados, laminados, forjados e ressulfurados, todos projetados para operar em ambientes com alta demanda de resistência à corrosão e temperaturas elevadas.

    Tecnologia para condições extremas

    Destaques incluem os Tubos Quadrinorma A106/API5L/X42 e os Tubos Calandrados, desenvolvidos para suportar ambientes agressivos — uma demanda crescente em usinas que buscam maximizar eficiência sem comprometer a durabilidade. A empresa também reforça seu programa de treinamentos e capacitações, alinhado às necessidades do setor bioenergético.

    Impacto no setor sucroenergético

    A participação da Açotubo no evento, um dos principais do calendário do bioetanol, reflete a estratégia de inovação no fornecimento de insumos críticos para usinas. Com a expansão da produção de biocombustíveis no Brasil, soluções técnicas como as apresentadas tornam-se essenciais para garantir competitividade e sustentabilidade no segmento.

  • Brasil inaugura Banco Nacional de Antígenos contra febre aftosa: marco histórico para o agro brasileiro

    Brasil inaugura Banco Nacional de Antígenos contra febre aftosa: marco histórico para o agro brasileiro

    A pecuária brasileira alcançou um marco histórico em sua defesa sanitária nesta quinta-feira, 23 de julho de 2026, com a inauguração do Banco Nacional de Antígenos para Febre Aftosa. A iniciativa, considerada estratégica para o setor agropecuário, amplia a capacidade de resposta do país a eventuais surtos da doença, garantindo a proteção do rebanho nacional e a manutenção do status sanitário brasileiro nos mercados internacionais.

    Um escudo contra emergências sanitárias

    O banco, composto pelos principais antígenos dos sorotipos do vírus da febre aftosa, possibilita a produção ágil de vacinas específicas em caso de detecção de focos. Essa estrutura é fundamental para um setor que movimenta cerca de R$ 100 bilhões anualmente e depende da credibilidade sanitária para acessar mercados exigentes, como China, União Europeia e Estados Unidos.

    Parceria pública-privada para consolidar liderança agro

    O projeto é resultado de uma colaboração entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), o Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) e a Biogénesis Bagó, empresa global de saúde animal. A iniciativa reforça a posição do Brasil como um dos maiores exportadores de carne bovina do mundo, ao mesmo tempo em que reduz riscos de sanções comerciais por barreiras sanitárias.

    Competitividade em xeque: o que está em jogo

    Sem um sistema de resposta rápida como este, o país ficava vulnerável a surtos que poderiam interromper exportações e gerar prejuízos bilionários. Agora, com o banco de antígenos, o Brasil ganha agilidade para conter crises sanitárias antes que afetem a cadeia produtiva, assegurando a continuidade de um dos pilares da economia nacional.

  • Bezerros: por que o mercado rejeita a ‘Tabela FIPE’ da pecuária e o que define o preço afinal

    Bezerros: por que o mercado rejeita a ‘Tabela FIPE’ da pecuária e o que define o preço afinal

    O mito da padronização no mercado de reposição

    No cenário da pecuária brasileira, a ideia de uma ‘Tabela FIPE’ para bezerros esbarra em uma realidade inegociável: a individualidade. Cada animal é único, e fatores como peso, genética, manejo sanitário e histórico da propriedade definem preços que podem variar até 40% no mesmo lote. O ágio pago pelo comprador, que reflete o potencial produtivo futuro, reforça essa dinâmica, tornando qualquer tentativa de uniformização um exercício teórico distante da prática.

    Demanda recorde e oferta enxuta: o que sustenta os preços

    Desde 2024, o mercado de reposição opera em ritmo acelerado, com demanda crescente dos recriadores e invernistas — que buscam garantir lotes para os próximos ciclos — e uma oferta limitada pela expansão lenta dos rebanhos. Em regiões como Mato Grosso, Goiás e São Paulo, os preços dos bezerros registram alta de até 25% em relação ao mesmo período do ano passado, mesmo com a sazonalidade já prevista para o segundo semestre. A expectativa de manutenção dos preços, aliada ao ágio por qualidade, mantém o setor em estado de atenção.

    Genética e histórico: os verdadeiros ‘termômetros’ do valor

    Enquanto a Tabela FIPE do mercado automotivo padroniza valores com base em modelos e quilometragem, na pecuária a equação é outra. Bezerros de raças como Nelore ou Angus, por exemplo, podem alcançar valores até 30% superiores aos de rebanhos comuns, independentemente do peso. O mesmo ocorre com animais provenientes de propriedades com programas de melhoramento genético ou certificação sanitária — atributos que garantem maior produtividade na fase de engorda e, consequentemente, justificam preços mais altos.

    O que o futuro reserva para o mercado

    Apesar das dificuldades em criar uma tabela de referência, a busca por mecanismos de transparência no mercado de reposição segue em discussão. Plataformas de leilão online e cooperativas têm investido em sistemas de classificação por peso e padrão racial, mas especialistas descartam a adoção de um índice único. Para 2026, a projeção é de que os preços permaneçam firmes, com possíveis ajustes apenas em casos de crise climática ou mudança brusca na demanda internacional por carne bovina.

  • Controles fitossanitários blindam exportações brasileiras de grãos contra barreiras internacionais

    Controles fitossanitários blindam exportações brasileiras de grãos contra barreiras internacionais

    O setor de exportação de grãos brasileiro enfrenta um desafio operacional crítico: garantir que amostras de lotes gigantescos, destinados a mercados internacionais, sejam representativas o suficiente para evitar reprovações fitossanitárias. Na prática, uma única não conformidade pode inviabilizar um carregamento inteiro após meses de preparação.

    Tecnologia e rastreabilidade como pilares da redução de riscos

    Empresas do ramo investem em sistemas avançados de amostragem automatizada e softwares de rastreabilidade para minimizar erros humanos e assegurar que cada lote exportado mantenha padrões rigorosos. Segundo Fátima Parizzi, consultora técnica da ABIOVE e ANEC, a complexidade está não apenas no volume – que pode atingir milhares de toneladas por navio – mas na necessidade de acessar toda a massa de grãos de forma eficiente.

    O impacto das barreiras fitossanitárias no comércio global

    Com as exportações brasileiras de grãos atingindo US$ 87,1 bilhões no primeiro semestre de 2026, conforme dados do Ministério da Agricultura, a pressão por conformidade internacional nunca foi tão alta. Pragas quarentenárias, como a ferrugem asiática da soja ou o caruncho-do-milho, representam riscos que podem fechar portas em mercados como China, União Europeia e Oriente Médio.

    Consequências de uma notificação fitossanitária

    Quando um lote é reprovado por presença de contaminantes ou pragas, o prejuízo vai além do valor da carga: envolve custos logísticos de retorno, multas contratuais e danos à reputação do exportador. Por isso, a capacitação de equipes e a adoção de protocolos internacionais de controle estão se tornando tão estratégicas quanto a própria produção agrícola.

  • Elmo Max: a revolução biológica da Nitro no combate aos nematoides que ameaçam a safra

    Elmo Max: a revolução biológica da Nitro no combate aos nematoides que ameaçam a safra

    Nematoides: o inimigo silencioso que prejudica a raiz e a colheita

    Embora muitas vezes subestimados, os nematoides — microrganismos que parasitam as raízes das plantas — são responsáveis por perdas significativas na produtividade agrícola. Eles comprometem diretamente a absorção de água e nutrientes, reduzindo o desenvolvimento radicular e, consequentemente, o potencial produtivo das lavouras. Segundo dados do setor, essas pragas estão entre os principais fatores estruturais que limitam a eficiência do manejo do solo.

    Elmo Max: cinco bactérias em ação coordenada contra o problema

    O Elmo Max, lançado pela Nitro na última quinta-feira (23/07/2026), chega ao mercado como uma resposta biotecnológica inovadora. Sua formulação reúne cinco cepas bacterianas que atuam de forma sinérgica, oferecendo um controle contínuo e estável dos nematoides ao longo de todo o ciclo produtivo. Ao contrário de soluções convencionais, que muitas vezes agem de maneira pontual, essa tecnologia promove um equilíbrio duradouro no ambiente radicular.

    R$ 10 milhões em pesquisa para garantir estabilidade na lavoura

    O desenvolvimento do Elmo Max demandou um investimento de R$ 10 milhões em pesquisa e desenvolvimento, refletindo o compromisso da Nitro com o avanço das soluções biológicas no agronegócio brasileiro. A empresa, especializada em nutrição e fisiologia vegetal, apostou em uma abordagem multimecanística para enfrentar um desafio que afeta culturas de grãos, hortaliças e até mesmo frutíferas. O resultado é um produto que não apenas controla a praga, mas contribui para a manutenção da saúde do solo a longo prazo.

  • Genética e manejo: o que define a agressividade dos touros mais temidos do mundo

    Genética e manejo: o que define a agressividade dos touros mais temidos do mundo

    Seleção natural e genética: o DNA por trás da agressividade

    Na pecuária, a agressividade de um touro não é mero acaso, mas resultado de séculos de seleção direcionada. Raças como o Touro de Lide Espanhol ou o Nelore, por exemplo, foram desenvolvidas para exibir comportamentos reativos, seja em rinhas, manejos ou defesa de território. Enquanto o primeiro é treinado para confrontos em arenas — onde a agressividade é premiada —, o segundo, típico de criações extensivas no Brasil, responde a estímulos como a presença de predadores ou disputas por fêmeas durante a estação reprodutiva.

    Manejo e ambiente: o papel humano na construção do temperamento

    O ambiente em que um touro é criado também molda sua agressividade. Animais submetidos a estresse crônico, como superlotação ou maus-tratos, tendem a desenvolver reações defensivas mais intensas. Já aqueles criados em sistemas extensivos, com espaço para movimentação, podem apresentar agressividade seletiva, limitada a situações específicas. A idade é outro fator crítico: touros adultos, especialmente durante a monta, apresentam picos de testosterona que reduzem temporariamente o limiar de reatividade.

    As cinco raças mais temidas — e por quê?

    Embora não exista um consenso oficial, cinco raças se destacam no imaginário coletivo por sua reputação:
    1. Touro de Lide Espanhol: Selecionado para a tourada, sua agressividade é treinada e incentivada. A raça, oriunda de cruzamentos entre touros bravos ibéricos, tem como característica a reatividade extrema a estímulos visuais, como tecidos coloridos.
    2. Nelore: Dominante no Brasil, sua agressividade é associada à resistência a doenças e adaptação a climas tropicais. Touros Nelore podem reagir violentamente a manejos invasivos ou presença de cães.
    3. Brahman: Originária dos Estados Unidos, descendente de zebuínos indianos, é conhecida por seu temperamento nervoso e tendência a reagir com chifradas a situações de desconforto.
    4. Angus (linhas duras): Em sistemas de cria intensiva, algumas linhagens da raça Angus desenvolvem agressividade associada a disputas por hierarquia em rebanhos confinados.
    5. Highland Cattle: Raça escocesa de pelagem longa, surpreende pela combinação de porte imponente e temperamento territorial, especialmente em pastagens com escassez de recursos.

    Consequências para pecuaristas: riscos e medidas de prevenção

    A agressividade excessiva pode gerar prejuízos significativos: acidentes com trabalhadores, perdas de matrizes por estresse ou até mesmo redução na produtividade. Para minimizar riscos, especialistas recomendam:
    – Seleção criteriosa: Priorizar touros com histórico de manejo tranquilo em cruzamentos.
    – Ambiente controlado: Evitar superpopulação e garantir estruturas de manejo seguras.
    – Treinamento específico: Técnicas como dessensibilização a ruídos ou objetos podem reduzir reações violentas.

  • Surto de mosca-varejeira avança nos EUA: 41 casos em um mês e risco à pecuária do Texas

    Surto de mosca-varejeira avança nos EUA: 41 casos em um mês e risco à pecuária do Texas

    O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) registrou, entre 3 de junho e 20 de julho de 2026, um total de 41 infestações por mosca-varejeira (*Cochliomyia hominivorax*), com 97,5% dos casos concentrados no sul do Texas — um dos principais polos da pecuária bovina norte-americana. A disseminação acelerada do parasita, que ataca tecidos vivos de animais, tem mobilizado equipes de vigilância sanitária, que já encerraram 29 ocorrências e mantêm outras 12 sob monitoramento.

    Texas se torna epicentro da crise sanitária

    Dos 41 registros, 40 foram confirmados no Texas, enquanto uma única ocorrência foi identificada no sudeste do Novo México. A proximidade com a fronteira mexicana aumenta o risco de entrada do vetor em territórios com alta concentração de rebanhos, segundo alertas do Serviço de Inspeção de Saúde Animal e Vegetal (APHIS) do USDA.

    Risco global e barreiras sanitárias

    O avanço da mosca-varejeira na América Central e seu recente retorno ao México — onde o parasita havia sido erradicado em 2006 — eleva o grau de preocupação das autoridades americanas. O movimento de animais entre os países, especialmente gado e equinos, é monitorado de perto para evitar a introdução do vetor em regiões ainda livres da praga, como os estados do sul dos EUA.

    Controle biológico e desafios logísticos

    Diante da crise, o USDA ampliou o uso de técnicas de controle biológico, como a liberação de machos estéreis para reduzir a população do inseto, além de inspeções sistemáticas em propriedades rurais. No entanto, especialistas destacam que a eficácia dessas medidas depende da rápida identificação dos focos, uma vez que a mosca-varejeira pode causar danos irreversíveis ao gado, incluindo mortes e queda na produtividade.

  • Transportadoras do agro enfrentam alta de 414% na carga tributária com CBS

    Transportadoras do agro enfrentam alta de 414% na carga tributária com CBS

    A carga tributária das transportadoras do agronegócio poderá saltar, em média, 414,44% com a implementação da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), conforme estudo da consultoria Rumo Brasil. A projeção, baseada em dados reais de empresas associadas à ANATC, estima um impacto financeiro superior a R$ 144 milhões para o setor.

    Impacto concreto: R$ 6,6 bilhões em faturamento sob risco

    A análise considerou as operações de 2025 de transportadoras que somaram R$ 6,6 bilhões em receitas e R$ 5 bilhões em subcontratações. O estudo, desenvolvido ao longo de três meses, examinou documentos fiscais, demonstrações contábeis e controles internos das empresas participantes.

    CBS: o que muda para o transporte agropecuário?

    A CBS, que substitui o PIS e a Cofins, promete simplificar a tributação, mas o setor alerta para um efeito contrário. Segundo a Rumo Brasil, a nova legislação pode onerar significativamente as transportadoras, cujas margens já são pressionadas pela alta de custos operacionais. A proposta do estudo foi justamente afastar projeções genéricas em favor de uma análise alicerçada na realidade das empresas.