Categoria: Auto & Tech

  • BYD Sealion 7: SUV elétrico recém-chegado ao Brasil tem vendas suspensas na China por falta de demanda

    BYD Sealion 7: SUV elétrico recém-chegado ao Brasil tem vendas suspensas na China por falta de demanda

    A chegada do BYD Sealion 7 ao mercado brasileiro, no dia 7 de julho de 2026, foi marcada por um preço agressivo de R$ 399.990 e expectativas de sucesso. Contudo, a trajetória do SUV elétrico em seu país de origem já sofreu um revés irreversível: a fabricante chinesa suspendeu o fornecimento do modelo para concessionários locais e o removeu do aplicativo oficial de vendas, concentrando a produção exclusivamente para exportação.

    O declínio do elétrico puro na China

    A guinada da BYD decorre da mudança radical no comportamento dos consumidores chineses. No primeiro semestre de 2026, o Sealion 7 registrou médias pífias de 100 a 300 emplacamentos mensais, enquanto os híbridos plug-in — como o Sealion 06 — dominaram as preferências. Em maio de 2026, o modelo híbrido emplacou 18.856 unidades, assegurando 13,1% de participação nas vendas totais da marca.

    Estratégia de otimização e impacto global

    A decisão não é meramente comercial: trata-se de uma readequação produtiva. Na China, veículos com preços próximos a 200 mil yuans (R$ 155 mil) são comercializados na Europa por valores entre 58.900 e 70 mil euros, dependendo da configuração. A BYD prioriza, assim, a maximização de lucros e a alocação eficiente de suas linhas de montagem, direcionando recursos para modelos com maior apelo de mercado. Para o Brasil, isso pode significar um estoque limitado do Sealion 7 — ou até mesmo a ausência de novos lotes, caso a demanda interna não justifique a importação.

    O que esperar para o mercado brasileiro?

    O BYD Sealion 7 chega ao Brasil em um momento de transição no setor automotivo global. Enquanto a China abraça o híbrido como solução de transição energética, o Brasil — com sua matriz elétrica ainda em consolidação — pode se tornar um destino secundário para modelos que não encontram mais espaço nos mercados asiáticos. A estratégia da BYD sugere que, em breve, o Sealion 7 poderá se tornar um quem sabe quando no portfólio brasileiro, enquanto a atenção da marca se volta para tecnologias mais alinhadas ao gosto chinês.

  • TIM Play chega ao mercado com planos de R$ 9,90 a R$ 89,90 para disputar audiência com Vivo e Claro

    TIM Play chega ao mercado com planos de R$ 9,90 a R$ 89,90 para disputar audiência com Vivo e Claro

    Nova plataforma desafia gigantes do setor

    A TIM ingressou oficialmente no mercado de streaming no Brasil com o lançamento do TIM Play em 1º de julho de 2026, uma plataforma que combina conteúdos sob demanda, canais ao vivo e opções para locação de filmes, posicionando-se diretamente contra as soluções já estabelecidas pela Vivo e Claro. A estratégia reflete a crescente movimentação das operadoras de telecomunicações para diversificar suas receitas em um cenário de saturação do mercado de banda larga e móvel.

    Planos variam de R$ 9,90 a R$ 89,90

    A TIM Play disponibiliza três faixas de assinatura: o plano Básico (R$ 9,90/mês) foca em filmes sob demanda; o Standard (R$ 29,90/mês) inclui 16 canais abertos; e o Premium (R$ 89,90/mês) oferece 62 canais fechados, além de conteúdos exclusivos. Segundo Thompson Gomes, chefe de marketing da TIM, a proposta é oferecer uma experiência mais completa aos consumidores, integrando telecomunicações e entretenimento em um único ecossistema.

    Parceria técnica e acessibilidade multiplataforma

    O desenvolvimento do TIM Play contou com a parceria da Mileto, empresa responsável pela extinta Oi TV, responsável pela infraestrutura tecnológica da plataforma. A solução está disponível para clientes da operadora, mas também pode ser acessada por não-assinantes da TIM por meio de app para celular (Android e iOS), computadores e smart TVs das principais marcas. A empresa não divulgou detalhes sobre a integração com os serviços de telecom da TIM, como a possibilidade de descontos para clientes da operadora.

    Concorrência acirrada no setor de streaming

    O lançamento do TIM Play ocorre em um momento de alta competitividade no mercado de streaming no Brasil, onde gigantes como Netflix, Disney+ e Amazon Prime Video já dominam a preferência do público. A Vivo (com a Vivo Play) e a Claro (com a Claro TV+) também apostam em plataformas similares, oferecendo pacotes que combinam internet, TV por assinatura e serviços digitais. A estratégia da TIM, no entanto, destaca-se pela segmentação de preços e pela integração com sua base de clientes de telecomunicações, o que pode atrair consumidores insatisfeitos com os altos custos das plataformas tradicionais.

  • T-Cross mantém liderança no mercado: o que faz o SUV da Volkswagen continuar imbatível?

    T-Cross mantém liderança no mercado: o que faz o SUV da Volkswagen continuar imbatível?

    O Volkswagen T-Cross não é apenas um sucesso de vendas: é um fenômeno de mercado. Desde que assumiu a liderança em 2023, o SUV compacto alemão mantém-se no topo, mesmo diante de uma concorrência cada vez mais agressiva. E não se trata de mera sorte. A combinação de preço ajustado, tecnologia acessível e posicionamento estratégico explica por que, até 7 de julho de 2026, o modelo segue imbatível.

    O que o T-Cross oferece de melhor?

    A resposta começa pelo motor. Com opções de 1.0 turbo (200 cv) e 1.4 turbo (250 cv), o SUV entrega desempenho acima da média para sua categoria, sem abrir mão da eficiência. A versão 1.4 250 TSI Highline, por exemplo, destaca-se pela potência e equipamentos premium, como tela de 9 polegadas e sistema de navegação integrado, enquanto a 1.0 200 TSI Comfortline oferece um equilíbrio ideal entre custo e benefícios para o consumidor médio.

    Preço ajustado: a jogada que redefiniu a competição

    Em julho de 2026, a Volkswagen anunciou uma redução de até R$ 10 mil no preço de tabela de quase todas as versões do T-Cross — exceto a Sense, direcionada ao público PcD e já competitiva. A medida chega em um momento crucial, quando modelos chineses, como o BYD S2 e Changan CS35 Plus, ganham espaço com preços agressivos e tecnologias como híbridos e elétricos. Mesmo assim, o T-Cross mantém vantagem em volume, graças à sua base instalada e confiança do consumidor.

    Ainda assim, a concorrência não dorme. Marcas como Hyundai, Renault e até a própria Volkswagen, com o T-Cross R-Line, apostam em renovações para disputar o espaço. Mas, por enquanto, nenhum rival consegue igualar o status de líder de vendas do modelo alemão.

    O que falta para o T-Cross perder a coroa?

    Apesar dos pontos fortes, o T-Cross enfrenta dois desafios óbvios: a ausência de uma versão 100% elétrica na linha atual e a dependência de motores turbo a gasolina, em um mercado cada vez mais inclinado a soluções híbridas e sustentáveis. A própria Volkswagen já sinalizou que novos lançamentos — como o ID. Buzz — devem chegar em breve, mas, até lá, o T-Cross segue como a opção mais segura para quem busca um SUV compacto confiável e com boa relação custo-benefício.

  • Abaixo-assinado global pressiona Sony a recuar: 180 mil assinaturas contra fim dos jogos físicos para PS5 em 2028

    Abaixo-assinado global pressiona Sony a recuar: 180 mil assinaturas contra fim dos jogos físicos para PS5 em 2028

    O movimento que uniu lojistas, colecionadores e jogadores

    A decisão da Sony de migrar exclusivamente para o digital a partir de 2028 não apenas afeta a forma como os jogadores adquirem novos títulos, mas também põe em risco uma rede de negócios que depende dos discos físicos. A PNP Games, empresa canadense com presença física e online, está na linha de frente desse movimento, com seu CEO, Jade Pearce, liderando um abaixo-assinado que já ultrapassou a marca de 180 mil assinaturas em menos de duas semanas.

    Pearce não poupou críticas à transição abrupta da Sony, argumentando que os jogos físicos são a espinha dorsal de uma indústria que sustenta desde varejistas e distribuidores até o mercado de usados, além de garantir a preservação de títulos para futuras gerações. “Um futuro totalmente digital elimina silenciosamente empregos, tradições e até mesmo a história dos games”, afirmou Pearce em sua petição.

    Por que a mídia física ainda importa?

    O debate vai além do hábito de colecionadores. A existência de jogos físicos garante autonomia ao consumidor: não depende de conexões de internet para instalação, evita problemas de armazenamento em nuvens e preserva o valor de revenda, um mercado que movimenta milhões anualmente. Além disso, a decisão da Sony ignora os milhões de jogadores em regiões com infraestrutura digital limitada, onde o acesso a downloads rápidos e estáveis ainda é um privilégio.

    Sony mantém posição, mas a pressão aumenta

    Até o momento, a Sony não se manifestou publicamente sobre o abaixo-assinado, mas a pressão já ecoa em outros setores. Associações de lojistas de games nos EUA e Europa já sinalizam apoio ao movimento, enquanto fóruns de jogadores registram um crescimento exponencial de debates sobre alternativas ao ecossistema da gigante japonesa. A questão agora é: até onde a Sony está disposta a ir para impor sua visão de futuro digital — e quantos consumidores e profissionais do setor ela está disposta a deixar para trás?

  • Renault Boreal 4×4 híbrido leve chega ao Brasil em testes para 2027 com tecnologia E-Tech 48V

    Renault Boreal 4×4 híbrido leve chega ao Brasil em testes para 2027 com tecnologia E-Tech 48V

    SUV híbrido leve chega com tração integral e motor turbo flex

    O Renault Boreal híbrido 4×4 está em testes nas ruas brasileiras, com lançamento previsto para 2027. O modelo será equipado com a tecnologia E-Tech Hybrid 48V, que inclui um motor 1.3 turbo flex TCe de 163 cv e um propulsor elétrico no eixo traseiro, gerando até 31 cv e 8,9 kgfm de torque.

    Potência combinada de 180 cv e câmbio automatizado

    A combinação dos dois motores deve resultar em cerca de 180 cv de potência total, associada a um câmbio automatizado de dupla embreagem de seis marchas. O visual do Boreal híbrido permanece semelhante ao modelo a combustão, com eventuais ajustes estéticos.

    Tecnologia baseada no conceito Niagara e foco em eficiência

    A plataforma híbrida 4×4 do Boreal tem como referência a picape Niagara Concept, apresentada pela Renault em 2024. O sistema híbrido leve 48V é projetado para oferecer melhor desempenho e consumo reduzido, alinhado às tendências do mercado automotivo brasileiro.

  • DeepSeek acelera corrida por chip próprio: startup chinesa mira independência de hardware com foco em inferência de IA

    DeepSeek acelera corrida por chip próprio: startup chinesa mira independência de hardware com foco em inferência de IA

    A DeepSeek, startup chinesa que ganhou projeção internacional após lançar um modelo de linguagem competitivo em 2025, deu um passo estratégico rumo à autossuficiência tecnológica ao revelar o desenvolvimento de seu primeiro processador próprio. Segundo informações da Reuters divulgadas hoje (07/07), o chip será otimizado para a fase de inferência, etapa onde as IAs já treinadas interpretam prompts e geram respostas em tempo real.

    Por que um chip próprio?

    A iniciativa reflete uma tendência crescente entre gigantes chineses de tecnologia: reduzir a dependência de hardware estrangeiro, especialmente após as sanções americanas que restringiram o acesso a chips avançados como os da Nvidia. A DeepSeek, que já compete com modelos de IA globais, busca agora dominar também o silício que alimenta suas operações, garantindo controle sobre custos, desempenho e segurança.

    Estratégia de mercado e desafios

    O processador em desenvolvimento focará exclusivamente na inferência, etapa que consome menos energia do que o treinamento de modelos — mas é igualmente crítica para a escalabilidade. A empresa teria iniciado o projeto há cerca de um ano, intensificando a contratação de engenheiros especializados nos últimos meses para viabilizar a produção em massa. Ainda não há detalhes sobre especificações técnicas ou parceiros de fabricação, mas o anúncio sinaliza uma escalada na guerra tecnológica entre China e EUA no setor de semicondutores.

  • Google passa a incluir backups do Android no limite do Drive a partir de julho de 2026

    Google passa a incluir backups do Android no limite do Drive a partir de julho de 2026

    O Google anunciou que, a partir de 7 de julho de 2026, todos os dados de backup do Android passarão a ser contabilizados no limite de armazenamento do Google Drive. Até então, apenas fotos, vídeos e arquivos em MMS eram considerados; agora, também entram na conta dados de aplicativos, histórico de chamadas e mensagens SMS.

    O que muda para os usuários?

    A atualização não altera a forma como o backup funciona, mas expande o escopo do que é mensurado. Antes, muitos usuários sequer notavam o impacto no armazenamento, já que apenas mídias visuais e textos em MMS eram registrados. Com a novidade, o volume de dados pode crescer, ainda que de forma discreta, segundo a empresa.

    Impacto mínimo, mas atenção necessária

    Em comunicado oficial, o Google assegurou que a mudança resultará em um aumento médio de apenas 40 MB no uso de espaço. Para a maioria dos usuários, isso não deve gerar transtornos, mas quem já opera próximo ao limite de 15 GB (plano gratuito) ou de assinaturas pagas deve ficar atento. A plataforma também sinalizou que, em breve, permitirá a seleção individual de apps para backup, dando mais controle sobre o que é salvo na nuvem.

    Por que a mudança?

    A decisão reflete uma tendência do Google de unificar critérios de armazenamento, evitando distorções como a de apps que geram backups volumosos sem serem contabilizados. A medida alinha-se ainda à crescente dependência dos usuários em soluções nativas de backup, especialmente em mercados emergentes onde o Android domina. Com o anúncio, a empresa reforça seu compromisso com a segurança dos dados, mesmo que o ajuste seja incremental.

  • IBM enfrenta novo round judicial: Xinuos acusa gigante de tecnologia de reutilizar código Unix

    IBM enfrenta novo round judicial: Xinuos acusa gigante de tecnologia de reutilizar código Unix

    Uma guerra de duas décadas contra o legado do Unix

    Na última segunda-feira, 7 de julho de 2026, a IBM voltou a figurar nas manchetes tecnológicas, não por inovação, mas por um fantasma do passado: a Xinuos, empresa que sucedeu a SCO, recorreu de uma decisão judicial de 2025 que considerou prescrita a acusação de que a gigante de tecnologia teria reutilizado código-fonte proprietário do Unix em seus projetos. O caso, que remonta ao ano 2003, é um dos episódios mais emblemáticos — e longos — da história da computação, repleto de reviravoltas jurídicas e implicações para o setor.

    Parceria que virou batalha: o nascimento da disputa

    Tudo começou em 1998, quando a Santa Cruz Operation (SCO) e a IBM firmaram uma aliança para desenvolver uma versão do Unix compatível com múltiplas arquiteturas de processadores. Na época, a SCO já detinha direitos sobre uma implementação do sistema para chips x86, mas buscava expandir seu alcance. O acordo, no entanto, não durou nem uma década. Em 2003, a SCO processou a IBM, alegando que a empresa havia incorporado código proprietário do Unix em seu sistema operacional AIX e em contribuições para o kernel Linux — uma acusação que a IBM sempre negou veementemente.

    Da prescrição ao ressurgimento: o que mudou em 2026?

    A decisão de 2025, que considerou a acusação prescrita, parecia encerrar o caso para sempre. Mas a Xinuos, que adquiriu os direitos da SCO, não se deu por vencida. Em junho de 2026, a empresa apresentou um recurso alegando que o juiz responsável pela decisão interpretou equivocadamente os prazos de prescrição. Agora, a IBM enfrenta novamente a sombra de um processo que já consumiu bilhões em custos jurídicos e manchou sua reputação durante anos. A gigante de Armonk, contudo, mantém sua posição: “Nunca houve violação de direitos autorais”, afirmou um porta-voz em comunicado oficial.

    Legado Unix: um ecossistema construído sobre disputas

    A disputa entre IBM e SCO não é apenas um capítulo jurídico; é um reflexo das tensões que moldaram o ecossistema Unix e, por tabela, o mundo da computação moderna. O Unix, criado nos anos 1970 pela AT&T, tornou-se a base de sistemas operacionais como Linux, macOS e até mesmo o AIX da IBM. No entanto, sua história é marcada por batalhas pela propriedade intelectual, com empresas como a SCO tentando extrair royalties de gigantes da tecnologia. O caso atual reacende perguntas incômodas: até onde vai a responsabilidade sobre código legado? E quem, afinal, detém os direitos sobre tecnologias que permeiam décadas de inovação?

    O que esperar agora?

    Com o recurso apresentado pela Xinuos, o caso volta à pauta judicial em meio a um cenário tecnológico radicalmente diferente. O Unix, embora menos dominante do que nos anos 1990, ainda é a espinha dorsal de sistemas críticos em servidores e infraestrutura corporativa. Para a IBM, o risco não é apenas financeiro, mas reputacional: uma eventual derrota poderia reabrir feridas e reacender discussões sobre a segurança jurídica dos projetos open-source que se baseiam em tecnologias legadas. Enquanto isso, usuários e desenvolvedores aguardam o desfecho, cientes de que, em um setor onde o código é rei, as batalhas jurídicas muitas vezes definem o futuro muito mais do que os avanços técnicos.

  • Fiat lidera vendas diretas em junho, mas VW domina pódio com T-Cross e Polo

    Fiat lidera vendas diretas em junho, mas VW domina pódio com T-Cross e Polo

    Fiat mantém hegemonia nas vendas diretas, mas VW domina o pódio

    Dados compilados até 7 de julho de 2026 revelam que as vendas diretas — modalidade mais representativa do mercado brasileiro — responderam por 51,1% dos 260.467 veículos emplacados em junho. Nesse cenário, a Fiat consolidou sua posição como líder entre as montadoras pelo 35º mês consecutivo, com 27,23% de participação. A Volkswagen (22,60%), Chevrolet (11,88%), Hyundai (7,01%) e Renault (5,33%) seguiram no ranking, enquanto a Jeep (5,11%) cedeu espaço para a francesa.

    T-Cross supera Polo e Argo fecha top 3

    A Volkswagen emplacou os dois modelos mais vendidos do mês, invertendo a ordem de maio: o T-Cross (8.320 unidades) assumiu a liderança com folga sobre o Polo (7.918), ambos com mais de 70% de suas vendas registradas fora do varejo tradicional. O Fiat Argo (7.788), terceiro colocado, manteve a posição ocupada em maio, enquanto o Tera (5.880) fechou o top 5 da marca alemã.

    Mobi domina hatches de entrada, Virtus lidera sedãs

    No segmento de hatches populares, o Fiat Mobi manteve sua hegemonia absoluta, com 4.978 emplacamentos — 98% deles via vendas diretas. Já entre os sedãs, o VW Virtus (2.760) assumiu o topo, enquanto o Jeep Renegade (3.150) figurou pela primeira vez fora do top 10 em meses. O Caoa Cherry Tiggo 7 foi o único modelo com mais de 90% de suas vendas registradas no varejo, destacando-se pelo modelo de distribuição distinto.

  • Ransomware JadePuffer inova ao usar IA para driblar defesas em segundos

    Ransomware JadePuffer inova ao usar IA para driblar defesas em segundos

    IA como arma: como o JadePuffer supera obstáculos em segundos

    Na segunda-feira, 6 de julho de 2026, pesquisadores da Sysdig revelaram uma ameaça inédita no cenário de cibersegurança: o ransomware JadePuffer, que utiliza um agente de IA para se adaptar a sistemas e contornar defesas em tempo real. O diferencial dessa campanha é a capacidade de aprender com erros — como corrigir uma tentativa de login falha em apenas 31 segundos — e ajustar suas táticas para maximizar o impacto da invasão.

    Vulnerabilidade explorada e alvos prioritários

    O JadePuffer explora uma falha crítica na ferramenta Langflow (CVE-2025-3248), permitindo a execução remota de código Python. Com isso, os invasores não apenas contornam autenticações, mas também roubam credenciais e coletam dados sensíveis. Segundo a Sysdig, a operação segue o padrão de um ransomware completo, mas com uma camada de automação inteligente que imita comportamentos humanos.

    O que torna o JadePuffer perigoso?

    Além da adaptabilidade, o malware demonstra habilidades de reconhecimento de alvos e correção instantânea de erros, um avanço em relação às técnicas tradicionais de ataque. Especialistas alertam que a combinação de IA com ransomware pode representar um novo patamar de sofisticação para criminosos, exigindo atualizações urgentes em sistemas de defesa.