A Disney+ pode estar prestes a redefinir o jogo dos streamings com uma jogada ousada: um plano gratuito com parte de seu acervo. Segundo informações do Business Insider, a ideia teria vindo diretamente do chefe de produto e tecnologia da empresa, Adam Smith, como uma forma de frear a concorrência de serviços gratuitos como o YouTube e plataformas agregadoras como o The Roku Channel.
A reação ao avanço dos serviços não pagos
O movimento não é apenas uma resposta ao crescimento de plataformas gratuitas, mas também uma estratégia para manter relevância em um mercado cada vez mais saturado. Nos últimos meses, o Disney+ se destacou negativamente ao se tornar o streaming mais caro do Brasil, o que pode ter acelerado essa discussão interna sobre modelos alternativos de monetização. O plano ainda não tem cronograma definido, nem sequer uma lista de conteúdos que seriam liberados gratuitamente, mas já acende um sinal de alerta para os concorrentes.
Um novo modelo de negócios em teste
A possibilidade de um catálogo gratuito com anúncios (ainda não confirmado) representa um desvio significativo da estratégia tradicional da Disney, que sempre apostou em assinaturas premium. Se concretizada, a medida poderia atrair milhões de usuários que hoje evitam pagar por múltiplas plataformas, ao mesmo tempo em que abriria novas frentes para a publicidade dentro do ecossistema Disney. Resta saber se a empresa conseguirá equilibrar a oferta gratuita com a manutenção do valor percebido de seu conteúdo exclusivo.

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