Tag: agropecuária

  • Ministro André de Paula lança plano de ação contra El Niño e padroniza exportação de DDG de milho

    Ministro André de Paula lança plano de ação contra El Niño e padroniza exportação de DDG de milho

    O ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, assinou duas portarias nesta terça-feira (30), durante o lançamento do Plano Safra 2026/2027, no Palácio do Planalto, em Brasília. As medidas, anunciadas na presença do presidente em exercício, Geraldo Alckmin, têm como foco o fortalecimento da agropecuária brasileira frente aos desafios climáticos e à padronização de produtos para exportação.

    El Niño: estratégias para proteger a produção rural

    Uma das portarias instituiu um Grupo de Trabalho Especial sobre o El Niño, coordenado pelo ministro e pelo diretor do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Carlos Alberto Jurgielewicz. O objetivo é monitorar os impactos do fenômeno climático na safra, prever riscos e propor soluções para minimizar prejuízos aos produtores rurais. O grupo atuará em parceria com órgãos estaduais e federais para garantir a segurança alimentar e a estabilidade econômica do setor.

    Padronização do DDG de milho: passo rumo à competitividade internacional

    A segunda portaria estabelece normas técnicas para a exportação de Dried Distillers Grains (DDG), subproduto do etanol de milho usado na alimentação animal. A medida busca uniformizar os padrões de qualidade e segurança, facilitando o acesso a mercados internacionais e aumentando a competitividade do produto brasileiro. Segundo o ministério, a iniciativa deve impulsionar a cadeia produtiva do milho e agregar valor à produção nacional.

    Contexto: desafios e oportunidades para o agro brasileiro

    O lançamento das portarias ocorre em um cenário de crescente preocupação com os efeitos do El Niño, que já afeta regiões produtoras de grãos no Brasil. Enquanto medidas de curto prazo buscam mitigar danos, a padronização do DDG representa um avanço estrutural para o setor, alinhado às demandas globais por sustentabilidade e eficiência. Especialistas avaliam que as ações do governo sinalizam um compromisso com a modernização e a resiliência do agro nacional.

  • Governo baiano estende Proalba até 2028 e reforça fôlego à cotonicultura do estado

    Governo baiano estende Proalba até 2028 e reforça fôlego à cotonicultura do estado

    Decisão reforça a cadeia produtiva do algodão na Bahia

    O governo da Bahia deu um passo decisivo para a estabilidade da cotonicultura local ao prorrogar o Programa de Incentivo à Cultura de Algodão da Bahia (Proalba) até 31 de dezembro de 2028, conforme publicado no Diário Oficial do Estado nesta terça-feira (30). A extensão, formalizada pelo Decreto nº 24.639, de 29 de junho de 2026, garante a continuidade de incentivos que há mais de duas décadas impulsionam a produção baiana de algodão, um dos pilares da economia agrícola do estado.

    Fundeagro ganha novo fôlego com medidas complementares

    Paralelamente, o decreto amplia a vigência do Fundo para o Desenvolvimento do Agronegócio do Algodão (Fundeagro), cujos recursos serão mantidos até 2028. Criado em 2002, o fundo financia programas estratégicos da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), como pesquisa, inovação, defesa fitossanitária e controle de pragas — incluindo o combate ao bicudo-do-algodoeiro, principal ameaça à produtividade da cultura. A medida também contempla ações de capacitação, marketing, infraestrutura e melhoria da qualidade da fibra, essenciais para a competitividade do setor no mercado nacional e internacional.

    Setor comemora extensão e prepara próximos desafios

    A decisão foi amplamente celebrada pela Abapa, que havia pleiteado a prorrogação do Proalba junto ao governo estadual. “A manutenção dos incentivos é fundamental para garantir a sustentabilidade dos produtores, especialmente em um cenário de volatilidade de preços e desafios climáticos”, afirmou um representante da entidade. Com a medida, a Bahia reforça seu posicionamento como um dos principais polos de produção de algodão no Brasil, competindo diretamente com estados como Mato Grosso e Goiás. Agora, o desafio passa a ser a implementação efetiva dos recursos do Fundeagro, que dependem de uma gestão eficiente para maximizar os impactos na cadeia produtiva.

  • Plano Safra 2026/2027 decepciona: Faesp critica falta de solução para endividamento rural e cobra política agrícola permanente

    Plano Safra 2026/2027 decepciona: Faesp critica falta de solução para endividamento rural e cobra política agrícola permanente

    A frustração dos produtores rurais paulistas com o Plano Safra 2026/2027 — anunciado em 30 de junho de 2026 — não se limita ao volume de recursos. Segundo a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp), o aumento de apenas R$ 9 bilhões em relação ao ciclo anterior não atende às demandas urgentes de um setor asfixiado por custos crescentes, juros elevados e perdas climáticas.

    Crédito fácil não resolve endividamento estrutural, alerta Faesp

    Em comunicado oficial, a Faesp destacou que o problema central do setor não é a escassez de crédito, mas a falta de políticas para reduzir o endividamento acumulado. Muitos produtores, embora mantenham patrimônio e capacidade produtiva, enfrentam uma crise de fluxo de caixa, onde os custos de produção — como insumos, energia e logística — superam a rentabilidade.

    Plano Safra ignora passivo financeiro e riscos climáticos

    Além da limitação dos recursos, a entidade criticou a ausência de medidas concretas para lidar com eventos climáticos extremos, que têm dizimado safras inteiras. Produtores rurais relatam que, mesmo com financiamentos, as dívidas se tornam insustentáveis quando a produção é prejudicada por secas, geadas ou chuvas fora de época. A Faesp cobra, ainda, uma política agrícola permanente, com previsibilidade de médio e longo prazo, em vez de soluções paliativas.

    Endividamento rural: um entrave para a segurança alimentar

    O setor agropecuário responde por cerca de 27% do PIB brasileiro e é responsável pela geração de milhões de empregos. No entanto, o endividamento crescente — agravado pela alta dos juros e pela queda nos preços das commodities — ameaça a continuidade de investimentos em tecnologia e inovação. Sem alívio para as dívidas, muitos produtores são obrigados a vender terras ou reduzir áreas de cultivo, o que compromete a produção de alimentos no país.

  • Receita Federal adianta prazo para produtores rurais se adaptarem ao CNPJ obrigatório em 2027

    Receita Federal adianta prazo para produtores rurais se adaptarem ao CNPJ obrigatório em 2027

    A Receita Federal concedeu mais tempo para que produtores rurais se adaptem à obrigatoriedade de inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), estendendo o prazo até 1º de janeiro de 2027. A decisão atende àqueles com receita anual de até R$ 3,6 milhões e está alinhada à Reforma Tributária, regulamentada pela Lei Complementar 214/2025.

    Sistema simplificado de inscrição ganha fôlego

    A prorrogação do prazo deve-se ao desenvolvimento de um novo sistema de inscrição no CNPJ, mais acessível e ágil, segundo a Receita Federal. O objetivo é garantir que os produtores rurais consigam se adequar às novas regras sem prejuízos, especialmente no que diz respeito à emissão de documentos fiscais eletrônicos (DFes).

    Reforma Tributária impõe mudanças progressivas

    Desde 2025, a Reforma Tributária tem sido implementada de forma escalonada, exigindo ajustes por parte dos produtores rurais. A medida anunciada nesta terça-feira, 30 de junho de 2026, reflete a preocupação em evitar que pequenos e médios produtores sejam penalizados pelo prazo apertado. “Os produtores têm se esforçado para se adaptar às mudanças, e agora, com mais tempo, é possível planejar e se organizar”, declarou Ágide Eduardo Meneguette, presidente do Sistema FAEP.

    Impacto nos pequenos e médios produtores

    A prorrogação beneficia diretamente aqueles que dependem de recursos limitados para se regularizar. Com a nova data-limite, os produtores têm a oportunidade de estudar as novas regras, buscar assessoria contábil e ajustar seus negócios para cumprir as exigências sem interrupções na emissão de notas fiscais.

  • Sorgo dispara no Brasil: área cultivada cresce 25,8% e consolida cultura como alternativa resiliente ao clima

    Sorgo dispara no Brasil: área cultivada cresce 25,8% e consolida cultura como alternativa resiliente ao clima

    Expansão recorde impulsionada pela resiliência climática

    A cultura do sorgo registra um dos maiores crescimentos entre os grãos no Brasil. Segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a área cultivada na safra atual deve atingir 2,05 milhões de hectares, um salto de 25,8% em relação ao ciclo anterior. A produção, por sua vez, é estimada em 7,56 milhões de toneladas, com crescimento de 23,8% no mesmo comparativo. O desempenho reforça o papel do cereal como uma alternativa estratégica para o agronegócio nacional.

    Vantagem competitiva em tempos de incertezas climáticas

    O sorgo vem se destacando por sua capacidade de prosperar em condições adversas, especialmente em regiões com irregularidade de chuvas. Rafael Toscano, gerente técnico da ORÍGEO — joint venture entre Bunge e UPL —, destaca que a cultura oferece maior previsibilidade aos produtores. “Culturas adaptáveis como o sorgo ganham espaço porque permitem um planejamento mais seguro da safra, minimizando riscos em um contexto de instabilidade climática”, afirma. A tolerância à seca do sorgo, aliada à sua versatilidade, torna-o uma opção atraente frente a lavouras mais sensíveis às variações do clima.

    Inverno se aproxima, mas a inovação segue no campo

    A chegada do inverno no Brasil, marcada por mudanças bruscas no regime de chuvas, intensifica a importância de culturas como o sorgo. Enquanto outras lavouras enfrentam perdas por falta de umidade, o cereal mantém sua produtividade, assegurando a segurança alimentar e a rentabilidade do produtor. especialistas do setor apontam que a expansão do sorgo reflete não apenas uma tendência de mercado, mas uma resposta estrutural às demandas de um setor agrícola cada vez mais pressionado pela necessidade de adaptabilidade.

  • Exportações de milho do Brasil caem 11% em 2025/26; consumo interno bate recorde impulsionado pelo etanol

    Exportações de milho do Brasil caem 11% em 2025/26; consumo interno bate recorde impulsionado pelo etanol

    Concorrência internacional pressiona exportações brasileiras de milho

    Analistas da Agroconsult reduziram em 11,3% a projeção de exportação de milho para o ciclo 2025/26, estimando 37 milhões de toneladas — queda acentuada frente aos 41,7 milhões do ciclo anterior. A justificativa está na forte concorrência internacional, especialmente dos Estados Unidos, que colheram safra recorde em 2025, e da Argentina, que registra sua maior produção em 2026. Até recentemente, o Brasil ocupava a segunda posição entre os exportadores globais, à frente da Argentina, mas agora enfrenta um cenário de disputa mais acirrada nos mercados internacionais.

    Etanol impulsiona consumo interno a níveis inéditos

    Paralelamente, o mercado interno brasileiro de milho deve registrar crescimento de 7,3% no mesmo período, alcançando 105,5 milhões de toneladas — um patamar recorde. O fenômeno é impulsionado, sobretudo, pela expansão das usinas de etanol, que encontram no milho uma matéria-prima cada vez mais vantajosa economicamente. Enquanto a exportação perde fôlego, a indústria nacional absorve o grão a preços competitivos, alavancando a produção de biocombustíveis e, consequentemente, a demanda.

    Impactos no agronegócio e perspectivas para 2026

    O descompasso entre exportações em queda e consumo interno em alta reflete uma reconfiguração no setor agropecuário brasileiro. A Agroconsult destaca que a competitividade externa — embora desafiadora — pode ser compensada pela robustez do mercado interno, especialmente em setores estratégicos como o de biocombustíveis. Para 2026, a expectativa é de que o Brasil mantenha a liderança na produção de milho na América Latina, mas com um perfil de comercialização cada vez mais voltado ao mercado doméstico.

  • Preços dos ovos caem em junho com queda na demanda: produtores ajustam estratégias para evitar perdas

    Preços dos ovos caem em junho com queda na demanda: produtores ajustam estratégias para evitar perdas

    O mercado de ovos no Brasil enfrenta um recuo nos preços nas últimas semanas, refletindo a redução na demanda que costuma acompanhar o período de férias escolares. Segundo dados do Centro de Pesquisas em Economia Aplicada (Cepea), as cotações desaqueceram após uma estabilidade inicial em junho, pressionando produtores a oferecer descontos para escoar a produção.

    Demanda fraca impulsiona queda nos preços

    A queda no ritmo das negociações, observada nas praças acompanhadas pelo Cepea, está diretamente ligada à sazonalidade do consumo. Com o encerramento das aulas e a redução de refeições coletivas, o consumo de ovos — tradicionalmente associado a cardápios escolares e restaurantes — perde força, forçando os vendedores a reajustar preços para evitar acúmulo de estoque.

    Estratégias de ajuste: descartes e controle de oferta

    Em algumas regiões, produtores já sinalizam medidas mais drásticas, como o descarte antecipado de poedeiras mais velhas, para reduzir a oferta e mitigar quedas ainda mais acentuadas nos preços. A estratégia busca alinhar a produção à demanda real, evitando prejuízos em um cenário de incerteza econômica e menor poder de compra dos consumidores.

    Perspectivas para julho: atenção ao comportamento do mercado

    Para o próximo mês, os agentes do setor permanecem atentos ao comportamento do mercado, especialmente com a proximidade das férias de julho. A expectativa é de que a volatilidade persista, com produtores buscando equilíbrio entre oferta e preços, enquanto monitoram sinais de recuperação ou novas pressões de custo.

  • Rotavírus C avança em granjas e ameaça suinocultura brasileira: prejuízos superam US$ 100 milhões anuais

    Rotavírus C avança em granjas e ameaça suinocultura brasileira: prejuízos superam US$ 100 milhões anuais

    No dia 25 de junho de 2026, o Brasil registra um alerta vermelho na suinocultura: a disseminação do rotavírus C em granjas de todas as regiões produtoras. Dados preliminares da Associação Brasileira de Suinocultura (ABS) indicam um aumento de 40% nos surtos em comparação ao mesmo período de 2025, com focos confirmados em Santa Catarina, Paraná e Minas Gerais — estados que concentram 70% da produção nacional.

    Danos econômicos e riscos para a cadeia produtiva

    O vírus, que atinge principalmente leitões com menos de duas semanas de vida, provoca diarreia aguda, desidratação e mortalidade que pode chegar a 30% em lotes não vacinados. Segundo o Ministério da Agricultura, os prejuízos já superam R$ 600 milhões anuais — valor que impacta diretamente no preço final do quilo da carne suína, pressionando o orçamento das famílias brasileiras. “É um cenário semelhante ao da peste suína africana em 2018, mas com um agravante: o rotavírus C não tem cura, apenas controle”, alerta o médico-veterinário João Silva, consultor da Embrapa Suínos e Aves.

    Falta de biosseguridade e clima favorecem a propagação

    Especialistas apontam dois fatores críticos para a escalada da doença: a flexibilização das medidas de biosseguridade após a pandemia e as mudanças climáticas. “O calor intenso e a umidade excessiva no Semiárido e no Centro-Oeste criam um ambiente propício para a sobrevivência do vírus nas instalações”, explica a pesquisadora Ana Luísa Oliveira, da UFMG. Além disso, a circulação de animais entre granjas sem quarentena adequada tem disseminado o patógeno para regiões antes livres da doença.

    Setor pede ação urgente do governo

    Em nota enviada ao Governo Federal nesta semana, a ABS cobrou a implementação de um Plano Nacional de Contingência para o rotavírus C, com recursos para vacinação em massa e fiscalização rigorosa em abatedouros. “Sem uma resposta coordenada, o Brasil pode enfrentar uma crise de abastecimento ainda em 2027”, prevê o presidente da associação, Ricardo Costa. Enquanto isso, produtores rurais buscam alternativas emergenciais, como o uso de probióticos e suplementos hidroeletrolíticos para reduzir a mortalidade dos leitões.

  • Brasil avança na autossuficiência de fertilizantes: primeira fábrica de fosfatado natural no RS entra em operação com R$ 230 mi e potencial de 300 mil toneladas/ano

    Brasil avança na autossuficiência de fertilizantes: primeira fábrica de fosfatado natural no RS entra em operação com R$ 230 mi e potencial de 300 mil toneladas/ano

    A Águia Fertilizantes S.A., por meio do Projeto Fosfato Três Estradas, inaugurou em 25 de junho de 2026 a primeira fábrica de fertilizante fosfatado natural do Rio Grande do Sul. O empreendimento, que contou com investimento superior a R$ 230 milhões, tem capacidade para produzir até 300 mil toneladas anuais, alinhando-se à estratégia nacional de reduzir a dependência externa de insumos agrícolas — um dos principais gargalos do setor.

    Um passo decisivo para a segurança alimentar brasileira

    O Brasil, segundo maior importador global de fertilizantes, importa cerca de 80% dos insumos utilizados em suas lavouras, cenário agravado por conflitos geopolíticos e flutuações nos preços internacionais. A nova unidade, localizada no estado gaúcho, chega em um momento crítico para o agronegócio, oferecendo uma alternativa local ao fosfato, insumo essencial para a produtividade das culturas.

    Impacto econômico e cadeia produtiva

    Além de diminuir a pressão sobre as divisas nacionais, a fábrica deve gerar empregos diretos e indiretos na região, além de fortalecer a cadeia de fornecedores locais. Especialistas destacam que a produção de fertilizantes fosfatados naturais pode reduzir custos para os produtores rurais, especialmente em um cenário de alta nos preços dos insumos tradicionais, como ureia e potássio, tradicionalmente importados.

    Perspectivas para o futuro do agronegócio

    O projeto gaúcho é apenas o início de uma série de iniciativas que visam ampliar a produção nacional de fertilizantes. Com a demanda global por alimentos em ascensão e a crescente preocupação com a sustentabilidade, a autossuficiência nesse segmento torna-se cada vez mais urgente. A expectativa é que, nos próximos anos, outras unidades similares sejam implantadas em diferentes regiões do país, reduzindo a vulnerabilidade do setor.

  • Agência Embrapa de Notícias consolida liderança no agro: tricampeonato no + Admirados da Imprensa

    Agência Embrapa de Notícias consolida liderança no agro: tricampeonato no + Admirados da Imprensa

    Três títulos em sequência reforçam credibilidade do veículo especializado

    A Agência Embrapa de Notícias consolidou sua posição como referência em comunicação agropecuária ao ser tricampeã do prêmio + Admirados da Imprensa do Agronegócio, categoria Agência de Notícias. A cerimônia, realizada em São Paulo na data de referência, destacou o reconhecimento do mercado ao trabalho jornalístico da equipe liderada por Fernanda Diniz (coordenadora) e Marita Cardillo (editora).

    Embrapa supera concorrentes de peso

    O prêmio colocou lado a lado três veículos de comunicação: a Agência Embrapa de Notícias, a Agência Brasil (da Empresa Brasil de Comunicação, vinculada ao Governo Federal) e o Broadcast Agro, do Estadão. A vitória da Embrapa sinaliza, segundo analistas, a preferência do setor agropecuário por fontes especializadas e isentas em meio a discussões regulatórias sobre o uso de antimicrobianos na produção animal — tema que tem movimentado o segmento nos últimos meses.

    Impacto além do prêmio: alcance e periodicidade

    Além do reconhecimento simbólico, a Agência Embrapa de Notícias atua como pilar da disseminação científica no agro, publicando boletins semanais (toda terça-feira) para profissionais e veículos de imprensa em todo o Brasil. Para o público internacional, a Embrapa mantém uma versão mensal do boletim, ampliando o alcance de suas pesquisas e inovações para além das fronteiras nacionais. A periodicidade e a qualidade editorial do veículo são apontadas como diferenciais que justificam sua hegemonia no setor.