Autor: Roberto Neves

  • Fortnite volta ao iPhone: passo a passo para instalar via Epic Games após decisão do Cade

    Fortnite volta ao iPhone: passo a passo para instalar via Epic Games após decisão do Cade

    Epic Games Store é a porta de entrada para o Fortnite no iOS

    Após dois anos de proibição imposta pela Apple, o Fortnite retorna ao iPhone por meio da Epic Games Store, uma alternativa ao App Store. A mudança foi viabilizada após determinação do Cade, que obrigou a empresa a abrir o ecossistema do iOS para lojas de terceiros. O processo, no entanto, exige alguns passos adicionais para garantir a instalação segura e funcional do jogo.

    Primeiro passo: ativar a instalação de apps externos

    Para baixar a Epic Games Store, o usuário deve acessar o site oficial da loja (store.epicgames.com/download/ios) e tocar em “Instalar”. Ao aparecer o aviso do iOS sobre a instalação de apps não verificados, selecione “Ajustes”.

    Autorização e configuração no iPhone

    No menu de Ajustes, vá até “Gerenciar instalação de apps” e permita a instalação da Epic Games Store. O sistema pedirá confirmação adicional: pressione duas vezes o botão lateral do dispositivo para autorizar. Essa etapa é crucial para evitar bloqueios durante a instalação.

    Login e acesso ao Fortnite

    Abra a Epic Games Store, toque em “Primeiros passos” e faça login com a conta vinculada ao Fortnite. Após a autenticação, o jogo estará disponível para download e atualização. Vale ressaltar que a versão para iOS mantém os mesmos recursos dos demais dispositivos, incluindo gráficos, modos de jogo e microtransações.

    Riscos e considerações

    Embora a Epic Games Store ofereça mais liberdade, especialistas recomendam atenção a possíveis limitações impostas pela Apple, como restrições em atualizações automáticas ou compatibilidade com versões futuras do iOS. Jogadores devem monitorar atualizações do jogo e do sistema para evitar problemas de desempenho.

  • Carros híbridos em acidentes: a classificação de danos não depende da tecnologia

    Carros híbridos em acidentes: a classificação de danos não depende da tecnologia

    Sem privilégios para híbridos: como as seguradoras avaliam danos em acidentes

    Contrariando crenças populares, colisões envolvendo veículos híbridos não resultam automaticamente em classificação de ‘média monta’ nos boletins de ocorrência. Segundo o corretor de seguros Ettore Loreto, especialista do setor, não existe qualquer norma ou circular que trate híbridos de forma distinta dos demais automóveis, sejam eles a gasolina, diesel ou eletricidade.

    O que define a categoria do sinistro?

    A determinação da gravidade do acidente — leve, média ou perda total — está diretamente ligada à extensão dos danos físicos ao veículo, e não à sua tecnologia de propulsão. Sistemas de alta tensão em híbridos, por exemplo, não são considerados fatores de risco adicional em colisões leves, desde que não haja comprometimento estrutural que exija intervenção especializada.

    Por que a confusão persiste?

    O mito da ‘média monta automática’ em híbridos pode surgir da associação equivocada entre a complexidade técnica desses veículos e a suposta vulnerabilidade a danos. No entanto, as seguradoras seguem protocolos padronizados, baseados em laudos periciais que avaliam danos estéticos, mecânicos e estruturais — independentemente da fonte de energia do carro.

  • Chrome abandona reinicializações obrigatórias: Google revoluciona segurança com atualizações sem interrupções

    Chrome abandona reinicializações obrigatórias: Google revoluciona segurança com atualizações sem interrupções

    Atualizações contínuas sem interrompem sua navegação

    A partir de agora, o Google Chrome poderá atualizar suas estruturas de segurança sem obrigar os usuários a reiniciarem o navegador — um processo que, embora rápido, costumava expor brechas temporárias durante a transição. A novidade, já em fase de testes no sistema operacional macOS, marca uma virada na forma como o navegador lida com correções críticas. Até então, as atualizações eram aplicadas em segundo plano, mas só entravam em vigor após o usuário fechar e reabrir o Chrome, criando uma janela de risco.

    Segurança acelerada pela IA

    O projeto, que ganhou força no início de 2026, utiliza agentes de inteligência artificial alimentados pelo Gemini para varrer a base de código do navegador em busca de vulnerabilidades. Segundo a empresa, a abordagem já permitiu identificar e corrigir falhas antes que fossem exploradas por cibercriminosos — um salto em relação aos métodos tradicionais de detecção. A frequência das atualizações também deve aumentar: além das versões a cada duas semanas, o Chrome poderá lançar pacotes de segurança semanais, garantindo resposta mais ágil a novas ameaças.

    O que muda para o usuário?

    Para o usuário final, a principal diferença será a ausência de interrupções abruptas para aplicar atualizações. Enquanto o Chrome continua atualizando automaticamente, o processo agora ocorre de forma mais transparente, sem exigir reinicialização imediata. No entanto, a empresa ainda não anunciou quando a funcionalidade chegará ao Windows ou Linux, plataforma onde a maioria dos usuários do navegador está concentrada. Especialistas destacam que a mudança reforça a postura do Google em priorizar a segurança sem sacrificar a experiência do usuário, um equilíbrio cada vez mais difícil em um cenário de ameaças cibernéticas em constante evolução.

  • Toque duvidoso? Veja como testar a tela do celular em 4 passos

    Toque duvidoso? Veja como testar a tela do celular em 4 passos

    Na última quinta-feira, 30 de julho de 2026, cerca de 68% dos brasileiros com smartphones relataram ter enfrentado algum tipo de problema com a tela tátil, segundo dados do setor de manutenção. Desde falhas pontuais até a inatividade total de regiões do display, esses defeitos podem ser causados por danos físicos, software corrompido ou até mesmo películas mal instaladas. Enquanto a garantia cobre grande parte dos casos em aparelhos novos, quem busca um celular usado precisa de métodos confiáveis para identificar problemas ocultos antes da compra.

    Diagnóstico rápido: quando o touchscreen está com defeito?

    Antes de recorrer a técnicas avançadas, é preciso descartar soluções simples. Especialistas da área de tecnologia recomendam remover películas grossas ou protetores de vidro que possam estar atrapalhando a sensibilidade da tela. Em seguida, uma limpeza com pano de microfibra e álcool isopropílico (70%) pode eliminar resíduos de gordura ou poeira responsáveis por toques fantasmas. Reiniciar o dispositivo também é uma etapa crucial, pois bugs temporários no sistema podem simular falhas no painel.

    Teste nativo no Android: Samsung Members e além

    Para usuários de smartphones Samsung, o aplicativo Samsung Members oferece uma ferramenta integrada de diagnóstico. Basta abrir o app, acessar a aba “Diagnóstico do telefone” e selecionar a opção “Tela de Toque”. O sistema exibirá uma grade de pontos que devem ser pressionados sequencialmente — qualquer falha na resposta indica um possível defeito no sensor. Outros fabricantes, como Motorola ou Xiaomi, também incluem testes similares em seus apps de suporte ou nas configurações do sistema (geralmente em “Sobre o telefone” > “Teste de hardware”).

    iPhones e apps terceiros: alternativas para todos os sistemas

    Donos de iPhone não ficam para trás. O aplicativo Apple Diagnostics (instalado em modelos recentes) ou a ferramenta online Touchscreen Tester (disponível na App Store) permitem mapear a sensibilidade da tela com precisão. Para quem prefere soluções multiplataforma, apps como Touchscreen Test ou Display Tester oferecem testes em tempo real, identificando áreas com baixa resposta ou falhas intermitentes. Esses programas são especialmente úteis para quem avalia aparelhos usados em marketplaces como OLX ou Mercado Livre.

    O que fazer se o teste acusar defeito?

    Caso o diagnóstico confirme problemas no touchscreen, a recomendação é clara: evite forçar o uso do aparelho. Em casos de defeitos físicos — como rachaduras internas ou danos nos sensores — a substituição do display pode ser inevitável. Para smartphones ainda na garantia, o ideal é acionar o fabricante. Já em aparelhos fora do período de cobertura, o custo da reparação pode superar 30% do valor de mercado do dispositivo, segundo levantamentos de assistências técnicas. Em último caso, especialistas sugerem negociar o preço de revenda com base nos defeitos encontrados, caso o vendedor não tenha informado previamente sobre os problemas.

  • Gusttavo Lima ostenta Bugatti Chiron de R$ 60 milhões em coleção de supercarros

    Gusttavo Lima ostenta Bugatti Chiron de R$ 60 milhões em coleção de supercarros

    De sertanejo à colecionador de máquinas milionárias

    A garagem de Gusttavo Lima não é apenas um espaço para abrigar veículos — é um reflexo de escolhas ousadas e paixão por máquinas que unem história, tecnologia e exclusividade. Desde dezembro de 2024, o cantor sertanejo ostenta na sua coleção um dos hipercarros mais cobiçados do mundo: o Bugatti Chiron, uma máquina que custa cerca de R$ 60 milhões no Brasil, dependendo da configuração e importação.

    O Chiron e sua posição na elite automobilística

    O Bugatti Chiron não é apenas um carro; é uma declaração de status. Com um motor W16 de 1.500 cavalos, capaz de atingir 420 km/h, o hipercarro alemão representa o ápice da engenharia automotiva. Para colecionadores como Gusttavo Lima, possuir um Chiron vai além do valor de mercado — é uma celebração de performance, design e raridade, atributos que definem as verdadeiras joias sobre rodas.

    Uma coleção que mistura força, elegância e nostalgia

    O Chiron é apenas a peça central de uma garagem que já abriga superesportivos italianos de alta performance, SUVs robustos e clássicos americanos que contam histórias de décadas passadas. Essa diversidade revela um gosto refinado, onde a potência dos motores se equilibra com o charme dos modelos históricos, criando um acervo que atende a diferentes momentos — seja nas estradas ou em eventos de luxo.

    O que o futuro reserva para a coleção?

    Com a crescente paixão do artista por veículos de alto padrão, é natural que sua garagem continue a se expandir. Especialistas do setor automobilístico apontam que colecionadores como Gusttavo Lima costumam diversificar suas aquisições não apenas por prazer, mas também como investimento de longo prazo. Resta saber quais máquinas de sonho se juntarão ao Chiron nos próximos anos.

  • Volkswagen renova a lenda dos Golfs radicais: o ‘Mega Golf’ de 1.000 cv que desafiou os limites

    Volkswagen renova a lenda dos Golfs radicais: o ‘Mega Golf’ de 1.000 cv que desafiou os limites

    A Volkswagen provou, mais uma vez, que a engenharia alemã não tem limites quando o assunto é criar carros de corrida radicais. Na última quarta-feira, 30 de julho de 2026, a marca revelou um projeto ousado: um Golf GTI modificado para provas de subida, equipado com um motor de 2,5 litros e cinco cilindros em linha da Audi — o mesmo que equipa o Audi RS3.

    Do sedã esportivo ao monstro de 1.000 cv

    O que começou como um simples GTI ganhou uma identidade completamente nova. O motor original de 2.0 turbo deu lugar a um propulsor de cinco cilindros, que recebeu upgrades radicais: turbocompressor maior, pressão de sobrealimentação elevada, componentes internos forjados, admissão de ar em carbono e escapamento com saída frontal. O resultado? Uma potência estratosférica de 986 cavalos, distribuídos às quatro rodas.

    A ambição que não vingou

    Construído pela Volkswagen Motorsport e pela equipe de Michael Allers, o ‘Mega Golf’ foi projetado para dominar provas de subida de montanha. No entanto, a história não teve um final feliz. O carro, que prometia ser o mais potente da linha Golf, não chegou a disputar nenhuma competição antes de ser engavetado. A combinação de um projeto extremamente caro e a falta de regulamentações que permitissem seu uso em provas oficiais selou seu destino.

    Legado dos Golfs radicais

    Esta não é a primeira vez que a Volkswagen brinca com a ideia de Golfs fora do comum. Na era de Ferdinand Piëch, a marca criou verdadeiras aberrações de engenharia, como um Golf com motor W12 e outro com V6 biturbo e teto removível. O ‘Mega Golf’ de 1.000 cv, no entanto, representa uma nova era: a busca por performance extrema em um modelo compacto, mesmo que o preço seja a inviabilidade prática.

  • Samsung registra primeiro prejuízo com celulares em 30 anos: chips de memória sufocam divisão móvel

    Samsung registra primeiro prejuízo com celulares em 30 anos: chips de memória sufocam divisão móvel

    Fim de uma era: lucro com celulares chega ao zero pela primeira vez

    A Samsung Electronics registrou, no segundo trimestre de 2026, o primeiro prejuízo operacional de sua divisão de dispositivos móveis desde a criação do segmento, há três décadas. O resultado negativo de 800 bilhões de wons (cerca de R$ 2,8 bilhões) encerra uma trajetória de lucros históricos no setor mobile, diretamente impactada pela escalada nos custos de produção.

    Crise de custos: chips de memória esmagam margens do mercado

    O principal vetor do prejuízo foi o aumento exponencial nos preços dos semicondutores, especialmente os chips de memória DRAM e NAND. A demanda global por componentes para servidores de IA — que consomem até 40% mais memória do que soluções tradicionais — reduziu drasticamente a oferta disponível para fabricantes de smartphones. Segundo relatórios internos da Samsung, os custos de produção por unidade subiram 28% em relação ao mesmo período de 2025, enquanto os preços médios dos celulares permaneceram estáveis ou até recuaram 5% devido à concorrência agressiva.

    Contradição do balanço: semicondutores salvam, mas móveis afundam

    Apesar do tombo na divisão mobile, a Samsung manteve o crescimento em outros segmentos. A área de semicondutores atingiu recorde de faturamento no trimestre, com receitas de US$ 22,3 bilhões — alta de 12% em relação ao primeiro trimestre de 2026. O paradoxo evidencia uma reestruturação forçada no modelo de negócios da empresa, que agora prioriza chips para data centers em detrimento de componentes para smartphones, onde as margens já não justificam mais os investimentos.

    O que esperar dos próximos trimestres?

    Analistas do setor projetam que a pressão sobre a divisão móvel da Samsung deve persistir até pelo menos o primeiro semestre de 2027, quando se espera um reequilíbrio entre oferta e demanda de chips. A empresa já anunciou medidas como cortes de 15% na produção de modelos intermediários e realocação de R$ 5 bilhões em P&D para soluções de IA embarcada — estratégia que pode, no longo prazo, reverter a dependência dos custos de memória. Enquanto isso, concorrentes como Apple e Xiaomi aproveitam a brecha para ampliar market share com aparelhos mais baratos e componentes alternativos.

  • Google Earth ganha IA para criar imagens de lugares reais a partir de mapas 3D

    Google Earth ganha IA para criar imagens de lugares reais a partir de mapas 3D

    Ferramenta de IA transforma mapas 3D em imagens realistas

    O Google Earth agora permite que usuários criem imagens personalizadas a partir de estruturas tridimensionais reais, graças à integração do modelo Nano Banana 2. A funcionalidade, anunciada em 30 de julho de 2026, possibilita aplicações como simulações urbanísticas, reconstruções históricas e infográficos diretamente na interface do serviço.

    Disponibilidade e custos da nova função

    A geração de imagens por IA já está acessível globalmente, com limites variando conforme o plano escolhido. O pacote Pro Avançado, que oferece acesso ilimitado, tem custo de US$ 150 (aproximadamente R$ 760). A novidade reforça os investimentos da empresa na versão web do Google Earth, enquanto a versão para desktop será descontinuada em 2027.

    Impacto na plataforma e futuro do Earth

    A adição da ferramenta “Criar imagem” alinha-se à estratégia do Google de priorizar a versão online da plataforma. Especialistas destacam que a integração de IA pode expandir o uso do Google Earth além da visualização de mapas, tornando-se uma ferramenta poderosa para profissionais de arquitetura, história e planejamento urbano.

  • Erro de nome de usuário em rede social leva canadense a 18 meses de prisão injustificada

    Erro de nome de usuário em rede social leva canadense a 18 meses de prisão injustificada

    A prisão de Brandon Klayme, ocorrida em fevereiro de 2020 na província canadense de Nova Escócia, expõe uma falha crítica na investigação policial que resultou em 18 meses de detenção injusta. A confusão partiu de um detalhe aparentemente simples, mas decisivo: o nome de usuário no aplicativo de mensagens Kik.

    Dois traços de diferença que mudaram uma vida

    Klayme utilizava o username fus_ro_dah, enquanto a polícia buscava por fus__ro_dah — uma diferença de apenas dois traços sublinhados. O suspeito real, que usava a grafia com dois sublinhados, era acusado dos crimes de posse de pornografia infantil e aliciamento de menores, delitos investigados na plataforma Kik.

    Absolvição tardia após seis anos de sofrimento

    A Justiça canadense finalmente reconheceu o equívoco em 23 de julho de 2026, quando os advogados de Klayme apresentaram provas irrefutáveis da diferença entre os nomes de usuário. A decisão de absolvê-lo encerrou um ciclo de injustiça que durou mais de seis anos, mas deixou marcas profundas no acusado.

    O que o caso revela sobre a investigação digital

    O episódio levanta questões sobre a confiabilidade das investigações que dependem de dados fornecidos por terceiros, como nomes de usuário em plataformas online. Erros de digitação ou formatação podem ter consequências irreparáveis quando associados a acusações graves. Klayme, que teve sua rotina e reputação destruídas por um detalhe técnico, representa um alerta sobre a necessidade de rigor na apuração de provas digitais.

  • LinkedIn lança botão para combater a ‘poluição’ de posts gerados por IA

    LinkedIn lança botão para combater a ‘poluição’ de posts gerados por IA

    A rede profissional LinkedIn implementou, desde a última quarta-feira (30/07/2026), um novo recurso para combater a crescente presença de conteúdos automatizados na plataforma. Um botão de denúncia específico, identificado como “Seems Like AI slop” (ou “parece conteúdo de IA”, em tradução livre), foi integrado ao menu de reportes de posts, permitindo que usuários marquem publicações suspeitas de terem sido geradas por ferramentas de inteligência artificial.

    Como funciona o novo sistema de denúncias

    O recurso não remove automaticamente os posts denunciados, mas atua como um sinalizador para a equipe de moderação da plataforma. Ao receber múltiplas denúncias, o LinkedIn avalia o conteúdo e pode restringir seu alcance ou removê-lo, caso seja confirmado que se trata de material gerado por IA sem valor real. A descrição do botão deixa claro que o objetivo é combater o que a plataforma classifica como “AI slop” — publicações repetitivas, genéricas ou de baixa qualidade produzidas em massa por algoritmos.

    Lançamento gradual e abrangência global

    Segundo informações obtidas pela plataforma, o novo sistema já está em fase de implementação em todo o mundo, incluindo o Brasil. A disponibilização ocorre de forma gradual, sem data exata para todos os usuários. A rede social não detalhou critérios específicos para a identificação de conteúdos gerados por IA, mas reforçou que o recurso visa priorizar a qualidade das interações profissionais na plataforma.