Autor: Roberto Neves

  • Parati LS: como a perua que nasceu do Gol se tornou o carro dos sonhos dos anos 80

    Parati LS: como a perua que nasceu do Gol se tornou o carro dos sonhos dos anos 80

    A Volkswagen precisava de uma resposta rápida quando a Variant II saiu de cena em dezembro de 1980. Enquanto a concorrência apostava em projetos modernos, a montadora alemã recorreu ao projeto BX — mesmo berço do Gol e do Voyage — para criar, em 1982, uma perua que conquistaria o Brasil.

    Uma perua nascida do Gol, mas com alma própria

    A Volkswagen Parati chegou ao mercado em junho de 1982 com uma proposta clara: unir a simplicidade e eficiência do Gol a um espaço extra para cargas e viagens. Com a mesma plataforma do compacto alemão, a suspensão foi adaptada — molas e amortecedores recalibrados na dianteira, além de reforços na traseira e válvulas equalizadoras de pressão nos freios — para garantir estabilidade mesmo com peso extra.

    O porta-malas que fez história

    Com 620 litros de capacidade com os bancos traseiros em posição normal e impressionantes 1.380 litros com o encosto rebatido, a Parati se destacou como a perua ideal para famílias e aventureiros. Na época, era uma inovação que poucas concorrentes conseguiam oferecer, especialmente as compactas como a Chevrolet Marajó e a Fiat Panorama.

    O legado de uma época

    A Parati não foi apenas mais um carro: ela representou a união perfeita entre praticidade e estilo, dividindo o mercado com as médias Ford Belina e Chevrolet Caravan. Seu DNA do Gol a tornou acessível, mas seu espaço e robustez garantiram seu lugar como um dos carros mais queridos dos anos 80 — um verdadeiro ícone que ainda hoje é lembrado com nostalgia.

  • Honda Pop 110i ES vs. Biz 125 ES: qual a melhor opção para 2027?

    Honda Pop 110i ES vs. Biz 125 ES: qual a melhor opção para 2027?

    A Honda renova suas motos mais vendidas em 2027

    No último dia 31 de maio de 2026, a Honda apresentou as atualizações para a linha 2027 de suas motos populares no Brasil: a Pop 110i ES e a Biz 125 ES. Ambas compartilham o câmbio semiautomático de quatro marchas e a ausência do manete de embreagem, mas oferecem propostas distintas de uso e desempenho.

    Motor e cilindrada: o que muda entre as duas?

    A Honda padronizou a arquitetura dos motores, agora ambos de curso longo e projetados para entregar torque em baixas rotações. No entanto, as cilindradas de 109,5 cm³ (Pop 110i ES) e 123,9 cm³ (Biz 125 ES) definem o ritmo de cada uma. Enquanto a Pop 110i ES atinge 8,4 cv a 7.250 rpm e torque máximo de 0,945 kgf.m a 5.000 rpm, a Biz 125 ES entrega 9,53 cv a 7.500 rpm e torque de 1,03 kgf.m a 6.000 rpm. A Biz também se destaca pelo sistema Flex exclusivo, permitindo uso de etanol.

    Qual escolher pelo preço?

    A decisão deve considerar o perfil do piloto. A Pop 110i ES é ideal para quem busca economia no consumo e manutenção, além de ser mais leve e ágil para o trânsito urbano. Já a Biz 125 ES oferece maior potência e torque, sendo mais adequada para viagens ou para quem precisa de um pouco mais de resposta em aceleração, especialmente com o uso de etanol.

    Conclusão: inovação sem perder a essência

    As atualizações da Honda para 2027 mantêm a simplicidade e praticidade das duas motos, mas a escolha entre a Pop 110i ES e a Biz 125 ES deve ser feita com base no uso diário e no orçamento. Enquanto a Pop 110i ES é perfeita para quem prioriza custo-benefício, a Biz 125 ES se destaca para quem busca um pouco mais de performance sem abrir mão da confiabilidade.

  • Seleção Brasileira recebe Panamá no Maracanã: onde assistir ao amistoso ao vivo e escalações definidas

    Seleção Brasileira recebe Panamá no Maracanã: onde assistir ao amistoso ao vivo e escalações definidas

    A última apresentação nacional antes da viagem aos EUA

    A Seleção Brasileira entra em campo neste domingo (31/05/2026), às 18h30, no Maracanã, para enfrentar o Panamá em um amistoso que marca a última partida em território brasileiro antes da Copa do Mundo de 2026. A delegação embarca para os Estados Unidos na segunda-feira (01/06/2026) e ainda terá pela frente um duelo contra o Egito em Cleveland.

    Onde assistir Brasil x Panamá ao vivo

    O amistoso será transmitido pela TV Globo (sinal aberto), Sportv, GE e Getv, com narração de Everaldo Marques e comentários de Ana Thaís Matos, Denilson e Júnior. A partida também será acompanhada por meio de vídeos dos principais lances e cobertura em tempo real nos canais especializados.

    Um Maracanã lotado e clima de despedida

    Mais de 73,5 mil ingressos já foram vendidos para o duelo, que promete um ambiente vibrante no Rio de Janeiro. A partida serve como um teste final para a comissão técnica, que deve definir a escalação titular e estratégias para o início da competição no próximo ano.

  • Lotus Evija chega ao Brasil com preço de R$ 40 milhões: hipercarro elétrico de 2.039 cv pode se tornar o mais caro do país

    Lotus Evija chega ao Brasil com preço de R$ 40 milhões: hipercarro elétrico de 2.039 cv pode se tornar o mais caro do país

    Um marco para o mercado automotivo brasileiro

    No dia 31 de maio de 2026, a Lotus está prestes a redefinir o segmento de veículos de luxo no Brasil com a chegada do Evija, um hipercarro elétrico que pode se tornar o carro mais caro já comercializado no país. Com um preço estimado em R$ 40 milhões, a negociação em andamento coloca o modelo britânico em um patamar exclusivo, limitado a apenas 130 unidades mundialmente.

    Tecnologia e performance de outro mundo

    O Lotus Evija não é apenas uma demonstração de exclusividade, mas também de inovação. Equipado com um motor elétrico de 2.039 cavalos, o hipercarro acelera de 0 a 300 km/h em impressionantes 9,1 segundos, alinhando potência extrema a um design aerodinâmico inspirado em tecnologia de ponta. Seu chassi monocoque de fibra de carbono não apenas garante rigidez estrutural, mas também reduz significativamente o peso, essencial para uma performance tão agressiva.

    Exclusividade que define valor

    A estratégia da Lotus de restringir a produção do Evija a meras 130 unidades globalmente tem como objetivo principal manter seu status de objeto de desejo entre colecionadores e entusiastas. No Brasil, a fabricante já negocia a venda de ao menos uma unidade, com a estreia oficial de sua primeira concessionária no país marcada para julho de 2026. Até lá, o Evija permanece como um símbolo de status, combinando engenharia avançada com um preço que reflete sua raridade.

    O que esperar do futuro da Lotus no Brasil?

    Com a chegada do Evija, a Lotus não apenas expande sua presença no mercado brasileiro, mas também sinaliza sua ambição de se consolidar como uma marca premium no segmento de veículos elétricos. A estratégia de priorizar modelos de alta performance e design inovador pode atrair não só colecionadores, mas também investidores interessados em tecnologia automotiva de ponta. Enquanto as negociações avançam, o Brasil se prepara para receber um dos carros mais exclusivos e tecnologicamente avançados do mundo.

  • Lotus chega ao Brasil em julho com SUV elétrico, esportivo a combustão e hipercarro de R$ 40 milhões

    Lotus chega ao Brasil em julho com SUV elétrico, esportivo a combustão e hipercarro de R$ 40 milhões

    Expansão com foco em personalização e portfólio global

    A Lotus Cars Brasil inaugurou oficialmente sua operação no país após três anos de negociações, com previsão de estreia em julho por meio de duas lojas próprias em São Paulo. A marca, controlada pela chinesa Geely desde maio de 2017, planeja disponibilizar todo o seu portfólio mundial no Brasil, incluindo modelos elétricos, esportivos a combustão e até um hipercarro de R$ 40 milhões.

    Modelos de estreia: elétricos, esportivo e promessas de futuro

    Os lançamentos iniciais incluem o SUV elétrico Eletre e o sedã Emeya, ambos com tecnologia de ponta. Para os entusiastas do motor a combustão, a Lotus traz o Emira V6 e a versão 2.0 turbo (AMG), enquanto negocia a chegada do Evija — um hipercarro elétrico de 2.039 cv — ao mercado nacional. A marca também projeta a expansão para capitais como Curitiba, Brasília e Porto Alegre, adotando um modelo de negócios centrado na personalização.

    Negócios sob medida: 70% das vendas serão personalizadas

    A Lotus prevê que 70% de suas vendas no Brasil serão feitas sob encomenda, permitindo que os clientes personalizem cada detalhe de seus veículos. Essa estratégia reforça o apelo da marca a um público disposto a investir em exclusividade, alinhada à tendência de customização no setor automotivo. Além disso, a empresa anunciou planos para uma futura Lotus Cup, ampliando sua presença no cenário esportivo nacional.

  • Lamborghini ignora elétricos: CEO defende motores a combustão e desafia Ferrari após lançamento polêmico

    Lamborghini ignora elétricos: CEO defende motores a combustão e desafia Ferrari após lançamento polêmico

    Um recado claro ao mercado: Lamborghini mantém a gasolina

    A Lamborghini não apenas adiou novamente — desta vez de forma indefinida — o lançamento de seu primeiro carro elétrico, como reforçou publicamente sua decisão. Stephan Winkelmann, CEO da marca, justificou a postura ao destacar a preferência de seus clientes por “carros emocionais”, categoria que, segundo ele, ainda não inclui os elétricos. Enquanto a Ferrari chocou o mercado no dia 24 de maio de 2026 com o lançamento do Luce — seu primeiro modelo 100% elétrico, cujo design gerou críticas —, a rival italiana optou por apostar em uma estratégia oposta: a de que o futuro, por enquanto, ainda tem cheiro de combustível.

    Híbridos como trincheira: a aposta Lamborghini no meio-termo

    A marca não está completamente alheia à eletrificação: o Revuelto, lançado recentemente, representa sua principal aposta em transição energética. Com um sistema híbrido plug-in, o modelo mantém a essência dos superesportivos da casa — performance agressiva e som estridente — sem abrir mão de uma pegada mais sustentável. Porém, a ausência de uma data para um elétrico puro sinaliza que, para a Lamborghini, o “futuro” ainda não chegou com a mesma intensidade anunciada por concorrentes.

    Enquanto isso, outras marcas de luxo e esportivas revisam suas estratégias elétricas. Algumas, como a Porsche com seu Taycan, já consolidaram presença no segmento, mas muitas ainda hesitam entre a pressão regulatória e a fidelidade de uma clientela que, segundo Winkelmann, ainda prefere a “emoção” dos motores a combustão. A pergunta que fica é: até quando essa resistência será sustentável em um mercado cada vez mais dominado pela transição energética?

    Ferrari acende o debate: o que os clientes realmente querem?

    O lançamento do Ferrari Luce — um sedan elétrico com design futurista que dividiu opiniões — expôs uma divisão no setor. Enquanto a Ferrari aposta alto no elétrico como símbolo de inovação, a Lamborghini questiona se o público premium está realmente pronto para abandonar a tradição. A polêmica em torno do Luce, que muitos consideraram “muito convencional” para uma marca que sempre inovou em design, reforça a tese da Lamborghini de que o mercado ainda não tem clareza sobre o que deseja.

    O desafio das marcas italianas, agora, é equilibrar inovação e identidade. Enquanto a Ferrari avança com ousadia, a Lamborghini opta pela cautela — mas corre o risco de perder relevância em um segmento onde a eletrificação não é mais uma opção, e sim uma inevitabilidade.

  • Grêmio x Corinthians: tudo o que você precisa saber para não perder o duelo do Brasileirão

    Grêmio x Corinthians: tudo o que você precisa saber para não perder o duelo do Brasileirão

    O duelo que pode mudar a temporada

    O Grêmio recebe o Corinthians neste sábado, 30 de maio de 2026, às 17h30 (horário de Brasília), em jogo válido pela 9ª rodada do Campeonato Brasileiro. A partida promete ser decisiva para as aspirações das equipes na competição, com potencial impacto na classificação e até mesmo no mata-mata.

    Como assistir ao vivo e de graça

    Os torcedores podem acompanhar a transmissão gratuita pelo YouTube.com/@getv, além dos canais Globo (em emissoras do RS, SP e parte da rede) e Premiere. Para quem busca opções sem assinatura, a plataforma do GetV é a alternativa mais acessível no momento.

    O que está em jogo no Brasileirão

    Com a competição em ritmo acelerado, cada ponto é valioso. O Grêmio busca consolidar sua posição entre os oito primeiros, enquanto o Corinthians tenta se afastar da zona de rebaixamento. A partida também pode influenciar a definição de times que disputarão vagas em torneios continentais na próxima temporada.

  • 10 carros que dividiram a indústria e mudaram o rumo das marcas: da polêmica à revolução

    10 carros que dividiram a indústria e mudaram o rumo das marcas: da polêmica à revolução

    A inovação que divide: quando a tradição vira alvo de críticas

    Na indústria automotiva, a cartilha das marcas é escrita com tinta de inércia. Mas quando uma fabricante consolidada decide romper com seus próprios dogmas — seja lançando um SUV quando só fazia esportivos, ou um elétrico com a marca de um ícone — o choque com os puristas é inevitável. O caso mais recente é o Ferrari Luce, apresentado em 2026, que mergulha em um segmento inédito para a marca italiana: veículos com emissões reduzidas, mesmo que isso signifique abandonar temporariamente a elegância do motor V12.

    Histórias como essa se repetem. O que parecia um erro estratégico muitas vezes se transformou no bote salva-vidas que evitou a falência ou impulsionou a modernização de empresas. Afinal, a sobrevivência no setor exige mais do que gosto estético: exige visão de mercado.

    Do Cayenne ao Corvette: dez modelos que viraram a mesa

    Separamos dez carros que, em algum momento, foram recebidos com pedras pelos entusiastas — mas que, com o tempo, se tornaram ícones ou até salvadores de suas marcas. A lista inclui desde modelos que quebraram paradigmas até aqueles que, décadas depois, foram reconhecidos como visionários.

    1. Porsche Cayenne (2002): o SUV que salvou a Porsche da falência

    Quando a Porsche lançou o Cayenne, em 2002, puristas gritaram: “Como um SUV pode carregar o nome de uma marca de esportivos?”. Hoje, o modelo é responsável por metade dos lucros da empresa e ajudou a financiar o desenvolvimento de modelos como o 911 elétrico. Sem o Cayenne, a Porsche poderia não ter chegado tão longe na eletrificação.

    2. Mercedes-Benz Classe A (W168, 1997): o ‘teste do alce’ que mudou a segurança

    O Classe A foi vítima de um dos testes de dirigibilidade mais famosos da história: o ‘teste do alce’, que derrubou o carro em plena exibição para a imprensa. A reviravolta? A Mercedes não desistiu do modelo. Ao contrário, investiu pesado em melhorias de chassis e estabilidade, criando um padrão de segurança que se tornou referência para toda a indústria.

    3. Ford Mustang Mach-E (2020): o elétrico que ousou usar o nome Mustang

    Lançar um SUV elétrico com a marca de um muscle car icônico foi um risco calculado — e deu certo. O Mach-E não só ajudou a Ford a se posicionar no mercado de veículos elétricos, como também atraiu uma nova geração de consumidores para a marca. A aposta já se paga: o modelo lidera as vendas de EVs da Ford nos EUA.

    4. BMW Série 7 (E65, 2001): o design ‘feio’ que virou tendência

    Com linhas angulares e faróis duplos, o E65 dividiu opiniões como poucos. Críticos chamaram o design de ‘agressivo’ e ‘desproporcional’. Mas o tempo mostrou que a BMW acertou em cheio: o estilo do Série 7 se tornou referência para a próxima década, influenciando até mesmo a rival Mercedes-Benz.

    5. Lamborghini LM002 (1986): o ‘Rambo Lambo’ que antecipou o futuro

    Imagine um Lamborghini com 5,7 litros de V12, 450 cavalos e tração nas quatro rodas, mas feito para enfrentar desertos e guerras. O LM002 nasceu como um erro de marketing — afinal, a Lamborghini só fazia esportivos leves até então. Mas, décadas depois, o modelo é visto como precursor dos SUVs de luxo e até dos veículos militares.

    6. Tesla Model 3 (2017): o elétrico que popularizou a tecnologia

    Antes do Model 3, os carros elétricos eram sinônimo de carros caros e de nicho. A Tesla mudou isso com um sedan acessível que provou que EVs não precisavam ser lentos ou feios. O impacto foi tão grande que obrigou todas as montadoras a acelerar seus planos de eletrificação.

    7. Chevrolet Corvette C8 (2020): o V8 no meio, um escândalo de engenharia

    Colocar o motor V8 no meio do Corvette pela primeira vez em 70 anos não foi apenas uma mudança técnica: foi uma ruptura com a tradição. Críticos chamaram a decisão de ‘heresia’, mas o C8 se tornou o Corvette mais vendido da história, provando que inovação e DNA da marca podem coexistir.

    8. Audi TT (1998): o cupê que definiu o design dos anos 2000

    Quando a Audi lançou o TT, em 1998, muitos questionaram sua forma arredondada e minimalista. Hoje, ele é lembrado como um dos designs mais influentes da indústria, pavimentando o caminho para modelos como o BMW i8 e o Mercedes-Benz Classe CLS.

    9. Toyota Prius (1997): o híbrido que salvou a reputação ambiental da Toyota

    Nos anos 1990, a Toyota era vista como uma fabricante de carros ‘sem graça’. O Prius mudou isso ao provar que eficiência energética e apelo comercial podiam andar de mãos dadas. O modelo não só vendeu milhões, como também estabeleceu a Toyota como líder em tecnologia verde.

    10. Fiat 147 (1976): o ‘carrinho’ que revolucionou o mercado brasileiro

    Na década de 1970, o Brasil precisava de um carro popular e econômico. A Fiat atendeu com o 147, um modelo compacto e barato que dominou as ruas brasileiras por anos. Sem ele, a indústria automotiva nacional poderia não ter se desenvolvido da mesma forma.

    O legado: inovação como estratégia de sobrevivência

    A história desses dez modelos mostra uma verdade incontestável: a indústria automotiva não perdoa a estagnação. Seja por necessidade financeira, pressão regulatória ou simples ambição, as marcas que ousam quebrar regras muitas vezes colhem os frutos de suas decisões — mesmo quando o caminho é cheio de pedras.

  • La Guaira x Puerto Cabello: transmissão ao vivo e hora do jogo na Venezuela já estão definidas

    La Guaira x Puerto Cabello: transmissão ao vivo e hora do jogo na Venezuela já estão definidas

    O Campeonato Venezuelano entra em campo hoje, sábado, 30 de maio de 2026, com um jogo que promete agitar os torcedores: La Guaira x Puerto Cabello, às 21h00 (horário de Brasília).

    Onde assistir ao jogo ao vivo e de graça

    A partida será transmitida gratuita e exclusivamente pela plataforma YouTube.com/@ligafutve, canal oficial da Liga FutVe. Não é necessário assinatura ou cadastro para ter acesso ao conteúdo ao vivo, que incluirá placar em tempo real, atualizações e informações pré-jogo das equipes.

    Por que este jogo é relevante?

    Além do apelo local, a partida pode ser decisiva para o destino das duas equipes no torneio. Com o mata-mata se aproximando, uma vitória ou empate pode garantir vantagens como mando de campo ou classificação antecipada. Os torcedores devem ficar atentos a possíveis mudanças de última hora na escalação ou na grade de transmissão, divulgadas pelos clubes ou pela organização do campeonato.

    Horário e contexto técnico

    O duelo começará pontualmente às 21h00, horário que favorece os brasileiros que buscam alternativas ao futebol nacional neste final de semana. A competição venezuelana, embora menos conhecida por aqui, tem ganhado destaque entre os fãs de futebol sul-americano que acompanham times em ascensão ou jogadores em evidência.

  • Fiat Toro 2027 estreia com híbrido-leve, ADAS de série e novo pacote de equipamentos

    Fiat Toro 2027 estreia com híbrido-leve, ADAS de série e novo pacote de equipamentos

    O pioneirismo do híbrido-leve (MHEV) na picape intermediária

    A Fiat Toro 2027 marca um marco tecnológico no segmento com o lançamento do sistema híbrido-leve (MHEV) de 48 volts, disponível nas versões Volcano turbo flex MHEV e Ultra turbo flex MHEV. Essa inovação, aliada ao motor 1.3 turbo flex, promete uma redução de até 12% no consumo de combustível e menor impacto ambiental, sem comprometer a performance do modelo.

    O sistema MHEV funciona em conjunto com o motor a combustão, otimizando a eficiência energética durante acelerações e retomadas, enquanto a bateria de 48V armazena energia para uso imediato. Segundo a montadora, a tecnologia não altera a dinâmica de condução, mantendo a robustez característica da Toro.

    ADAS de série: segurança agora é padrão

    Ainda em 30 de maio de 2026, a Fiat anunciou que o conjunto de assistentes de direção (ADAS) — incluindo controle de cruzeiro adaptativo, alerta de colisão, monitoramento de ponto cego e frenagem automática — agora faz parte do pacote de série em todas as versões da Toro 2027. Até então, esses recursos eram opcionais em alguns modelos.

    Para Max Ferreira, especialista em mobilidade, “essa decisão reforça a tendência do mercado de tornar a segurança ativa acessível, mesmo em veículos utilitários, onde a robustez muitas vezes se sobrepunha à inovação tecnológica.”

    Preços e versões da Fiat Toro 2027: o que mudou?

    A linha 2027 mantém seis configurações, divididas entre as motorizações flex, híbrida-leve (MHEV) e turbodiesel. Os preços, já ajustados para o mercado brasileiro, variam de R$ 167.490 (Toro Endurance turbo flex) a R$ 238.490 (Toro Ranch turbodiesel). Confira a lista completa:

    • Fiat Toro Endurance turbo flex: R$ 167.490
    • Fiat Toro Freedom turbo flex: R$ 177.490
    • Fiat Toro Volcano turbo flex MHEV: R$ 197.490
    • Fiat Toro Ultra turbo flex MHEV: R$ 206.490
    • Fiat Toro Volcano turbodiesel: R$ 220.490
    • Fiat Toro Ranch turbodiesel: R$ 238.490

    Visual inalterado, mas com foco na eficiência

    Diferentemente de outras picapes que apostam em reestilizações anuais, a Fiat optou por manter o design reestilizado de 2025 para a linha 2027. A estratégia reflete um movimento comum no segmento: priorizar atualizações mecânicas e tecnológicas em detrimento de mudanças estéticas, que nem sempre impactam vendas.

    Para os consumidores, a novidade pode significar uma escolha mais consciente entre custo-benefício, especialmente com a chegada do híbrido-leve, que aproxima a Toro de um público interessado em veículos mais sustentáveis — ainda que dentro da realidade brasileira, onde o etanol ainda domina o mercado.