Autor: Roberto Neves

  • Grutos disparam na Bolsa de Chicago: seca nos EUA e demanda chinesa elevam preços a patamares históricos

    Grutos disparam na Bolsa de Chicago: seca nos EUA e demanda chinesa elevam preços a patamares históricos

    Clima nos EUA e demanda chinesa impulsionam alta nos grãos

    A Bolsa de Chicago encerrou a segunda-feira (6 de julho de 2026) com fortes valorizações nos principais contratos futuros de grãos, refletindo um cenário de incerteza climática e expectativas de maior demanda internacional. Segundo a DATAGRO, a soja subiu 4,5%, o milho avançou 3,7% e o trigo fechou com ganho de 2,6%, com o movimento sendo puxado pela seca que afeta o oeste do Corn Belt — a região mais produtiva dos Estados Unidos — e pela projeção de um aumento nas exportações para a China.

    Safra 2026/27 em risco: impacto nas lavouras e nos custos globais

    O momento é crítico para o desenvolvimento das lavouras norte-americanas, com produtores, exportadores e investidores monitorando as condições climáticas nas próximas semanas. A seca prolongada na principal região agrícola dos EUA reduz as perspectivas de produtividade, enquanto a demanda chinesa — principal importadora de grãos — segue em alta, pressionando os preços para cima. Especialistas alertam que, se o cenário se mantiver, os custos globais de alimentos podem sofrer novo impacto, especialmente em países dependentes de importações.

    O que esperar dos mercados nas próximas semanas?

    Com a safra 2026/27 ainda em fase inicial nos EUA, a volatilidade no mercado de grãos deve persistir. Analistas da DATAGRO destacam que, além do clima, fatores como políticas comerciais chinesas e estoques globais serão determinantes para a formação de preços. Enquanto isso, países como Brasil e Argentina — principais concorrentes no abastecimento global — podem se beneficiar da alta, mas também enfrentam desafios climáticos próprios.

  • Exportações de carne bovina batem recorde em junho com China como principal compradora

    Exportações de carne bovina batem recorde em junho com China como principal compradora

    Ainda em 7 de julho de 2026, o Brasil consolidou mais um marco histórico na balança comercial de carnes: as exportações de carne bovina alcançaram 395,2 mil toneladas em equivalente carcaça no mês de junho, volume 15,3% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, segundo dados da DATAGRO. O desempenho não apenas superou as expectativas do setor, como também estabeleceu um novo recorde mensal, reafirmando a relevância do país no mercado global de proteínas.

    China domina com mais da metade das compras brasileiras

    O protagonismo chinês no crescimento das exportações brasileiras não é mais uma tendência, mas uma realidade consolidada. Até o fim de junho de 2026, o país asiático foi responsável por 51,8% de todo o volume exportado pelo Brasil, segundo a consultoria. A participação ampliada reflete não apenas o apetite crescente da população chinesa por carne bovina — impulsionado por fatores como a recuperação econômica e a busca por proteínas de maior valor nutricional —, mas também a estratégia brasileira de diversificação de mercados sem perder o foco no principal destino.

    Demanda internacional sustenta o ciclo de recordes

    Além da China, outros mercados como os Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos e países do Sudeste Asiático mantiveram seus volumes de importação estáveis ou em crescimento, contribuindo para o desempenho recorde. A valorização da tonelada exportada — reflexo do câmbio favorável ao produtor brasileiro e da demanda aquecida — também foi determinante para o resultado. Segundo a DATAGRO, o cenário permanece positivo para o segundo semestre, com perspectivas de manutenção dos embarques em patamares elevados, especialmente diante da proximidade das festas de final de ano na Ásia e na Europa.

    O que esperar para o restante de 2026?

    Especialistas do setor apontam que o Brasil deve manter a liderança global nas exportações de carne bovina até o final do ano, mas alertam para possíveis desafios. Entre eles, a pressão por sustentabilidade — com cobranças por redução do desmatamento na Amazônia — e a concorrência de países como Austrália e Estados Unidos, que têm investido em acordos comerciais para recuperar market share. Para o produtor brasileiro, no entanto, a combinação de preços atrativos e demanda firme continua sendo um cenário otimista, desde que os protocolos sanitários e ambientais sejam mantidos.

  • Geely EX2 2027: testes avançam no Brasil com bateria maior e novidades tecnológicas

    Geely EX2 2027: testes avançam no Brasil com bateria maior e novidades tecnológicas

    Produção nacional avança com modelo de 47 kWh

    Os testes de rodagem do Geely EX2 2027 brasileiro já estão em andamento. Um protótipo do hatch elétrico foi flagrado na última semana saindo da fábrica da Renault em São José dos Pinhais (PR), polo que será responsável pela produção local do modelo. A estreia no mercado nacional está prevista para 2027, com foco em atender a crescente demanda por veículos elétricos no Brasil.

    Bateria maior e autonomia estendida

    A versão nacional do EX2 chega com uma bateria de 47 kWh, que eleva a autonomia para até 480 km no ciclo CLTC — padrão chinês que, embora não seja equivalente ao WLTP europeu ou ao EPA americano, oferece uma referência mais otimista para o consumidor. A capacidade ampliada, em comparação a modelos anteriores, deve reduzir a “ansiedade de autonomia” entre os potenciais compradores, mesmo em trajetos urbanos intensos.

    Visual discreto e tecnologia embarcada

    As atualizações estéticas são sutis, com destaque para uma grade inferior ativa e faróis full-LED, que já eram marcas registradas do modelo. A central multimídia Flyme Auto ganha novas funções, incluindo integração aprimorada com smartphones e sistemas de navegação otimizados para o Brasil. O motor elétrico de 116 cv permanece inalterado, mas a eficiência energética deve melhorar graças ao gerenciamento térmico mais avançado.

    Espaço interno preservado e custo competitivo

    Apesar das mudanças, o EX2 mantém um amplo espaço interno, com cabine modular que prioriza conforto para passageiros e bagagem. A produção local, em parceria com a Renault, deve garantir um preço mais acessível em relação a importados, além de incentivos fiscais estaduais e federais para veículos elétricos — como a isenção do IPI e redução do ICMS em alguns estados.

    Consequências para o mercado brasileiro

    A chegada do EX2 2027 reforça a estratégia das montadoras de investir em eletrificação no Brasil, mesmo diante de desafios como a infraestrutura de recarga ainda incipiente e os altos custos de produção. Com a nacionalização, a Geely poderá competir diretamente com modelos como o BYD Dolphin e o Volkswagen ID.3, ambos já em comercialização no país. A expectativa é que, até 2027, os elétricos representem pelo menos 10% das vendas totais de veículos leves no Brasil, segundo projeções da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE).

  • Brasil sedia pela primeira vez nos trópicos o maior evento global de agricultura de precisão e digital

    O Brasil se consolida como líder global na revolução do campo ao sediar, pela primeira vez fora da América do Norte, a 17ª International Conference on Precision Agriculture (ICPA), que ocorre em conjunto com o 11º Congresso Brasileiro de Agricultura de Precisão e Digital (ConBAP), entre os dias 13 e 16 de julho em Porto Alegre (RS).

    Um evento histórico para o agro mundial

    Promovido pela Associação Brasileira de Agricultura de Precisão e Digital (AsBraAP) em parceria com a International Society of Precision Agriculture (ISPA), o encontro espera atrair cerca de 900 participantes — entre pesquisadores, empresas, produtores rurais e estudantes — para discutir inovações como inteligência artificial, robótica, análise de dados em tempo real e irrigação de alta precisão.

    Tecnologia e sustentabilidade como pilares

    A edição de 2026 destaca-se não apenas pela relevância das pautas, mas pelo papel estratégico do Brasil na adoção de modelos agrícolas mais eficientes e de baixo carbono. Com palestras técnicas e casos práticos, o evento promete mostrar como a digitalização do campo pode reduzir desperdícios, otimizar recursos e enfrentar os desafios climáticos — um tema cada vez mais urgente diante da crescente demanda por alimento e da pressão por práticas sustentáveis.

    O que esperar da programação?

    A grade inclui painéis internacionais com especialistas de países pioneiros em agricultura de precisão, demonstrações de equipamentos de última geração e discussões sobre a integração de novas tecnologias ao cotidiano do produtor rural. Além disso, o evento será uma vitrine para soluções nacionais, como sistemas de monitoramento por satélite e drones, que já colocam o País entre os líderes em adoção de inovação no agro.

  • X lança editor de vídeos nativo para iPhone e desafia TikTok com recursos avançados

    X lança editor de vídeos nativo para iPhone e desafia TikTok com recursos avançados

    Ferramenta inédita para impulsionar conteúdos originais

    A rede social X deu mais um passo em sua estratégia para se tornar um hub de vídeos originais ao lançar, nesta semana, um editor de vídeos nativo para dispositivos iPhone. A novidade, que combina gravação e edição em um único ambiente, chega como uma resposta direta à dependência da plataforma de conteúdos viralizados em outras redes, como TikTok e Instagram.

    Recursos avançados para criadores

    Entre as funcionalidades disponíveis estão legendas automáticas em múltiplos idiomas, ferramenta de tela verde para efeitos profissionais e a possibilidade de gravação direta pela plataforma. O objetivo é simplificar o processo de produção de vídeos, tornando a experiência mais intuitiva e atraente para criadores que buscam publicar conteúdo exclusivo.

    Estratégia para competir com gigantes do vídeo

    Desde a implementação do formato de rolagem infinita, semelhante ao TikTok, a X tenta se aproximar do modelo de sucesso das plataformas de vídeos curtos. Com o novo editor, a rede social reforça sua ambição de reter talentos e conteúdos originais, reduzindo a prática comum de respostar vídeos já existentes em outras redes. Segundo o chefe de produto da plataforma, Nikita Bier, atualizações adicionais devem ser lançadas nas próximas semanas, embora a versão para Android ainda não tenha previsão de recebê-lo.

  • Windows 11 ganha ‘Reconstrução na Nuvem’: recuperação sem dores de cabeça

    Windows 11 ganha ‘Reconstrução na Nuvem’: recuperação sem dores de cabeça

    Recuperação instantânea sem mídia física

    O Cloud Rebuild, ou “Reconstrução na Nuvem”, é a aposta da Microsoft para simplificar a recuperação de sistemas operacionais. Em vez de depender de mídias físicas ou imagens locais, o recurso baixa diretamente do servidor da empresa uma versão limpa do Windows 11, incluindo os drivers essenciais do hardware do usuário. A funcionalidade está integrada ao Ambiente de Recuperação do Windows (WinRE), acessível mesmo em máquinas com o sistema corrompido.

    Disponível apenas para Insiders — mas com futuro promissor

    Por enquanto, o Cloud Rebuild é exclusivo para participantes do Windows Insider Program, fase de testes que antecede lançamentos estáveis. A restrição temporária permite à Microsoft coletar feedbacks antes de expandir a ferramenta para todos os usuários do Windows 11. Especialistas já destacam o potencial de reduzir reclamações como a falta de áudio ou vídeo após reinstalações, problemas recorrentes em procedimentos tradicionais.

    Como funciona e quem pode testar

    Para ativar o Cloud Rebuild, basta acessar o WinRE (pressionando Shift + Reiniciar no menu Iniciar) e selecionar a opção de recuperação na nuvem. O processo consome cerca de 5 a 10 GB de dados, dependendo da configuração do PC. Segundo relatórios internos, a Microsoft planeja incluir o recurso em atualizações futuras do Windows 11 24H2, marcando um avanço significativo na manutenção do sistema.

    O que esperar da novidade?

    A longo prazo, o Cloud Rebuild pode se tornar um divisor de águas para usuários e profissionais de TI. Além de eliminar a necessidade de baixar ISOs manualmente, a solução promete padronizar instalações, reduzindo erros humanos e incompatibilidades. Para quem já enfrentou a frustração de um PC sem som após uma reinstalação, a notícia é um alívio — contanto que a Microsoft consiga escalar a tecnologia sem gargalos de servidor.

  • Grupo Adir assume legado histórico: Aquisição do plantel Gir da Fazenda Café Velho protege genética que moldou o melhoramento da raça no Brasil

    Grupo Adir assume legado histórico: Aquisição do plantel Gir da Fazenda Café Velho protege genética que moldou o melhoramento da raça no Brasil

    A pecuária nacional acaba de perder uma de suas joias, mas ganha um novo guardião. Nesta terça-feira, 7 de julho de 2026, o Grupo Adir anunciou a aquisição do plantel Gir da Fazenda Café Velho, em Cravinhos (SP), um marco que transcende o valor comercial do rebanho. A operação coloca Paulo Leonel, presidente do grupo e referência no melhoramento genético da raça Nelore, como responsável por preservar uma genética construída ao longo de décadas por um dos ícones da pecuária brasileira: José Luiz Junqueira Barros, conhecido como Bi.

    O legado de Bi e a genética que definiu o Gir brasileiro

    Falar do plantel da Fazenda Café Velho é revisitar a história do melhoramento genético da raça Gir no Brasil. Durante sua trajetória, Bi dedicou-se a uma seleção criteriosa que transformou o rebanho em referência nacional, combinando características como produtividade leiteira, adaptação tropical e conformação funcional. A aquisição pelo Grupo Adir não apenas mantém viva essa linhagem, mas assegura que suas vantagens genéticas continuem sendo disseminadas para criadores de todo o país.

    Grupo Adir assume missão de preservação e inovação

    Paulo Leonel não esconde a responsabilidade que recai sobre seus ombros. Em comunicado oficial, o empresário destacou que a operação vai além da compra de animais: trata-se de “garantir que o patrimônio genético de Bi não se perca no tempo, mas se multiplique com qualidade”. O Grupo Adir, que já é uma potência no segmento de Nelore, passa a integrar o seleto grupo de criadores que detêm linhagens históricas do Gir, ampliando seu portfólio para atender demandas de mercados cada vez mais exigentes por genética superior.

    Impacto no mercado e no futuro da pecuária leiteira

    A genética do plantel da Fazenda Café Velho é reconhecida por sua contribuição na redução de problemas como mastite e infertilidade, além de potencializar a produção de leite em sistemas a pasto — um diferencial em um setor onde a eficiência reprodutiva e a sanidade são prioridades. Especialistas do setor já sinalizam que a manutenção desse material genético poderá influenciar diretamente programas de melhoramento em todo o Brasil, especialmente em estados como Minas Gerais e Goiás, onde a pecuária leiteira tem peso estratégico na economia.

    Um passo rumo à sustentabilidade genética

    A decisão do Grupo Adir também reforça uma tendência crescente na pecuária moderna: a preservação de linhagens puras como forma de resguardar a biodiversidade animal. Em tempos de discussões sobre a redução da variabilidade genética em rebanhos comerciais, a manutenção de núcleos como o da Fazenda Café Velho assume um papel quase estratégico para o setor. “Não estamos apenas comprando animais; estamos comprando futuro”, declarou Leonel em entrevista exclusiva.

  • BYD Sealion 7: SUV elétrico recém-chegado ao Brasil tem vendas suspensas na China por falta de demanda

    BYD Sealion 7: SUV elétrico recém-chegado ao Brasil tem vendas suspensas na China por falta de demanda

    A chegada do BYD Sealion 7 ao mercado brasileiro, no dia 7 de julho de 2026, foi marcada por um preço agressivo de R$ 399.990 e expectativas de sucesso. Contudo, a trajetória do SUV elétrico em seu país de origem já sofreu um revés irreversível: a fabricante chinesa suspendeu o fornecimento do modelo para concessionários locais e o removeu do aplicativo oficial de vendas, concentrando a produção exclusivamente para exportação.

    O declínio do elétrico puro na China

    A guinada da BYD decorre da mudança radical no comportamento dos consumidores chineses. No primeiro semestre de 2026, o Sealion 7 registrou médias pífias de 100 a 300 emplacamentos mensais, enquanto os híbridos plug-in — como o Sealion 06 — dominaram as preferências. Em maio de 2026, o modelo híbrido emplacou 18.856 unidades, assegurando 13,1% de participação nas vendas totais da marca.

    Estratégia de otimização e impacto global

    A decisão não é meramente comercial: trata-se de uma readequação produtiva. Na China, veículos com preços próximos a 200 mil yuans (R$ 155 mil) são comercializados na Europa por valores entre 58.900 e 70 mil euros, dependendo da configuração. A BYD prioriza, assim, a maximização de lucros e a alocação eficiente de suas linhas de montagem, direcionando recursos para modelos com maior apelo de mercado. Para o Brasil, isso pode significar um estoque limitado do Sealion 7 — ou até mesmo a ausência de novos lotes, caso a demanda interna não justifique a importação.

    O que esperar para o mercado brasileiro?

    O BYD Sealion 7 chega ao Brasil em um momento de transição no setor automotivo global. Enquanto a China abraça o híbrido como solução de transição energética, o Brasil — com sua matriz elétrica ainda em consolidação — pode se tornar um destino secundário para modelos que não encontram mais espaço nos mercados asiáticos. A estratégia da BYD sugere que, em breve, o Sealion 7 poderá se tornar um quem sabe quando no portfólio brasileiro, enquanto a atenção da marca se volta para tecnologias mais alinhadas ao gosto chinês.

  • TIM Play chega ao mercado com planos de R$ 9,90 a R$ 89,90 para disputar audiência com Vivo e Claro

    TIM Play chega ao mercado com planos de R$ 9,90 a R$ 89,90 para disputar audiência com Vivo e Claro

    Nova plataforma desafia gigantes do setor

    A TIM ingressou oficialmente no mercado de streaming no Brasil com o lançamento do TIM Play em 1º de julho de 2026, uma plataforma que combina conteúdos sob demanda, canais ao vivo e opções para locação de filmes, posicionando-se diretamente contra as soluções já estabelecidas pela Vivo e Claro. A estratégia reflete a crescente movimentação das operadoras de telecomunicações para diversificar suas receitas em um cenário de saturação do mercado de banda larga e móvel.

    Planos variam de R$ 9,90 a R$ 89,90

    A TIM Play disponibiliza três faixas de assinatura: o plano Básico (R$ 9,90/mês) foca em filmes sob demanda; o Standard (R$ 29,90/mês) inclui 16 canais abertos; e o Premium (R$ 89,90/mês) oferece 62 canais fechados, além de conteúdos exclusivos. Segundo Thompson Gomes, chefe de marketing da TIM, a proposta é oferecer uma experiência mais completa aos consumidores, integrando telecomunicações e entretenimento em um único ecossistema.

    Parceria técnica e acessibilidade multiplataforma

    O desenvolvimento do TIM Play contou com a parceria da Mileto, empresa responsável pela extinta Oi TV, responsável pela infraestrutura tecnológica da plataforma. A solução está disponível para clientes da operadora, mas também pode ser acessada por não-assinantes da TIM por meio de app para celular (Android e iOS), computadores e smart TVs das principais marcas. A empresa não divulgou detalhes sobre a integração com os serviços de telecom da TIM, como a possibilidade de descontos para clientes da operadora.

    Concorrência acirrada no setor de streaming

    O lançamento do TIM Play ocorre em um momento de alta competitividade no mercado de streaming no Brasil, onde gigantes como Netflix, Disney+ e Amazon Prime Video já dominam a preferência do público. A Vivo (com a Vivo Play) e a Claro (com a Claro TV+) também apostam em plataformas similares, oferecendo pacotes que combinam internet, TV por assinatura e serviços digitais. A estratégia da TIM, no entanto, destaca-se pela segmentação de preços e pela integração com sua base de clientes de telecomunicações, o que pode atrair consumidores insatisfeitos com os altos custos das plataformas tradicionais.

  • Michel Teló leva o sertanejo ao campo: ‘Aí a Roça Vence’ é homenagem aos trabalhadores rurais

    Michel Teló leva o sertanejo ao campo: ‘Aí a Roça Vence’ é homenagem aos trabalhadores rurais

    Michel Teló acaba de presentear o público sertanejo com uma canção que soa como um abraço aos que acordam antes do sol e enfrentam a lida diária no campo. Intitulada ‘Aí a Roça Vence’, o single inédito foi lançado na última segunda-feira (6 de julho) e já se tornou uma celebração do agro brasileiro, transformando a realidade rural em versos e melodias.

    A música que nasceu da terra

    Produzida por Ivan Miazatto, a faixa integra o repertório dos shows de Teló e reflete uma conexão profunda com suas origens. “Cresci muito próximo da realidade do campo. Meus pais vieram da roça e minha família segue ligada ao agro, plantando e criando gado”, revelou o artista. Para ele, a música sertaneja é filha do interior, onde histórias de gente simples, trabalhadora e apaixonada pela vida rural ganham vida.

    Do campo para as ondas do rádio e os palcos

    Mais do que um lançamento musical, ‘Aí a Roça Vence’ é um símbolo de representatividade. Ao levar o agro para o topo das paradas sertanejas, Teló reforça a importância de quem alimenta o país — não apenas com grãos, mas com cultura e resistência. A canção, que já roda rádios e plataformas digitais, promete ecoar ainda mais nos shows do cantor, unindo gerações de fãs em torno de uma mensagem de orgulho e união.