Recurso busca reverter divisão de responsabilidade
Tatiane Francisca e Jorlan Barbosa, pais da criança falecida, recorreram da sentença proferida em junho de 2026, que condenou Amado Batista a pagar cerca de R$ 453 mil por danos morais e estabeleceu pensão mensal. Na decisão inicial, a Justiça reconheceu falha na falta de proteção na área da piscina, mas também atribuiu 30% de culpa aos genitores por suposta falta de supervisão momentânea.
Acidente ocorreu em 2022 em Goianápolis
A criança, então com três anos, morreu afogada em uma propriedade rural localizada em Goianápolis, na Região Metropolitana de Goiânia. Os pais argumentam que não houve culpa concorrente e que a responsabilidade pelo acidente deve ser integralmente do cantor, proprietário do imóvel.
Defesa do artista ainda não foi apresentada
Até o momento, não há informações sobre a defesa de Amado Batista no recurso apresentado pelos pais. A decisão final caberá ao Tribunal de Justiça de Goiás, que poderá manter, modificar ou anular a sentença inicial.

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