Nubank mantém ritmo de contratações e exige conhecimento em IA: ‘IA não substitui criatividade’

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O Nubank segue expandindo sua equipe mesmo em tempos de incertezas sobre o impacto da inteligência artificial no mercado de trabalho. Em entrevista nesta semana, Ellen Kiss, diretora do Centro de Excelência em Design da fintech, esclareceu que a empresa não apenas manteve suas contratações como também ajustou seu critério de seleção para incluir profissionais com conhecimento em IA.

IA como diferencial nas contratações

A executiva destacou que candidatos com familiaridade em ferramentas de IA se tornaram prioridade no processo seletivo do Nubank. “A inteligência artificial não substitui a criatividade humana, mas potencializa nosso trabalho. Por isso, buscamos pessoas que já tenham tido contato com essas tecnologias”, afirmou Kiss.

Sistema de design como pilar da inovação

O Nubank utiliza o Figma para manter seu design system (NuDS), que padroniza as interfaces do aplicativo para seus mais de 118 milhões de clientes. A adoção de tecnologias como IA no processo criativo reflete a estratégia da empresa de aliar eficiência operacional à experiência do usuário. “Nosso time de design precisa não apenas criar, mas também otimizar processos com ferramentas inteligentes”, explicou a diretora.

Contexto: IA no mercado financeiro brasileiro

O movimento do Nubank segue tendências recentes no setor, como a decisão da GM no mês passado de priorizar contratações com habilidades em IA. Enquanto algumas empresas reduzem equipes por conta da automação, a fintech reforça que a IA é um complemento — e não um substituto — para os profissionais. “Estamos contratando mais, mas com um perfil diferente”, resumiu Kiss.

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