Há 550 km de Florianópolis, no extremo oeste catarinense, Chapecó se impõe como um dos pilares da proteína animal brasileira. Nesta quinta-feira, 28 de maio de 2026, a cidade se consolidou como a engrenagem central de um ecossistema agroindustrial que, diariamente, movimenta bilhões e abastece milhões de pessoas — do mercado interno às exportações para dezenas de países.
O motor que move o agro brasileiro
A Aurora Coop, por meio do Frigorífico Aurora Chapecó 1 (FACH 1), não apenas domina o cenário nacional como o maior parque industrial de processamento de suínos do país, mas também exemplifica o modelo de sucesso do agro brasileiro. Com um projeto de expansão industrial recente, a unidade reforçou Chapecó como um polo estratégico, capaz de suprir demandas tanto locais quanto internacionais.
De cidade desconhecida a gigante do setor
Apesar de sua relevância econômica, Chapecó ainda é pouco conhecida nos grandes centros urbanos. No entanto, é dela que saem milhares de toneladas de carne suína e de aves todos os dias, consolidando o Brasil como um dos maiores produtores e exportadores globais de proteína animal. A integração vertical da Aurora Coop — que abrange desde a produção de ração até a distribuição — garante eficiência e competitividade, mesmo em um mercado cada vez mais exigente.
Impacto além das fronteiras
O modelo de Chapecó transcende o âmbito local. A cidade não apenas abastece o mercado interno com produtos de qualidade, mas também atende a países como China, Japão e diversos nações da América Latina. A capacidade de produção do FACH 1, combinada com a logística eficiente do estado, coloca Santa Catarina — e Chapecó — no centro do comércio global de proteínas animais, um setor que movimenta mais de R$ 100 bilhões anualmente no Brasil.

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